sábado, 27 de julho de 2013

O ateísmo de boutique

A estupidez humana não cessa de me espantar. Leio na imprensa que chefão da BBC, Mark Thompson, admitiu que a emissora inglesa jamais zombaria de Maomé como zomba de Cristo, justificando que ridicularizar o profeta muçulmano teria o mesmo peso emocional da pedofilia.

No Velho Continente, o assunto ganhou amplitude e ocupou as manchetes dos jornais, uma vez que os cristãos tem enfiado a cabeça na areia quando é essencial que a mostrasse ao mundo.
Os argumentos de Thompson fundamentam-se no sopro da mentira de que cristãos não reagem quando são abordados, suportam tudo e tem pouca relação com as questões étnicas do mundo. Enfim, o diretor da BBC é um desses tipos clássicos que trata Cristo apenas como o herói estampado em camisetas.
Justificativa falível? Um tom vulgar de insulto? Sim. Sobretudo quando a ignorância é atrevida, ou a má-fé intelectual de quemfalsifica a história para construir uma narrativa “apropriada”.
Supondo de que Mark Thompson está simplesmente mal informado, convém desmontar algumas das suas involuntárias alucinações ao lembrar-lhe que a religião cristã é o pilar que fundamenta a democracia, construiu a base dos valores morais do ocidente e, diferente de outras religiões fundamentalistas, não pune com severidade infiéis por abandonarem a fé.
Hoje, nas conversas cultas da Europa, criticar o cristianismo converteu-se em um novo mantra para celebridades, acostumadas a praticar caridade em países africanos, para depois exibir-se perante as lentes sentimentais do mundo.
Eis o subproduto da sociedade europeia que enriqueceu e atingiu patamares de conforto que convidam ao ócio. E, com o ócio, vem à futilidade e irritabilidade própria de quem procura sair dessa condição com novas formas de incomodar o semelhante.
Isso não significa, ao contrário do que pensa os fanáticos, de que Thompson quer promover a natureza industrial do ateísmo, nem tão pouco está a serviço de uma organização para varrer o cristianismo. Não se trata disso. Ele é, apenas, mais um infeliz dos tantos que andam por ai a emitir opiniões sem fundamento.
Discutir o cristianismo, ao contrário do que pensa Thompson, é um pouco mais complexo do que soltar uns comentários adolescentes que talvez impressionem alguns alunos rebeldes sem causa.
Por Alexsandro Nogueira 
Jornalista – e-mail: san07@bol.com.br

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Qual a resolução em megapixels do olho humano?


“Se houvesse uma comparação entre uma câmara fotográfica e a visão humana, quantos megapixels nossa visão teria?” ­– Lara Fonseca Jacob, Belo Horizonte, MG

“É a resolução dos seus olhos, meu bem.” Ela teria 341.5 megapixeis. Para chegar a esse número, é preciso entender como o olho funciona. Manuel Menezes de Oliveira Neto, doutor em Ciência da Computação e professor da UFRGS, explica que, através de movimentos rápidos, o olho faz uma varredura da cena de modo contínuo e envia essas informações ao cérebro, que as combina e compõe as imagens. Para cada grau do campo de visão, o olho faz 77 “ciclos”. Oliveira diz que, segundo a metodologia de um estudo publicado no Journal of Comparative Neurology, são necessários dois pixels para definir um ciclo, totalizando – na complicada matemática da visão – 154 pixels para cada grau do campo de visão. Assim, por exemplo, se considerarmos a imagem percebida por alguém que observa uma cena com um campo visual de 120 graus tanto na horizontal quanto na vertical, teríamos: 120 x 154 x 120 x 154 = 341.5 megapixels. “Bem superior à capacidade das câmaras fotográficas atuais”, ressalta Menezes, antes que você abra uma aba no Google para ver a quantas andam as máquinas de hoje em dia.


Nota: Câmaras fotográficas são resultado de muita inteligência, investimentos e tecnologia. E o olho, tremendamente mais complexo que a mais moderna das câmaras  seria resultado de mutações aleatórias filtradas pela seleção natural ou de design inteligente?[MB]

domingo, 30 de junho de 2013

Possível Parafuso de 300 milhões de anos encontrado na Rússia

Uma expedição de pesquisadores na Rússia realizou uma surpreendente descoberta: um parafuso fossilizado que, após análises, foi datado com idade superior a 300 milhões de anos. Tudo começou no decorrer de 1996, quando um grupo de pesquisadores russos, dedicado ao estudo de fenómenos ufológicos, partiu em busca de fragmentos de um meteorito que caiu na região russa de Kaluga.
 Eles, contudo, nunca imaginariam o que estavam prestes a encontrar. Em vez de um meteorito, descobriram um fóssil de um parafuso, de aproximadamente dois centímetros de comprimento.
 Após recolher cuidadosamente as rochas que estavam incrustadas no objeto e depois de analisar com raio X as amostras obtidas, os pesquisadores determinaram que esse parafuso remonta à época em que os répteis começaram a aparecer na Terra, ou seja, há aproximadamente 320 milhões de anos. E este parafuso não estava só, já que dentro das pedras foi encontrado ao menos outro parafuso.
 A comunidade científica recebeu este achado com grande surpresa. Como é possível que uma ferramenta de tecnologia semelhante pudesse existir em uma época em que o homem ainda sequer existia na Terra? Seria um indício de que civilizações avançadas teriam rondado o nosso planeta? As perguntas ainda são muitas e, quem sabe, novas ferramentas de pesquisa nos ajudem em breve a obter algumas respostas.
 
Nota pessoal: Recentemente li um comentário introdutório a um desses sítios “evolucionistas” como este: O pensamento científico dominante explica a vida na Terra pela Evolução Biológica das Espécies, o que desagrada certas religiões baseadas na Génese Bíblica.
Nos EUA, estados sulistas como Arkansas, Mississippi e Oklahoma, de maiores índices de racismo e subdesenvolvimento, proibiam o ensino escolar de conceitos evolutivos até os anos 60, quando a Suprema Corte concluiu ser uma violação de sua Primeira Emenda Constitucional, que proíbe a influência religosa no Estado e Educação.
O Criacionismo, que recusa a Evolução e mantém a fé na criação divina, tentou se infiltrar no sistema educacional mas por seu caráter religioso ser ilegal passou a se articular de forma cientificista, visando ser considerado secular.
Cientistas Religiosos aderiram à causa, os Criacionistas "Científicos" possuem títulos académicos em áreas afins e tentam enquadrar dados da natureza na revelação bíblica com a "Ciência" da Criação, normalmente rejeitando também a teoria científica dominante de origem do Universo, o Big-Bang.
Esta página pretende examinar tal movimento, que embora no Brasil não tenha a mesma força, se infiltra em comunidades religiosas em geral Protestantes, com ampla presença na Internet, e é para muitos uma Cruzada com ideais indo desde a simples divulgação ideológica à pretensão de banir o Evolucionismo dos meios académicos e científicos. Não é objetivo atacar a Religião, mas demonstrar em linguagem simples, para o público leigo, a verdadeira natureza do Criacionismo, e o porquê da Evolução.
A evidência da criação é tão óbvia que não necessita de argumentação; é fato!
A evidência da evolução; é um parafuso na Rússia!
“NO princípio criou Deus os céus e a terra.” Génesis 1:1
José Carlos Costa, Teólogo

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Ascendente de muita GENTE

Muitos negam a existência de um Deus Todo-poderoso, Criador de todas as coisas, preferindo descender do animal irracional.
Muitos negam a existência de um Deus Todo-poderoso, Criador de todas as coisas, preferindo descender do animal irracional.


FORÇA JOVEM


CRIAÇÃO OU EVOLUÇÃO (PARTE IV)

 
CRIAÇÃO OU EVOLUÇÃO (PARTE IV) – Agora ajuntemos alguns pontos: a vida somente pode derivar de vida pré-existente. Os membros das espécies vivas pertencem aos mesmos grupos das espécies fossilizadas. Esta é a base do que é conhecido como a persistência das formas básicas. Corresponde perfeitamente ao que diz o Gênesis quanto à sua declaração de que a reprodução dar-se-ia dentro das espécies. Isso é o mesmo que falar de persistência das formas básicas. São termos intercambiáveis. Um refere-se às declarações da moderna ciência com base na evidência atual, histórica e geológica. O outro é o que diz o Gênesis. A verdadeira ciência, logicamente, concorda com o Gênesis como aqui se demonstra. Como Le Conte afirma, a evidência é de que todas essas espécies vieram à existência subitamente e em plena perfeição. Não é exatamente isso que consta do relatório de Gênesis? Não ensina o Gênesis que Deus produziu espécies sobre a terra subitamente e em plena perfeição? Fatos após fatos poderiam ser apresentados para ampliar e confirmar o que se disse acima. Mas já ficou perfeitamente claro onde está a verdade sobre a questão das origens da vida. Não está com a teoria da evolução orgânica. O Gênesis estabelece a verdade, aqui devidamente documentada pela própria ciência. A vida somente pode derivar de vida pré-existente e as espécies somente se reproduzem segundo suas espécies. E isso se aplica às criaturas mais complexas, que vieram à existência de modo subido e em pleno desenvolvimento. Todos os animais, desde a criação súbita e plenamente desenvolvida, transmitem vida a seus descendentes porque a receberam originalmente. E essa vida de que foram dotados procede de uma Pessoa que é a fonte da vida: DEUS (CONTINUA).Agora ajuntemos alguns pontos: a vida somente pode derivar de vida pré-existente. Os membros das espécies vivas pertencem aos mesmos grupos das espécies fossilizadas. Esta é a base do que é conhecido como a persistência das formas básicas. Corresponde perfeitamente ao que diz o Gênesis quanto à sua declaração de que a reprodução dar-se-ia dentro das espécies. Isso é o mesmo que falar de persistência das formas básicas. São termos intercambiáveis. Um refere-se às declarações da moderna ciência com base na evidência atual, histórica e geológica. O outro é o que diz o Gênesis. A verdadeira ciência, logicamente, concorda com o Gênesis como aqui se demonstra. Como Le Conte afirma, a evidência é de que todas essas espécies vieram à existência subitamente e em plena perfeição. Não é exatamente isso que consta do relatório de Gênesis? Não ensina o Gênesis que Deus produziu espécies sobre a terra subitamente e em plena per...feição? Fatos após fatos poderiam ser apresentados para ampliar e confirmar o que se disse acima. Mas já ficou perfeitamente claro onde está a verdade sobre a questão das origens da vida. Não está com a teoria da evolução orgânica. O Gênesis estabelece a verdade, aqui devidamente documentada pela própria ciência. A vida somente pode derivar de vida pré-existente e as espécies somente se reproduzem segundo suas espécies. E isso se aplica às criaturas mais complexas, que vieram à existência de modo subido e em pleno desenvolvimento. Todos os animais, desde a criação súbita e plenamente desenvolvida, transmitem vida a seus descendentes porque a receberam originalmente. E essa vida de que foram dotados procede de uma Pessoa que é a fonte da vida.
 
Júlio César Prado (autor desta série de artigos em Força Jovem)
CRIAÇÃO OU EVOLUÇÃO (PARTE V) – Mesmo as mais simples dentre as células vivas dispõem de um sistema químico bastante complexo. Nesse sistema, as proteínas cumprem um papel fundamental, tanto direta como indiretamente. Cada partícula de proteína examinada constitui um arranjo bastante sofisticado. Os organismos vivos são classificados pela botânica e pela zoologia. Membros do mundo zoológico não podem manufaturar ou sintetizar a proteína. Contudo, sem ela esses organismos viriam a morrer. Sem ela não poderia existir. Somente podem formar em seus organismos proteína já existente. Essa é uma ação bioquímica. Plantas que contém clorofila, contudo, dispõem da habilidade de sintetizá-la de matérias inorgânicas. Isso também é uma ação bioquímica. Deve-se agora observar que a síntese ou manufatura de proteína por ação não-bioquímica é o requisito básico para que seja possível a evolução. Contudo, seja ainda observado que a ciência tem demonstrado vez após vez que a proteína não pode ser sintetizada por ação não-bioquímica. Os evolucionistas asseguram que a operação das leis naturais do presente é a pista para a operação delas no passado. Há certa verdade nisso. Contudo elas aplicam indevidamente essa regra numa tentativa de contornar certos fatos desconfortáveis que não podem enfrentar em biologia e geologia histórica no que se refere à criação e ao dilúvio. Uma vez que a operação atual das leis envolvidas demonstra que a proteína apenas pode ser sintetizada por ação bioquímica e nunca por ação não-bioquímica, conclui-se que a proteína jamais evoluiu e jamais poderia ter chegado à existência por evolução. Esse fato contém uma significação que traz em si sua própria ênfase (A CONCLUIR).CRIAÇÃO OU EVOLUÇÃO (PARTE V) – Mesmo as mais simples dentre as células vivas dispõem de um sistema químico bastante complexo. Nesse sistema, as proteínas cumprem um papel fundamental, tanto direta como indiretamente. Cada partícula de proteína examinada constitui um arranjo bastante sofisticado. Os organismos vivos são classificados pela botânica e pela zoologia. Membros do mundo zoológico não podem manufaturar ou sintetizar a proteína. Contudo, sem ela esses organismos viriam a morrer. Sem ela não poderia existir. Somente podem formar em seus organismos proteína já existente. Essa é uma ação bioquímica. Plantas que contém clorofila, contudo, dispõem da habilidade de sintetizá-la de matérias inorgânicas. Isso também é uma ação bioquímica. Deve-se agora observar que a síntese ou manufatura de proteína por ação não-bioquímica é o requisito básico para que seja possível a evolução. Contudo, seja ainda observado que a ciência tem demonstrado vez apó...s vez que a proteína não pode ser sintetizada por ação não-bioquímica. Os evolucionistas asseguram que a operação das leis naturais do presente é a pista para a operação delas no passado. Há certa verdade nisso. Contudo elas aplicam indevidamente essa regra numa tentativa de contornar certos fatos desconfortáveis que não podem enfrentar em biologia e geologia histórica no que se refere à criação e ao dilúvio. Uma vez que a operação atual das leis envolvidas demonstra que a proteína apenas pode ser sintetizada por ação bioquímica e nunca por ação não-bioquímica, conclui-se que a proteína jamais evoluiu e jamais poderia ter chegado à existência por evolução. Esse fato contém uma significação que traz em si sua própria ênfase .

CRIAÇÃO OU EVOLUÇÃO (CONCLUSÃO)

CRIAÇÃO OU EVOLUÇÃO (CONCLUSÃO) - Seja ainda observada a importante relação entre a proteína e o ciclo de nitrogênio. Esse ciclo consiste numa interdependência bastante íntima entre a luz solar, a Terra, suas substâncias sobre a superfície, incluindo os oceanos, o ar e seus componentes, certas bactérias, a própria proteína e as formas de vida na botânica e na zoologia. Nesse sentido eles todos devem ser considerados como uma unidade. Neste ciclo está envolvida a própria existência contínua de todas as formas de vida. Sem ele, nem a proteína poderia ter existido. As formas vivas requerem proteína para existir. As formas botânicas requerem o ciclo de nitrogênio para ser capazes de manufaturá-la. As formas zoológicas requerem o ciclo para ser capazes de utilizar a proteína. Contudo, sem as formas essenciais de vida e proteína não haveria ciclo de nitrogênio. Essa é uma situação bastante interessante. Para que prevaleçam a proteína, o ciclo de nitrogênio e as formas de vida, é necessária e indispensável a coexistência de todos os três. Cada qual, para existir, requer e exige a coexistência dos outros dois. Isso definitivamente significa que nenhum dos três poderia ter precedido os outros dois. Logicamente isso representa que todos os três devem ter vindo à existência juntos, ao mesmo tempo, subitamente (as formas vivas plenamente desenvolvidas) e por um processo que presentemente não está em operação. Todo o conjunto teria que vir à existência integralmente, de forma completa. E para que assim viessem à existência, requereram a operação de uma criação FIAT, a atividade de um Ser inteligente que foi Deus.Seja ainda observada a importante relação entre a proteína e o ciclo de nitrogênio. Esse ciclo consiste numa interdependência bastante íntima entre a luz solar, a Terra, suas substâncias sobre a superfície, incluindo os oceanos, o ar e seus componentes, certas bactérias, a própria proteína e as formas de vida na botânica e na zoologia. Nesse sentido eles todos devem ser considerados como uma unidade. Neste ciclo está envolvida a própria existência contínua de todas as formas de vida. Sem ele, nem a proteína poderia ter existido. As formas vivas requerem proteína para existir. As formas botânicas requerem o ciclo de nitrogênio para ser capazes de manufaturá-la. As formas zoológicas requerem o ciclo para ser capazes de utilizar a proteína. Contudo, sem as formas essenciais de vida e proteína não haveria ciclo de nitrogênio. Essa é uma situação bastante interessante. Para que prevaleçam a proteína, o ciclo de nitrogênio e as formas de vida, é necessária e indispensável a coexistência de todos os três. Cada qual, para existir, requer e exige a coexistência dos outros dois. Isso definitivamente significa que nenhum dos três poderia ter precedido os outros dois. Logicamente isso representa que todos os três devem ter vindo à existência juntos, ao mesmo tempo, subitamente (as formas vivas plenamente desenvolvidas) e por um processo que presentemente não está em operação. Todo o conjunto teria que vir à existência integralmente, de forma completa. E para que assim viessem à existência, requereram a operação de uma criação FIAT, a atividade de um Ser inteligente que foi Deus.