domingo, 9 de março de 2014

O QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE OS DINOSSAUROS?

Este é um assunto sempre actual. Há sempre alguém, jovens, intelectuais, ou simplesmente profissionais; professores, pastores e por aí adiante. Muitos negam pura e simplesmente a existência destes animais. Só que, e ainda esta semana surge a notícia da descoberta em Portugal da ossada (ou parte) de um dinossauro: “Nova espécie de dinossauro descoberto em Portugal é o maior dinossauro carnívoro do Jurássico e o maior predador terrestre conhecido na Europa. A revista científica PLOS One acaba de publicar um artigo da autoria de dois paleontólogos que colaboram com o Museu da Lourinhã, onde se explica que Torvosaurus gurneyi, um primo distante do Tyrannosaurus rex, estava no topo da cadeia alimentar na Península Ibérica há 150 milhões de anos.…” fonte http://www.museulourinha.org/pt/Noticias/Noticias_2014-03-05_TorvosaurusGurneyi.htm
Como explicar este assunto? 150 milhões de anos!
No entanto, é possível estudar os fósseis e as rochas sem renunciarmos à nossa fé. Se quisermos apreciar a beleza e o mistério da Criação da Terra e da sua história subsequente, uma boa parte do nosso sucesso depende do que é transmitido pelos nossos professores e pastores nas nossas escolas e igrejas.

O dinossauro de museu
Se já alguma vez visitou um museu de História Natural, provavelmente já viu alguns esqueletos maciços e espataculares de dinossauros. Noutros locais, pode ver reproduções animadas de dinossauros, os quais, no caso dos documentários televisivos, parecem estar vivos e de boa saúde. Quando contempla estas animações, o visitante deve ter em conta vários detalhes.
Primeiro que tudo, devemos aceitar que os dinossauros existiram durante um certo período de tempo na Terra e que, em certos locais, eles parecem ter sido numerosos. Os paleontólogos encontraram provas da sua existência em sedimentos presentes em todos os Continentes, incluindo na Antártida. Estas provas incluem ossos, ovos, ninhos, pegadas e dentes. Estes dentes, pegadas e trilhos são abundantes e não podem ser associadas com qualquer outra criatura, a não se aquelas a que chamamos hoje “dinossauros”.
Em segundo lugar, devemos ter consciência de que os esqueletos que se veem em museus, por norma, não são formados por ossos verdadeiros, mas réplicas. Os ossos verdadeiros, mas réplicas. Os ossos originais são valiosos e delicados de mais para estarem expostos ao público em geral, por isso, estão normalmente armazenados em locais seguros dentro do museu. Além do mais, os esqueletos “completos” nos museus são frequentemente montados a partir de réplicas de ossos de vários espécimes, os quais, em certas ocasiões, vêm de lugares muito distantes. Isto não significa que os esqueletos sejam apenas “remendados”. Os paleontólogos são capazes de compor a arquitetura corporal dos dinossauros mesmo se não possuem todos os elementos do esqueleto da mesma criatura, pelo que as réplicas nos museus são razoavelmente merecedoras de confiança. Alguns espécimes quase completos que foram desenterrados, incluindo o Tyrannosauros rex são exibidos no Museu Field de Chicado, nos EUA. As animações que se veem na televisão, no entanto, são muito mais espetaculativas, especialmente no que toca à cor da pele, à fisiologia, ao comportamento, e assim por diante.

Os dinossauros desapareceram
Na coluna geológica, os vestígios de dinossauros aparecem em camadas de rochas das eras a que os paleontólogos chama Triásicos, Jurássico e Cretáceo. Estas camadas de rocha sedimentar, empilhadas umas nas outras, revelam características de certas espécies fósseis, tais como moluscos, répteis, peixes, dinossauros e organismos microscópicos (diátomos e algas, entre outros) que, no passado, povoaram os Oceanos. Alguns paleontólogos crêem que os dinossauros, bem como outros grupos de animais e plantas, desapareceram subitamente em consequência de um gigantesco impacto de um meteorito há 65 milhões de anos. Outros põem em dúvida este modelo explicativo, invocando várias razões.
A maioria dos cientistas criacionistas crê que os dinossauros desapareceram juntamente com outras espécies durante o Dilúvio mundial descrito no livro de Génesis. Este cenário pode incluir atividade meteorítica que daria origem a tsunamis gigantescos, atividades vulcânicas e emissão para a atmosfera de dióxido de carbono, sulfuretos e outros químicos perniciosos para animais e plantas. Portanto, a ideia de que um meteorito teria chocado contra a Terra não é necessariamente incompatível com o modelo bíblico do Dilúvio.
Apesar da falta de consenso entre os cientistas acerca da causa por detrás do desaparecimento dos

sábado, 1 de março de 2014

Como Falar de Criacionismo

Para muita gente, criacionismo não passa de religião. Outros consideram que Deus não existe. Assim, o criacionismo seria uma ilusão. Teriam eles razão? Primeiramente, é interessante mostrar para o cético o que é o verdadeiro ceticismo. Não considero o ceticismo uma coisa totalmente negativa. Um dos doze discípulos era ligeiramente cético e Jesus não o repreendeu por isso. Esse era Tomé. Ele buscava experimentar por si mesmo aquilo que os outros falavam. A melhor forma de apresentar o criacionismo é convidar o cético a ser cético de verdade; questionar tudo e buscar evidências que sejam sólidas para sua cosmovisão. O criacionista tem bastantes evidências para apresentar: atualmente muitas descobertas da biologia molecular apontam para o design inteligente da vida. A arqueologia bíblica está aí ajudando a desencavar o pano de fundo histórico das Escrituras. Então, mostre os fatos e deixe que os céticos tirem suas próprias conclusões.

A complexidade da vida fala em favor do criacionismo. Os próprios darwinistas confirmam essa complexidade. Por exemplo, Richard Dawkins, no livro O Relojoeiro Cego, diz que o núcleo de uma ameba tem tanta informação quanto todos os 30 volumes da Enciclopédia Barsa. Toda forma de vida, desde a mais “simples” até a mais complexa, revela que houve planeamento. E todo mundo sabe que informação complexa e específica simplesmente não surge do nada.

Há os que dizem que o criacionista tem a mente fechada, mas, na verdade, ele abre a mente para o natural e o sobrenatural (afinal, o mundo natural e as leis naturais não podem ser a causa deles mesmos), enquanto os naturalistas fecham a mente para o sobrenatural e ficam diante de um dilema: Como tudo passou a existir a partir do nada? A verdade é ampla e deveria ser buscada de maneira igualmente ampla.

Se quiser dialogar de maneira construtiva com os naturalistas, o criacionista precisa compreender o que é ciência. É importante saber diferenciar a ciência experimental da ciência histórica. Por exemplo, quando se fala da origem da vida, as pessoas acham que isso é ciência experimental, mas não é, porque não é possível demonstrar em laboratório como a vida “surgiu”. Como testar algo que não se sabe como aconteceu? Simular um suposto “ambiente primordial” sem que haja a certeza de que foi nele que tudo teve início não é ciência, é suposição.

Se o criacionista entender o que é ciência, fica mais fácil dialogar com o darwinista.

http://noticias.adventistas.org/pt/coluna/michelson-borges/falar-criacionismo/

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

GELEIA REAL – UMA DAS MAIS BELAS COISAS DA CRIAÇÃO

Porque povo santo de és ao Senhor, teu Deus; o Senhor, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que sobre a terra há. Deut. 7:6

Uma das mais interessantes criações de Deus é a abelha. Percebi isso há alguns anos, quando comecei a cuidar e a manter várias colmeias. Estas pequenas maravilhas da Criação de Deus são altamente sociáveis e vivem em colónias, normalmente com uma única rainha, zero a a várias centenas de zangões (os machos), e muitos milhares de abelhas obreiras. A rainha põe todos os ovos numa colmeia e é tratada com muito cuidado por abelhas obreiras que se aglomeram à sua volta, a alimentam, limpam e prepram as células para os seus ovos. Elas mantêm-na ocupada pondo ovos (dois mil por dia durante o pico da época poedeira, na primavera). Tal como a abelha rainha, todas as obreiras também são fêmeas, mas, como os seus órgãos reprodutores não estão completamente desenvolvidos, são estéreis. A abelha rainha é a única fêmea com ovário completamente maduro.
Quando a abelha rainha começa a envelhecer ou se morre de repente, as obreiras escolhem algumas larvas da idade certa e começam a alimentá-las com uma dieta especialmente rica de uma substância chamada geleia real. É que, todas as larvas recebem uma pequena quantidade de geleia real, uma secreção da glândula hipofaringe localizada na cabeça da cada abelha obreira. Mas as larvas seleccionadas para se tornarem rainhas recebem um suprimento abundante de poção real. Na verdade, durante o seu desenvolvimento, acabam por nadar em pequenos reservatórios da secreção amarela, transparente. E embora tanto as larvas das obreiras como da rainha tenham genética idêntica, as grandes doses de geleia real nas rainhas em desenvolvimento bloqueiam, aparentemente, a enzima larval que normalmente paralisa alguns genes na larva da obreira. Com esse genes reais novamente ativos, as larvas da rainha desenvolvem todo o seu potencial reprodutivo. É a alimentação que faz a diferença.
Em biologia isto é um exemplo clássico de como dois indivíduos com composições genéticas idênticas podem ter um resultado muito diferente devido ao ambiente em que se desenvolvem.
Pensando bem, se está a ler isto ou a sua Bíblia e se for seu hábito passar tempo em oração todos os dias, então está imerso numa rica cultura que pode desenvolvê-lo até ao sacerdócio real, uma pessoa que pode anunciar o louvor a Deus.

Guia-me, ó grande Jeová. Eu sou fraco, mas Tu és forte. Segura-me com a Tua mão poderosa. Pão do Céu, alimenta-me até que me sinta satisfeito.

Dr. David A. Steen - O Deus das Maravilha

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

SUPERCOLA – a cola da fé.

“Retenhamos, firmes, a confissão da nossa esperança, porque fiel é o que prometeu.” Heb. 10:23
Edward Mote era um jovem marceneiro que a certa altura começou a escrever hinos. Uma das letras do seu hino mais popular começa com as palavras “A minha esperança está construída em nada menos do que no sangue e na justiça de Jesus”. Poderia o centro da minha esperança ser exprimido de forma mais simples? Jesus morreu para pagar a pena pelos meus pecados para que eu possa ser justificado. Estas são as boas- novas. Mas, a não ser que eu medite nessa realidade do Evangelho, a aceite com gratidão e me agarre firmemente a ela, certamente perdê-la-ei. É por isso que Paulo nos exorta a que nos seguremos firmemente a essa esperança.
Quando, no princípio dos anos 1940, os laboratórios da Kodak tropeçaram, acidentalmente, nas propriedades de aderência rápida e forte de supercola do cianoacrilato, não levou muito tempo para que uma nova indústria brotasse. Surgiram muitas companhias com as suas próprias fórmulas de cianoacrilato destinadas a uma série de colas para fins específicos. Os seus talvez centenas de usos vão desde colar a pele e outras partes do corpo após cirurgia, maquetas de edifícios, cimentar fragmentos de corais vivos e rochas submarinas para iniciar uma colónia num oceanário. Já alguma vez lhe aconteceu, como a mim, colar acidentalmente os dedos? Um dia, os meus ficaram colados tão fortemente que tive de usar uma lâmina para os separar cuidadosamente. Isso foi antes de eu descobrir que a acetona era um bom amaciador de supercola. A desvantagem das colas à base de cianoacrilato é que os vapores podem causar irritação nos olhos, nariz e garganta e algumas pessoas podem ser sensíveis a eles.
Os cientistas estão ocupados a estudar as colas da Natureza, que aderem ou se firma. É o que as ostras e as lapas fazem às rochas e a outras estruturas sólidas do oceano. A sua cola é muito mais forte do que qualquer coisa que possamos fazer. Não é tóxica, funciona na água e resiste a terríveis tempestades. Se conseguíssemos compreender a química da sua cola, algum dia poderíamos espremer uma pequena gota de cola de lapa de um frasquinho quando precisássemos de um aderente superforte e de rápida secagem. As boas-novas são que quando tomamos a decisão de nos segurarmos firmemente à nossa fé, a derradeira supercola do Pai entra em acção, e Ele segura-nos. E não nos deixará. Não há poder que nos possa arrancar das Suas amorosas mãos.

Senhor, como é reconfortante saber que a supercola do Teu amor nunca falha!

Dr. David A. Steen  -  O Deus das Maravilhas

domingo, 2 de fevereiro de 2014

BOA MATÉRIA – Protões, Eletrões e Neutrões

Foi numa conferência inesquecível já há muito tempo. Na minha memória ainda posso ouvir George Wald a descrever a coincidência que é um protão ter uma carga igual mas oposta à de um eletrão. Wald tinha recebido o Prémio Nobel de Fisiologia/Medicina em 1967 pelo seu trabalho sobre a vitamina A e a sua função na fisiologia da visão. Agora, após várias décadas a trabalhar como biólogo, ouvi outros laureados do Nobel dar conferências. Mas nenhuma se me fixou na memória tão vividamente como foi ouvir Wald a falar.

Ora, porque é que Wald estava tão entusiasmado com a carga num protão e num electrão, e porque é que isso é tão importante? Bem, uma das primeiras coisas que um cientista principiante aprende é que tudo consiste em partículas muito pequenas chamadas protões, neutrões e eletrões. Os protões levam cargas positivas e os eletrões têm cargas negativas. Como deve imaginar, os neutrões são neutros. Na sua condição sem carga, os átomos têm exatamente o mesmo número de eletrões e de protões. As cargas calculam-se, exatamente, uma à outra. Contudo, o protão tem uma massa 2000 vezes maior do que o diminuto eletrão. É a diferença entre um palito e um poste de electricidade. Surpeendemente, a carga nas duas partículas de tamanhos tão vastamente diferentes é igual, mas oposta. Tão iguais, na verdade, que Wald escreveu um número no quadro. O número é a diferença entre as cargas igual e oposto. O “pequenino” número que ele escreveu foi: 0, 000 000 000 000 000 160 217 648 7 coulombs. Esta é uma medida muito exata não acha? Wald disse-nos que se as cargas não fossem iguais e opostas com essa exatidão, as partículas-base receberiam cargas e não se uniriam. Não haveria matéria – sistema solar, planetas, rochas, terra, ou qualquer outra coisa. E, sem matéria, não haveria vida. Wald maravilhava-se com a formidável coincidência. Lembro-me de o ver abanar a cabeça sobre o assunto. Eu vi as impressões digitais do meu Criador.
Não está satisfeito por o Criador saber o que está a fazer e por poder fazer matéria a partir do nada? Plantas, animais, seres humano – somos todos feitos dos mesmos componentes básicos de protões, neutrões e eletrões.
Obrigado, Senhor por fazeres o enorme protão e o minúsculo eletrão com especificações tão exatas que se podem juntar e fazer matéria de tudo – pássaros, árvores, erva, diamantes, estrelas, e eu. Hoje, mantém-me como a menina dos Teus olhos.
Dr. David A. Steen – O Deus das Maravilhas.

A constituição do átomo

   Actualmente sabemos que os átomos são constituídos por três tipos diferentes de partículas fundamentais:
 
protões, neutrões e eletrões.
No núcleo (centro) do átomo estão os protões e os neutrões, enquanto que os eletrões giram em seu redor. Na figura ao lado está representada a nuvem eletrónica de um átomo. Esta nuvem representa a probabilidade de encontrar os eletrões num determinado local do espaço.
Os eletrões de um átomo ocupam determinados níveis de energia (o número de eletrões em cada nível de energia é expressa pela distribuição eletrónica).
As três partículas fundamentais do átomo têm as seguintes propriedades:
Partículas fundamentais do átomo
PartículaCarga eléctricaMassa
Neutrãoneutraaproximadamente igual à do protão
Protãopositivaaproximadamente igual à do neutrão
Eletrãonegativa1840 vezes inferior à do protão (ou do neutrão)
 
   É o número de protões (número atómico) que diferencia um elemento químico (tipo de átomo) de outro. Um átomo que tenha 10 protões pertence a um elemento químico diferente de um outro que tenha 11 protões.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

CÉLULAS EM MOVIMENTO

Pois também eu sou homem sob autoridades, e tenho soldados às minhas ordens; e digo a este: vai, e ele vai; e a outro: Vem, e ele vem; e ao meu criado: Faze isto, e ele faz. Mat. 8:9
Ensino, na Universidade, uma cadeira chamada Cultura de Tecido. Os meus alunos e eu cultivamos toda a espécie de células, com condições de crescimento perfeitas. É muito interessante observar as células, porque elas movem-se e respondem às mudanças de condições que lhes proporcionamos.
A beleza e a complexidade do movimento e da actividade celular espantam quem os estuda. Muitas células estão constantemente em movimento, contorcendo-se, franzindo os seus rebordos, espremendo-se em novas regiões, ou perseguindo bactérias. Que as células se movem, não é novidade, porque, mesmo nos anos de 1600, Antonie van Leeuwenhoek escreveu no seu bloco de apontamentos que viu movimentos “agradáveis e ligeiros” depois de ter olhado pelo seu microscópio feito em casa. (Google “Cell Movement” e faça clic em “vídeo” para ver algo fascinante.) Só recentemente, com várias novas ferramentas no nosso laboratório, é que podemos, agora, começar a perceber como as células se movimentam.
Dentro de uma célula vemos uma actividade frenética, parecida com um local de construção onde um grande edifício está a ser construído de um dia para o outro. Ou podemos compará-la com uma colmeia zumbindo de actividade altamente coordenada. Ou é semelhante à azáfama de uma cidade. Assemelha-se a tudo isto. Contudo, também não se parece com nenhum deles, porque é tão incrivelmente pequena, a actividade tão inimaginavelmente rápida, e o director de toda esta actividade, precisamente orquestrada, são longos fios de moléculas de ADN. Sob a direcção do ADN, a célula constrói e desmancha milhares de proteínas e move-se à sua volta para realizar as várias funções de célula. E, devido à precisão e ordem dessas proteínas em movimento nas células, nós temos vida e podemos pensar sobre a vida e adorar o Criador da vida.
Quando a minha vida se torna caótica ou me parece morta e sem vida, é porque eu não estou a escutar ou a seguir as instruções d´Aquele que conhece os desejos do meu coração. Jesus “maravilhou-Se” com a fé do centurião, porque compreendeu que as ordens eram para ser seguidas.

Senhor, enche o meu coração de confiança enquanto sigo, hoje, as instruções da Tua voz meiga e suave e movimento a minha vida na Tua direcção.


Dr. David A. Steen – O Deus das Maravilhas

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

GRAVIDADE VEZES 10

Macho de Calypte anna (Califórnia, EUA)
Tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada. Romanos 12:6
Chris Clark estuda o voo de beija-flores na Universidade de Califórnia, em Berkeley. Usando câmaras de filmar de alta velocidade, aves-chamariz e aves engaioladas, ele consegue captar o mergulho de corte que o beija-flor macho executa. A 500 exposições por segundo, Chris pode analisar exposição a exposição e ver o que a ave faz durante o seu espectaular voo acrobático.
É provável que saiba que as aves fêmeas são extremamente seletivas sobre com que macho irão acasalar. Dependendo da espécie, os machos terão de cantar um cântico complicado ou ter a cor ou o padrão certo de penas de cores garridas ou de fazer a dança da corte da maneira perfeita ou construir um ninho com as especificações exatas ou, no caso dos beija-flores Anna, os machos têm de fazer um espectáculo aéreo de morrer para serem escolhidos.
Talvez já tenha observado, como eu, um beija-flor macho a fazer o seu voo de cortejo. Normalmente, a fêmea fica empoleirada num ramo de onde pode observar. O macho subirá com um zumbido a grande altura e mergulhará em direção a ela, voltando a subir numa curva apertada em forma de J, passando a milímetros dela e maravilhando-a com o sol a refletir nas penas iridescentes da sua garganta e o som do vento a passar entre as penas das suas asas. Com muitas repetições, ele mostra-lhe quão bom companheiro será.
Chris ficou a saber que o macho Anna mergulha em direcção ao chão a 27 metros por segundo, ou seja, 400 vezes o comprimento do seu corpo por segundo. Em relação ao tamanho do seu corpo, isso é mais rápido do que um avião de caça com os seus jatos em pleno, ou até mesmo os space shuttle durante a sua reentrada na atmosférica. E quando a avezita sai do seu mergulho, experimenta quase 10g (10 vezes a força da gravidade). Sem um fato especial  anti-g que os pilotos de caças e os astronautas usam, um ser humano só consegue tolerar 3 a 5g,, se estiver em boas condições físicas e apenas por espaços de tempo muito curtos. Com os fatos g modernos e aviºoes especialmente construídos, os pilotos conseguem, agora, suportar 9g, mas só com treino e condicionamento especial para não perderem a consciência. É óbvio que o beija-flor Anna foi feito com um dom especial que puxa os limites para além daquilo que pensámos ser possível. Chris diz que as forças de aceleração sobre este pássaro são “maiores do que os de qualquer organismo anteriormente registado”.

Senhor, que dons me deste, hoje, que queres que eu use para Tua honra e glória? Traz, até mim, pessoas que estejam a sofrer para que as possa maravilhar com o Teu amor e compaixão.
Dr. David A. Steen – O Deus das Maravilhas.



segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

UM PONTO “VAZIO” NO CÉU NOTURNO

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:
Fornax_constellation_map.png
Ó SENHOR, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome em toda a terra, pois puseste a tua glória sobre os céus! Sal. 8:1
Após mais de 15 anos de sonhos, desenhos e planeamentos, o Telescópio Espacial Hubble foi lançado no Espaço a 24 de abril de 1990, a bordo do space shuttle Discovery. Com um espelho relativamente pequeno de quase 2,4 metros (vários observatórios de topo de montanha têm telescópios com espelhos de 10 metros ou mais), a grande vantagem do Hubble era estar fora da atmosfera terrestre, dando assim, ao telescópio, a capacidade de tirar fotografias ais claras e estáveis. O Hubble viaja a cerca de oito quilómetros por segundo, o que o leva à volta da Terra em apenas um pouco mais de uma hora e meia. Durante cada órbita, os cientistas têm cerca de 45 minutos, na altura em que o Hubble está na sombra da Terra. O céu escuro, da noite, é a melhor altura para retirar luz dos pontos astronómicos que querem investigar.
Depois estudarem muitos milhares de imagens de lindas galáxias e supernovas, alguns cientistas decidiram observar um ponto relativamente vazio no céu. Escolheram um pequenino ponto escuro no céu nocturno, na constelação de. O ponto é tão pequeno que é como se se estivesse a observar através de uma palhinha de refresco com 24 metros de comprimento. Outra forma de o imaginar é estarmos a olhar para uma moeda de dois cêntimos a 1,50m de distância. Depois, durante o curso de 400 órbitas, programaram as máquinas tirou 800 fotografias entre 24 de Setembro de 2003 e 16 de janeiro de 2004, dando um total de tempo de exposição de 11,3 dias. O que esse longo tempo de exposição mostra deixa-nos sem respiração. Pois mesmo com o nosso débil instrumento, essa fotografia revelou quase 10 000 galáxias que não sabíamos que existiam. Muitas das galáxias interagem umas com as outras. Algumas estão distorcidas devido a colisões galácticas. Outras parecem normais e não afectadas umas pelas outras, espirais majestosas com centenas de milhares de milhões de estrelas. Quão pouco sabemos, na realidade, acerca do que está ali fora, no Espaço!
Anseio viajar para algumas dessas galáxias distantes e visitar outros mundos onde os habitantes vivem sem serem afetados por doença, morte, desonestidade e o engano do pecado. Não será interessante fazer-lhes perguntas sobre a sua vida e interagir com o Deus-Criador?
Senhor Jesus, anseio se capaz de ver com os Teus olhos. Anseio ver-Te como és, realmente.
Dr. David A. Steen – O Deus das Maravilhas


sábado, 11 de janeiro de 2014

Cientistas: Mar pode ter Sido Dividido pelo Vento


A famosa passagem da Bíblia em que Moisés divide o Mar Vermelho pode ter sido real, segundo simulações feitas em computadores. A história do Livro do Êxodo diz que os judeus estavam fugindo do Egito, liderados por Moisés, e com o exército do Faraó em seu encalço. Moisés ergueu seu cajado e dividiu o Mar Vermelho, para que os judeus pudessem passar pelo meio das águas. Quando o exército do faraó tentou persegui-los, a água do mar caiu sobre os soldados, fazendo com que os judeus ficassem a salvo. Agora simulações feitas por cientistas americanos mostram que uma espécie de ponte poderia ter sido aberta em um determinado local do Mar Vermelho, ajudando os judeus a atravessarem as águas em segurança.

As pesquisas mostram que um vento leste forte poderia ter empurrado a água para um local onde um rio desaguava em uma lagoa. Com a água sendo empurrada para dois lados (para o natural e pelo vento leste) uma ponte seria aberta e pessoas poderiam atravessar em segurança. Assim que o vento parasse, a água voltaria ao seu lugar original.
Segundo um dos pesquisadores responsáveis pelo estudo, Carl Drews, do Centro Nacional de