quarta-feira, 28 de março de 2012

O Idioma de Deus

A humanidade, assim como a história de sua origem, é rodeada por uma série de mistérios. Muitos deles já foram explorados. Outros vão sendo acrescidos à vasta lista de interrogações que formulamos ao longo do tempo.

Algumas especulações são bastante conhecidas como as que envolvem a construção das pirâmides egípcias. Os números ligados ao empreendimento são intrigantes. Estima-se que na pirâmide de Quéops, a mais famosa delas e a única das sete maravilhas do mundo antigo que resiste até hoje, foram usados cerca de 2,3 milhões de blocos de pedra, cada um com 2,5 toneladas, sem contar os blocos gigantes que chegavam a 80 toneladas. Com 147 metros de altura, o que significa 49 andares e uma área de 13 acres, o que equivale a seis campos de futebol, não há consenso nas explicações para tamanho feito. Sem tecnologia, como tudo foi realizado no ano 2550 a.C.?

E não para aí. Saltando para a América Central, há outro polo de investigação constante: rastos de civilizações antigas ainda são procurados. Há vestígios de cidades, mas pouco ou nada se sabe de quem nelas habitou um dia.

Olhando para cima, o céu atmosférico talvez seja entre todos, o alvo mais enigmático. Os buracos negros, por exemplo, regiões espaciais das quais nem mesmo a luz consegue escapar, mexem com a imaginação dos cientistas. E, de onde vieram as galáxias? Por milénios, povos e gerações procuram desvendar segredos e encontrar respostas ao contemplar o firmamento. Nem as descobertas mais recentes sobrevivem aos apontamentos de que algo misterioso está por trás, e vai além das descrições exatas.

O que há abaixo do mar? Como foram desenhadas as milhares de espécies que, por si mesmas, sabem onde devem morar? Como cada uma delas, até as que nem foram ainda catalogadas, têm sua função específica?

Como se tudo isso não bastasse, dialogamos também com os questionamentos existenciais. Dores, doenças em suas mais variadas aparições, angústias, perdas, morte, espera…. Mas, em outro extremo, uma suposta sorte parece eleger alguns, o amor supera obstáculos, os dons e os talentos aperfeiçoam a vida, a força surge nas emergências e a gratidão emerge em meio à adversidade. Num piscar de olhos, uma flor desabrocha e nem apreendemos seu momento. A preexistência das notas musicais, antes de serem dispostas em símbolos passíveis de estudo…

Se pararmos por um instante e observarmos seja lá o que for, constataremos que os mistérios são incontáveis. Mas, conquanto simulem uma contradição, na mente de Deus eles estão completamente ordenados. Esses pequenos ou magníficos “segredinhos” são declarações abertas, explícitas da presença divina.

O senso de Sua manifestação no que vemos e no que nem sabemos que existe, é o que decifra o sentido da vida. Não importa com quantos códigos ainda teremos que lidar ou quantos por quês teremos que erguer, basta perceber Deus nos mistérios.

A certeza da existência de Deus suprime todas as demais incertezas de nossa trajetória aqui. A certeza de que Ele nos olha, mais que um alerta à obediência, é um convite à paz, ao desfrute da segurança. Cada momento é um convite para fortalecermos a convicção de que Ele nos vê, e por isso é nosso dever e privilégio ter fé na vida.

Se as respostas não chegam à nossa linguagem, creiamos que com o que não entendemos hoje, Deus já fez poesia, e que ela será interpretada no caminho mais adiante, assim que soubermos ler a maneira pela qual Sua providência nos dirige. Deus já fez música com o que hoje nos inquieta, e ela será ouvida tão logo tiremos tempo para afinar os nossos ouvidos.

Mais que belas palavras, esse é o desafio dos seres humanos: aprender o idioma de Deus. Dessa maneira, decodificaremos as marcas de Seu cuidado até nas dificuldades, porque teremos enraizado no nosso coração a certeza de que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, mesmo quando essas coisas fogem da nossa capacidade de explicar Seu modo de Se revelar.

[Fonte: Vida e Saúde – Jun 2011, p.50]
Blog Sétimo Dia

quarta-feira, 21 de março de 2012

É A EVOLUÇÃO COMPATÍVEL COM A BÍBLIA?

Se a Teoria da Evolução for verdadeira, Moisés estava certamente errado quando escreveu o relato da criação de Génesis. Outros livros da Bíblia também interpretam Génesis de forma literal, eles são igualmente implicados em erro por interpretar falsamente o livro de Génesis. O próprio Jesus também estava equivocado quando aceitou a criação divina (Marcos 13.19).
Assim sendo, numa tentativa de harmonizar a teoria da evolução com os ensinamentos bíblicos foram propostas outras teorias – descritas abaixo – estas teorias de harmonização geralmente impõem uma interpretação figurada ou não-literal sobre Génesis 1-2. Vejamos:
Uma das teorias é a chamada “Evolução Teísta”. Essa é a ideia de que Deus supostamente usou o processo gradual da evolução para criar toda espécie de vida, inclusive o homem.
Outra é a teoria da “Duração dos Dias”, onde os dias de Génesis 1 se tornam vastas eras geológicas, geralmente para inserir a evolução.

Uma terceira é a teoria do “Intervalo” que supõe um grande intervalo cronológico entre o versículo 2 e 3 de Génesis 1, onde bilhões de anos de progresso evolucionista são inseridos.
Assim sendo, todas estas ideias aceitam o fato da evolução, permitindo bilhões de anos para que ela ocorra.

Uma quarta teoria é a chamada de “criação progressiva” é aceita longo períodos de evolução entremeados por surtos criativos de atividade divina para manter o processo.
A verdadeira evolução.
É sempre um erro interpretar a Escritura à luz de teorias dúbias, sejam elas científicas ou não. Adequadamente interpretada, a Escritura jamais entrará em conflito com qualquer fato da ciência simplesmente porque Deus é o seu autor. Afinal de contas, Deus não só inspirou a
Bíblia, Ele fez a criação.

No entanto, a evolução continua sendo apresentada como um fato estabelecido pela comunidade científica, principalmente por causa do ponto de vista materialista, naturalista que impregna o mundo científico.
Existem milhares de casos de descriminação contra os criacionistas – professores de ciência altamente qualificados que não conseguem estabilidade por se recusarem a declarar sua fé na evolução; teses de estudantes de ciência para o doutorado serem rejeitadas simplesmente por apoiarem a criação; estudantes serem expulsos da classe por desafiarem a ideia de que a evolução é um fato. Recentemente “O biólogo Michael Reiss, diretor de Educação da Royal Society, foi demitido da academia por defender que o Criacionismo seja ensinado nas escolas britânicas ao lado do Evolucionismo” – Mensageiro da Paz – Novembro/2008.

Em nossas faculdades e universidades hoje, a fé cristã pode ser ridicularizada o tempo todo, mas a teoria da evolução é de algum modo sacrossanta.
Todavia, se a evolução for verdade, a Bíblia, literalmente interpretada, não pode ser verdadeira e, portanto, não pode ser considerada confiável e, muito menos, ser a Palavra de Deus. De modo inverso, se a Bíblia é a Palavra de Deus, a evolução é que não pode ser verdadeira.

terça-feira, 13 de março de 2012

FÓSSEIS ENCONTRADOS NO LUGAR MAIS SECO DA TERRA

Ao explorarem cavernas no árido deserto de Atacama, no Chile, cientistas deram com algo totalmente inesperado: água. Não menos surpreendente, eles descobriram também centenas de milhares de ossos de animais. Muitos mais vestígios de animais foram descobertos numa outra caverna do mesmo deserto.

Nenhum local quente da Terra é mais seco que o deserto de Atacama. Muitos locais deste deserto nunca receberam uma única pinga de chuva (que se saiba). Merece nota, também, o facto de não existir nenhuma fonte de água por perto.
Judson Winne, especialista em cavernas da Northern Arizona University, disse que não encontraram “pegadas nos locais que percorreram e apenas era visível uma ligeira evidência de utilização humana”.

Agora a conclusão dos investigadores: “Não é claro se os animais foram despejados na caverna por pessoas da era pré-histórica ou se foram apanhados por uma inundação”. Centenas de milhares de fósseis e ramos de árvores enterrados juntos num lugar onde raramente chove…

Eu estou mesmo a ver um grupo de pessoas a deitar centenas de milhares de ossos de animais na caverna. Já quanto ao terem sido aprisionados por uma inundação (que é como quem diz dilúvio)… o que terá o Noé a dizer?
“Assim foram exterminadas todas as criaturas que havia sobre a face da terra, tanto o homem como o gado, o réptil, e as aves do céu; todos foram exterminados da terra; ficou somente Noé, e os que com ele estavam na arca.” (Génesis 7:23)

sábado, 10 de março de 2012

UM ÚNICO OSSO E CEM MILHÕES DE ANOS

Um fóssil raro desenterrado na Austrália sugere que os dinossauros atravessaram o vasto antigo continente de Gondwana. Esse único osso da pata superior do animal sugere que dinossauros foram capazes de percorrer o vasto continente pré-histórico de Gondwana, diz a equipa comandada por Nathan Smith, do University of Chicago’s Field Museum. Até agora, os cientistas acreditavam que os animais australianos estivessem isolados das formas de vida de outras porções de Gondwana, ao longo da maior parte do cretáceo, por causa da geografia e do clima. “O que temos agora é uma demonstração de que deve ter havido algum intercâmbio de animais entre a Austrália e as demais porções de Gondwana, cerca de 100 milhões de anos atrás”, disse Smith. Porém, o casal australiano que liderou a escavação do terópode não está convencido quanto à nova teoria. Patricia Vickers-Rich, paleontologista da Universidade Monash, afirmou: “É muita interpretação baseada apenas num único osso” (ver imagem mais abaixo).

Só separei esta notícia para mostrar como a maioria dos delírios evolucionistas são feitos. Basta encontrar um osso para se começar a desenvolver uma nova teoria sobre as origens. Isto também serve para muitas teorias sobre fósseis. Agita-se uns ossinhos e surge um novo antepassado.

sexta-feira, 2 de março de 2012

5000 anos para o ancestral comum de todo o ser humano


“Ele – ou ela – foi o ancestral comum de todas as pessoas que vivem, actualmente, na Terra. A última pessoa na História cujos ramos da árvore genealógica tocam todos os 6.5 biliões de pessoas no planeta nos dias de hoje. Significa isso que toda a gente descende de alguém que viveu por volta da altura do reino de Tutankhamon. Existe até a possibilidade de o nosso ancestral humano comum ter vivido no tempo de Cristo. “É uma certeza matemática que essa pessoa existiu“, disse Steve Olson, jornalista na área da ciência.

Com a ajuda de um expert em estatística, um cientista informático e um super computador, Olson calculou o modo como as árvores genealógicas humanas estão inter-conectadas. Terias de viajar no tempo apenas 2000 a 5000 anos para encontrares a pessoa que representa o descendente comum de todas as pessoas vivas actualmente. “Já visitaste alguma aldeia no ano 3000 antes de Cristo? A primeira pessoa que visses seria, provavelmente, o teu antepassado“, disse Jotun Hein, matemático especializado em estatística da Universidade de Oxford.
Significa isto que todos nós temos antepassados de todas as cores e raças. Todos os bombistas palestinianos descendem de judeus. Todos os muçulmanos xiitas no Irão descendem de, pelo menos, um sunita.

Como é possível saber isto?

É pura matemática. Cada pessoa tem 2 pais, 4 avós e 8 bisavós. Continua a dobrar através das gerações seguintes – 16, 32, 64, 128 – e em algumas centenas de anos teremos milhares de antepassados. Por volta do século XV teremos um milhão de antepassados. Por volta do século XIII teremos um bilião. Por volta do século IX – apenas 40 gerações atrás – o número atinge o trilião. Mas… como é possível alguém hoje ter tido um trilião de antepassados contando a partir do século IX?

A resposta é: não é possível. Imagina que houve um homem que viveu há 1200 anos cuja filha foi a 36ª bisavó da tua mãe e cujo filho foi o 36ª bisavô do teu pai. Isso colocaria o tal homem em 2 ramos na tua árvore genealógica, um pelo lado da mãe, outra pelo lado do pai. De facto, a maioria das pessoas que viveu há 1200 anos aparece não duas vezes, mas milhares de vezes nas nossas árvores genealógicas, uma vez que só existiam 200 milhões de pessoas na Terra por aquela altura. Uma simples divisão – um trilião a dividir por 200 milhões – mostra que, em média, cada pessoa por aquela altura aparece 5000 vezes na árvore genealógica de cada ser humano que vive actualmente.
No entanto, não nos podemos guiar pela média. Muitas pessoas que viveram no ano 800 nunca tiveram filhos; não aparecem na árvore genealógica de ninguém. Entretanto, membros mais prolíficos da sociedade apareceriam mais de 5000 vezes na árvore genealógica de muita gente. Continua a recuar no tempo e cada vez há menos pessoas disponíveis para colocar nos ramos das árvores genealógicas dos 7 biliões de pessoas que existem hoje.

É, matematicamente, inevitável que exista uma pessoa que apareça pelo menos uma vez na árvore genealógica de cada um de nós. Chegará uma altura em que uma pessoa na Terra é o antepassado de todos nós. E não foi assim há tanto tempo atrás. Quando vês uma exposição sobre os mistérios no antigo Egipto, todas aquelas pirâmides, esfinges e desenhos foram criados, muito provavelmente, por um antepassado teu.”
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Podem ler no resto do artigo como este modelo matemático foi preparado e programado. Rhode, Chang e Olson, responsáveis pelo estudo, consideraram variáveis como a migração e a localização geográfica. O estudo foi publicado na Nature, e foi realizado por cientistas do Massachussets Institute of Technology (MIT) e da Universidade de Yale. As conclusões do estudo deixaram surpreendidos os próprios envolvidos, uma vez que vem meter ao barulho as suposições evolucionistas sobre a antiguidade do ser humano.

Este estudo mostra que as diferenças raciais das pessoas têm uma origem recente. Algo que confirma o que nos diz a Bíblia:

“E de um só sangue fez toda a geração dos homens, para habitar sobre toda a face da terra, determinando os tempos já dantes ordenados, e os limites da sua habitação.” (Actos 17:26)

Artigo interessante. Traduzido parte dele.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

SURPRESAS DA NATUREZA

A Natureza tem-nos surpreendido pela sua forma de funcionar e, muitas vezes, inspirando-se no mecanismo de alguns animais, o Homem cria coisas. Algumas espécies de uma aranha utilizam a radiação ultravioleta-B (UVB) no seu acasalamento. Para o ser humano, a radiação UVB é invisível e pode causar cancro da pele mas estas espécies utilizam-na para criar um ambiente romântico. Alguns cientistas acreditam que os pássaros são capazes de ver o campo magnético da Terra por via de proteínas fotossensíveis nas suas retinas. Este truque quântico pode estar por detrás da habilidade de navegação dos pássaros. Ao estudar o sistema de ecolocalização dos morcegos, os cientistas descobriram que estes pequenos mamíferos emitem mais som (em termos de decibéis) do que os concertos de rock, como este meu aqui. Quanto mais se estuda o mundo animal, mais maravilhas e curiosidades descobrimos acerca dele. Será lógico pensar que estes complexos mecanismos são o resultado de milhões de anos de lotaria evolutiva?
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Ao examinar os dentes do Paranthropus boisei (também chamado de “Nutcracker man”), um hominídeo extinto há 1,2 milhões de anos, segundo a cronologia evolucionista, os cientistas chegaram à conclusão de que ele também se alimentava de frutos, e não apenas de nozes e raízes. Até aqui não há nada de extraordinário. O melhor é a conclusão de Peter Ungar, professor de Antropologia no J. William Fulbright College of Arts and Sciences: “Esta descoberta sugere que a estrutura dos dentes numa criatura, por si só, não é suficiente para dizer o menu de cada uma”. Aqueles que acreditam na Bíblia sabem de antemão que todos os seres humanos e animais se alimentavam apenas de legumes e vegetais, nos primeiros tempos (Génesis 1:29 e 30), ao contrário do que afirmam os evolucionistas, que concluem que quando um dente fossilizado é afiado, o seu dono deveria ser carnívoro.

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A ecologia das comunidades do Cambriano (era geológica na qual aparecem muitas espécies multicelulares sem antepassados transitórios) é extraordinariamente moderna. É a conclusão de um estudo realizado por cientistas que “reconstruíram” as cadeias alimentares destes antigos ecossistemas. O seu trabalho sugere que as redes de relação alimentar entre as espécies do Cambriano (que supostamente viveram há 505 milhões de anos) são espantosamente similares às dos dias de hoje. É mais um caso onde os milhões de anos de Evolução não produziram evolução.

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Os Neandertais tinham bocas grandes e conseguiam abri-las como hoje nós não conseguimos. Os cientistas que reportaram esta conclusão acreditam que o largo espaço por trás dos molares dos Neandertais criaram uma geometria que lhes permitia dar grandes dentadas. Segundo Yoel Rak, professor de Anatomia na Tel Aviv University’s Sackler Faculty of Medicine, “esta habilidade deve-se ao comprimento das suas fibras musculares”. Ele acrescenta: “comprimento esse que nós, obviamente, não temos”. Se calhar devemos olhar para o homem dos vídeos que se seguem com mais admiração. Pode estar aqui um verdadeiro descendente dos Neandertais.
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domingo, 26 de fevereiro de 2012

Deus realmente existe? Como podemos saber? Se Deus fez tudo, quem fez Deus?


Na nossa experiência quotidiana, quase tudo parece ter um começo. Na verdade, as leis da ciência mostram que mesmo as coisas mais fantásticas tornam-se normais na nossa vida, como o sol e outras estrelas, entre tantas outras coisas. O sol usa o seu próprio combustível em milhões de toneladas por segundo. Uma vez que, portanto, não pode durar para sempre, tinha que ter um começo. O mesmo parece ser verdadeiro em tudo no universo, tudo parece ter uma origem.

Assim, quando os cristãos afirmam que o Deus da Bíblia criou todo o universo, alguns irão perguntar o que parece ser uma pergunta lógica, ou seja, "Qual a Origem de Deus?"
A Bíblia deixa claro em muitos lugares que Deus está fora do tempo. Ele é eterno, sem início ou fim-Ele é infinito! Ele também conhece todas as coisas, sendo infinitamente inteligente.1

É isto lógico? Pode a ciência moderna permitir tal noção? E como aceitar evidência um Criador inteligente?

A existência de Deus é dada como certa na Bíblia.
Não há em lugar algum argumentos para provar a Sua existência. Porém, quem nega esta verdade é apresentado como um desprovido de entendimento (Salmo 14:1).

Os argumentos em geral invocados pelos teólogos como prova da existência de Deus são:
■ O argumento a priori, que o testemunho é proporcionado pela razão.
■ O argumento a posteriori, pelo qual passamos logicamente dos fatos da experiência e das causas. Estes argumentos são:
a. O cosmológico, pelo qual se prova que deve haver uma Causa Primeira de todas as coisas, pois todo o efeito tem uma causa.
b. O teleológico, ou o argumento do projecto. Vemos em toda a parte as operações de uma causa inteligente na natureza.
c. O argumento moral, também chamado o argumento antropológico, baseado na consciência moral e da história da humanidade, que exibe uma ordem moral e propósitos que só podem ser explicados na suposição da existência de Deus. Consciência e história humana testemunhar que "na verdade há um Deus que julga na terra." Matthew G. Easton

Como reconhecer a inteligência.
Os cientistas ficam entusiasmados com encontrar utensílios de pedra numa caverna, porque estes falam de inteligência, uma ferramenta tem que ter um fabricante. Uma peça de utensilio não se projecta a ela própria. Nem que ninguém acreditaria que as cabeças dos presidentes esculpidas 'em Mt. Rushmore eram o produto de milhões de anos de erosão. Podemos reconhecer o design - evidência de uma inteligência nos objetos feitos pelo homem ao nosso redor.
Da mesma forma, no famoso argumento de William Paley, um relógio implica um relojoeiro.2 Hoje, no entanto, uma proporção grande de pessoas, incluindo muitos cientistas de renome, acreditam que todas as plantas e animais, incluindo os incrivelmente complexos cérebros das pessoas, etc, não foram projetados por um Deus inteligente, mas veio de um irracional processo evolucionário. Mas isso é uma posição defensável?

Design em seres vivos.
O biólogo molecular Dr. Michael Denton, escrevendo como agnóstico, concluiu:
"Juntamente com o nível de ingenuidade e complexidade exibido pela maquinaria molecular da vida, a nossa mais avançada [a tecnologia do século XX parecem] desajeitado. . . Seria uma ilusão pensar que o que estamos conscientes no presente é mais do que uma fração de toda a extensão do design biológico. Em praticamente todos os campos da pesquisa biológica fundamental, crescentes níveis de projeto e complexidade estão sendo revelados a um ritmo cada vez mais acelerada. "3

O cruzado de renome mundial para o darwinismo e do ateísmo, o professor Richard Dawkins de renome mundial, afirma:
"Vimos que os seres vivos são muito improváveis e muito belamente" projetados "para terem vindo à existência por acaso."4
Assim, mesmo o ateu mais ardente admite que o design é tudo que nos rodeia. Para um cristão, o projeto que vemos ao nosso redor é totalmente consistente com a explicação bíblica de que Deus criou tudo.
No entanto, os evolucionistas como Dawkins rejeita a ideia de um Designer. Ele comenta:
" Todos aparência contrária, o único relojoeiro na natureza são as forças cegas da física, ainda que organizadas de uma maneira muito especial. Um verdadeiro relojoeiro tem presciência: ele desenha as engrenagens e molas, e planeja suas interconexões, com propósito futuro em sua mente. A seleção natural, o processo cego, inconsciente e automático que Darwin descobriu, e que agora sabemos que é a explicação para a existência e a forma aparentemente proposital de toda a vida, não tem propósito em mente ... Ela não tem ideia ... Não fazer planos para o futuro ... é o relojoeiro cego ".5

Seleção e design.
A vida é construída sobre a informação, contida na molécula de DNA, hereditariedade. Dawkins acredita que a seleção natural 6 e mutações (cegos, os erros de cópia sem propósito deste DNA), juntos, fornecem o mecanismo para produzir as vastas quantidades de informação responsável pelo design nos seres vivos.7
A selecção natural é um processo lógico que pode ser observada. No entanto, a seleção só pode funcionar com a informação já contida nos genes se não produzir novas informações.8 Na verdade, isso é consistente com o relato bíblico das origens, Deus criou diferentes tipos de animais e plantas, cada um para reproduzir a sua própria espécie.

Pode-se observar grande variação num tipo, e ver os resultados da seleção natural. Por exemplo, cães selvagens, lobos e coiotes têm desenvolvido ao longo do tempo como resultado de seleção natural operando sobre as informações contidas nos genes do lobo / cão tipo.
Mas nenhuma informação nova foi produzida, estas variedades resultaram de rearranjo, e classificando para fora, da informação no tipo cão original. Um tipo nunca foi observada para se transformar em uma forma totalmente diferente espécie com novas informações que anteriormente não existia!
Sem uma forma de aumentar a informação, a seleção natural não vai funcionar como um mecanismo para a evolução. Os evolucionistas concordam com isso, mas eles acreditam que mutações de alguma forma fornecer a informação nova para a seleção natural agir.

Pode produzir mutações novas informações?

Na verdade, é agora claro que a resposta é não! Dr. Lee Spetner, um cientista altamente qualificado que ensinou informação e teoria da comunicação da Universidade Johns Hopkins, faz isso bem claro em seu recente livro:

"Neste capítulo eu vou trazer vários exemplos de evolução, [ou seja, alegados casos a serem exemplos de evolução] particularmente mutações, e mostrar que a informação não é aumentada. . . Mas em toda a leitura que eu fiz nas ciências da vida, a literatura, eu nunca encontrei uma mutação que acrescentou informações. "9
"Todas as mutações pontuais que têm sido estudadas no nível molecular vir a reduzir a informação genética e não aumentá-la."10

"A [teoria neo-darwinista] NDT é suposto explicar como a informação de vida tem sido construída por evolução. A diferença biológica essencial entre um humano e uma bactéria é a informação que eles contêm. Todas as outras diferenças biológicas seguir a partir daí. O genoma humano tem muito mais informação do que o genoma bacteriano. Informação não pode ser construída por mutações que perdê-lo. Uma empresa não pode ganhar dinheiro por perder um pouco de cada vez. "11

Os cientistas evolucionistas não têm nenhuma maneira de contornar as conclusões que muitos cientistas, incluindo Dr. Spetner, têm vindo a. Mutações que não funciona como um mecanismo para alimentar o processo evolutivo.
[Para mais informações, consulte: Pode mutações genéticas produzir mudanças positivas em criaturas vivas? Resposta ]

Mais problemas!
Os cientistas descobriram que dentro da célula, existem milhares do que pode ser chamado 'máquinas bioquímicas'. Todas as suas peças têm de estar no lugar simultaneamente ou a célula não pode funcionar. Coisas que foram pensadas para ser mecanismos simples, como ser capaz de sentir a luz e transformá-la em impulsos eléctricos, são de fato muito complicados.

Como a vida é construída sobre estas 'máquinas', a ideia de que processos naturais poderiam ter feito um sistema vivo é insustentável. O bioquímico Dr. Michael Behe usa "complexidade irredutível" o termo para descrever tais complexidades bioquímicas chama-se 'máquinas'.

"... Os sistemas de complexidade, tremendo e irredutível habitam o sistema celular. A realização resultante de que a vida foi projetada por uma inteligência é um choque para nós no século XXI, que nos acostumamos a pensar na vida como o resultado de simples leis naturais. Mas noutros séculos tiveram os seus choques, e não há razão para supor que devemos escapar deles. "12
Richard Dawkins reconhece esta complexidade ao usar o termo "máquinas" para começar, quando afirma:
"A teoria do relojoeiro cego é extremamente poderosa, uma vez que estamos autorizados a assumir replicação e seleção, portanto, cumulativa. Mas se replicação necessita de maquinaria complexa, já que a única maneira que conhecemos para maquinaria complexa finalmente vir à existência é seleção cumulativa, nós temos um problema. "13

Um problema de fato! Quanto mais olhamos para o funcionamento da vida, mais complicado fica, e quanto mais nós vemos que a vida pode não surgir por si só. Não só é uma fonte de informação necessários, mas os complexos 'máquinas' da química da vida precisam ser na direita existência desde o início!

Um problema maior ainda!
Alguns ainda tentam insistir que a maquinaria da primeira célula poderia ter surgido por puro acaso. Por exemplo, dizem eles, por acaso desenhar letras do alfabeto em sequência de um chapéu, às vezes você vai ter uma palavra simples como "BAT".14 Então, dadas longos períodos de tempo, por que não poderia informações ainda mais complexa surgiu por acaso?

No entanto, o que "BAT" a palavra significa para um alemão ou chinês? O ponto é que uma ordem de letras não tem sentido se não houver uma convenção de linguagem e um sistema de tradução no lugar que o torna significativo!
Em uma célula, existe um tal sistema (outras moléculas) que faz com que a ordem no ADN significativa. ADN sem o sistema de linguagem / tradução não tem sentido, e estes sistemas sem o DNA não quer trabalhar.

A outra complicação é que a maquinaria de tradução que lê a ordem dos 'letras' no DNA é em si especificado pelo DNA! Esta é mais uma daquelas 'máquinas' que precisa ser totalmente formado ou a vida não vai funcionar.

A informação pode surgir a partir de informações não?
Dr. Werner Gitt, Diretor e Professor do Instituto Federal Alemão de Física e Tecnologia, deixa claro que uma das coisas que sabemos com certeza absoluta da ciência, é que a informação não pode surgir da desordem por chance. Ele sempre leva (maior) informação para produzir informação e, finalmente, a informação é o resultado da inteligência:
"Um sistema de código é sempre o resultado de um processo mental (isto requer origem inteligente ou inventor) ... Deve ser enfatizado que matéria como tal é incapaz de gerar qualquer código. Todas as experiências indicam que um ser pensante voluntariamente exercer sua própria vontade, cognição e criatividade, é necessária. "15

"Não há nenhuma lei natural conhecida através da qual a matéria pode dar origem à informação, nem é qualquer processo físico ou fenómeno material conhecido que possa fazer isso."16
Qual é a fonte da informação?

Podemos, portanto, deduzir que a enorme quantidade de informação em seres vivos deve originalmente ter vindo de uma inteligência, que deve ter sido muito superior ao nosso, como os cientistas estão revelando a cada dia. Mas, então, alguns dirão que tal fonte teria que ser causada por algo ainda maior com a informação / inteligência.

No entanto, se a razão como este, pode-se perguntar onde esta maior informação / inteligência veio? E então onde foi que um vem. pode-se extrapolar para o infinito, para sempre, a menos.

A menos que houvesse uma fonte de infinita inteligência, além de nossa compreensão finita. Mas não é isso o que a Bíblia indica quando lemos: " No princípio Deus. "? O Deus da Bíblia é um Ser infinito, não limitado pelas restrições de tempo, conhecimento, espaço, ou qualquer outra coisa.
Então qual é a posição logicamente defensável? - Que o assunto eternamente existiu (ou veio a existir por si só, sem razão), e, em seguida, por si organizando-se em sistemas de informação contra tudo observado na ciência real? Ou que um, estar com inteligência infinita17 criou sistemas de informação para a vida existir, concordando com a ciência real?

A resposta parece óbvia, então por que não todos os cientistas inteligentes aceitam isso? Respostas Michael Behe:
"Muitas pessoas, incluindo muitos cientistas importantes e respeitados, simplesmente não querem que haja nada além da natureza. Eles não querem que um ser sobrenatural tenha intervindo na natureza, não importa o quão breve ou construtiva a interação pode ter sido. Por outras palavras, eles trazem um compromisso a priori filosófico para a ciência que restringe os tipos de explicações que aceitará sobre o mundo físico. Às vezes, isso leva a um comportamento bastante estranho. "18

O cerne da questão é esta: Se se aceita que existe um Deus que nos criou, então que Deus também é dono de nós. Assim, ele tem o direito de definir as regras pelas quais devemos viver. Na Bíblia, Ele nos revelou que estão em rebelião contra nosso Criador. Por causa desta rebelião chamada de pecado, nossos corpos físicos são condenados à morte, mas vamos viver, ou com Deus ou sem ele num lugar de julgamento.

Mas a boa notícia é que o nosso Criador proveu, por meio da cruz de Jesus Cristo, um meio de libertação para o nosso pecado de rebelião, de modo que aqueles que vêm a Ele na fé, no arrependimento de seus pecados, pode receber o perdão de um Santo Deus e viver para sempre com o seu Senhor.

Então, quem criou Deus?
Por definição, um ser infinito, eterno, sempre existiu, ninguém criou Deus. Ele é o ser auto-existente, o grande " eu sou "da Bíblia.19 Ele está fora do tempo, na verdade, Ele criou o tempo.

Você pode dizer: "Mas isso significa que eu tenho que aceitar isso pela fé, como eu não consigo entender isso."

Lemos no livro de Hebreus: " Ora, sem fé é impossível agradar-lhe: para aquele que vem de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam "( Hebreus 11:6 ) .

Mas isso não é uma fé cega, como alguns pensam. Na verdade, os evolucionistas que negam Deus têm uma fé cega que tem que acreditar em algo que é contra a ciência real, ou seja, que a informação pode surgir da desordem por chance.

Você pode acreditar na existência de algo que você não pode ver?

Você já viu o seu próprio cérebro? Nós todos acreditamos em muitas coisas que nunca vimos. Você já viu o vento? Você já viu a história? Nós vemos os efeitos do vento, mas o vento é invisível. Temos registros da história, mas é pela fé acreditamos que certos eventos históricos aconteceram. Ondas de televisão são invisíveis, mas uma antena e um receptor pode detectar sua presença.

Sabe que você tem um receptor? Antes de se tornar filho de Deus, o "receptor" (seu espírito) está morto por causa do pecado (ver Efésios 2:1 ). Você precisa estar conectado à vida de Deus, e então você chegará vivo e estar ciente do reino espiritual invisível.

Saiba mais sobre Deus e seu plano para sua vida

Adaptado do autor Ray Comfort

Veja estas fontes de informação para a evidência de Deus e da precisão da Sua Palavra ...

A fé cristã não é uma fé cega, é uma fé logicamente defensável. É por isso que a Bíblia deixa claro que quem não acredita em Deus não tem desculpa:
"Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo são vistos claramente, sendo percebidos por meio das coisas que são feitas, mesmo seu sempiterno poder e Divindade, de modo que eles fiquem inescusáveis " (Romanos 1:20).
Referências e Notas
1. Salmos 90:2 ; 106:48 ; 147:5 . Observe que é apenas coisas que têm um princípio que tem que ter uma causa. Ver J. Sarfati , "Se Deus criou o universo, então quem criou Deus?" 12 (1), CEN Technical Journal (1998), pp 20-22. Voltar ao texto .
2.W. Paley, Teologia Natural , 1802. Reeditado em 1972 por São Tomás de Imprensa, Houston, Texas. voltar ao texto .
3.M. Denton, Evolution: A Theory in Crisis (Adler e Adler, Maryland: 1986), p. 342. voltar ao texto .
4.R. Dawkins, O Relojoeiro Cego (Nova Iorque: WW Norton & Co, 1987), p. 43. voltar ao texto .
5. Ref. 4, p. 5. Retornar ao texto .
6. Selecção do Natural conceito de que algumas variantes em uma população será menor "adequação" para sobreviver e / ou produzir descendentes que outros em um ambiente determinado, voltar ao texto .
7. Ver C. Wieland, pedras e ossos (Austrália: Criação Science Foundation Ltd, 1995), e G. Parker, de criação: Fatos da Vida (Green Forest, Arkansas: Livros Master, 1996). voltar ao texto .
8. L. Lester R. e Bohlin, os limites naturais para a mudança biológica (Dallas, Texas: Livros Sonda, 1989)., pp 175-6 voltar ao texto.
9.L. Spetner, Não por Acaso (Brooklyn, New York: A Judaica Press Inc.)., pp 131-2 voltar ao texto.
10.Ref. 9, p. 138. Voltar ao texto.
11.Ref. 9, p. 143. Voltar ao texto.
12.M. Behe, A Caixa Preta de Darwin (New York: The Free Press, 1996)., pp 252-253 voltar ao texto.
13.Ref. 4, pp 139-140. Voltar ao texto.
14.Na verdade, gerando palavras é muito mais simples do que frases ou parágrafos. Simples cálculos mostram que até um bilhão de anos não seria tempo suficiente para gerar até mesmo 'pena' uma proteína. voltar ao texto .
15.W. Gitt , No Princípio Era da Informação , (Bielenfeld, Alemanha: CLV)., pp 64-7 Retornar ao texto .
16.Ref. 15, p. 79. voltar ao texto .
17.Assim, capaz de gerar informação infinita, e certamente o enorme, porém finito, informações da vida. voltar ao texto .
18.Ref. 12, p. 243. voltar ao texto .
19.Êxodo 3:14 ; Jó 38:4 ; João 8:58, 11:25, et al . voltar ao texto .
Autor: Ken Ham , Respostas em Génesis . Primeiro publicado em: criação ex nihilo, 20 (3) :32-34, julho-agosto de 1998.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

A ciência descobre Deus

Eminentes intelectuais do mundo ficaram chocados! Não poderia ser verdade o que estavam ouvindo! Em 9 de dezembro de 2004, a agência Associated Press divulgou a notícia de que o legendário filósofo britânico Antony Flew, que liderou a causa ateísta durante mais de meio século, havia mudado de opinião e decidido que Deus deve existir. A estonteante notícia espalhou-se rapidamente por todo o mundo. A mudança de Flew se dava exatamente no sentido oposto ao dos “etos” ora dominantes, promulgados pela maioria dos círculos científicos.

A impressionante reviravolta de Flew, ocorrida cerca de um ano antes, não foi uma conversão a alguma religião tradicional. Ele passou a crer em um Deus que tinha de ser o Originador de tudo o que encontramos, e não um Deus que tenha produzido uma revelação sobrenatural de si mesmo, como a Bíblia. Não obstante, ele comenta que está aberto à possibilidade de que esse Deus poderia, ou deveria, ter-Se revelado.
Flew é bastante conhecido. Escreveu quase duas dúzias de livros sobre filosofia, e tem sido considerado como o mais influente filósofo ateísta em todo o mundo. Por que razão esse tão famoso e proeminente pensador teria mudado e declarado que Deus tem de existir? A resposta é simples. Por causa dos dados científicos. A ciência que hoje rejeita Deus como explicação para a natureza, ao mesmo tempo está provendo abundantes dados em favor da Sua existência. Flew declarou numa entrevista1: “Penso que os argumentos mais impressionantes a favor da existência de Deus são os que se apóiam nas recentes descobertas científicas.” De especial importância para ele é o modelo “Big Bang” da origem do Universo, e a necessária precisão das forças físicas para que a matéria possa existir.
Flew também se impressionou com as descobertas no mundo biológico. A vida é muito complexa, e ele se refere especialmente ao “poder reprodutivo” dos seres vivos, para o qual os evolucionistas não conseguiram explicação. Ele comenta ainda: “Parece-me hoje que as descobertas de mais de cinqüenta anos de pesquisas sobre o DNA proporcionaram material para um novo argumento extremamente poderoso em favor do desígnio. Por “argumento em favor do desígnio” Flew entende as evidências em prol de um arquiteto, que seria Deus. Flew está desejoso de lançar por terra a dominante, mas restritiva, filosofia da ciência naturalista (mecanicista) que exclui Deus, permitindo que os dados da natureza falem por si mesmos. Esses dados apontam para a necessidade de Deus. Em suas próprias palavras, ele “teve de se dirigir para onde as evidências conduzem”.

A sintonia fina do Universo
Numerosas evidências indicam que o Universo tinha de ser exatamente como é, senão sua existência, e especialmente a vida que nele se encontra, não seriam possíveis. O cosmólogo Hugh Ross enumera 45 diferentes tópicos relacionados com as características físicas do Universo, que precisam estar devidamente ajustadas.2
Um exemplo conhecido é provido pelo nosso próprio Sol. Sem ele a vida na Terra não seria possível, porque a superfície do planeta se apresentaria extremamente fria. Assim, precisamos da luz solar para provimento de energia às plantas, que mantêm a vida através da cadeia alimentar. O Sol produz energia combinando hidrogênio para produzir hélio. Esse é um processo complexo de liberação de energia. É o mesmo processo que tem lugar quando uma bomba de hidrogênio explode; assim podemos imaginar nosso Sol como uma bomba de hidrogênio bem controlada. Nesse processo estão envolvidos valores precisos para as forças físicas que mantêm sob controle a fusão do hidrogênio. Contamos com a constância do Sol, e raramente a apreciamos quando, dia após dia, ele torna possível a vida. De fato, ele tem continuado a fazer exatamente o mesmo durante um tempo extremamente longo. Não há possibilidade para muita variação dentro do que já descobrimos. Por exemplo, se a Terra estivesse apenas 5% mais próxima do Sol, ou 1% mais distante, isso eliminaria toda a possibilidade de vida em nosso planeta.3
O valor exato das quatro forças básicas da física é um dos mais fortes argumentos científicos a favor