Muito obviamente uma “atribuição” não é o mesmo que uma “descrição”. Toda a discussão de evolucionistas quanto à vida ter vindo à existência mediante geração espontânea revela-se anticientífica. Eles edificam muitas pontes verbais entre a matéria inanimada do passado e a matéria viva do presente. Pessoas inteligentes podem observar tal situação nos discursos e escritos de evolucionistas. Percebe-se claramente que essas pontes verbais consistem em palavras ocas às quais se dá um sabor científico. Os evolucionistas estabelecem tais pontes e vão em frente como se a posição deles estivesse comprovada. Todavia, apenas fizeram “atribuições”, deixando totalmente de realizar “descrições”. Essa é a distinção vital acima indicada – uma mera “atribuição” não é o mesmo que “descrição”. Isso é parte da confusão no pensamento e nos procedimentos que apresentam ao público. Seria de admirar que este esteja tão confuso sobre a questão? Mas consideremos alguns fatos e implicações de várias leis importantes estabelecidas pela ciência (CONTINUA).quarta-feira, 12 de junho de 2013
CRIAÇÃO OU EVOLUÇÃO? (PARTE I)
Muito obviamente uma “atribuição” não é o mesmo que uma “descrição”. Toda a discussão de evolucionistas quanto à vida ter vindo à existência mediante geração espontânea revela-se anticientífica. Eles edificam muitas pontes verbais entre a matéria inanimada do passado e a matéria viva do presente. Pessoas inteligentes podem observar tal situação nos discursos e escritos de evolucionistas. Percebe-se claramente que essas pontes verbais consistem em palavras ocas às quais se dá um sabor científico. Os evolucionistas estabelecem tais pontes e vão em frente como se a posição deles estivesse comprovada. Todavia, apenas fizeram “atribuições”, deixando totalmente de realizar “descrições”. Essa é a distinção vital acima indicada – uma mera “atribuição” não é o mesmo que “descrição”. Isso é parte da confusão no pensamento e nos procedimentos que apresentam ao público. Seria de admirar que este esteja tão confuso sobre a questão? Mas consideremos alguns fatos e implicações de várias leis importantes estabelecidas pela ciência (CONTINUA).CRIAÇÃO OU EVOLUÇÃO? (PARTE II)
A lei da biogênese é a de que a vida somente procede de vida já existente; de que a vida não pode derivar da não-vida. Essa lei tem sido comprovada milhões e milhões de vezes onde quer que experiências científicas a respeito hajam sido realizadas. É também confirmada pelos fatos da vida no seu dia-a-dia. Todas as formas viventes se reproduzem e transmitem vida em razão de possuírem em si vida para ser transmitida. A vida não pode ser transmitida por matéria inanimada nem pode ser derivada de matéria sem vida, não importa a constituição química de tal matéria. Vida somente pode proceder de vida precedente. É deveras ridículo que homens partam de um ponto milhões de anos no passado (sobre o qual nada sabem e apenas tecem uma série de suposições) para, em nome da ciência, atribuírem à vida uma origem que se choca diretamente com a lei da biogênese estabelecida pela verdadeira ciência (CONTINUA).CRIAÇÃO OU EVOLUÇÃO (PARTE III)
Outro grande fato estabelecido pela verdadeira ciência é a persistência dos tipos básicos. As rosas são sempre rosas. Cães serão sempre cães. Essa persistência é verdadeira com todas as formas viventes. Modificações e adaptações pode ocorrer dentro da espécie, mas isso não implica em novas espécies. Por mais recuado na História que a ciência possa penetrar, jamais houve uma nova espécie surgida de uma espécie existente. Novas variedades dentro da espécie? Sim, mas não novas espécies. Isso também se aplica aos fósseis. Muitas destacadas autoridades poderiam aqui ser citadas, incluindo Charles Darwin e T. H. Huxley. Examinemos algumas declarações significativas. A. H. Clarke, um evolucionista do mais alto gabarito, declara em seu livro “The New Evolution” que todos os fósseis são classificados como membros de seus respectivos grupos pela aplicação de definições “extraídas de espécies vivas e inteiramente baseado nelas”. E acrescenta: “Os fatos são que todos os fósseis, mesmo os mais primitivos dentre eles, enquadram-se nos principais grupos existentes. Isso é indiscutível” (págs. 100 e 105). É indiscutível, declara Clark, que todos os fósseis se enquadram dentro de grupos principais em existência, isso é – vivos. Liguemos a esse fato a declaração de Joseph Le Conte, ex-professor de Geologia na Universidade da Califórnia. Em seu livro “Religião e Ciência”, aquele erudito declara: “A evidência da Geologia, hoje, é de que as espécies surgem subitamente e em plena perfeição... Outras espécies tomam seu lugar aparentemente por substituição, não por transmutação”.Tempo Permissivo
A filosofia permissiva do tempo atual foi predita pelas Escrituras, e constitui sinal do fim. A lassidão moral e a violência que campeiam no mundo hoje são um paralelo das condições que provocaram a intervenção de Deus no dilúvio. Naquele tempo “a Terra estava corrompida à vista de Deus, e cheia de violência. Viu Deus a Terra, e eis que estava corrompida; porque todo ser vivente havia corrompido o seu caminho na Terra” (Gênesis 6:11 e 12). Rapidamente a maldade da atual geração se aproxima do ponto em que uma drástica intervenção do Céu se fará de novo inevitável. Deus vai intervir pela segunda vinda de Cristo, que trará fim ao reino do pecado. Jesus disse: “Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do homem” (S. Mateus 24:37). Como pode o jovem ...moderno resistir ao convite para o pecado – em particular para a impureza sexual – que o assalta em todo tempo, por todos os meios e em toda parte? Como harmonizar a vida com o padrão divino? As Escrituras apontam-nos uma Fonte de pureza, de força moral, de salvação. Essa fonte é Cristo. Unindo a vida a Ele pela fé somos transformados: feitos amigos das coisas puras, fortalecidos para resistir o mal. Prezado jovem: Experimenta isto. Recebe Jesus no teu coração. Confia-te a Ele. E serás mudado, serás feito vencedor. São Paulo diz: “Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados, em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus” (I Coríntios 6:9-11).Ver maisquarta-feira, 5 de junho de 2013
Traços de Vida no Universo
Muitos acreditam que a vida pode se desenvolver noutras
partes do universo. De fato, há aparentes vestígios e há mais de um século que se procura mas os resultados têm sido nulos, até hoje. A persistência nesta busca deve-se a uma noção defendida pelos cientistas que "onde existe água, há todas as condições para haver vida. Esta tese é sustentada pelo fato de haver vida na terra, ou seja, se não houvesse água a vida na terra não poderia surgir. Portanto,
a tese materialista e dos ateus sonhadores relegam a origem da vida não num ato criador de Deus que seria algo "misterioso
e desconhecido."
Como já observado, em um ambiente estéril e livre de germes
de vida, a vida por si só não pode ocorrer. Ora os criacionistas aceitam que os vestígios de vida não podem ser encontrados em qualquer parte
do universo próximo - porque a vida é só da vida!
Por que razão a "Natureza" não fez as casas de pedra
antes dos hidrocarbonetos ou de plástico, como sacolas plásticas? Por que pulou
as coisas mais simples (mortos) e só começou a construir o complexo - uma
célula viva, que não pode mesmo criar uma outra?
Por outras palavras, como pode um relógio existir sem um
relojoeiro? Casa sem pedreiro? A natureza não faz um saco de plástico, mas
um químico faz? Apenas água, luz, calor e milhões de anos, diz a propaganda
ateísta e a chamada "ciência dura", que tem martelado este conceito
na mente dos estudantes e do público por décadas.
Fonte: http://kreacionismus.cz/hewer/
Job 38: 4-13 – “ Onde estavas tu, quando eu fundava a terra?
Faze-mo saber, se tens inteligência. Quem lhe pôs as medidas, se é que o sabes?
Ou quem estendeu sobre ela o cordel? Sobre que estão fundadas as suas bases, ou
quem assentou a sua pedra de esquina. Quando as estrelas da alva juntas
alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus jubilavam? Ou quem encerrou o
mar com portas, quando este rompeu e saiu da madre; quando eu pus as nuvens por
sua vestidura, e a escuridão por faixa? Quando eu lhe tracei limites, e lhe pus
portas e ferrolhos, e disse: Até aqui virás, e não mais adiante, e aqui se
parará o orgulho das tuas ondas? Ou desde os teus dias deste ordem à madrugada,
ou mostraste à alva o seu lugar; para que pegasse nas extremidades da terra, e os
ímpios fossem sacudidos dela.”
Job 38:18-19 – “Ou com o teu entendimento chegaste às
larguras da terra? Faze-mo saber, se sabes tudo isto. Onde está o caminho onde
mora a luz? E, quanto às trevas, onde está o seu lugar.”
Job 38, 31-34 – “Ou poderás tu ajuntar as delícias do Sete-Estrelo
ou soltar os cordéis do Órion? Ou produzir as constelações a seu tempo, e guiar
a Ursa com seus filhos? Sabes tu as ordenanças dos céus, ou podes estabelecer o
domínio deles sobre a terra? Ou podes levantar a tua voz até às nuvens, para
que a abundância das águas te cubra?”
sábado, 1 de junho de 2013
sábado, 11 de maio de 2013
Evolução pelo faro – isso não me cheira bem
A revista Ciência Hoje* publicou matéria na qual sustentava
que o fato de os mamíferos (especialmente o ser humano) terem cérebro maior em
relação ao corpo do que outros seres vivos pode estar relacionado ao olfato. Os
cientistas usaram uma nova técnica de tomografia computadorizada para
“enxergar” dentro da cavidade craniana de fósseis de mamíferos que eles
acreditam serem “ancestrais evolutivos” dos animais que vivem hoje.
“Depois de recriar em 3D a cavidade craniana de mais de 2
mil fósseis de mamíferos e pré-mamíferos [sic], os cientistas decidiram estudar
os crânios de duas espécies precursoras dessa classe, Morganucodonoehleri e
Hadrocodiumwui, que viveram há 190 milhões de anos [segundo a cronologia
evolucionista] onde hoje é a China”, informa a revista. “Ao comparar a cavidade
craniana desses fósseis com a de outros animais mais antigos, os pesquisadores
perceberam que as regiões do cérebro ligadas ao olfato, como o bulbo e o córtex
olfativo, eram as que mais tinham se desenvolvido. ‘A cavidade craniana desses
animais provê a primeira evidência sólida dos estágios de evolução do cérebro
mamífero’, diz Zhe-Xi Luo, paleontólogo do Museu de História Natural de
Carnegie e um dos autores do estudo. ‘Saber que mamíferos com grandes cérebros
já existiam há tantos anos põe um marco nos estudos sobre a nossa evolução.’”
Ainda segundo Ciência Hoje, os pesquisadores não sabem
afirmar por que somente os pré-mamíferos (sic) desenvolveram essa habilidade
olfativa. “Uma possível explicação é que a capacidade tenha surgido como uma
adaptação para que esses animais, que tinham hábitos noturnos, sobrevivessem em
um ecossistema dominado por dinossauros.”
Os pesquisadores sugerem que esse avanço evolutivo teria
sido possibilitado pela presença de pelos corporais nas duas espécies de
animais analisadas. “Mais do que esquentar o corpo dos mamíferos”, explica a
matéria, “o pelo teria sido responsável por tornar o tato mais sensível, o que
estimulou a formação de novos campos sensoriais no neocortex e o desenvolvimento
de uma melhor coordenação motora.”
Segundo os pesquisadores, todos esses indícios levam a crer
que os cérebros mamíferos passaram por três etapas de evolução: a primeira
marcada pela melhora da capacidade olfativa, a segunda por um aumento da
sensibilidade tátil e a terceira pelo aumento da coordenação neuromuscular.
“Nossos ancestrais mamíferos não desenvolveram um cérebro tão grande para
contemplação, mas sim para o aperfeiçoamento da sua capacidade de sentir
cheiros e toques”, afirma Lou. “Graças a esse avanço, nós humanos podemos hoje
pensar sobre questões como esta.”
É interessante notar como cada nova descoberta transforma as
certezas anteriores em “apenas especulações”. Baseado nisso, creio que seja
melhor esperar o desenvolvimento de novas tecnologias antes de aceitar a atual
possibilidade. A reportagem da Ciência Hoje tem a estrutura (i)lógica comum a
muitos textos evolucionistas: inicia com uma possibilidade (“pode estar”) e
depois trata o tema como fato (o cérebro avantajado dos mamíferos “se deve a
anos de evolução”; o texto que começa com o “pode” termina com uma declaração
totalmente afirmativa no último parágrafo).
Os cientistas reproduziram o formato dos crânios de alguns
animais, utilizando tecnologia 3D, e estudaram o crânio de supostos precursores
desses animais. Note que a ideia de precursores provém da filosofia darwinista
não testável. Assim, a pesquisa parte de uma premissa para investigar o que já
se considera fato: que alguns animais evoluíram para outros e que o cérebro
teria essa capacidade intrínseca de aumentar de tamanho e complexidade (quando,
na verdade, se sabe que o cérebro está diminuindo).
O texto assume que a capacidade olfativa teria surgido, pura
e simplesmente, mas não explica como (pra variar). Pergunto: O que teria
surgido primeiro: as complexas células específicas que captam os odores e
enviam estímulos para o cérebro ou os neurónios especializados que interpretam
as sensações olfativas? Para que serviria um sem o outro? Ou todo o mecanismo
teria surgido de uma única vez, como um verdadeiro “milagre darwiniano” que
torna os darwinistas muito mais “crentes” do que os criacionistas? Além disso,
a matéria e a pesquisa não dedicam uma linha sequer para tratar da dificuldade intransponível
de explicar o aumento de informação genética necessária para o “surgimento” de
novos órgãos e novas funções. É o tipo de texto/pesquisa que não me cheira bem.
Michelson Borges
sexta-feira, 10 de maio de 2013
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