segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
A Visão Bíblica da Ciência
Muitos não-cristãos, e muitos cristãos também, são da opinião
que a ciência (isto é, a ciência física ou natural) é um corpo de verdade
sempre crescente sobre o universo.
O progresso da ciência, os seus triunfos tecnológicos, assim
nos é dito, demonstram a sua verdade. A ciência é aparentemente inatacável.
Afinal de contas, ela funciona, não é verdade? E não é o sucesso a medida da
verdade?
Sendo assim, quando a Bíblia e a ciência parecem estar em conflito,
devemos reinterpretar a Bíblia. Por exemplo, visto que a ciência diz (e o Papa
concorda) que a evolução (ou algum tipo dela) é um fato, não apenas uma teoria,
devemos
Analisar em Génesis 1. Já não podemos afirmar como o Breve
Catecismo de Westminster (Q 9) que “a obra da criação é aquela pela qual Deus
fez todas as coisas do nada, no espaço de seis dias, e tudo muito bem”. O
criacionismo de seis dias precisa ser reexaminado.
Falar contra o pensamento científico é quase blasfemo nalguns
círculos, pois, para muitos, a ciência é o deus
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
“Cientistas provam a existência de Deus”

Dois cientistas formalizaram um teorema sobre a existência de Deus, escrito pelo renomado matemático tcheco Kurt Gödel (1906-1978). O nome de Gödel pode não significar muito para alguns, mas entre os cientistas ele possui reputação semelhante à de Albert Einstein – de quem era um amigo próximo. Os cientistas da Universidade Livre de Berlim, Christoph Benzmüller e Bruno Woltzenlogel Paleo, realizaram um trabalho que teve como base o argumento ontológico (ciência do ser em geral) de Kurt Gödel, que propôs um teorema matemático para a existência de Deus. Por conta disso, a notícia foi veiculada, na última semana, pelo diário alemão Die Welt, sob a manchete “Cientistas provam a existência de Deus”.
Obviamente, uma ressalva significativa deve ser feita sobre a afirmação. Na verdade, o que os pesquisadores em questão dizem ter realmente comprovado não é a existência de um “Ser Supremo” em si, mas como o uso de uma “tecnologia superior” pode resultar em avanços em vários campos científicos.
Quando Gödel morreu, em 1978, ele deixou uma teoria tentadora baseada nos princípios da lógica modal – que um ser superior deve existir. Os detalhes da matemática envolvidos na prova ontológica de Gödel são complicados, mas, na essência, o matemático argumentou que, por definição, Deus é aquele para o qual não poderia ser concebido um ser maior. E, enquanto Deus existe conceitualmente falando, Ele poderia ser concebido como “o maior”, se Ele existisse na realidade. Portanto, para Gödel, Deus deveria existir.
Apesar dessa argumentação não ser exatamente nova na época que foi formulada pelo matemático, ele inovou ao escrever teoremas – pressupostos que não podem ser comprovados – como equações matemáticas sobre o assunto. E, a partir daí, isso poderia ser comprovado.
Aí entram Christoph Benzmüller e Bruno Woltzenlogel Paleo. Com o uso de um MacBook comum, eles mostraram que a prova de Gödel está correta – pelo menos a nível matemático – por meio da lógica modal superior. A apresentação inicial, na publicação científica arXiv.org, recebeu o título de “Formalização, mecanização e automação de prova da existência de Deus de Gödel”.
E, a partir do fato de que um teorema complicado foi comprovado com o uso de um equipamento tecnológico de acesso ao público, isso abre “todos os tipos de possibilidades”, declarou Benzmüller ao jornal Spiegel. “É totalmente incrível que, a partir desse argumento liderado por Gödel, tudo isso pode ser provado automaticamente em poucos segundos, ou até menos em um notebook padrão”, disse ele.
Fonte: (History)
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
O Ateísmo é o NADA que nos Envolve
As posições ateístas não se sustentam. Digo isso não por ser
Adventista, mas por acreditar que não há argumentos sólidos no discurso
libertário-religioso dos ateus praticantes, carregados de opiniões
contraditórias que só encontram apoio na literatura militante de Richard
Dawkins, Christopher Hitchens, ou na tróica: Feuerbach, Marx, Freud, que não
passa de uma profissão de fé, impossível e improvável.
Cito o livro de
Hitchens “Deus não é Grande” em que o escritor fala do Deus criado pela
imaginação humana que motiva fatalistas e extremistas religiosos a cometerem
atrocidades em Seu nome, como o atentado de 11 de setembro, na cidade de Nova
Iorque.
Mas esse argumento
não basta porque é impossível condenar toda a religião de origem judaica,
cristã e islâmica organizada levando em conta as suas expressões mais extremas
e totalitárias.
Mais: só um ingénuo
acredita que o problema envolvendo o Estado de Israel e a Palestina é, apenas,
um conflito religioso entre extremistas. A história apresenta outros fatos em
que a ideologia e a política que movimenta o Oriente, desde o fim do Império
Otomano, tiveram uma motivação maior.
Hitchens e Dawkins
também não aceitam o argumento de que os regimes que aboliram a religião
viveram da angústia e acabaram por descer a níveis impensáveis de desumanidade,
mesmo diante dos fatos de que a história apresenta um processo de sensibilização
em relação ao que é real.
Essa crença central
da modernidade de que a razão humana é capaz de desvendar tudo, incluindo
aquilo que não é desvendável, é uma fantasia, delírio e ideologia que talvez
possa convencer pessoas demasiadas cheias de si próprias, ou aqueles que não
aceitam a objeção por pura e patética soberba.
Só um ingénuo
acredita ser possível nós compreendermos tudo. Temos que aceitar uma dose de
mistério e resignarmos da nossa profunda e miserável ignorância diante da
imensidão do universo, porque existem dimensões em nossas vidas que não tem
resolução racional e não vale a pena, mesmo que diante de argumentos
definitivos, questionar essas convicções.
Não é preciso ser
cristão para perceber que o ateu sempre está preocupado em demasia com a
existência Divina. Explico: Não há nada mais irónico e contraditório do que não
acreditar em Deus e passar a vida a abominá-lo. Enfim, eu não creio em gnomos e
não me preocupo com eles, certo?
Por mais irônico que
pareça, o fanático religioso vê o diabo em toda parte e o fanático ateu enxerga
Deus em tudo, e ambos comportam-se como o mesmo homem, só que de lados opostos
do discurso e da linha de frente do fanatismo.
Quando os Homens não
acreditam em Deus, eles não passam a acreditar em nada; eles acreditam, antes,
em qualquer coisa, como dizia o escritor inglês G.K. Chesterton.
Antes de ateus
praticantes festejarem provável inexistência Divina, convém saber aonde isso
vai nos levar.
Alexsandro Nogueira
domingo, 3 de novembro de 2013
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Criação ou Explosão?

Muitos acreditam que o universo foi criado em um big bang. Na verdade, a quebra de bacalhau em algo ao invés de construir. Hoje, mostra claramente que o universo é uma projeção, e neste projeto, o Big-Bang - Big Bang - não desempenharam qualquer papel criativo. Muitas observações astronômicas e cálculos não ir com essa teoria, todos juntos.
O universo é estruturado, homogênea. Mas isso não corresponde à radiação de fundo homogêneo (residual da radiação de microondas a uma temperatura de 2,7 K), ou a dinâmica de uma explosão distante. Não é certo se o universo é realmente em expansão. Redshift galáxias pode ser interpretado de outra forma, e seu tamanho é, por vezes em conflito com a massa do objeto.
Em 1986, R. Brent Tully (Universidade do Havaí), indicou que há "tira super amostra de galáxias" 300 milhões de anos-luz de comprimento e 100 milhões de anos-luz de espessura, estendendo-se em distâncias de até 1 bilião de anos-luz e entre eles há muitos lugares vazios 300
domingo, 13 de outubro de 2013
Motores do corpo
Se os ossos são as vigas e colunas da máquina humana, os músculos são os “motores” que põem em movimento essa estrutura. Formados por feixes de fibras finas e alongadas, os músculos trabalham em sintonia fina com o sistema nervoso. Mas nem todos os músculos são iguais.
Andar, comer, digitar, correr, chutar – tudo isso é um trabalho conjunto do esqueleto com os músculos, ou do que é chamado de musculatura esquelética. Mas há outros tipos de movimentos nos quais nem pensamos mas que estão ocorrendo neste exato momento em que você lê estas palavras (aliás, seus olhos também se movem graças a pequenos músculos muito precisos). A respiração, o pulsar do coração e os movimentos que promovem a digestão também são comandados por músculos especializados – e automáticos! Eles constituem a chamada musculatura lisa, e independem da nossa vontade para se movimentar. Ou você está ordenando
O Milagre da Vida
Ao longo da História – e especialmente em nossos dias – o
sexo foi tão banalizado que poucos vêem a sublime união de dois seres como um
dom divino. O ato de gerar uma vida através do encontro dos gametas masculino e
feminino é fruto de uma engenharia além de nossa imaginação.
Como se teriam desenvolvido ao longo das eras e por
processos casuais os complexos mecanismos da reprodução?
Existe um paradoxo que sempre intrigou os pesquisadores: os
seres vivos gastam um tempo precioso em busca de um parceiro e, quando o
encontram, muitas vezes precisam proteger o “achado” de rivais. Mas, mesmo
quando todo o esforço vale a pena, no caso individual ou da espécie, o sexo
como forma de reprodução perde de longe para a reprodução assexuada. É pura
matemática: enquanto cada indivíduo assexuado é capaz de ter um filho, na
reprodução sexuada são necessários dois indivíduos. O resultado é que,
desconhecendo o sexo, uma espécie pode se reproduzir duas vezes mais depressa.
Como uma lei biológica elementar faz com que qualquer espécie tenda a propagar
o seu estoque genético ao máximo – isto é, mediante o nascimento do maior
número possível de indivíduos – então o certo seria antes só do que
acompanhado.
Mas não é isso o que se observa na natureza e aí está o
paradoxo: apenas a minoria de 15 mil espécies animais, das cerca de 2 milhões
existentes no planeta, “prefere” se reproduzir assexuadamente, ou seja,
crescendo e se dividindo. Talvez alguns respondam que os animais “preferiram” a
reprodução sexuada pois, assim, é possível embaralhar as características
maternas e paternas, criando em uma mesma espécie seres geneticamente
diversificados e, portanto, com maiores chances de sobreviver.
Na verdade, o sistema nervoso de todo animal já nasce
programado para o sexo. Como uma espécie de seguro adicional, os genes ainda
fazem com que certas glândulas jorrem hormônios, que desencadeiam o desejo, a
atração sexual. Amar, de certo modo, é ter reações químicas em cascata. No caso
da espécie humana, quatro milhões de receptores na pele podem captar os
estímulos recebidos e enviar a mensagem do prazer ao cérebro. Como se pode
perceber, é outro tipo de sistema perfeitamente ajustado e planejado, cuja
perfeição deveria existir desde o início.
Se o ato conjugal é algo biologicamente maravilhoso, o que
dizer da concepção e da gestação? Uma única célula ovo, formada pela união do
espermatozóide com o óvulo, passa a se multiplicar e a se diferenciar, dando
origem a células diferentes que farão parte de tecidos e órgãos especializados.
É interessante como Jó descreveu esse processo: “Não me
derramaste como leite e não me coalhaste como queijo? De pele e carne me
vestiste e de ossos e tendões me entreteceste” (Jó 10:10 e 11). E o rei Davi,
mil anos antes de Cristo, também ficou fascinado com a formação de um ser
humano: “Pois Tu formaste o meu interior. Tu me teceste no seio de minha mãe.
Graças Te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as
Tuas obras são admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem; os meus ossos não
Te foram encobertos, quando no oculto fui formado e entretecido como nas
profundezas da terra. Os Teus olhos me viram a substância ainda informe, e no
Teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e
determinado, quando nem um deles havia ainda” (Sal. 139:13-16).
Michelson Borges é jornalista, membro da Sociedade
Criacionista Brasileira (www.scb.org.br) e autor dos livros A História da Vida
e Por Que Creio (www.cpb.com.br).
terça-feira, 17 de setembro de 2013
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
PODERIAM AS ÁGUAS DO DILÚVIO TER PROVINDO DE UMA CAMADA ATMOSFÉRICA OU DE UMA FONTE EXTRA-TERRESTRE?
Várias tentativas de modelos têm sido feitas para explicar a existência de uma camada atmosférica de água ou vapor, bem como de uma possível fonte extra-terrestre de água ou gelo. Esses modelos têm tido quatro preocupações no quadro criacionista global relativo às origens, a saber, a explicação de um clima semi-tropical ante-diluviano, a disponibilidade de substancial quantidade de água para o dilúvio, a explicação da ação glacial e do congelamento catastrófico posterior ao dilúvio, e a possibilidade de redução da taxa de produção de Carbono-14 anteriormente ao dilúvio. O ponto de vista usual tem sido fornecer explicações que envolvem somente forças naturais, sem a miraculosa intervenção divina. A análise crítica desses modelos indica que é impossível o fornecimento de uma parte substancial das águas do dilúvio, ou de gelo, tanto de uma camada atmosférica quanto de fontes extra-terrestres, a não ser com a miraculosa intervenção divina especial. Todos os modelos falham por não preencher as exigências das leis da Física ou da Fisiologia. São oferecidas as linhas gerais preliminares para o estabelecimento de modelos quantitativos de uma camada atmosférica limitada de vapor d’água.
Introdução
Os criacionistas frequentemente deploram, e com razão, especulações temerárias muitas vezes praticadas pelos evolucionistas. Exemplos clássicos de tais especulações encontram-se em “A Origem das Espécies” onde Darwin, para usar as palavras de W. R. Thompson, “engendrou aquelas frágeis torres de hipóteses baseadas em hipóteses, onde os fatos e a ficção entremeiam-se em uma confusão inextricável” (1). Thompson continuou sugerindo que “essas construções correspondem a um apetite natural”, comum ao homem, e em particular aos evolucionistas.
Entretanto, não parece que os criacionistas também têm evidenciado uma tendência para a especulação excessiva? A literatura criacionista está repleta de especulações, teorias sem propósito, e modelos extremados. Uma característica comum de muitas dessas especulações de criacionistas é o esforço feito para explicar algum aspecto do relato da criação ou do dilúvio em termos “naturalísticos” que não envolvem nenhuma intervenção divina direta. Os criacionistas, às vezes, têm sido quase tão engenhosos quanto os evolucionistas para divisar explicações que excluem da pré-história, tanto quanto possível, o milagre divino.
Uma área importante de preocupação especulativa dos criacionistas tem sido a dos modelos de camadas atmosféricas, e de fontes extra-terrestres para as águas do dilúvio. Um breve catálogo, provavelmente incompleto, de especulações relativas a camadas atmosféricas, ou a fontes extra-terrestres de água ou gelo na época do dilúvio, inclui o seguinte:
1. Uma camada de vapor d’água que possivelmente proporcionou uma parcela substancial das águas do dilúvio (2).
2. Uma cobertura esférica rígida, de gelo em torno da Terra, mantida pela resistência estrutural, e finalmente rompendo-se para produzir o dilúvio e a glaciação, ou ainda uma cobertura de gelo em rotação, mantida pela força centrífuga e rompendo-se para produzir o dilúvio e a glaciação (3).
3. A precipitação de água ou gelo em órbita em torno da Terra, para produzir o dilúvio e a glaciação (4).
4. A colisão de vapor d’água ou gelo proveniente do espaço exterior, com a Terra, para produzir o dilúvio e a glaciação (5).

quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Deus existe mesmo. Se Deus fez tudo, quem fez Deus?
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Em nossa experiência cotidiana, tudo parece ter tido um início. De fato, as leis da ciência mostram que até mesmo coisas que parecem as mesmas ao longo de nossas vidas, como o Sol e outras estrelas, estão se degradando. O sol está gastando seu combustível em milhões de toneladas por segundo. Como o mesmo não é eterno, teve de ter um início, obviamente. Isso se mostra verdadeiro por todo o universo.
Assim, quando os cristãos declaram que o Deus da Bíblia criou todo o universo, alguns irão fazer o que parece ser uma pergunta lógica: “De onde vem Deus?”.
A Bíblia deixa claro em muitas passagens que Deus está fora do alcance do tempo. Ele é eterno, sem princípio ou fim – Ele é infinito! Ele também conhece todas as coisas, sendo infinitamente inteligente.1
Isso é lógico? A ciência moderna pode sustentar tal noção? E como você poderia reconhecer a evidência de um Criador inteligente?
Como reconhecer inteligência
Cientistas ficam excitados quando encontram em uma caverna ferramentas de pedra, porque estas são sinais de inteligência – ![]()
um construtor de ferramentas. Elas não poderiam ter se autoprojetado. Ninguém acreditaria que as cabeças esculpidas dos Presidentes no Monte Rushmore são o produto de milhões de anos de erosão. Nós podemos reconhecer um projeto — a evidência de esforços externos de inteligência — nos objetos feitos pelo homem que estão à nossa volta.
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Semelhantemente, no famoso argumento de William Paley, um relógio implica em um relojoeiro.2 Hoje, porém, uma grande proporção de pessoas, incluindo muitos cientistas de liderança, acredita que todas as plantas e animais, incluindo os incrivelmente complexos cérebros das pessoas que fazem relógios, motores de carros, etc., não foram projetados por um Deus inteligente, mas por um irracional processo evolucionário. Mas esta posição é defensível?
Projeto nos seres vivos
O biólogo molecular Dr. Michael Denton, escrevendo como um agnóstico, concluiu:
O mundialmente renomado defensor do darwinismo e do ateísmo, Prof. Richard Dawkins, declara:
‘Nós temos visto que os seres vivos são muito improváveis e muito belamente “projetados” para terem vindo à existência por chance’4
Portanto, até o mais ardente ateu confessa que projeto está presente ao nosso redor. Para um cristão, o projeto que vemos ao nosso redor é totalmente consistente com a exposição bíblica de que Deus criou tudo.
Contudo, evolucionistas como Dawkins rejeitam a idéia de um Projetista. Ele comenta (ênfase adicionada):
Seleção e projeto
A vida é construída, contida naquela molécula da hereditariedade, o DNA. Dawkins acredita que seleção natural6 e mutações (cegos e despropositados erros na cópia do DNA), juntos, providenciam o mecanismo para produzir as vastas quantidades de informação responsáveis pelo projeto nos seres vivos.7
A seleção natural é um processo lógico que pode ser observado. Todavia, seleção pode apenas operar informação já contida nos genes— ela não produz informação nova.8 Na verdade, ela é consistente com o relato bíblico da origem; Deus criou distintas classes de animais e plantas, cada uma para se reproduzir em sua própria espécie.
Pode-se observar grande variação em uma classe, e ver os resultados da seleção natural. Por exemplo, cães selvagens, lobos e coiotes têm se desenvolvido ao longo do tempo como um resultado da seleção natural operando na informação dos genes na classe lobo/cão.
Mas nenhuma informação nova foi criada — estas têm resultado de rearranjamento e sorteio da informação na classe original canina. Uma classe nunca foi constatada por mudar em uma outra totalmente diferente, com nova informação que não existia previamente!
Sem uma forma para aumentar a informação, a seleção natural não irá trabalhar como um mecanismo para evolução. Os evolucionistas concordam com isto, mas eles acreditam que mutações de alguma forma providenciam a nova informação para que a seleção natural aja sobre a mesma.
Mutações podem produzir nova informação?
Verdadeiramente, agora está claro que a resposta é não! Dr. Lee Spetner, um cientista altamente qualificado que ensinou informação e comunicação teóricas na Johns Hopkins University, torna isto bem claro em seu recente livro:
Cientistas evolucionistas não trabalham de acordo com o que muitos cientistas, incluindo Dr. Spetner, têm concluído. Mutações não agem como um mecanismo que move o processo evolucionário.
[Para mais informação, ver: Podem mutações genéticas produzir mudanças positivas em criaturas vivas? Resposta…]
Mais problemas!
Cientistas têm descoberto que, com a célula, há milhares das que podem ser chamadas de ‘máquinas bioquímicas’. Todas estas partes têm de estar no lugar simultaneamente ou a célula não pode funcionar. Coisas que foram tidas como sendo simples mecanismos, como ser capaz de absorver luz e convertê-la em impulsos elétricos, são de fato altamente complicadas.
Visto que a vida é construída nestas máquinas, a idéia de que processos naturais poderiam ter feito um sistema vivo é insustentável. O bioquímico Dr. Michael Behe usa o termo “complexidade irredutível” ao descrever tais “máquinas” bioquímicas.
Richard Dawkins reconhece este problema de falta de “maquinaria” para começar quando ele declara:
Um problema realmente! Quanto mais nós olhamos nos mecanismos da vida, mais complicado fica, e mais nós vemos que a vida não poderia surgir por ela mesma. Não somente é necessário uma fonte de informação, mas as complexas maquinas da química da vida precisam vir à existência logo no início!
Um problema maior ainda!
Alguns ainda tentam insistir que a maquinaria da primeira célula poderia ter surgido por pura chance. Por exemplo, dizem eles, por aleatoriamente desenhar letras do alfabeto em seqüência da palavra “faca”, às vezes você conseguirá uma palavra simples como “VACA”.14 Assim, em longos períodos de tempo, por que não teríamos até mesmo mais complexas informações surgidas por chance?
Contudo, o que a palavra “VACA” significa para um alemão ou chinês? O fato é que uma ordem de letras não tem significado a não ser que exista uma linguagem convencional e um sistema de tradução no lugar que faz disto algo com significado.
Em uma célula, existe tal sistema (outras moléculas) que faz a ordem no DNA significativa. O DNA, sem o sistema de linguagem/tradução não tem significado, e estes sistemas, sem o DNA, não funcionariam também.
A outra complicação é que a maquinaria tradutora que lê a ordem de ‘letras’ no DNA é a si mesma especificada pelo DNA! Ela é outra daquelas ‘máquinas’ que necessitam serem totalmente formadas, ou a vida não funcionaria.
Pode a informação surgir da não-informação?
Dr. Werner Gitt, diretor e professor no Instituto Federal Alemão de Física e Tecnologia, diz claramente que uma das coisas que nós sabemos claramente na ciência, é que informação não pode surgir da desordem por chance. Ela sempre pega (maior) informação para produzir informação e, no fim das contas, a informação é resultado da inteligência:
Qual é a fonte da informação?
Nós podemos portanto deduzir que a enorme quantidade de informação nos seres vivos deve originalmente ter vindo de uma inteligência, que teria de ter sido bem superior à nossa, como os cientistas estão revelando a cada dia. Mas então alguns irão dizer que tal fonte deveria ter surgido de algo com ainda maior informação/inteligência.
Todavia, se eles assim pensam, alguém poderia perguntar de onde esta maior informação/inteligência veio. E daí, perguntar de onde esta outra viera … um poderia extrapolar para o infinito, eternamente, a não ser…
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Então qual é a posição logicamente defensível? — Que a matéria sempre existiu (ou veio à existência por ela mesma, sem nenhuma razão), e então ela se arranjou sozinha em sistemas de informação, contra tudo que foi observado na ciência real? Ou que um ser com inteligência infinita17 criou sistemas de informação para que a vida existisse, concordando com a ciência real?
A resposta parece óbvia, por que todos os cientistas não concordam com isto? Michael Behe responde:
‘Muitas pessoas, incluindo muitos cientistas importantes e respeitados, simplesmente não querem que haja nenhuma coisa além da natureza. Elas não querem algo sobrenatural que afete a natureza, não importa o quão breve ou construtiva a interação possa ser. Em outras palavras… elas produzem um depósito filosófico para sua ciência que restringe quais tipos de explanações eles irão aceitar acerca do mundo físico. Às vezes, isto leva a um comportamento um tanto bizarro.’18
O x do problema é este: Se alguém aceita que existe um Deus que nos criou, aceita também que somos propriedade desse Deus . Ele, portanto, tem o direito de criar as regras pelas quais nós devemos viver. Na Bíblia, Ele nos tem revelado que nós estamos em rebelião contra nosso Criador. Por causa desta rebelião chamada pecado, nossos corpos físicos estão designados para a morte- mas depois nós iremos viver, seja com Deus ou sem Ele, em um lugar de julgamento.
Mas as boas-novas são que nosso Criador proveu, através da cruz de Jesus Cristo, um meio de nos livrar de nosso pecado de rebelião, de modo que aqules que vem a Ele em fé, arrependidos de seus pecados, podem receber o perdão de um Deus Santo e viver para sempre com seu Deus.
[Veja The HOPE on-line (produção de vídeo)]
Então quem criou Deus?
Por definição, um infinito, e eterno ser sempre existiu – ninguém criou Deus. Ele é o ser auto-existente – o grande ‘Eu Sou’ da Bíblia.19 Ele está fora do tempo – na verdade, Ele criou o tempo.
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Nós lemos no livro de Hebreus: ‘Mas sem fé é impossível agradá-lo: porque aquele que vem a Deus deve crer que ele existe, e que é recompensador daqueles que diligentemente o buscam’ (Hebreus 11:6).
Mas esta não é uma fé cega, como alguns pensam. Na verdade, os evolucionistas que negam Deus têm uma fé cega – eles têm que acreditar em algo que é contra a ciência real – a saber, que informação pode surgir da desordem por chance.
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segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Evolução ou Criação?
Muitos acreditam que a vida pode se desenvolver em outras partes do universo. De fato, há vestígios de vida estão à procura de mais de um século totalmente em vão, e só por causa da noção primitiva de alguns cientistas, que "onde a água e boas condições, há também faz uma vida! A busca desesperada pela vida no espaço, mas também levando cada vez mais clara evidência científica de que a vida na terra em si não poderia surgir. Portanto, materialista e ateu sonhadores relegar a origem da vida na "chega misterioso do desconhecido." Haverá mais inteligente sobre a coincidência e a improbabilidade provável (que se não é verdade, que 10/05 = 90%?).
Como já observado, em um ambiente estéril e livre de germes de vida, a vida por si só não pode ocorrer. (É por isso que nós podemos fazer a paz preservada.) Vestígios de vida não poderia ser encontrado em qualquer parte do universo próximo - porque a vida é só da vida! Se fosse tão fácil (apenas o tempo suficiente só isso!), Por que os planetas evoluíram, as primeiras coisas mais fáceis? Talvez semicondutores? Silício e há bastante tempo, certo? De acordo com a imaginação evolutiva da matéria inanimada só pode criar de forma cega, sem um designer programa ou pensar, o mundo das máquinas mais complexas, um organismo vivo. Além disso, um programa complexo para a sua própria reprodução. Por que não desenvolver algo mais simples, não-vivos?
Por que a "Natureza" não fez as casas de pedra primeira hidrocarbonetos ou de plástico, como sacolas plásticas? Por que pulou as coisas mais simples (mortos) e só começou a construir o complexo - uma célula viva, que não pode mesmo criar uma?
Em outras palavras, ver-se incapaz de se levantar, então um relojoeiro? Casa não, sim pedreiro? A natureza não faz um saco de plástico, mas um químico faz? Apenas água, luz, calor e milhões de anos, diz a propaganda ateísta e os chamados "ciência dura", que propírají mentes dos estudantes e do público por décadas.
Fonte: http://kreacionismus.cz/hewer/
Jó 38,4-13 - Onde você estava quando eu fundei a terra? Apenas me diga quando você entende. Quem determinou as suas dimensões? Certamente você conhece! Quem taxa reavaliados isso? Incorporado em que são os princípios? Quem lançou a pedra angular, quando as estrelas da manhã cantaram o refrão e todos os filhos de Deus gritavam de alegria? Quem é o mar com portas fechadas, quando ele lançou à frente para fora do útero, quando me vesti de nuvem em nuvem envolto em panos, como se eu tivesse definir os limites dela, colocou uma porta na porta e disse: Isto é misturado aqui , e nada mais, suas ondas inchadas quebrar aqui "? Ele ordenou ontem que você nunca, nunca coloque mostrar Aurora, tomou a palavra para as bordas e nada fora do que correu?
Jó 38, 18-19 - Compreender as dimensões da Terra? Apenas me diga quando você entende tudo! Qual caminho é o caminho para a morada da luz? E onde habita as trevas?
Jó 38, 31-34 - Você pode amarrar os laços das Plêiades, ou Cinturão de Órion para permitir? Você dá-lhes tempo para obter os planetas, você está fazendo Urso e seus filhotes? Na verdade, você controla as regras? Organizar o país controlado por eles? Pode-se chamar a nuvem que você sentiu uma rajada de água?
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Crença no Evolucionismo levaria a Humanidade à extinção. Fé gera cooperação.

Nesse modelo, um acordo de liberdade é oferecido a cada prisioneiro se eles decidirem denunciar o outro. A liberdade só é alcançada por aquele que denuncia, desde que o outro oponente decida ficar calado, o que leva este último a ser punido com seis meses de prisão. Se ambos os prisioneiros denunciam um ao outro, os dois pegam três meses de prisão – delação. No caso dos dois decidirem ficar em silêncio juntos – cooperação – eles ficariam apenas um mês na prisão.
O importante teórico matemático John Nash demonstrou, nesse modelo, que a tendência mais observada era a de não cooperar. “Por muitos anos, as pessoas se questionaram se Nash estava certo. Por exemplo: por que vemos cooperação no reino animal, no mundo dos micróbios e até mesmo dos humanos?”, diz o autor da pesquisa, Christoph Adami, da Michigan State University, que começou a questionar o conceito de Nash.
Um dos temas mais recorrentes em Teoria dos Jogos é o famoso Dilema do Prisioneiro. A ideia central de colaboração e conflito foi concebida por Merril Flood e Melvin Dresher no início da década de 1950 e, posteriormente, tomou a sua forma mais conhecida através de Albert W. Tucker, resultando no seu enunciado mais difundido:
Dois suspeitos são presos pela polícia pelo mesmo crime, mas as evidências contra ambos são insuficientes para uma condenação. Na tentativa de incriminá-los, oferece-se a ambos o mesmo acordo:
.: Se um dos dois testemunhar contra o outro e este permanecer em silêncio, o acusador sai livre enquanto que o suspeito silencioso fica com uma pena de dez anos de cadeia.
.: Se ambos falarem, cada um fica dez anos encarcerado.
.: Se nenhum dos dois abrir a boca, ambos recebem uma pena menor, de seis meses de prisão.
Os dois são mantidos incomunicáveis, sendo que um não saberá a decisão que o outro tomou. Como eles devem se comportar?
Como os prisioneiros devem agir?
Como podemos ver na representação gráfica à direita, a melhor opção para ambos seria um falar (LIVRE) e o outro ficar quieto (DEZ ANOS). Mas se ambos falarem, os dois ficarão presos por cinco anos.
Assim, a melhor solução conjunta é que nenhum dos dois fale – o que resulta numa pena de seis meses para cada.
Ainda que ficar preso seis meses seja pior do que sair livre, é bem melhor do que ficar cinco anos na cadeia.
O grande problema aqui é que para um ficar quieto, ele tem que ter a certeza de que o outro também não falará nada. Do contrário, este arrisca mofar dez anos na prisão. Noutras palavras, a melhor solução conjunta não é a melhor solução individual. Cada um precisa pensar na sua melhor estratégia considerando o que o outro vai fazer – e isso é a base da Teoria dos Jogos.

O professor Andrew Coleman da Universidade de Leicester, no Reino Unido, disse que o novo trabalho “freia interpretações com excesso de zelo” da estratégia prévia, que propôs o avanço de padrões egoístas e manipuladores. “Darwin ficou intrigado com o que observou na natureza. Ele se atinha particularmente aos insetos e seu modelo de cooperação”, explicou.
“Pode-se pensar que a seleção natural poderia favorecer indivíduos que são exploradores e egoístas, mas, na verdade, nós sabemos agora, depois de décadas de pesquisa, que essa é uma visão simplista das coisas, especialmente se o “gene egoísta” da evolução for levado em consideração”. “Explico-me: não são os indivíduos que têm de sobreviver, mas sim seus genes. Os genes só usam os organismos – de animais ou de humanos – como veículos de propagação.”
“Os genes egoístas” beneficiam, portanto, de organismos que cooperam entre si”, conclui.
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