domingo, 2 de dezembro de 2012
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
O Nosso ParenTe mais Antigo!!!!
O crânio Neanderthal pertenceu a uma fêmea adulta cerca de
50 mil anos atrás. É o primeiro crânio Neanderthal - nossos parentes mais
antigos - de que se tem notícia.
Ora aí está a polémica, a precipitação, o amadorismo
científico. Apresenta-se para provar esta afirmação que o mundo sempre
funcionou como um relógio (carbono 14), e se, o relógio em algum momento da
história da Terra caiu e deixou de marcar as horas certas? E isso aconteceu com
o Dilúvio de Génesis 6. Estamos certos que esta é uma notícia generalista e é
contra este tipo de informação que os Criacionistas manifestam o seu repúdio. Pois os 50 mil anos pode ser 3 ou 4 mil anos.
José Carlos Costa
terça-feira, 27 de novembro de 2012
PODE O CRIACIONISMO ACEITAR A IDEIA DO ´BIG BANG´?
Para dar início a este tema vamos
ler esta afirmação: “O Astrónomo (profissional de Astronomia) é o cientista que
estuda o Universo e todo o tipo de acontecimento que se dá fora da terra.
Como não é possível ainda viajar
pelo universo para pesquisar pessoalmente, grande parte da ciência da
Astronomia é construída com base na observação.
A astronomia, palavra que vem do
Grego e significa “Lei das Estrelas”, busca entender e explicar os fenómenos do
universo sempre com o objetivo de aplicar estes conhecimentos aqui na terra e
também no futuro, quem sabe, usa-los para poder explorar e colonizar o espaço.
Considerada uma ciência
generalista (que envolve muitos ramos diferentes de conhecimento), a Astronomia
é baseada principalmente na física, química e matemática. (clicar)
Nesta primeira abordagem a este
tema do “Big Bang”, iniciamos uma discussão sobre a posição criacionista com
respeito à Criação do Universo. Esclarecemos que Génesis 1 fala sobre a criação
da Terra e na Terra sem dar detalhes ou datas absolutamente precisas sobre a
criação do Universo.
Ao longo de anos (especialmente
durante o tempo em que trabalhei com jovens) preocupei-me em aprofundar Génesis
1, conclui que muitos criacionistas divulgam opiniões e argumentos sobre a
origem do Universo sem ter um conhecimento de causa apropriado. Conclui também
que, de acordo com a Bíblia, fé e Ciência devem andar de mãos dadas; partir do
pressuposto de que são antagónicas é um pensamento incorreto. Realço também que
não se pode ter competência criacionista sem conhecer a teoria científica nem
muito menos, confundir `Ciência` com `Filosofia da Ciência´. Indico ao leitor
algumas áreas estratégicas nas quais é necessário um aprofundamento antes que
seja viável uma discussão mais adequada sobre a origem do Universo.
Introdução
Muitos criacionistas não têm dúvidas
de que é incompatível com a Bíblia a ideia de que o Universo teria surgido numa
grande explosão inicial, conhecida como `Big Bang'.
Surge então a questão: com que
argumentos se pode combater a ideia do Big Bang"? Talvez, procurando
inconsistências no modelo do ´Big Bang´. Os que aprenderam um pouco mais sobre
Deus, sabem o quanto Ele é metódico e que tudo o que Ele faz é coerente, esses
podem argumentar que deve também existir evidências físicas que apoiem a posição
criacionista.
Seguindo esta linha, muitos
artigos foram publicados por autores de diversas áreas. Um dos grandes
problemas fundamentais com esses artigos é o fato de que demonstram falta de
conhecimentos em algumas áreas grandemente estratégicas para esta questão.
Em suma, combatem o ´Big Bang´,
na minha opinião, sem saber do que se trata. Com perdão da franqueza,
aparentemente o que esses autores pensam ser a teoria do ´Big Bang´ é apenas
uma ideia simplista baseada essencialmente em boatos sobre o assunto. Faz-se
grande confusão entre as informações divulgadas ao público leigo e a informação
usada pelos cientistas.
O problema é que linguagens não
matemáticas não podem expremir de maneira funcional uma série de coisas
fundamentais sobre a Natureza, obrigando os cientistas que divulgam essas
informações a buscar analogias e outros e comparações na tentativa de tornar os
temas das suas pesquisas acessíveis ao público leigo.
É claro que essa falta de
distinção entre Ciência e divulgação bem como a falta de preparação técnica
sobre temas vitais aos assuntos tendem a gerar confusões ao Criacionismo, tanto
no confronto com o Evolucionismo quanto no que se refere à harmonia lógica
interna dos dados ou explicação criacionista da própria Criação.
Ao ler-se artigos de vários
cientistas e criacionistas tenho sentido um grande desconforto de parte a parte
e tudo isso por causa da linguagem ou da argumentação equivocada e, muitas
vezes, suicida adoptada tão amplamente por ambas as partes.
E, notem: argumentação equivocada
tanto biblicamente como cientificamente. Estão a defender uma posição que não é
bíblica e em nome do Criacionismo. Concordamos que algo deveria ser feito para
esclarecer esta questão. Depois de muito ter lido sobre esta matéria e escrito
pretendo expor uma atitude imparcial sobre o assunto.
Neste post, vou apenas fazer uma
introdução ao assunto da origem e evolução do Universo no contexto dos objetivos
já mencionados. Apenas uma introdução por tratar-se de um assunto profundo e
complexo, cuja compreensão é extremamente exigente.
Evidentemente, não estou a pensar
que este assunto interesse a todos, mas estou certo que muitos desejam ter mais
conhecimento sobre este tão importante assunto.
Ao longo destes posts, farei referências
a nomes de áreas do conhecimento e de teorias associadas a cada um dos
principais assuntos para que o leitor interessado possa analisar per si (por
exemplo, fazendo buscas por palavras-chave) se tiver interesse.
Lembro que postulados científicos
autênticos não são meras conjecturas. São modelos matemáticos.
E não basta introduzir algumas
pequenas fórmulas solitárias a nível do Ensino Médio, como fazem muitos autores
que combatem o modelo da grande explosão e como o fazem também muitos autores
evolucionistas.
Mesmo tendo em mente que não sou
um cientista da astronomia ou físico pretendo oferecer um tratamento adequado
do problema em si sem abordar aspectos técnicos inacessíveis, precisamos ainda assim
esclarecer equívocos, trazendo à luz alguns pontos importantes e ideias com as
quais possamos lidar sem ter de fazer um curso de oito anos de Matemática (o
que, aliás, seria quase indispensável para lidar com algumas questões sobre as
origens).
A Matemática não é meramente uma
linguagem, ou uma mera construção da mente humana como imaginam alguns. É algo que
está intimamente ligado ao funcionamento da Natureza, mas transcende-a, pois é
obra de Alguém que é infinitamente superior à Natureza. O que o homem faz ao
tentar sistematizar esses padrões naturais e, nessa busca, encontra uma forma
de linguagem ou linguagens para representar, relacionar e aprofundar que tenta traduzir
por fórmulas matemáticas. Estas linguagens não são a Matemática, mas fazem
parte dela.
Feitas estas considerações
preliminares, trataremos de apresentar uma discussão introdutória a respeito da
posição bíblica sobre a origem do Universo.
Prosseguiremos com uma série de
questões que devem ser consideradas com respeito à possível veracidade desta grande
explosão inicial e sobre os modelos que tentam descrever a mesma.
1. As Origens
Uma ideia comum a muitos
criacionistas é a de que Génesis 1 mencionar a criação do Universo (“os céus e
a terra").
O texto hebraico original não nos
permite argumentar sobre “os céus e a terra”. As palavras traduzidas como
“céus” e “terra” em Génesis 1:1, possuem um significado um tanto vago. A
palavra traduzida como “terra” indica essencialmente solo, podendo também
significar uma região. Considerando o contexto do capítulo, contudo, é
perfeitamente aceitável entender esta palavra como aplicando-se à parte sólida
ou, possivelmente a parte sólida e líquida do planeta.
A palavra traduzida como “céus”
indica o que está por acima da nossa cabeça, a região em que flutuam as nuvens
e na qual os pássaros voam. Pelo contexto, podemos entender esta palavra como
significando a atmosfera da Terra, podendo incluir algo mais.
À priori, não há como saber quão além
da atmosfera pode estar incluído neste significado. De qualquer forma, não se
pode ter certezas de que este significado abranja o Universo. De fato, esse
sentido seria incompatível com outros textos bíblicos.
E mesmo que o verso 1 contivesse uma clara referência ao Universo
como um todo, não há forma de saber quanto tempo se passa entre o momento da
criação do Universo e a semana da criação. Em suma, um exame da Bíblia que não seja demasiado
superficial mostra que não há qualquer base bíblica para argumentar que o Universo
tem cerca de seis mil anos de idade ou que Génesis 1 se refere à criação do
Universo. Muito pelo contrário. Certos textos bíblicos (como Job 38:4 (7)
sugerem que, quando o Criador “lançou os fundamentos da Terra", já
existiam seres inteligentes noutras partes do Universo. E, mesmo que não
aceitemos isso por alguma razão, pelo menos precisamos reconhecer que Génesis 1
não nos dá qualquer informação sobre quando e como o Universo foi criado. Este
relato fala da Terra e imediações. O resto é especulação.
2. ´Big Bang.
Existe uma ideia ainda mais absurda nesta área: o modelo do
“Big Bang" seria uma grande explosão que deu origem à vida! Com perdão
pela franqueza, essa ideia apenas demonstra total desconhecimento do assunto.
Por causa deste e de outros equívocos similares, tanto no
que diz respeito às evidências bíblicas como no que tange às evidências físicas,
muitos criacionistas pensam ser da sua obrigação combater a ideia da grande explosão
inicial, a qual, na verdade, significa essencialmente uma criação rápida. Sem
perceber a própria contradição, as mesmas pessoas que julgam um dever combater
o ´Big Bang´ também crêem que Deus criou o Universo numa semana. Há que fazer
diferença entre criação do sistema solar e criação do Universo. A terra entra
no sistema solar de forma rápida ou ´criação explosiva´. Esta criação entra no
sistema solar, o que nela é criado tem a duração de uma semana, tal como a
Bíblia o afirma. Em suma, se cremos numa criação rápida do Universo, cremos numa
grande explosão inicial ou ´Big Bang´.
A esta altura, alguém pode estar a questionar: Um momento! Acredita
no ´Big Bang´? Quando falo em ´Big Bang´ refiro-me a um modelo específico que
tenta descrever os instantes iniciais da existência do Universo, o que, de
acordo com os astrofísicos evolucionistas, teria ocorrido há biliões de anos.
Pois esse é um bom ponto de partida para começarmos a
entender o que os físicos (os que lidam com esta área) querem dizer com ´Big
Bang´. Trata-se de um modelo matemático (ou seja, uma descrição em linguagem matemática)
que se encaixa em dados observáveis.
Os modelos matemáticos costumam conter mais informações e
possibilidades do que outros tipos de modelos.
Um dos motivos disto é que as linguagens matemáticas são
infinitamente mais poderosas do que as linguagens comuns. Geralmente, há uma
tremenda perda (usualmente infinita) de informação quando um cientista
evolucionista tenta traduzir algo de uma linguagem matemática para uma
linguagem coloquial como a língua portuguesa, ou inglesa, ou alemã, ou grega,
..., que são essencialmente equivalentes entre si e não suportam uma série de
possibilidades das linguagens matemáticas. (Não confundir linguagem matemática
com uma sequência de cálculos aritméticos.)
As pessoas (leigas) tendemos a examinar a tradução verbal de
um modelo para tirar as nossas conclusões, até porque quase sempre nos falta os
conhecimentos matemáticos
necessários para entendermos o modelo em si. O modelo da
grande explosão inicial, por exemplo, tem sofrido as maiores calúnias por causa
desse procedimento inadequado.
3. Questões Importantes
As questões que poderíamos levantar em relação a este modelo
são muitas. Podemos citar algumas das mais importantes para os criacionistas.
1. Como é o modelo do ´Big Bang´? (Se não sou capaz de lidar
com a expressão matemática deste modelo, não estou habilitado a apoiar ou negar:
seria necessário consultar especialistas em Relatividade Geral e Cosmologia.
Mas como saber em quem confiar?)
2. Que evidências tendem a apoiar este modelo? De que outras
maneiras elas poderiam ser interpretadas?
3. Que evidências tendem a negar este modelo? Essas evidências
estão bem estruturadas ou são apenas conjecturas qualitativas? Se são evidências
bíblicas, decorrem de métodos rigorosos do estudo da Bíblia ou apenas estão a seguir
um modismo teológico de interpretação?
4. É possível ser
criacionista, crer no relato bíblico da criação especial, considerando literal
a semana de Génesis 1 e ainda assim aceitar a viabilidade do modelo do ´Big
Bang'?
5. Quais são as implicações de considerar a semana de Génesis
1 como sendo o período em que “os céus e a terra” foram criado e estruturado?
Essas implicações são compatíveis com as leis de Deus (leis físicas e morais já
conhecidas)? A propósito, viola Deus as Suas leis de vez em quando? Será que não
houve violação das leis físicas na semana da criação?
Poderíamos levantar muitas outras questões como estas, cujas
discussões e respostas encheriam muitos livros. No mínimo, precisaríamos de uma
série de artigos para poder
tratar destes problemas sem ficar presos a superficialidades.
Embora estudar tudo isto pareça uma tarefa gigantesca, estas
são questões importantes que exigem esclarecimentos, visto como tantos se têm
aventurado nesta área sem conhecimento de causa, divulgando ideias que não
favorecem o Criacionismo, ainda que, à primeira vista, pareça estar em
conformidade com a Bíblia.
Com tudo isto em mente, temos a intenção de preparar alguns artigos
nos quais comentaremos argumentos de criacionistas que se opõem ferozmente ao
modelo da grande explosão inicial. Nestas oportunidades, tentaremos esclarecer os
problemas que surgem na argumentação e o que podemos saber, de fato, sobre o
assunto.
Fique atento ao próximo post, por ora ficamos por aqui.
Resta uma pergunta: Estará a Bíblia contra o ´Big Bang´?
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
SCB celebra 40 anos com programação especial
Nos dias 16 e 17 de novembro, a diretoria da Sociedade Criacionista Brasileira (SCB) realizou em São Carlos, SP, o encontro comemorativo dos 40 anos da entidade. Na sexta-feira à noite e no sábado à tarde, a programação teve lugar no Colégio Adventista de São Carlos, com palestras e homenagens. No sábado pela manhã, o culto de ação de graças foi realizado na igreja adventista central da cidade.
As atividades da SCB tiveram início em abril de 1972, com o lançamento dos 500 exemplares do primeiro número da Folha Criacionista (hoje Revista Criacionista, publicada ininterruptamente desde então). Com o tempo, foram publicadas revistas também para as crianças, lançados livros, produzidos DVDs e organizados seminários em todo o Brasil e também na Bolívia, levando o conhecimento da mensagem dos três anjos a milhares de pessoas. (A história de fé e coragem dos fundadores da SCB e sua atuação no Brasil foi contada em detalhes na edição de maio da Revista Adventista e também aqui e aqui.)
A cidade de São Carlos foi escolhida para sediar o evento justamente porque ali, há 40 anos, foram dados os primeiros passos para a organização da SCB (cuja sede foi transferida para Brasília, em 1990). Na sexta-feira, 16, o presidente da Sociedade, o engenheiro Dr. Ruy Carlos de Camargo Vieira, abriu o encontro com palavras de gratidão a Deus e aos presentes, muitos dos quais protagonistas da história da entidade. Em seguida, o geólogo Dr. Nahor Neves de Souza Júnior apresentou a palestra “As atividades de Deus na natureza”.
No sábado pela manhã, o culto de ação de graças foi dirigido pelo jornalista Michelson Borges, da Casa Publicadora Brasileira. Ele apresentou um breve histórico da SCB e contou testemunhos de conversão relacionados com as publicações da Sociedade e seus seminários. Como a história do ex-ateu Hipólito Gadelha, consultor do Senado Federal e atualmente secretário da SCB. Gadelha mudou sua visão de mundo a partir da leitura da Folha Criacionistae hoje se esforça para oferecer a outros a oportunidade de conhecer, como ele, o “outro lado da moeda”.
À tarde, no colégio adventista, o Dr. Ruy Vieira, o diretor executivo, Rui Corrêa Vieira, e o responsável pelo site www.scb.org.br, Marcus Vinícius de Paula Moreira, comandaram a cerimônia de homenagens aos pioneiros da SCB, como o desenhista Francisco Batista de Mello, criador da arte de capa das primeiras edições da Folha Criacionista. Também foram homenageados os doutores Humberto Ricci e Nahor Júnior, entre outros pioneiros.
| Marco do criacionismo no Brasil: livro Estudos Sobre Criacionismo, de Frank L. Marsh, publicado pela Casa Publicadora Brasileira na década de 1970 Autor: Michelson Borges, da Casa Publicadora Brasileira |
domingo, 28 de outubro de 2012
Cientistas anunciam descoberta de novas pistas da 'partícula de Deus'
Uma equipe de físicos que trabalha no colisor de partículas americano Tevatron, no laboratório Fermilab, anunciou na última semana descobertas que confirmam as experiências do LHC, o grande acelerador de partículas europeu, sobre o bóson de Higgs, conhecido popularmente como “partícula de Deus”.
A partícula recebeu esse apelido por causa da teoria proposta na década de 1960 pelo cientista britânico Peter Higgs, segundo a qual o bósson seria a forma como a matéria obteve massa depois do Big Bang. De acordo com essa teoria, a chamada partícula de Deus seria o agente que possibilitou o desenvolvimento das estrelas, dos planetas e da vida, ao dar massa às partículas mais elementares. Porém, até agora, a partícula existe apenas em teoria.
A comprovação da existência dessa partícula poderia provar a existência de um campo invisível que supostamente permeia todo o universo, além de confirmar o Modelo Padrão da Física proposto por Albert Einstein.
O cientista Jim Siegrist, diretor-adjunto de ciências do Departamento de Energia, falou sobre a importância da descoberta: “Este é um marco importante para os experimentos do Tevatron e demostra a contínua importância das medições independentes na busca pela compreensão dos elementos básicos da natureza”, afirmou. Ele disse também que “o final do jogo se aproxima na busca do bóson de Higgs”.
De acordo com a agência Reuters, o Fermilab continua analisando os dados obtidos nas suas experiências, e Rob Roser, um dos físicos do laboratório, afirmou que uma conclusão definitiva pode ser apresentada em junho.
Cientistas e a ‘Particula de DEUS’
Fonte: Gospel + | Divulgação: Midia Gospel
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
NENHUMA VIDA FORA DO SISTEMA SOLAR
A terra o oásis único e frágil em um espaço sideral inóspito e sem vida. A vida, ou a biosfera, torna-se uma reserva ainda mais enclausurada e única, quando se sabe que NENHUMA FORMA DE VIDA, MESMO A MAIS PRIMITIVA, JAMAIS FOI DETECTADA FORA DOS LIMITES DO PLANETA TERRA.
Se toda a biosfera terrestre se mantém numa parte ínfima do planeta Terra, este, por sua vez, é um grão de areia. Sem contar o Sol, a Terra responde por apenas 1/500 da massa total do sistema solar. Medida em relação ao universo, a Terra é menor que a menor partícula do átomo comparada a seu núcleo. Somos uma bolinha azul e frágil que vaga pelo infinito.
NO INÍCIO, UM GOLPE DE SORTE
Se o ritmo de expansão que se seguiu ao Big Bang fosse uma fração de segundo mais lento, a terra iria parar próximo ao sol e hoje seria uma pedra tórrida como o Mercúrio. Se ela fosse uma fração de segundo mais rápido, a terra estaria nos confins gelados do sistema solar, sem possibilidade de abrigar vida.
SERÍAMOS PULVERIZADOS PELAS FORÇAS CÓSMICAS...
...caso nossos irmãos maiores do sistema solar Júpiter, Netuno e Urano não atraíssem cometas e asteróides, fazendo-os desviar-se da rota de colisão com a Terra...
... se não fôssemos protegidos pecos dois cinturões de Van Allen, formados por íons aprisionados pelo campo magnético terrestre e que retêm a radiação cósmica que cruza continuamente o espaço.
A VIDA - UMA OCORRÊNCIA IMPROVÁVEL
Os cientistas explicam com detalhes a evolução geológica da terra, mas têm apenas teorias sobre o surgimento das moléculas orgânicas que deram origem à vida.
FONTE: Revista Veja - 31/10/2011
Chegamos aos 7 biliões. Em 1976, éramos 4 biliões. A previsão é chegarmos aos 10 biliões no final do século. Dessa reportagem da revista Veja retiramos algumas citações para reflexão.
1. “ NENHUMA FORMA DE VIDA, MESMO A MAIS PRIMITIVA, JAMAIS FOI DETECTADA FORA DOS LIMITES DO PLANETA TERRA”.
E nem encontraremos. A Bíblia coloca o homem como a coroa da criação, ou seja, o ápice dela, o que de mais perfeito Deus fez, à imagem e semelhança d´Ele mesmo. Como disse o repórter, habitamos num espaço inóspito e sem vida.
2. “ NO INÍCIO, UM GOLPE DE SORTE”
Tudo tão milimetricamente calculado, que se a terra, o sol ou qualquer outro planeta do sistema solar girasse uma fração de segundo mais lento ou mais rápido, a vida na terra seria destruída. Será que é tão difícil dizer que uma inteligência suprema fez todos os cálculos? Só para não admitir Deus? Estatisticamente seria necessário mais do que puramente sorte.
OBS: O sol também gira, a via láctea gira, todo o universo se movimenta sem parar.
Será necessária muita fé para aceitar esta afirmação de Génesis 1:
26 E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.
27 E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
28 E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.
3. “SERÍAMOS PULVERIZADOS PELAS FORÇAS CÓSMICAS”
Se não existissem planetas grandes e sem vida protegendo a terra e atraindo asteróides que nos ameaçam. Se não fossem os cinturões de Van Allen a proteger-nos da radiação cósmica.
Os detalhes para que a vida exista são infinitos. Bastava não ter água, o sol ser mais quente ou mais frio. Cientistas calculam que o sol diminui um metro a cada hora e que há 10.000 anos a temperatura na terra seria de cerca de 100º C, o que limita a vida na terra a menos que 10.000 anos, como está na Bíblia, mas isso não aprendemos na escola.
4. “OS CIENTISTAS EXPLICAM COM DETALHES A EVOLUÇÃO GEOLÓGICA DA TERRA, MAS TÊM APENAS TEORIAS SOBRE O SURGIMENTO DAS MOLÉCULAS ORGÂNICAS QUE DERAM ORIGEM À VIDA”.
Isso porque qualquer criança do primário sabe que só a vida gera a vida. Do inorgânico não se pode criar o orgânico. Não se pode tirar vida da pedra.
Para acreditar em toda essa história é preciso ter fé, e isso os ateus e evolucionistas têm de sobra. Nessa hora, prefiro abrir mão da minha fé e usar a razão, entendendo que se algo existe, e ainda tão perfeito, como o universo e a vida, alguém criou.
Se eu acreditar que um simples relógio de pulso surgiu de uma explosão serei internado como louco, mas se disser que a via láctea, todos os planetas, as estrelas, o sistema solar, as inúmeras formas de vida existentes surgiram de uma explosão chamada Big Bang, serei considerado inteligente?
Outro detalhe: cientistas concordam que a idade de 7.000 anos para o primeiro casal está de acordo com a população de 7 bilhões de habitantes a que chegamos no mês passado. Se o Homo Sapiens surgiu há 150 mil anos, como diz a teoria da evolução, onde estão os outros bilhões de humanos nascidos?
Como diz a Bíblia: “ Porquanto, o que de Deus se pode conhecer, neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis; porquanto, tendo conhecido a Deus, contudo não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes nas suas especulações se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. (Rm 1:19-22).
Que Deus nos abra os olhos do entendimento. Amém.
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