quinta-feira, 18 de julho de 2013
domingo, 30 de junho de 2013
Possível Parafuso de 300 milhões de anos encontrado na Rússia
Uma expedição de pesquisadores na Rússia realizou uma
surpreendente descoberta: um parafuso fossilizado que, após análises, foi
datado com idade superior a 300 milhões de anos. Tudo começou no decorrer de
1996, quando um grupo de pesquisadores russos, dedicado ao estudo de fenómenos
ufológicos, partiu em busca de fragmentos de um meteorito que caiu na região
russa de Kaluga.
Eles, contudo, nunca
imaginariam o que estavam prestes a encontrar. Em vez de um meteorito,
descobriram um fóssil de um parafuso, de aproximadamente dois centímetros de
comprimento.
Após recolher
cuidadosamente as rochas que estavam incrustadas no objeto e depois de analisar
com raio X as amostras obtidas, os pesquisadores determinaram que esse parafuso
remonta à época em que os répteis começaram a aparecer na Terra, ou seja, há
aproximadamente 320 milhões de anos. E este parafuso não estava só, já que
dentro das pedras foi encontrado ao menos outro parafuso.
A comunidade
científica recebeu este achado com grande surpresa. Como é possível que uma
ferramenta de tecnologia semelhante pudesse existir em uma época em que o homem
ainda sequer existia na Terra? Seria um indício de que civilizações avançadas
teriam rondado o nosso planeta? As perguntas ainda são muitas e, quem sabe,
novas ferramentas de pesquisa nos ajudem em breve a obter algumas respostas.
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Fonte http://noticias.seuhistory.com/parafuso-de-300-milhoes-de-anos-surpreende-comunidade-cientifica
Nota pessoal:
Recentemente li um comentário introdutório a um desses sítios “evolucionistas”
como este: O pensamento científico dominante explica a vida na Terra pela
Evolução Biológica das Espécies, o que desagrada certas religiões baseadas na Génese
Bíblica.
Nos EUA, estados sulistas como Arkansas, Mississippi e
Oklahoma, de maiores índices de racismo e subdesenvolvimento, proibiam o ensino
escolar de conceitos evolutivos até os anos 60, quando a Suprema Corte concluiu
ser uma violação de sua Primeira Emenda Constitucional, que proíbe a influência
religosa no Estado e Educação.
O Criacionismo, que recusa a Evolução e mantém a fé na
criação divina, tentou se infiltrar no sistema educacional mas por seu caráter
religioso ser ilegal passou a se articular de forma cientificista, visando ser
considerado secular.
Cientistas Religiosos aderiram à causa, os Criacionistas
"Científicos" possuem títulos académicos em áreas afins e tentam
enquadrar dados da natureza na revelação bíblica com a "Ciência" da
Criação, normalmente rejeitando também a teoria científica dominante de origem
do Universo, o Big-Bang.
Esta página pretende examinar tal movimento, que embora no
Brasil não tenha a mesma força, se infiltra em comunidades religiosas em geral
Protestantes, com ampla presença na Internet, e é para muitos uma Cruzada com
ideais indo desde a simples divulgação ideológica à pretensão de banir o
Evolucionismo dos meios académicos e científicos. Não é objetivo atacar a
Religião, mas demonstrar em linguagem simples, para o público leigo, a
verdadeira natureza do Criacionismo, e o porquê da Evolução.
A evidência da criação é tão óbvia que não necessita de
argumentação; é fato!
A evidência da evolução; é um parafuso na Rússia!
“NO princípio criou Deus os céus e a terra.” Génesis 1:1
José Carlos Costa, Teólogo
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Ascendente de muita GENTE
Muitos negam a existência de um Deus Todo-poderoso, Criador de todas as coisas, preferindo descender do animal irracional.
CRIAÇÃO OU EVOLUÇÃO (PARTE IV)
Agora ajuntemos alguns pontos: a vida somente pode derivar de vida pré-existente. Os membros das espécies vivas pertencem aos mesmos grupos das espécies fossilizadas. Esta é a base do que é conhecido como a persistência das formas básicas. Corresponde perfeitamente ao que diz o Gênesis quanto à sua declaração de que a reprodução dar-se-ia dentro das espécies. Isso é o mesmo que falar de persistência das formas básicas. São termos intercambiáveis. Um refere-se às declarações da moderna ciência com base na evidência atual, histórica e geológica. O outro é o que diz o Gênesis. A verdadeira ciência, logicamente, concorda com o Gênesis como aqui se demonstra. Como Le Conte afirma, a evidência é de que todas essas espécies vieram à existência subitamente e em plena perfeição. Não é exatamente isso que consta do relatório de Gênesis? Não ensina o Gênesis que Deus produziu espécies sobre a terra subitamente e em plena per...feição? Fatos após fatos poderiam ser apresentados para ampliar e confirmar o que se disse acima. Mas já ficou perfeitamente claro onde está a verdade sobre a questão das origens da vida. Não está com a teoria da evolução orgânica. O Gênesis estabelece a verdade, aqui devidamente documentada pela própria ciência. A vida somente pode derivar de vida pré-existente e as espécies somente se reproduzem segundo suas espécies. E isso se aplica às criaturas mais complexas, que vieram à existência de modo subido e em pleno desenvolvimento. Todos os animais, desde a criação súbita e plenamente desenvolvida, transmitem vida a seus descendentes porque a receberam originalmente. E essa vida de que foram dotados procede de uma Pessoa que é a fonte da vida.
Júlio César Prado (autor desta série de artigos em Força Jovem)
Agora ajuntemos alguns pontos: a vida somente pode derivar de vida pré-existente. Os membros das espécies vivas pertencem aos mesmos grupos das espécies fossilizadas. Esta é a base do que é conhecido como a persistência das formas básicas. Corresponde perfeitamente ao que diz o Gênesis quanto à sua declaração de que a reprodução dar-se-ia dentro das espécies. Isso é o mesmo que falar de persistência das formas básicas. São termos intercambiáveis. Um refere-se às declarações da moderna ciência com base na evidência atual, histórica e geológica. O outro é o que diz o Gênesis. A verdadeira ciência, logicamente, concorda com o Gênesis como aqui se demonstra. Como Le Conte afirma, a evidência é de que todas essas espécies vieram à existência subitamente e em plena perfeição. Não é exatamente isso que consta do relatório de Gênesis? Não ensina o Gênesis que Deus produziu espécies sobre a terra subitamente e em plena per...feição? Fatos após fatos poderiam ser apresentados para ampliar e confirmar o que se disse acima. Mas já ficou perfeitamente claro onde está a verdade sobre a questão das origens da vida. Não está com a teoria da evolução orgânica. O Gênesis estabelece a verdade, aqui devidamente documentada pela própria ciência. A vida somente pode derivar de vida pré-existente e as espécies somente se reproduzem segundo suas espécies. E isso se aplica às criaturas mais complexas, que vieram à existência de modo subido e em pleno desenvolvimento. Todos os animais, desde a criação súbita e plenamente desenvolvida, transmitem vida a seus descendentes porque a receberam originalmente. E essa vida de que foram dotados procede de uma Pessoa que é a fonte da vida.
CRIAÇÃO OU EVOLUÇÃO (PARTE V) – Mesmo as mais simples dentre as células vivas dispõem de um sistema químico bastante complexo. Nesse sistema, as proteínas cumprem um papel fundamental, tanto direta como indiretamente. Cada partícula de proteína examinada constitui um arranjo bastante sofisticado. Os organismos vivos são classificados pela botânica e pela zoologia. Membros do mundo zoológico não podem manufaturar ou sintetizar a proteína. Contudo, sem ela esses organismos viriam a morrer. Sem ela não poderia existir. Somente podem formar em seus organismos proteína já existente. Essa é uma ação bioquímica. Plantas que contém clorofila, contudo, dispõem da habilidade de sintetizá-la de matérias inorgânicas. Isso também é uma ação bioquímica. Deve-se agora observar que a síntese ou manufatura de proteína por ação não-bioquímica é o requisito básico para que seja possível a evolução. Contudo, seja ainda observado que a ciência tem demonstrado vez apó...s vez que a proteína não pode ser sintetizada por ação não-bioquímica. Os evolucionistas asseguram que a operação das leis naturais do presente é a pista para a operação delas no passado. Há certa verdade nisso. Contudo elas aplicam indevidamente essa regra numa tentativa de contornar certos fatos desconfortáveis que não podem enfrentar em biologia e geologia histórica no que se refere à criação e ao dilúvio. Uma vez que a operação atual das leis envolvidas demonstra que a proteína apenas pode ser sintetizada por ação bioquímica e nunca por ação não-bioquímica, conclui-se que a proteína jamais evoluiu e jamais poderia ter chegado à existência por evolução. Esse fato contém uma significação que traz em si sua própria ênfase .CRIAÇÃO OU EVOLUÇÃO (CONCLUSÃO)
Seja ainda observada a importante relação entre a proteína e o ciclo de nitrogênio. Esse ciclo consiste numa interdependência bastante íntima entre a luz solar, a Terra, suas substâncias sobre a superfície, incluindo os oceanos, o ar e seus componentes, certas bactérias, a própria proteína e as formas de vida na botânica e na zoologia. Nesse sentido eles todos devem ser considerados como uma unidade. Neste ciclo está envolvida a própria existência contínua de todas as formas de vida. Sem ele, nem a proteína poderia ter existido. As formas vivas requerem proteína para existir. As formas botânicas requerem o ciclo de nitrogênio para ser capazes de manufaturá-la. As formas zoológicas requerem o ciclo para ser capazes de utilizar a proteína. Contudo, sem as formas essenciais de vida e proteína não haveria ciclo de nitrogênio. Essa é uma situação bastante interessante. Para que prevaleçam a proteína, o ciclo de nitrogênio e as formas de vida, é necessária e indispensável a coexistência de todos os três. Cada qual, para existir, requer e exige a coexistência dos outros dois. Isso definitivamente significa que nenhum dos três poderia ter precedido os outros dois. Logicamente isso representa que todos os três devem ter vindo à existência juntos, ao mesmo tempo, subitamente (as formas vivas plenamente desenvolvidas) e por um processo que presentemente não está em operação. Todo o conjunto teria que vir à existência integralmente, de forma completa. E para que assim viessem à existência, requereram a operação de uma criação FIAT, a atividade de um Ser inteligente que foi Deus.quarta-feira, 12 de junho de 2013
CRIAÇÃO OU EVOLUÇÃO? (PARTE I)
Muito obviamente uma “atribuição” não é o mesmo que uma “descrição”. Toda a discussão de evolucionistas quanto à vida ter vindo à existência mediante geração espontânea revela-se anticientífica. Eles edificam muitas pontes verbais entre a matéria inanimada do passado e a matéria viva do presente. Pessoas inteligentes podem observar tal situação nos discursos e escritos de evolucionistas. Percebe-se claramente que essas pontes verbais consistem em palavras ocas às quais se dá um sabor científico. Os evolucionistas estabelecem tais pontes e vão em frente como se a posição deles estivesse comprovada. Todavia, apenas fizeram “atribuições”, deixando totalmente de realizar “descrições”. Essa é a distinção vital acima indicada – uma mera “atribuição” não é o mesmo que “descrição”. Isso é parte da confusão no pensamento e nos procedimentos que apresentam ao público. Seria de admirar que este esteja tão confuso sobre a questão? Mas consideremos alguns fatos e implicações de várias leis importantes estabelecidas pela ciência (CONTINUA).CRIAÇÃO OU EVOLUÇÃO? (PARTE II)
A lei da biogênese é a de que a vida somente procede de vida já existente; de que a vida não pode derivar da não-vida. Essa lei tem sido comprovada milhões e milhões de vezes onde quer que experiências científicas a respeito hajam sido realizadas. É também confirmada pelos fatos da vida no seu dia-a-dia. Todas as formas viventes se reproduzem e transmitem vida em razão de possuírem em si vida para ser transmitida. A vida não pode ser transmitida por matéria inanimada nem pode ser derivada de matéria sem vida, não importa a constituição química de tal matéria. Vida somente pode proceder de vida precedente. É deveras ridículo que homens partam de um ponto milhões de anos no passado (sobre o qual nada sabem e apenas tecem uma série de suposições) para, em nome da ciência, atribuírem à vida uma origem que se choca diretamente com a lei da biogênese estabelecida pela verdadeira ciência (CONTINUA).
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