domingo, 21 de setembro de 2014

Stephen Hawking Voltou a Descartar a Possibilidade de Existência de Deus

PÚBLICO 21/09/2014 - 19:55
Stephen Hawking voltou a descartar a possibilidade de existência de Deus, numa entrevista ao diário espanhol El Mundo
Com esclerose lateral amiotrófica, Hawking é dos mais notáveis pensadores da actualidade PHILIP MYNOTT

A posição, clara e sem margem para dúvidas, foi dada na entrevista que o jornal espanhol El Mundo publica este domingo. Nela, o cientista britânico voltou a descartar a possibilidade de Deus ser o criador do Universo, ao contrário do que aparentemente chegara a defender. “No passado, antes de entendermos a Ciência, era lógico crer que Deus criou o Universo. Mas agora a ciência oferece uma explicação mais convincente. O que quis dizer quando disse que conheceríamos a ´mente de Deus’ era que compreenderíamos tudo aquilo de que Deus seria capaz se existisse. Mas não há nenhum Deus”.  (rsrssr sou eu a rir)

De resto, o autor do célebre Breve História do Tempo, sobre os limites do nosso conhecimento da astrofísica, da natureza do tempo e do Universo, mostra-se dono de uma “fé inquebrantável” (negrito nosso) no poder da Ciência para desvendar os mistérios do Universo. “Creio que conseguiremos entender a origem da estrutura do universo. Aliás, estamos perto de conseguir este objectivo. Na minha opinião, não há nenhum aspecto da realidade fora do alcance da mente humana”, declarou. (rsrssr sou eu a rir)

Nesta entrevista - dada numa altura em que Stephen Hawking viajou até à ilha de Tenerife, nas Canárias, para participar num congresso de seis dias dedicado à astronomia – houve lugar a perguntas sobre a pertinência do investimento de verbas tão avultadas no envio de astronautas ao espaço. Hawking disse não ter dúvidas: “A exploração espacial impulsionou e continuará a impulsionar grandes avanços científicos e tecnológicos”. E poderá, de resto, representar um seguro de vida para a espécie humana, ou seja, “poderá evitar o desaparecimento da Humanidade graças à colonização de outros planetas”. (pois é o Sr. Wawking não necessitaria de tanta fé se lesse João 14:1-3).

Questionado quanto aos cortes no financiamento à investigação científica, a que Espanha - mas também Portugal - tem assistido, o astrofísico sublinhou que Espanha “precisa de licenciados com formação científica para garantir o seu desenvolvimento económico”.

“Não se pode incentivar os jovens a seguir carreiras científicas com cortes no campo da investigação”, insistiu. (rsrssr sou eu a rir)

Pensamento pessoal:
O professor Stephen Hawking volta e meia 
surpreende com declarações renegando 
outras declarações dele mesmo.
Brilhante matemático, o astrofísico conhecido 
mundialmente agora passa por uma fase de descrença: 
Deus é para gente que tem medo do escuro. 
Mas nem sempre foi assim. 
Na foto, ele recebe uma bênção do Papa Bento XVI.

O homem não pode diminuir a glória de Deus, recusando-se a adorá-Lo, assim como um louco não pode apagar o sol rabiscando a palavra escuridão na parede da sua cela.
A verdade porém, é que há pessoas que conseguem chamar a atenção de jornalistas, cientistas e são referência para uma manda de gente!
As mais recentes declarações do professor Hawking dão conta que a criação do Universo dispensaria Deus, bastando-lhe as quatro forças presentes na grande explosão ou big bang. 

Mas ai esta o problema. Para fazer uma grão de areia explodir e gerar triliões de estrelas, a Terra, o sol, a lua e tudo quanto existe, as quatro forças teriam que preexistir ao universo. Dito de outro modo, teriam essas forças que vir do nada. Mas do nada nada vem! Portanto, a teoria do Big Bang depende de um milagre. Depende de existirem quatro forças antes de qualquer força existir

Einstein cria profundamente em Deus. Admirava o filósofo Spinoza, a quem creditava ter compreendido Deus. Não aceitava a física quântica, fundada em cálculos probabilísticos: Deus não joga dados! - disse a um físico quântico. Pare de dizer a Deus o que ele deve fazer - ouviu como resposta. Esse debate o criador da Teoria da Relatividade perdeu, pois a física quântica hoje é, sem dúvida nenhuma, o ramo de maior credibilidade da Física. E no entanto, desde Max Plank, os físicos sabem que a física dos quanta funciona, como funciona, porem permanece um mistério insondável a realidade dessas partículas.

Se assim sucede com o microcosmo, quanto mais dificuldade há em compreender a causa de todas as causas. Newton e Leibniz, ambos génios de primeira grandeza, matemáticos que descobriram o cálculo diferencial ao mesmo tempo, não compreendiam a ciência sem Deus. Isaac Newton ficava perplexo com a harmonia da obra do relojoeiro universal. Quanto ao professor Hawking, ele mesmo já é fruto de um milagre, pois vive há mais de 50 anos com a esclerose lateral amiotrófica, uma moléstia que leva a morte os portadores num período de três a cinco anos após o diagnóstico.
Se eu pudesse falar com o professor Hawking, diria isto: “A maior tentação provinda do inferno é a de viver sem Criador”

José Carlos Costa, Pastor

sábado, 20 de setembro de 2014

Sofre de Hipocondria?

“Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças.” Filipenses 4:6
A hipocondria, do grego hypo- (a baixo) e chondros (cartilagem do diafragma), também conhecida por nosomifalia, é um estado psíquico em que a pessoa tem a crença infundada de que padece de uma doença grave. Costuma vir associada a um medo irracional da morte, a uma obsessão com sintomas ou defeitos físicos irrelevantes, preocupação e auto-observação constante do corpo e até às vezes, à descrença nos diagnósticos médicos. Muitas vezes encarada como algo engraçado, a patologia é séria e prejudica a vida de pacientes e parentes. http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipocondria

Já teve um amigo ou dois que sofressem de hipocondria? Se sim, então sabe que não há  nada que não esteja quase a matá-las. São dominados por um medo patológico. Se sentem algumas pontadas ou picadas, pensam que têm uma doença fatal. Para eles, uma dor momentânea, que a maioria de nós considera ser apenas uma coisita irritante, pode elevar-se ao nível de um grave susto cancerígeno. Por causa de um tique intermitente nalgum músculo da mão, eles logo suspeitam ser a doença de Parkinson ou esclerose múltipla. Uma tossezinha? Oh, isso é capaz de ser um cancro de pulmão ou

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Ted Wilson abre conferência mundial sobre Bíblia e ciência


O verdadeiro adventista é criacionista
O presidente mundial da Igreja Adventista do Sétimo Dia, pastor Ted Wilson, afirmou vigorosamente, na abertura da conferência de educadores em Utah, EUA, na sexta-feira, que a vida existe na Terra há apenas alguns milhares de anos, e não há milhões de anos, e disse também que os professores que acreditam de outra forma não devem trabalhar em escolas operadas pela Igreja nem se considerar adventistas. [...] O local [da conferência, St. George, Utah] foi escolhido por seu fácil acesso a três sítios geológicos que os 350 participantes vão explorar entre as sessões de palestras sobre arqueologia, geologia, paleontologia e biologia. “Como professores nos campi adventistas do sétimo dia, faculdades e universidades e líderes na Igreja de Deus [devemos defender] com firmeza uma criação literal recente e absolutamente rejeitar a teoria evolucionista teísta”, disse Wilson, em seu discurso de abertura. “Peço a vocês para serem campeões da criação com base no relato bíblico e reforçada de forma tão explícita pelo Espírito de Profecia.”

Ele apontou para passagens da Bíblia, como Gênesis 1 e 2, Salmo 33:6 e 9 e os escritos da cofundadora da Igreja Adventista Ellen G. White como base para rejeitar o ensino popular de que cada dia da semana da criação bíblica poderia ter durado milhões de anos, tornando o mundo muito mais velho do que os seis mil e poucos anos que os criacionistas acreditam terem se passado desde que a Terra foi formada.

O ensinamento popular, que mistura a história bíblica com a teoria da evolução de Darwin, tem surgido em algumas escolas adventistas nos últimos anos, o que levou, em parte, à decisão da Igreja Adventista de começar a organizar conferências bíblicas e científicas a partir de 2002.

Em seu discurso, Wilson citou o livro Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, de Ellen White: “Quando o Senhor declara que fez o mundo em seis dias e descansou no sétimo, quer dizer o dia de vinte e quatro horas, que Ele assinalou pelo nascer e o pôr do sol” (p. 136). “Poderia ser mais claro?”, perguntou Wilson.

Ele disse que o próprio nome “adventista do sétimo dia” aponta para uma criação literal em seis dias, porque faria pouco sentido comemorar um sábado no sétimo dia, se o sábado original tivesse durado anos em vez de 24 horas. “Se a pessoa não aceitar o entendimento da criação recente em seis dias, então ela realmente não é adventista do sétimo dia, e o sábado do sétimo dia se tornaria absolutamente sem sentido, e outras de nossas doutrinas baseadas na Bíblia e centralizadas em Cristo e em Sua voz autoritativa também ficariam sem sentido”, disse.

[...] Ele disse que os educadores devem apoiar o criacionismo de coração ou tomar a “atitude honrosa” de renunciar. “[Esse assunto é] muito importante para a missão final de Deus”, disse ele.

Ed Zinke, um teólogo adventista, empresário e co-organizador da conferência, explicou em uma entrevista que as implicações da má interpretação da Bíblia poderiam ser profundas e prejudicar seriamente a relação da pessoa com Deus. “A compreensão bíblica de Deus torna possível para nós ter um relacionamento mais íntimo com Ele do que se tivermos um falso conceito de Deus”, disse Zinke.

[...] Embora a conferência em Utah esteja enraizada na Bíblia, é também sobre ciência e incluirá apresentações sobre fósseis, formações rochosas e achados arqueológicos recentes. [...]

Os participantes da conferência, entre os quais representantes de escolas adventistas ao redor do mundo, bem como líderes da igreja, cientistas e alguns estudantes de doutorado, farão três viagens de campo para conferir de perto evidências que apoiam a crença de que a Terra é relativamente jovem: Virgin River Gorge, um longo canyon localizado entre St. George, Utah e Littlefield, Arizona; o Grand Canyon, no Arizona; e o Zion National Park de Utah, que tem uma garganta de 15 milhas e até meia milha de profundidade, em alguns pontos.

Arthur V. Chadwick, geólogo e professor da Universidade Adventista do Sudoeste, disse que os cientistas têm que confiar na fé, não importa se apoiam a criação ou a evolução. “À medida que avaliamos os dados, vemos coisas que são problemas para os criacionistas e vemos coisas que são problemas para os evolucionistas”, disse ele por telefone, antes da conferência. [...]

Chadwick dedicou toda a sua carreira à busca de evidência científica que suporte o criacionismo, e já publicou mais de 50 artigos em revistas populares. Ele vai apresentar na conferência algumas das suas mais recentes descobertas.
 
O canyon Virgin River Gorge será visitado pelos participantes
Zinke, o co-organizador, disse que espera que os educadores conheçam na conferência a mais recente pesquisa científica que sustenta o ponto de vista da Terra jovem e que usem isso para reforçar sua própria fé e a de seus alunos.

“Esperamos enriquecer os professores para que eles estejam bem informados em sala de aula, e que entendam a importância de retratar uma cosmovisão bíblica aos seus alunos, ajudando-os a compreender como isso afeta várias disciplinas, incluindo a ciência, e como ela afeta sua vida pessoal e seu compromisso com Deus”, disse ele.


Nota: Instituições adventistas brasileiras, como colégios, a Novo Tempo e a Casa Publicadora Brasileira, também enviaram representantes para esse encontro mundial sobre ciência e religião, que está sendo realizado em Utah. Aguardemos o retorno deles com novas ideias e motivação para que a igreja e a educação adventista em nosso país continuem levando avante a bandeira criacionista. [MB]

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

PROCURAR O SENHOR

"Disponde, pois, agora o vosso coração e a vossa alma para buscardes ao SENHOR vosso Deus; e levantai-vos, e edificai o santuário do SENHOR Deus, para que a arca da aliança do SENHOR, e os vasos sagrados de Deus se tragam a esta casa, que se há de edificar ao nome do SENHOR.” (I Crónicas 22: 19)
Cão de Santo Humberto[Nota] (em francês: Chien de St. Humbert) é uma raça canina oriunda da Inglaterra e da Bélgica. Cuidados no convento de Santo Humberto, possuem sua origem e seu reconhecimento como farejadores remotos. Todavia, seu nascimento é ainda fruto de debate: uns concordam que sua criação deu-se após o contato de sabujos com os molossos pardos e pretos; enquanto outros propõem uma origem continental, na qual, através de cruzamentos seletivos realizados no convento geraram duas raças de sabujo distintas, sendo o bloodhund o preferido dos caçadores ingleses. Essas duas raças receberam da Federação Internacional de Cinofilia o mesmo standard, tendo classificado como local de nascimento a Bélgica, embora os exemplares ingleses estejam em maior número. Como raça única, estes cães receberam o nome de Chien de St. Humbert. Levados aos Estados Unidos, sua criação foi qualificada como extremamente satisfatória.
Fonte http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A3o_de_Santo_Humberto
Os Cães-de-Santo-Humberto têm uma forte reputação de serem excelentes farejadores. Quer dizer, conseguem apanhar e seguir o cheiro de uma pessoa em particular dias depois de o indivíduo ter passado pela área. Embora todos os cães possuam a capacidade de detetar cheiros incrivelmente bem, estes têm, de longe, o melhor nariz entre todos. São cães grandes, que pesam até 69kg, mas são, também muito meigos – não são agressivos nem magoarão ninguém. Na realidade, quando um cão-de-santo-humberto está a perseguir um criminoso, tanto o cão com o seu tratador têm de ser protegidos por agentes da polícia, pois o cão não atacará nem protegerá o seu tratador. O cão-de-santo-humberto é um animal que gosta de seguir rastos.
Quando li a história de Yogi, fiquei espantado, Yogi, que é um cão-de-santo-humberto, conseguiu seguir o rasto de Alie, que estava desaparecida, três dias depois do rapto. Centenas de amigos, vizinhos e polícias tinham andado à procura dela pela vizinhança, sem êxito. Alie tinha, simplesmente, desaparecido. E embora a cena do crime estivesse totalmente contaminada pelas centenas de pessoas que a procuravam, Yogi apanhou, rapidamente, o rasto e correu estrada abaixo. Puxando a trela com força, Yogi levou o seu tratador para a autoestada, mais de 16 quilómetros, e depois para uma garganta. Nos dois dias seguintes, Yogi seguiu o rasto e encontrou a menina desaparecida. Quando li este relato, fiquei a saber que o cão-de-santo-humberto se concentra de tal modo em seguir o cheiro do rasto que não dá atenção a mais nada. Esquece-se da sua própria saúde e segurança.
A história teve duas lições importantes para mim. Primeiro, a capacidade de o cão se concentrar num cheiro em particular e de o seguir é extraordinária. Quando penso como, com o passar do tempo, o cheiro se dilui em fracções de uma parte por trilião e, no entanto, o cão é capaz de detetar e puxar e trela com força para o seguir. Isto tem mesmo de ter algo a ver com Deus. o aparelho físico e fisiológico para realizar tal proeza precisa de ser mais investigado, e nós devíamos, realmente, agradecer a Deus por dar a alguns dos nosso melhores amigos essa capacidade verdadeiramente espantosa. Leia a história e fique a saber das muitas e excelentes contribuições que Yogi fez à sociedade antes de morrer de velhice. Segundo, aprendi que eu preciso de ter a atitude que os cães-de-santo-humberto têm quando seguem um rasto. Estou certo de que a minha procura pelo meu Criador e Amigo é muito informal, ex.: quando tenho tempo livre durante os fins de semana – talvez. Ou talvez quando estou com algum problema grave.
Senhor, queres mesmo que eu dispense um tal esforço ao procurar-Te? Ajuda-me a preparar a minha mente para o fazer neste momento e todos os dias.

O Deus das Maravilhas
Dr. David A. Steen

Preparado por Pr. José Carlos Costa

Hinário Adventista 070 - Porque Ele Vive



DEUS NAO ESTA MORTO - Debate Final



quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Cientistas descobrem dinossauro sete vezes maior do que o T. rex

Ilustração de como seria o Dreadnoughtus
©Drexel University
Autor
Media 26 metros, pesava 60 toneladas e ainda estava em fase de crescimento quando morreu. Com este tamanho, o fóssil do dinossauro encontrado na Argentina "não teria medo de nada".

Num dos melhores locais para procurar vestígios de dinossauros, a Patagónia argentina, a universidade norte-americana de Drexel descobriu uma nova espécie de dinossauro com o esqueleto mais completo jamais encontrado. Batizaram-no de “Dreadnoughtus”, inspirados no inglês “dread nothing” (que nada teme).
“Dreadnoughtus” seria o equivalente a 10 elefantes, os maiores animais terrestres da atualidade e a descoberta está a correr o mundo. O mérito é da equipa liderada pelo paleontólogo Kenneth J. Lacovara, que descreveu o dinossauro em duas palavras: “incrivelmente gigante”.

Ao contrário de descobertas anteriores desta dimensão, em que são descobertos apenas fragmentos, neste caso os cientistas encontraram “mais de 70 por cento dos ossos, com exceção da cabeça”, explicam na página da Universidade. “Dreadnoughtus oferece uma janela sem precedentes sobre a anatomia e biomecânica dos maiores animais que já andaram na Terra”.

O esqueleto pode ser visto no vídeo que a universidade preparou para os curiosos:


O dinossauro pesaria tanto como uma dúzia de elefantes africanos, ou mais de sete T. rex, comparou Kenneth J. Lacovara. E nem sequer estaria no pico do seu desenvolvimento. “É de longe o melhor exemplo que temos de qualquer uma das criaturas mais gigantes que já alguma vez pisaram o planeta”.

Pertencente ao grupo dos titanossauros, era herbívoro e viveu entre 66 e 84 milhões atrás. Outra das certezas do paleontólogo é a de que, com aquele tamanho, “não teria medo de nada”. Exceto, talvez, da falta de comida. Para se chegar ao tamanho do “Dreadnoughtus”, um dinossauro teria de comer quantidades massivas de plantas. “Imaginem uma vida inteira de obsessão por comida”, comentou o investigador.

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Kenneth Lacovara, o investigador que descobriu o esqueleto do Dreadnoughtus na Patagónia. ©Drexel University

Em maio deste ano, e também na Argentina, foi descoberto o fóssil do dinossauro que os cientistas acreditam ser a maior criatura que já andou sobre a Terra: teria 40 metros de comprimento, 20 metros de altura e pesaria 77 toneladas.

Comentário Pessoal: Gostei imenso deste artigo. Essa a razão de o postar. Gostei, gostei e gostei!
Estes homens sábios fartam-se de estudar! E é bom poder desfrutar de uma descoberta destas. Oh como deve ser bom! 
Precisamos de saber estas coisas, claro seria muito chato se estes dinossauros existissem hoje! Imaginem só que eles andassem por aí nos nossos dias! Os elefantes já destruíram metade da floresta em África e os macacos destruíram mais de metade da Floresta Amazónica! Agora,

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

JESUS Habitou entre NÓS

"E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigénito do Pai, cheio de graça e de verdade.” (João 1: 14)
Como foi que a Divindade Se tornou humana, de carne e sangue, para que pudesse viver entre nós como um ser humano e, no entanto, mostrar-nos a glória do Pai? É um milagre tão imenso que tenho dificuldade em pensar sobre o assunto. Mas aqui está o que eu sei com certeza. Sem dúvida nenhuma, Ele é divino, porque:
·         Só Deus podia subjugar e enternecer o meu coração duro, teimoso, cheio de orgulho e egoísmo;
·         Só Deus podia quebrar as cadeias da minha escravidão do pecado;
·         Só Deus podia levantar-me da confusão dos meus pecados e dar-me clareza;
·         Só Deus podia continuar a atrair-me com amor, embora eu lute para me distanciar d´Ele;
·         Só Deus podia transformar a minha grande dor e profunda tristeza em riso;
·         Só Deus podia entrar no meu coração desolado e trazer-me alegria indescritível;
·         Só Deus podia ser responsável pela magnificência criado no Universo;
·         Só Deus podia cumprir todas as promessas que fez;
·         Só Deus podia satisfazer a profunda forme da minha alma com o banquete da Sua graça;
·         Só Deus podia ser um bom amigo, um irmão e um companheiro constantes para mim;
·         Só Deus podia ser um marido amoroso do me solitário coração – nenhum cônjuge poderia ser tão fiel;
·         Só Deus podia ser um amoroso e terno Salvador para este miserável pecador;
·         Só Deus podia confortar com suavidade este coração de luto;
·         Só Deus podia rodear a minha pobreza opressora com a sua extravagante riqueza;
·         Só Deus podia curar a minha doença febril com saúde vibrante;
·         Só Deus podia iluminar a escuridão opressiva com a Sua brilhante luz;
·         Só Deus podia entrar no caos da minha vida e dar-lhe ordem e beleza;
·         Só Deus podia estar livre de retribuição e cólera em face da minha perpétua desobediência;
·         Só Deus podia ser tão cheio de graça durante toda a minha vida em que rejeitei o seu amor.

Glória a Deus nas alturas. Grandes coisas Ele tem feito.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

TREINO DE VOO

"Mas, pergunta agora às alimárias, e cada uma delas te ensinará; e às aves dos céus, e elas te farão saber;" (Job 12 : 7)
O fato de observar aves que voam, sem esforço, pelos ares faz-me desejar subir com asas como a água (Is. 40:31). Aparentemente, não sou o único, nem o primeiro com esse desejo. O primeiro voo, bem-sucedido, feito pelo homem, foi em balões de ar quente (1783). Mas as monstruosas máquinas mais leves do que o ar, certamente não voavam. Cerca de uma dúzia de anos mais tarde, Sir George Cayley estudou as aves cuidadosamente e descobriu quatro importantes forças aerodinâmicas do voo: peso, voo, impulso e resistência. Ele determinou que, nas aves, a força do batimento nas asas é suficiente para carregar o seu peso e ultrapassar a resistência, permitindo o impulso e o voo. Desde bem antes do tempo de Cayley, até ao dia de hoje, os inventores têm desenhado e testado tipos de dispositivos de bater asas chamados “ornitóptero”, tentando conseguir um voo movido por força humana que imite as aves. A razão pela qual não vemos ornitópteros a serem usados é que nós, seres humanos, tempos demasiado peso mas força insuficiente para desenvolver o voo e o impulso enquanto as aves têm uma relação força/peso favorável.
Otto Lilienthal é chamado o primeiro verdadeiro aviador porque ele conseguiu, realmente, lançar-se no ar, “voou” e aterrou com suficiente segurança para contar como foi – várias vezes. A sua vida foi dedicada a estudar cuidadosamente o voo das aves para tentar compreender quais eram os segredos da sua estrutura. Depois de despenhar três ornitópteros, ele voltou-se para os planadores. Começando nos primeiros anos de 1890, Lilienthal construiu 18 planadores (muito semelhantes à asa-delta de hoje) e muitos monoplanos e biplanos. Foi num desses planadores primitivos que ele fez o seu primeiro voo bem-sucedido. Depois, a 9 de agosto de 1896, o seu planador perdeu impulso e despenhou-se de uma altura de mais de 15 metros. Ele morreu no dia seguinte.
Os irmãos Wright, que deram a Lilienthal o crédito da inspiração ou da compreensão de como voar, continuaram o seu estudo de voo das aves, fizeram experiências com planadores, fizeram testes em túneis de vento, e empregaram o seu conhecimento de engenharia para construir a primeira máquina de voo bem-sucedida. A 17 de dezembro de 1903, os seus foram os primeiros voos movidos por força humana – quatro, cada um de menos de 60 segundos. O conhecimento das aves foi muito importante para se chegar a este ponto inicial. Quando reservamos tempo para estudar e escutar, as aves não nos ensinam apenas como voar, as dão-nos a conhecer o génio do seu Programador.

Deus dos céus, Senhor do Espaço intergaláctico, que outras lições gostarias de nos ensinar? Haverá lições que temos de aprender antes de podermos viajar com segurança de uma galáxia para outra?