terça-feira, 17 de setembro de 2013
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
PODERIAM AS ÁGUAS DO DILÚVIO TER PROVINDO DE UMA CAMADA ATMOSFÉRICA OU DE UMA FONTE EXTRA-TERRESTRE?
Várias tentativas de modelos têm sido feitas para explicar a existência de uma camada atmosférica de água ou vapor, bem como de uma possível fonte extra-terrestre de água ou gelo. Esses modelos têm tido quatro preocupações no quadro criacionista global relativo às origens, a saber, a explicação de um clima semi-tropical ante-diluviano, a disponibilidade de substancial quantidade de água para o dilúvio, a explicação da ação glacial e do congelamento catastrófico posterior ao dilúvio, e a possibilidade de redução da taxa de produção de Carbono-14 anteriormente ao dilúvio. O ponto de vista usual tem sido fornecer explicações que envolvem somente forças naturais, sem a miraculosa intervenção divina. A análise crítica desses modelos indica que é impossível o fornecimento de uma parte substancial das águas do dilúvio, ou de gelo, tanto de uma camada atmosférica quanto de fontes extra-terrestres, a não ser com a miraculosa intervenção divina especial. Todos os modelos falham por não preencher as exigências das leis da Física ou da Fisiologia. São oferecidas as linhas gerais preliminares para o estabelecimento de modelos quantitativos de uma camada atmosférica limitada de vapor d’água.
Introdução
Os criacionistas frequentemente deploram, e com razão, especulações temerárias muitas vezes praticadas pelos evolucionistas. Exemplos clássicos de tais especulações encontram-se em “A Origem das Espécies” onde Darwin, para usar as palavras de W. R. Thompson, “engendrou aquelas frágeis torres de hipóteses baseadas em hipóteses, onde os fatos e a ficção entremeiam-se em uma confusão inextricável” (1). Thompson continuou sugerindo que “essas construções correspondem a um apetite natural”, comum ao homem, e em particular aos evolucionistas.
Entretanto, não parece que os criacionistas também têm evidenciado uma tendência para a especulação excessiva? A literatura criacionista está repleta de especulações, teorias sem propósito, e modelos extremados. Uma característica comum de muitas dessas especulações de criacionistas é o esforço feito para explicar algum aspecto do relato da criação ou do dilúvio em termos “naturalísticos” que não envolvem nenhuma intervenção divina direta. Os criacionistas, às vezes, têm sido quase tão engenhosos quanto os evolucionistas para divisar explicações que excluem da pré-história, tanto quanto possível, o milagre divino.
Uma área importante de preocupação especulativa dos criacionistas tem sido a dos modelos de camadas atmosféricas, e de fontes extra-terrestres para as águas do dilúvio. Um breve catálogo, provavelmente incompleto, de especulações relativas a camadas atmosféricas, ou a fontes extra-terrestres de água ou gelo na época do dilúvio, inclui o seguinte:
1. Uma camada de vapor d’água que possivelmente proporcionou uma parcela substancial das águas do dilúvio (2).
2. Uma cobertura esférica rígida, de gelo em torno da Terra, mantida pela resistência estrutural, e finalmente rompendo-se para produzir o dilúvio e a glaciação, ou ainda uma cobertura de gelo em rotação, mantida pela força centrífuga e rompendo-se para produzir o dilúvio e a glaciação (3).
3. A precipitação de água ou gelo em órbita em torno da Terra, para produzir o dilúvio e a glaciação (4).
4. A colisão de vapor d’água ou gelo proveniente do espaço exterior, com a Terra, para produzir o dilúvio e a glaciação (5).
Todas essas ideias foram apresentadas no passado como modelos científicos que supostamente poderiam explicar a fonte das águas do dilúvio, o clima ante-diluviano, ou os efeitos pós-diluvianos de congelamento rápido e glaciação, mediante causas naturais e não sobrenaturais. Entretanto, todas elas entram em conflito com limitações provenientes de leis físicas ou fisiológicas, bem estabelecidas. Todas elas são impossíveis sem a intervenção divina especial que se sobreponha às leis da Física, e algumas delas, mesmo com a intervenção miraculosa, exigiriam tal reconstrução drástica do ambiente terrestre, que se tornam insustentáveis como modelos para a Terra ante-diluviana. Propõe-se examinar essas idéias com relação às falhas mais óbvias, algumas das quais já foram, sem dúvida, reconhecidas por outros estudiosos do assunto.quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Deus existe mesmo. Se Deus fez tudo, quem fez Deus?
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Em nossa experiência cotidiana, tudo parece ter tido um início. De fato, as leis da ciência mostram que até mesmo coisas que parecem as mesmas ao longo de nossas vidas, como o Sol e outras estrelas, estão se degradando. O sol está gastando seu combustível em milhões de toneladas por segundo. Como o mesmo não é eterno, teve de ter um início, obviamente. Isso se mostra verdadeiro por todo o universo.
Assim, quando os cristãos declaram que o Deus da Bíblia criou todo o universo, alguns irão fazer o que parece ser uma pergunta lógica: “De onde vem Deus?”.
A Bíblia deixa claro em muitas passagens que Deus está fora do alcance do tempo. Ele é eterno, sem princípio ou fim – Ele é infinito! Ele também conhece todas as coisas, sendo infinitamente inteligente.1
Isso é lógico? A ciência moderna pode sustentar tal noção? E como você poderia reconhecer a evidência de um Criador inteligente?
Como reconhecer inteligência
Cientistas ficam excitados quando encontram em uma caverna ferramentas de pedra, porque estas são sinais de inteligência – ![]()
um construtor de ferramentas. Elas não poderiam ter se autoprojetado. Ninguém acreditaria que as cabeças esculpidas dos Presidentes no Monte Rushmore são o produto de milhões de anos de erosão. Nós podemos reconhecer um projeto — a evidência de esforços externos de inteligência — nos objetos feitos pelo homem que estão à nossa volta.
Semelhantemente, no famoso argumento de William Paley, um relógio implica em um relojoeiro.2 Hoje, porém, uma grande proporção de pessoas, incluindo muitos cientistas de liderança, acredita que todas as plantas e animais, incluindo os incrivelmente complexos cérebros das pessoas que fazem relógios, motores de carros, etc., não foram projetados por um Deus inteligente, mas por um irracional processo evolucionário. Mas esta posição é defensível?
Projeto nos seres vivos
O biólogo molecular Dr. Michael Denton, escrevendo como um agnóstico, concluiu:
O mundialmente renomado defensor do darwinismo e do ateísmo, Prof. Richard Dawkins, declara:
‘Nós temos visto que os seres vivos são muito improváveis e muito belamente “projetados” para terem vindo à existência por chance’4
Portanto, até o mais ardente ateu confessa que projeto está presente ao nosso redor. Para um cristão, o projeto que vemos ao nosso redor é totalmente consistente com a exposição bíblica de que Deus criou tudo.
Contudo, evolucionistas como Dawkins rejeitam a idéia de um Projetista. Ele comenta (ênfase adicionada):
Seleção e projeto
A vida é construída, contida naquela molécula da hereditariedade, o DNA. Dawkins acredita que seleção natural6 e mutações (cegos e despropositados erros na cópia do DNA), juntos, providenciam o mecanismo para produzir as vastas quantidades de informação responsáveis pelo projeto nos seres vivos.7
A seleção natural é um processo lógico que pode ser observado. Todavia, seleção pode apenas operar informação já contida nos genes— ela não produz informação nova.8 Na verdade, ela é consistente com o relato bíblico da origem; Deus criou distintas classes de animais e plantas, cada uma para se reproduzir em sua própria espécie.
Pode-se observar grande variação em uma classe, e ver os resultados da seleção natural. Por exemplo, cães selvagens, lobos e coiotes têm se desenvolvido ao longo do tempo como um resultado da seleção natural operando na informação dos genes na classe lobo/cão.
Mas nenhuma informação nova foi criada — estas têm resultado de rearranjamento e sorteio da informação na classe original canina. Uma classe nunca foi constatada por mudar em uma outra totalmente diferente, com nova informação que não existia previamente!
Sem uma forma para aumentar a informação, a seleção natural não irá trabalhar como um mecanismo para evolução. Os evolucionistas concordam com isto, mas eles acreditam que mutações de alguma forma providenciam a nova informação para que a seleção natural aja sobre a mesma.
Mutações podem produzir nova informação?
Verdadeiramente, agora está claro que a resposta é não! Dr. Lee Spetner, um cientista altamente qualificado que ensinou informação e comunicação teóricas na Johns Hopkins University, torna isto bem claro em seu recente livro:
Cientistas evolucionistas não trabalham de acordo com o que muitos cientistas, incluindo Dr. Spetner, têm concluído. Mutações não agem como um mecanismo que move o processo evolucionário.
[Para mais informação, ver: Podem mutações genéticas produzir mudanças positivas em criaturas vivas? Resposta…]
Mais problemas!
Cientistas têm descoberto que, com a célula, há milhares das que podem ser chamadas de ‘máquinas bioquímicas’. Todas estas partes têm de estar no lugar simultaneamente ou a célula não pode funcionar. Coisas que foram tidas como sendo simples mecanismos, como ser capaz de absorver luz e convertê-la em impulsos elétricos, são de fato altamente complicadas.
Visto que a vida é construída nestas máquinas, a idéia de que processos naturais poderiam ter feito um sistema vivo é insustentável. O bioquímico Dr. Michael Behe usa o termo “complexidade irredutível” ao descrever tais “máquinas” bioquímicas.
Richard Dawkins reconhece este problema de falta de “maquinaria” para começar quando ele declara:
Um problema realmente! Quanto mais nós olhamos nos mecanismos da vida, mais complicado fica, e mais nós vemos que a vida não poderia surgir por ela mesma. Não somente é necessário uma fonte de informação, mas as complexas maquinas da química da vida precisam vir à existência logo no início!
Um problema maior ainda!
Alguns ainda tentam insistir que a maquinaria da primeira célula poderia ter surgido por pura chance. Por exemplo, dizem eles, por aleatoriamente desenhar letras do alfabeto em seqüência da palavra “faca”, às vezes você conseguirá uma palavra simples como “VACA”.14 Assim, em longos períodos de tempo, por que não teríamos até mesmo mais complexas informações surgidas por chance?
Contudo, o que a palavra “VACA” significa para um alemão ou chinês? O fato é que uma ordem de letras não tem significado a não ser que exista uma linguagem convencional e um sistema de tradução no lugar que faz disto algo com significado.
Em uma célula, existe tal sistema (outras moléculas) que faz a ordem no DNA significativa. O DNA, sem o sistema de linguagem/tradução não tem significado, e estes sistemas, sem o DNA, não funcionariam também.
A outra complicação é que a maquinaria tradutora que lê a ordem de ‘letras’ no DNA é a si mesma especificada pelo DNA! Ela é outra daquelas ‘máquinas’ que necessitam serem totalmente formadas, ou a vida não funcionaria.
Pode a informação surgir da não-informação?
Dr. Werner Gitt, diretor e professor no Instituto Federal Alemão de Física e Tecnologia, diz claramente que uma das coisas que nós sabemos claramente na ciência, é que informação não pode surgir da desordem por chance. Ela sempre pega (maior) informação para produzir informação e, no fim das contas, a informação é resultado da inteligência:
Qual é a fonte da informação?
Nós podemos portanto deduzir que a enorme quantidade de informação nos seres vivos deve originalmente ter vindo de uma inteligência, que teria de ter sido bem superior à nossa, como os cientistas estão revelando a cada dia. Mas então alguns irão dizer que tal fonte deveria ter surgido de algo com ainda maior informação/inteligência.
Todavia, se eles assim pensam, alguém poderia perguntar de onde esta maior informação/inteligência veio. E daí, perguntar de onde esta outra viera … um poderia extrapolar para o infinito, eternamente, a não ser…
A não ser que tenha existido uma fonte de infinita inteligência, além do nosso entendimento finito. Mas não é isto o que a Bíblia indica quando nós lemos: ‘No princípio, Deus…’? O Deus da Bíblia é um ser infinito que não está preso por limitações de tempo, espaço, conhecimento, ou qualquer outra coisa.
Então qual é a posição logicamente defensível? — Que a matéria sempre existiu (ou veio à existência por ela mesma, sem nenhuma razão), e então ela se arranjou sozinha em sistemas de informação, contra tudo que foi observado na ciência real? Ou que um ser com inteligência infinita17 criou sistemas de informação para que a vida existisse, concordando com a ciência real?
A resposta parece óbvia, por que todos os cientistas não concordam com isto? Michael Behe responde:
‘Muitas pessoas, incluindo muitos cientistas importantes e respeitados, simplesmente não querem que haja nenhuma coisa além da natureza. Elas não querem algo sobrenatural que afete a natureza, não importa o quão breve ou construtiva a interação possa ser. Em outras palavras… elas produzem um depósito filosófico para sua ciência que restringe quais tipos de explanações eles irão aceitar acerca do mundo físico. Às vezes, isto leva a um comportamento um tanto bizarro.’18
O x do problema é este: Se alguém aceita que existe um Deus que nos criou, aceita também que somos propriedade desse Deus . Ele, portanto, tem o direito de criar as regras pelas quais nós devemos viver. Na Bíblia, Ele nos tem revelado que nós estamos em rebelião contra nosso Criador. Por causa desta rebelião chamada pecado, nossos corpos físicos estão designados para a morte- mas depois nós iremos viver, seja com Deus ou sem Ele, em um lugar de julgamento.
Mas as boas-novas são que nosso Criador proveu, através da cruz de Jesus Cristo, um meio de nos livrar de nosso pecado de rebelião, de modo que aqules que vem a Ele em fé, arrependidos de seus pecados, podem receber o perdão de um Deus Santo e viver para sempre com seu Deus.
[Veja The HOPE on-line (produção de vídeo)]
Então quem criou Deus?
Por definição, um infinito, e eterno ser sempre existiu – ninguém criou Deus. Ele é o ser auto-existente – o grande ‘Eu Sou’ da Bíblia.19 Ele está fora do tempo – na verdade, Ele criou o tempo.
Você poderia dizer, ‘Mas então significa que eu tenho de aceitar isto pelar fé, já que eu não consigo entendê-lo.'
Nós lemos no livro de Hebreus: ‘Mas sem fé é impossível agradá-lo: porque aquele que vem a Deus deve crer que ele existe, e que é recompensador daqueles que diligentemente o buscam’ (Hebreus 11:6).
Mas esta não é uma fé cega, como alguns pensam. Na verdade, os evolucionistas que negam Deus têm uma fé cega – eles têm que acreditar em algo que é contra a ciência real – a saber, que informação pode surgir da desordem por chance.
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segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Evolução ou Criação?
Muitos acreditam que a vida pode se desenvolver em outras partes do universo. De fato, há vestígios de vida estão à procura de mais de um século totalmente em vão, e só por causa da noção primitiva de alguns cientistas, que "onde a água e boas condições, há também faz uma vida! A busca desesperada pela vida no espaço, mas também levando cada vez mais clara evidência científica de que a vida na terra em si não poderia surgir. Portanto, materialista e ateu sonhadores relegar a origem da vida na "chega misterioso do desconhecido." Haverá mais inteligente sobre a coincidência e a improbabilidade provável (que se não é verdade, que 10/05 = 90%?).
Como já observado, em um ambiente estéril e livre de germes de vida, a vida por si só não pode ocorrer. (É por isso que nós podemos fazer a paz preservada.) Vestígios de vida não poderia ser encontrado em qualquer parte do universo próximo - porque a vida é só da vida! Se fosse tão fácil (apenas o tempo suficiente só isso!), Por que os planetas evoluíram, as primeiras coisas mais fáceis? Talvez semicondutores? Silício e há bastante tempo, certo? De acordo com a imaginação evolutiva da matéria inanimada só pode criar de forma cega, sem um designer programa ou pensar, o mundo das máquinas mais complexas, um organismo vivo. Além disso, um programa complexo para a sua própria reprodução. Por que não desenvolver algo mais simples, não-vivos?
Por que a "Natureza" não fez as casas de pedra primeira hidrocarbonetos ou de plástico, como sacolas plásticas? Por que pulou as coisas mais simples (mortos) e só começou a construir o complexo - uma célula viva, que não pode mesmo criar uma?
Em outras palavras, ver-se incapaz de se levantar, então um relojoeiro? Casa não, sim pedreiro? A natureza não faz um saco de plástico, mas um químico faz? Apenas água, luz, calor e milhões de anos, diz a propaganda ateísta e os chamados "ciência dura", que propírají mentes dos estudantes e do público por décadas.
Fonte: http://kreacionismus.cz/hewer/
Jó 38,4-13 - Onde você estava quando eu fundei a terra? Apenas me diga quando você entende. Quem determinou as suas dimensões? Certamente você conhece! Quem taxa reavaliados isso? Incorporado em que são os princípios? Quem lançou a pedra angular, quando as estrelas da manhã cantaram o refrão e todos os filhos de Deus gritavam de alegria? Quem é o mar com portas fechadas, quando ele lançou à frente para fora do útero, quando me vesti de nuvem em nuvem envolto em panos, como se eu tivesse definir os limites dela, colocou uma porta na porta e disse: Isto é misturado aqui , e nada mais, suas ondas inchadas quebrar aqui "? Ele ordenou ontem que você nunca, nunca coloque mostrar Aurora, tomou a palavra para as bordas e nada fora do que correu?
Jó 38, 18-19 - Compreender as dimensões da Terra? Apenas me diga quando você entende tudo! Qual caminho é o caminho para a morada da luz? E onde habita as trevas?
Jó 38, 31-34 - Você pode amarrar os laços das Plêiades, ou Cinturão de Órion para permitir? Você dá-lhes tempo para obter os planetas, você está fazendo Urso e seus filhotes? Na verdade, você controla as regras? Organizar o país controlado por eles? Pode-se chamar a nuvem que você sentiu uma rajada de água?
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Crença no Evolucionismo levaria a Humanidade à extinção. Fé gera cooperação.
O estudo, realizado por uma equipe da Michigan State University, nos Estados Unidos, usou como modelo o chamado “jogo do dilema do prisioneiro”, onde dois suspeitos são interrogados em celas separadas e devem decidir se acusam ou responsabiliza o outro ou se preferem manter-se calados.
Nesse modelo, um acordo de liberdade é oferecido a cada prisioneiro se eles decidirem denunciar o outro. A liberdade só é alcançada por aquele que denuncia, desde que o outro oponente decida ficar calado, o que leva este último a ser punido com seis meses de prisão. Se ambos os prisioneiros denunciam um ao outro, os dois pegam três meses de prisão – delação. No caso dos dois decidirem ficar em silêncio juntos – cooperação – eles ficariam apenas um mês na prisão.
O importante teórico matemático John Nash demonstrou, nesse modelo, que a tendência mais observada era a de não cooperar. “Por muitos anos, as pessoas se questionaram se Nash estava certo. Por exemplo: por que vemos cooperação no reino animal, no mundo dos micróbios e até mesmo dos humanos?”, diz o autor da pesquisa, Christoph Adami, da Michigan State University, que começou a questionar o conceito de Nash.
Um dos temas mais recorrentes em Teoria dos Jogos é o famoso Dilema do Prisioneiro. A ideia central de colaboração e conflito foi concebida por Merril Flood e Melvin Dresher no início da década de 1950 e, posteriormente, tomou a sua forma mais conhecida através de Albert W. Tucker, resultando no seu enunciado mais difundido:
Dois suspeitos são presos pela polícia pelo mesmo crime, mas as evidências contra ambos são insuficientes para uma condenação. Na tentativa de incriminá-los, oferece-se a ambos o mesmo acordo:
.: Se um dos dois testemunhar contra o outro e este permanecer em silêncio, o acusador sai livre enquanto que o suspeito silencioso fica com uma pena de dez anos de cadeia.
.: Se ambos falarem, cada um fica dez anos encarcerado.
.: Se nenhum dos dois abrir a boca, ambos recebem uma pena menor, de seis meses de prisão.
Os dois são mantidos incomunicáveis, sendo que um não saberá a decisão que o outro tomou. Como eles devem se comportar?
Como os prisioneiros devem agir?
Como podemos ver na representação gráfica à direita, a melhor opção para ambos seria um falar (LIVRE) e o outro ficar quieto (DEZ ANOS). Mas se ambos falarem, os dois ficarão presos por cinco anos.
Assim, a melhor solução conjunta é que nenhum dos dois fale – o que resulta numa pena de seis meses para cada.
Ainda que ficar preso seis meses seja pior do que sair livre, é bem melhor do que ficar cinco anos na cadeia.
O grande problema aqui é que para um ficar quieto, ele tem que ter a certeza de que o outro também não falará nada. Do contrário, este arrisca mofar dez anos na prisão. Noutras palavras, a melhor solução conjunta não é a melhor solução individual. Cada um precisa pensar na sua melhor estratégia considerando o que o outro vai fazer – e isso é a base da Teoria dos Jogos.

O professor Andrew Coleman da Universidade de Leicester, no Reino Unido, disse que o novo trabalho “freia interpretações com excesso de zelo” da estratégia prévia, que propôs o avanço de padrões egoístas e manipuladores. “Darwin ficou intrigado com o que observou na natureza. Ele se atinha particularmente aos insetos e seu modelo de cooperação”, explicou.
“Pode-se pensar que a seleção natural poderia favorecer indivíduos que são exploradores e egoístas, mas, na verdade, nós sabemos agora, depois de décadas de pesquisa, que essa é uma visão simplista das coisas, especialmente se o “gene egoísta” da evolução for levado em consideração”. “Explico-me: não são os indivíduos que têm de sobreviver, mas sim seus genes. Os genes só usam os organismos – de animais ou de humanos – como veículos de propagação.”
“Os genes egoístas” beneficiam, portanto, de organismos que cooperam entre si”, conclui.
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
A doutrina da criação
1) Introdução
Em nosso estudo sobre a criação, reforçaremos o estudo do ponto de vista cristão, pois teorias como o evolucionismo, tem sido disseminadas nos meios acadêmicos, com o objetivo de contestar a existência de um Deus criador e sustentador do universo.
Podemos definir a doutrina da criação da seguinte forma: Deus criou o universo inteiro do nada; ele era originalmente bom; e Ele o criou para glorificar a Si próprio.
2) A Bíblia requer que creiamos que Deus Criou o universo do nada.
Gn. 1:1 diz: “No princípio Deus criou os céus e a terra”. A frase “os céus e a terra” inclui a totalidade do universo. O verbo criar, neste verso do hebraico é arb (bara), que significa criar do nada, ou criar sem material preexistente, o que significa que não havia qualquer matéria preexistente. Assim a criação foi um ato de milagre. Do nada, Deus traz a existência os céus e a terra.
O salmo 33 também nos diz: “Mediante a palavra do SENHOR foram feitos os céus, e os corpos celestes, pelo sopro de sua boca [...] Pois ele falou, e tudo se fez; ele ordenou, e tudo surgiu” (Sl 33.6,9). No NT encontramos uma afirmação de caráter universal no começo do evangelho de João: “Todas as coisas foram feitas por intermédio dele; sem ele, nada do que existe teria sido feito” (Jo 1.3). A expressão “todas as coisas” é mais bem entendida como referindo-se à totalidade do universo (cf At 17.24; Hb 11.3).
Paulo é totalmente explícito em Colossenses 1 quando diz: “pois nele foram criadas todas as coisas nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por ele e para ele”(C11.16).
Hebreus 11.3 diz: “Pela fé entendemos que o universo foi formado pela palavra de Deus, de modo que aquilo que se vê não foi feito do que é visível”.
Observamos em todos estes textos que Deus criou a totalidade do universo do nada, pois nenhuma matéria no universo é eterna. Tudo o que vemos — as montanhas, os oceanos, as estrelas, a própria terra — veio à existência quando Deus os criou. Isso nos lembra que Deus governa todo o universo e que nada na criação deve ser adorado a não ser Deus, pois só Ele é eterno.
3) A Bíblia ensina que o homem foi criado diretamente por Deus. Isso nos mostra que o homem não evoluiu como ensina a teoria evolucionista.
A Bíblia também ensina que Deus criou Adão e Eva de modo especial e pessoal. Vejamos o que diz o texto: “Então o SENHOR Deus formou o homem do pó da terra e soprou em suas narinas o fôlego de vida, e o homem se tornou um ser vivente” (Gn 2.7).
Após isso, Deus criou Eva do corpo de Adão: “Então o SENHOR Deus fez o homem cair em profundo sono e, enquanto este dormia, tirou-lhe uma das costelas, fechando o lugar com carne. Com a costela que havia tirado do homem, o SENHOR Deus fez uma mulher e a levou até ele” (Gn 2.21,22). Ao que parece Deus deixou Adão saber o que tinha acontecido, pois Adão diz:”… Esta, sim, é osso dos meus ossos e carne da minha carne! Ela será chamada mulher, porque do homem foi tirada” (Gn 2.23).
Quando a Escritura diz que o Senhor “formou o homem do pó da terra” (Gn 2.7), isso não parece significar que Deus tenha utilizado um processo que levou milhões de anos e tenha empregado o acaso no desenvolvimento de milhares de organismos crescentemente complexos.
A narrativa em Gênesis claramente retrata Eva como não possuindo mãe; ela foi criada diretamente da costela de Adão enquanto este dormia (Gn 2.21). Mas em uma base puramente evolutiva, isso não seria possível, pois mesmo o primeiro “ser humano” fêmea teria descendido de alguma criatura parecida com o ser humano, mas que ainda era animal. O NT reafirma a história da criação especial de Eva vinda de Adão, quando Paulo diz: “Pois o homem não se originou da mulher, mas a mulher do homem; além disso, o homem não foi criado por causa da mulher, mas a mulher por causado homem” (ICo 11.8,9).
5) Em que é mais coerente crer: Na proposta da Bíblia que ensina a existência de um Deus criador ou na proposta da evolução, de que tudo veio a existir por acaso?
A Teoria do bolo de chocolate
Suponhamos que você entre em casa e encontre um delicioso bolo de chocolate sobre a mesa. Ao ver esse bolo, a pergunta é:
Como surgiu o bolo de chocolate?
Duas teorias podem ser propostas:
Teoria 1 – hipótese criacionista.
Alguém que sabe fazer bolo de chocolate foi na dispensa, pegou ovos, farinha, manteiga, açúcar, leite, fermento e chocolate, pôs em uma forma, os misturou na medida certa, levou ao forno na temperatura de 250 graus celsius, após o tempo necessário retirou o bolo do forno e o pôs propositalmente sobre a mesa.
Teoria 2 – hipótese naturalista (ou do surgimento espontâneo)
O caminhão do Supermercado estava fazendo entregas, quando foi fechado por uma criança de bicicleta. Tentando desviar da criança, o motorista girou o volante e deu uma freada brusca, o que o fez perder o controle do caminhão, que começou a capotar.
À medida que o caminhão capotava, na carroceria as caixas de ovos se abriram, bem como os sacos de farinha, as caixas de leite, as latas de Nescau, os tabletes de manteiga, os fardos de açúcar, as latinhas de fermento em pó e o chocolate granulado. Enquanto o caminhão capotava, esses elementos iam se misturando de forma homogênea.
Dentro da carroceria do caminhão, havia também um cantil, que fora esquecido ali por um dos carregadores. Com o movimento do caminhão, o cantil partiu ao meio, e todos os elementos acima mencionados, mesclados na proporção certa, caíram dentro desse cantil.
Com o acidente, o caminhão explodiu e ao termino de 40 minutos os bombeiros chegaram, conseguiram conter o fogo e abriram a carroceria, e para surpresa deles, estava lá, por obra do acaso, um lindo bolo de chocolate!
Talvez você esteja lendo agora e pensando: Essa segunda teoria é tola demais para eu crer! É claro que um bolo não pode surgir dessa forma.
Então eu lhe pergunto: Em qual das teorias acima é mais fácil crer? Na teoria de que o bolo foi feito por alguém ou que este bolo surgiu por acaso?
Acontece que um bolo de chocolate possui em média 12 elementos. Já uma célula possui mais de dois milhões, e nós aprendemos na teoria da evolução que a célula surgiu espontaneamente. Em que é mais fácil acreditar: Na teoria de que alguém criou uma célula que tem mais de 2.000.000 milhões de elementos ou na teoria de que uma célula surgiu por ao acaso e de forma espontânea?
6) Mas, para que Deus criou o universo e os homens?
Está claro que Deus criou seu povo para a sua glória, porque Ele fala de seus filhos e filhas como aqueles “…a quem criei para a minha glória, a quem formei e fiz” (Is 43.7).
Mas não são somente os seres humanos que Deus criou com esse propósito. Toda a criação foi feita para mostrar a glória de Deus. Mesmo a criação inanimada, as estrelas, o sol, a luz e o céu testificam da grandeza de Deus: “Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos” (Sl 19.1,2).
O cântico da adoração celestial em Apocalipse 4 conecta a criação de todas as coisas por Deus com o fato de que ele é digno de receber a glória que elas lhe conferem: “Tu, Senhor e Deus nosso, és digno de receber a glória, a honra e o poder, porque criaste todas as coisas, e por tua vontade elas existem e foram criadas” (Ap 4.11).
O que a criação mostra a respeito de Deus? Primeiramente ela mostra seu grande poder e sabedoria, muito acima de qualquer coisa que poderia ser imaginada por qualquer criatura. Portanto, O simples olhar para o sol ou para as estrelas nos convence do infinito poder de Deus. E mesmo a breve inspeção de qualquer folha de árvore, ou da maravilha da mão humana, ou de qualquer célula viva nos convence da grande sabedoria de Deus. Quando meditamos nestas coisas, damos glória a Deus.
por JOSIAS MOURA
terça-feira, 6 de agosto de 2013
domingo, 4 de agosto de 2013
sábado, 3 de agosto de 2013
O ELO PERDIDO
Ficou desaparecido por tanto tempo que
muitas pessoas desistiram da ideia de o encontrar. Procuraram por toda a parte,
mas sem sucesso. Até que, em 1911, em Sussex, Inglaterra, antropólogos
finalmente encontraram os restos mortais. Eles estavam convencidos de que era
realmente o que procuravam – o elo que faltava entre o homem e o macaco.
Chamaram-no homem de Piltdown.
Que decepção! Nos anos 50 a verdade veio
à tona! Foi tudo uma brincadeira cuidadosamente montada e planeada por um grupo
de jovens. Tinha o crânio de um homem, a mandíbula de um macaco e algumas
partes da presa de um elefante norte africano. Não havia um elo perdido, no
final das contas!
Um livro recente de antropologia
refere-se ao homem como um “macaco nu”. Embora possa ter alguma semelhança com
o macaco, o homem não é um macaco. Nunca foi um macaco. Homo Sapiens é uma espécie única de um gênero único. O homem foi
formado num ato de criação, a coroação da criação de Deus. Ele é a epítome do
trabalho do Criador. O mesmo cérebro que em tempos remotos utilizava o
fogo e
aprendeu a usar ferramentas e armas, hoje manuseia equações de fissão
nuclear, cálculos astronômicos e tecnologia da computação. O homem compreende e
ama a música, a literatura e a ciência. Ele tem afeição à sua religião e
cultura, seus governantes, sua sociedade e sua casa.
Deus fez o homem à sua imagem, e lhe
prometeu domínio sobre o mar e a terra. O homem reclamou este domínio, e
produziu uma civilização tão maravilhosa quanto complexa. A criação e a evolução
são incompatíveis. Deus criou a raça humana perfeita. A Bíblia diz:
“Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era
muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia.” (Gênesis 1:31)
O corpo humano é a peça mais complexa da
maquinária do mundo! Podemos entender a exclamação do salmista quando disse:
“Graças te dou, visto que por modo assombrosamente
maravilhoso me formaste; as tuas obras são admiráveis, e a minha alma o sabe
muito bem.” (Salmo
139:14)
Somente os seres humanos, dentre todas as
coisas vivas, através do poder do pensamento, adquiriu a escrita, a literatura,
a ciência, e o profundo estudo da alma. Apenas o homem possui os poderes de
reflexão e introspecção. Vivemos num universo tão vasto que seus limites são
desconhecidos. Sob bilhões de estrelas e planetas, apenas o homem estuda
astronomia.
Os animais vivem no mesmo mundo físico
que nós. Respiram o mesmo ar, bebem da mesma água, comem comidas semelhantes,
estão sujeitos à mesma gravidade, temperatura, atmosfera e radiação solar. Mas
num mundo de mais de 100 elementos, apenas o homem estuda a química. E num
mundo de cor e beleza, apenas o homem é artístico. Num mundo imenso cheio de
mistérios complicados, apenas o homem é um inventor. Num mundo de sons e
ruídos, o homem é único em sua forma de comunicação. Num mundo de números e
cálculos, apenas o homem é um matemático. Num mundo manchado pelo pecado,
apenas o homem é religioso.
O cérebro do homem o distinguiu dos
outros animais. Ocupando todo o topo da cabeça humana está a massa pregueada,
com aparência de gelatina, pesando um quilo e meio. Ele é um sistema que
arquiva milhões de partículas de informação. É um centro de linguagem que
escolhe e arranja muitos milhares de palavras numa variedade de combinações
quase infinita. É o monitor constante de uma enxurrada de impressões sensoriais
do mundo exterior. É um gerador de impulsos e emoções humanas. É o operador das
funções vitais, como a respiração, o batimento cardíaco e o movimento dos
músculos.
Milhões de correntes elétricas, tão
fracas que a soma delas não acenderia uma lâmpada comum, estão indo de um lado
para outro criando milagres constantes. Embora falemos da destreza das mãos
habilidosas do cirurgião, sabemos que a habilidade está no cérebro. Podemos
falar de uma pessoa que tenha uma mente intelectual, mas também sabemos que
este conhecimento está no cérebro.
Algumas vezes as pessoas criticam a
Bíblia por sugerir que o coração do homem precisa ser mudado, e por referir-se
ao coração como centro das emoções. A Bíblia usa a mesma linguagem das emoções
que usamos hoje. Você nunca ouviu falar de alguém que tivesse enviado à pessoa
amada a foto de seu cérebro no Dia dos Namorados. Nem de alguém que dissesse:
“Amo você de todo o meu cérebro”.
Às vezes ficamos pensando se os bens
manufaturados que temos, poderiam ser feitos para durar mais. Parece que
chegamos a um ponto em que as coisas são feitas para quebrar depois de um certo
número de horas de uso, e assim teremos que comprar novos itens.
Não foi assim que Deus criou o homem.
Nosso corpo foi desenhado para viver eternamente. Seis mil anos se passaram
desde que Deus criou a raça humana, e neste tempo o homem fez tudo que podia
para destruir o corpo maravilhoso que Deus criou. O homem tem maltratado seu
corpo com uma alimentação errada, drogas, maus hábitos e falta de exercícios e
descanso. Mas, mesmo depois de seis mil anos de pecado, o homem ainda é a peça
mais maravilhosa de engenharia que já foi concebida. Nenhum dispositivo
eletrônico, nenhuma máquina, nenhum foguete ou satélite pode ser comparado ao
corpo humano. Ele é mais sofisticado e complicado do que o de qualquer animal.
Carros, computadores e robôs são, às
vezes, romanticamente considerados vivos. Mas eles não consertam a si mesmos,
ou crescem, ou se reproduzem. O carro mais caro do mundo não repara seus
próprio arranhões como faz o corpo humano.
Deus está interessado em nossa saúde
física? Ele se importa se cuidamos bem do corpo que Ele criou para nós? Ele
prometeu que se O obedecêssemos Ele cuidaria de nós. Alguns acham que cuidar de
seu corpo não tem nada a ver com religião. Deus disse a Seu povo no tempo do
Antigo Testamento:
“E disse: Se ouvires atento a voz do Senhor teu Deus,
e fizeres o que é reto diante dos seus olhos, e deres ouvido aos seus
mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma enfermidade virá
sobre ti, das que enviei sobre os egípcios; pois eu sou o Senhor que te
sara.” (Êxodo
15:26)
Nossa alimentação tem muito a ver com
nossa religião! Deus disse:
“Quer comais, quer bebais, ou façais qualquer outra
coisa, fazei tudo para a glória de Deus.”
(1 Coríntios 10:31)
O sexto mandamento diz: “Não matarás”. A maioria dos religiosos
concordaria que isto inclui o suicídio. Mas alguns cristãos têm a idéia errada
de que o suicídio é pecado apenas se for cometido repentinamente. Se cometido
aos poucos, parece que não importa.
Note o que Paulo diz à igreja de Corinto:
“Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do
Espírito Santo que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois
de vós mesmos?” (1Coríntios 6:19)
No terceiro capítulo do mesmo livro, ele
declara esta mesma verdade numa linguagem ainda mais forte.
“Não sabeis que sois santuário de Deus, e que o
Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o
destruirá; porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado.” (1 Coríntios 3:16,17)
A saúde, assim como o clima, é um assunto
sobre o qual muitos falam, mas não fazem muito a respeito. Deve ser algo
importante. O governo dos Estados Unidos gasta cerca de 100 bilhões de dólares
por ano tentando restaurá-la e mantê-la. Saúde é o que as pessoas mais desejam
no mundo. É uma prioridade.
Nossa saúde também é importante para
Deus. O Criador que nos fez deve saber o que é melhor para nós. Ele nos dá
algumas regras bíblicas para cuidarmos de nosso corpo.
Quando Deus criou um mundo belo e
perfeito e colocou nele nossos primeiros pais, Ele especificou que tipo de
alimento tinha separado para a família humana.
“E disse Deus ainda: Eis que vos tenho dado todas as
ervas que dão semente e se acham na superfície de toda a terra e todas as
árvores em que há fruto que dê semente; isso vos será para mantimento.” (Génesis 1:29)
Esta é a alimentação perfeita para
mantermos a saúde. A alimentação original dada por Deus era uma alimentação
vegetariana. O Deus que criou o corpo sabia o que era necessário para mantê-lo
forte. Quem questionaria o Criador sobre seu conhecimento do corpo que Ele
mesmo fez?
Henry Ford desenhou os primeiros carros
da Ford, e ninguém, melhor que ele, sabia como cuidar deles. Quando adquirimos
um carro novo, encontramos um manual do proprietário no porta-luvas. O
fabricante recomenda certo tipo de combustível. Você pode pensar: “O carro é
meu, eu o comprei e paguei por ele, então posso usar o tipo de combustível que
eu quiser.” Testemunhei um erro num posto de gasolina. O frentista colocou
gasolina comum no tanque de um Volkswagen Rabbit a diesel. O resultado foi
desastroso.
Quando Deus afirmou que frutas, nozes e
grãos eram o melhor regime para Sua criação, Ele sabia do que estava falando.
Mais tarde, depois da entrada do pecado, foram acrescentadas as verduras, e os
quatro pilares de uma alimentação perfeita foram estabelecidos.
E a carne? Não foi incluída no regime
alimentar original da humanidade. Não havia morte no plano de Deus, por isso
não poderia haver nenhuma carne na alimentação do homem. Só depois do Dilúvio
Deus permitiu o uso de alguns animais limpos como alimento. Um estudo do livro
de Gênesis revela a mudança no tempo de vida depois que o homem passou a comer
carne animal. Antes do Dilúvio, as pessoas viviam até 900 anos.
Estudos recentes mostram que o corpo
humano funciona melhor numa dieta vegetariana do que numa dieta com carne, e os
vegetarianos vivem mais que os não-vegetarianos.
Muitos cristãos acreditam que as regras
de saúde dadas no Antigo Testamento foram abolidas por Cristo. No Antigo
Testamento temos três categorias básicas de leis. A lei moral, os dez
mandamentos, foi escrita em pedra para mostrar que é eterna. As leis cerimonias,
ligadas ao santuário e seu sistema sacrificial do Antigo Testamento, eram uma
“sombra do que viria a acontecer”, apontando para Cristo. E as leis de saúde?
“Eram para os judeus”, alguém me disse
recentemente. “Que tipo de corpo tem o judeu?”, perguntei. Fiz muitas viagens a
Israel, e tenho muitos amigos judeus. Notei que têm o mesmo corpo que qualquer
outra pessoa. As mesmas coisas que seriam um veneno para eles, também o seriam
para mim. Os mesmos alimentos que são prejudiciais a eles, são prejudiciais a
todas as pessoas.
Deus especificou alguns animais que não
deveriam ser comidos. Ele nos dá uma lista no capítulo 11 de Levítico. Entre as
três categorias de animais: mamíferos, peixes e aves, nos é dito quais podem
ser utilizados como alimento e chama a atenção para o perigo daqueles chamados
imundos.
“Todo que tem unhas fendidas, e o casco divide em dois, e rumina, entre os animais,
esses comereis. Destes, porém, não comereis: dos que ruminam ou dos que têm
unhas fendidas: o camelo, que rumina, mas não tem unhas fendidas, este vos será
imundo; o arganaz, porque rumina, mas não tem as unhas fendidas; este vos será
imundo; a lebre, porque rumina, mas não tem as unhas fendidas; esta vos será
imunda. Também o porco, porque tem unhas fendidas, e o casco dividido, mas não
rumina; este vos será imundo; da sua carne não comereis, nem tocareis no seu
cadáver; estes vos serão imundos. De todos os animais que há nas águas,
comereis os seguintes: todo o que tem barbatanas e escamas, nos mares e nos
rios; esses comereis. Porém todo que não tem barbatanas nem escamas, nos mares
e nos rios, todos os que enxameiam as
águas, e todo ser vivente que há nas águas, estes serão para vós outros
abominação.” (Levítico 11:3-10)
Nos tempos bíblicos, o povo de Deus parou
de comer carnes imundas com base no mandamento de Deus. Eles não as comiam
porque Deus disse que não deveriam come-los. Vivendo no século XX, como
vivemos, temos uma razão a mais. Não apenas temos a Palavra de Deus nos dizendo
que certos alimentos são imundos, temos evidências científicas que confirmam a
Palavra de Deus.
Aqui está um artigo que tenho há muito
tempo. Encontrei-o num Philadelphia Daily
News, de 1957.
“Porcos são porcos, e o prefeito Dilworth está
interessado neles porque comem 150 mil toneladas de lixo por ano. Por isso a
legislatura pede que mantenhamos o preço do porco alto. Assim, poderemos ter
certeza de que a cidade não terá problemas em se livrar de seu lixo.”
Existe um verdadeiro depósito de lixo
humano. Os porcos comem o lixo e as pessoas comem os porcos.
Quando Deus disse a Moisés que o porco é
um porco, Moisés não conhecia a evidência científica que dispomos hoje. O Dr.
O. S. Parrot fez um amplo estudo sobre o porco. Aqui estão suas palavras:
“A infecção por triquina nos Estados Unidos é
encontrada em 25% de todos os adultos. Dois médicos, MacNaught e Anderson,
fizeram uma autópsia pegando músculos do diafragma de 100 corpos, e descobriram
que 23 deles estavam infectados com a triquina viva. Depois examinaram mais 100
corpos e encontraram 25 casos positivos de triquina. E nenhuma destas 200
pessoas reclamava ou sabia que estava sofrendo.”
Salsichas dos melhores mercados dos
Estados Unidos foram submetidas a um teste, e foi descoberto que a cada cinco
salsichas, uma estava infectada por triquina. Numa pequena cidade do Colorado,
o governo apreendeu salsichas com triquina viva de um determinado supermercado
depois que uma família toda ficou muito doente. Uma jovem, de dezoito anos,
ficou tão doente que foi levada ao hospital por causa de uma infecção por
triquina que atacou seu diafragma. Ela teve de ser colocada numa tenda de
oxigênio para ser mantida viva. No início a família pensou que ela estivesse
com gripe ou com alguma dor muscular causada por um resfriado. Mas pegaram um
pedaço do músculo do ombro da garota e descobriram que estava cheio de
triquina.
“Uma única porção de porco contaminado – até mesmo uma
única garfada, pode matar, invalidar, ou condenar a vítima a uma vida de dor.
Pois esta doença singular, a triquinose, não tem cura. Com nenhuma droga para
pará-los, os vermes se espalham pelos tecidos musculares de todo o sistema
humano.
“Os médicos confundiam a triquinose com outras 50
doenças, desde a febre tifóide até o alcoolismo. Aquela dor no seu braço ou
perna pode ser artrite ou reumatismo, mas pode ser triquinose; aquela dor nas
suas costas pode ter envolvimento com a vesícula biliar, mas pode ser
triquinose.” (Seleções, Março de 1950)
Quando Deus proibiu certos alimentos
provenientes do mar, Ele teve razão para fazê-lo. A medicina moderna descobriu
algumas das razões. Na revista Prevention,
de 1972, vemos a Bíblia provada pelo estudo científico.
“Por que os crustáceos são perigosos? Porque muitas
vezes são mais poluídos do que as águas filtradas em que habitam. Infelizmente
eles escolhem viver, copular e se multiplicar em estuários ao longo das regiões
costeiras. Estes estuários estão particularmente sujeitos à descarga de esgoto,
afluentes de esgotos e outros poluentes. O aspecto poluído do habitat é um perigo. O fato de
que os crustáceos bivalves são como filtros compõe o perigo. As ostras, por
exemplo, por causa da forma como obtém e absorvem o alimento, descobriu-se que
concentram o vírus da pólio de 20 a 60 vezes mais que o nível da água que as
cercam. Nenhuma outra comida animal oferecida no cardápio de seu restaurante
favorito é servida juntamente com suas fezes. Mas esse é o caso dos frutos do
mar. Ele é servido inteiro; completo, com todo seu trato intestinal.”
Num recente programa religioso, ouvi um
pregador declarar que Deus havia purificado os animais imundos, especialmente o
porco, como foi revelado a Pedro no capítulo 10 do livro de Atos. Se Deus
purificou o porco, não fez um bom trabalho, porque ele continua a ser um porco.
Só tomando Atos 10 completamente fora de seu contexto poderíamos chegar à
conclusão de que a mensagem de Deus a Pedro estava relacionada com a
alimentação.
Pedro teve um sonho no qual um recipiente
que parecia um lençol atado aos quatro cantos da terra, cheio de animais,
pássaros e répteis, descia do céu. Uma voz disse: “Levanta-te, Pedro! Mata e come.” (Atos 10:13) Pedro se recusou
porque os animais eram imundos. A cena se repetiu por três vezes.
Enquanto Pedro estava pensando em qual
era o significado da visão, dois homens bateram à sua porta. Eles foram
enviados de Cesaréia por um homem chamado Cornélio. Como Cornélio era um
gentio, Pedro evitaria qualquer contato com ele. Mas a visão que ele recebeu
foi uma lição objetiva para convencê-lo de que ele deveria repartir a mensagem
do evangelho com Cornélio.
Pedro teria entendido que a visão não
estava relacionada com a alimentação? Mais tarde, ao falar sobre a visão, ele
disse:
“...Vós bem sabeis que é proibido a um judeu
ajuntar-se ou mesmo aproximar-se a alguém de outra raça; mas Deus me demonstrou
que a nenhum homem considerasse comum ou imundo.” (Atos
10:28)
Deus não lhe mostrou que não deveria
chamar a nenhum porco comum ou imundo. A visão não foi dada para corrigir seu
regime alimentar. Foi dada para mostrar a ele que Deus não é alguém que
beneficia os grandes poderosos. Se a visão lhe tivesse sido dada para mostrar
que Deus limpou o porco, ele teria dito: “Reconheço, por verdade, que Deus não
faz acepção de porcos”. Não foi isso o que Pedro entendeu da lição que Deus lhe
deu.
“Então, falou Pedro, dizendo: Reconheço por verdade
que Deus não faz acepção de pessoas.” (Atos 10:34)
Quando os iníquos forem destruídos no
tempo do fim do mundo, aqueles que insistem em comer porco e ratos, estão
incluídos na lista dos pecadores queimados pelo fogo do inferno.
“Os que se santificam e se purificam para entrarem nos
jardins após a deusa que está no meio, que comem carne de porco, coisas
abomináveis e rato serão consumidos, diz
o Senhor.” (Isaías 66:17)
Quando Deus fala sobre cuidarmos de nossos
corpos, Ele está baseando Seus ensinamentos em princípios óbvios. A Bíblia, é
claro, não menciona fumar cigarros ou charutos. Conhecemos o perigo do fumo, e
não restam dúvidas de que ele destrói o “templo” que Deus nos deu. Fumar é uma
forma de suicídio lento.
Na Palavra de Deus somos avisados sobre
os perigos das bebidas alcoólicas. Deus diz:
“O vinho é escarnecedor, e a bebida forte
alvoroçadora; todo aquele que por eles é vencido, não é sábio.” (Provérbios 20:1)
Evidências científicas confirmam os
avisos da Bíblia sobre bebidas fortes. O álcool é um veneno. Cada gole de
qualquer bebida alcoólica destrói células preciosas do cérebro. Uma vez
destruídas, estas células nunca mais podem ser substituídas. Quanto a mim, não
tenho mais células cerebrais do que preciso, então não vou destruir as que
tenho. Algumas pessoas se surpreendem quando digo que nunca provei uma gota de
qualquer bebida alcoólica. Nem pretendo provar. Sei de muitos corpos doentes e
lares desfeitos por causa do álcool. Através dos anos tornei-me um grande
inimigo do uso de bebidas alcoólicas. Algumas vezes meus amigos tinham pena de
mim quando não me unia a eles para tomar as usuais bebidas de Natal ou Ano
Novo. Na manhã seguinte eu é quem tinha pena deles enquanto tentava tratá-los de
suas miseráveis ressacas.
Deus não força ninguém a fazer o que é
certo. Se, depois de ler Sua palavra e ver as evidências científicas, você
insistir em beber bebidas alcoólicas, Ele não enviará um anjo para arrancar o
copo de sua mão. Se, apesar de todas as advertências da medicina moderna, você
insistir em fumar, Deus não enviará um anjo para apagar seu cigarro. Se, apesar
de conhecer os perigos de comer em excesso, você ainda insistir em comer mais
do que precisa, Ele não enviará um anjo para afastar sua cadeira da mesa.
É importante que nos lembremos que Cristo
não veio restringir nossa liberdade, como alguns pensam, mas quer que
apresentemos uma vida cheia de riquezas, com Ele. Ele nos diz:
“...eu vim para que tenham vida e a tenham em
abundância.” (João 10:10)
O que a Bíblia advoga é vida em
abundância. A pessoa como um todo, perfeita em corpo, mente e espírito, é o que
Ele nos oferece. Poderíamos querer menos?
Por que Deus quer que nos cuidemos? Pela
mesma razão que você pede a alguém querido que se cuide. É porque você o ama.
Deus nos ama tanto que quer que sejamos saudáveis e felizes. Ele diz:
“Amado, acima de tudo faço votos por tua prosperidade
e saúde, assim como é próspera a tua alma.” (3 João
2)
Quanto Deus nos ama? A única medida que
temos é a cruz do Calvário. Uma das maiores necessidades do coração humano é
sentir-se amado e querido. Satisfazer a necessidade de quem amamos, e saber que
a pessoa satisfaz nossa necessidade é a base de um verdadeiro companheirismo.
Um casal que tem este tipo de experiência juntos é verdadeiramente feliz.
Quando pais e filhos compartilham esta experiência, o conflito de gerações
desaparece. Deus nos ama e deseja nos ensinar não só o que quer para nós, mas
também o que quer para Ele. Ele não restringe nosso regime alimentar para nos
privar de prazeres! Ele diz: “Eu o amo, então, por favor, cuide-se!”
Soube de um pai que estava pagando 900
mil dólares para ter de volta seu filho de 13 anos que havia sido seqüestrado.
O filho valia isso? Qual o valor de uma alma humana? Aquele pai teria aceito um
substituto? De forma alguma. Mesmo se o substituto fosse mais forte, mais
saudável ou mais bonito. Mesmo se o substituto fosse oferecido a um preço muito
inferior ele sequer consideraria a proposta.
Como esperamos ansiosos o dia em que
Cristo virá para nos levar ao lar! Quando chegarmos ao paraíso celestial, as
ruas de ouro não estarão cheias de pontas de cigarros. Não seremos incomodados
pelos sons e os cheiros dos abatedouros na santa cidade de Deus. Não haverá bêbados
deitados nas calçadas da Nova Jerusalém.
Jesus demonstrou o amor dele por você no
Calvário. Seu valor para Deus não pode ser calculado. Para mostrar sua gratidão
e amor para com Ele, você pode cuidar do maravilhoso corpo que Ele lhe deu.
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