quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

PROVARAM OS COMPUTADORES DA NASA A EXISTÊNCIA DO “DIA PERDIDO” DE JOSUÉ?

"O sol, pois, se deteve no meio do céu, e não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro." --Josué 10:13b

Embora acreditemos nos fatos relatados na Bíblia sobre o Longo Dia de Josué, o argumento de que a NASA provou a existência deste dia não passa de um antigo mito urbano.
Na verdade, a alegação de que cálculos astronómicos tenham provado a “perda” de um dia já existe há um século. Nas últimas décadas, o mito foi então ornamentado com os computadores da NASA realizando os cálculos.

Ninguém que tenha defendido esta história disponibilizou detalhes destes cálculos - como este dia perdido foi descoberto. Esta observação deveria tornar as pessoas naturalmente mais cuidadosas no que acreditam. Como detectar um dia perdido sem que se tenha um ponto de referência fixo antes deste dia?

Na realidade precisa-se relacionar registos tanto astronómicos como históricos para detectar um dia perdido. E para detectar 40 minutos perdidos necessita-se que estes pontos de referência tenham a precisão de minutos.
É verdade que a duração do tempo da ocorrência de eclipses solares observáveis de certa localidade pode ser determinado atualmente com precisão, porém os registos antigos não registavam o tempo com precisão, portanto o relacionamento de registos é simplesmente inviável. De qualquer forma, o registo histórico mais antigo de um eclipse ocorreu em 1217 AC, aproximadamente dois séculos após Josué.
Existem tantas boas evidências para a verdade da criação e da Bíblia que não é necessário recorrer a artifícios de ornamentos e mitos urbanos.

ARTEFATOS ARQUEOLÓGICOS QUESTIONAM DIÁSPORA DA HUMANIDADE PELO PLANETA

Existe quase um consenso, entre os arqueólogos, de que o Homo sapiens surgiu na África, entre 200 mil e 100 mil anos atrás. A maioria dos cientistas aceita que o início da diáspora foi pela costa do continente, local por onde chegariam até a península arábica. Mas uma série de descobertas arqueológicas pode redefinir essa visão.

Pesquisadores da Universidade de Birmingham (Inglaterra) descobriram artefatos de pedra em mais de cem sítios arqueológicos no Omã, país localizado a sudeste da Arábia Saudita. Estes objetos, segundo estimativas, datam de pelo menos 100 mil anos atrás, período no qual não deveria haver (segundo as teorias que prevalecem hoje) nenhum agrupamento humano fixo longe do litoral.

Essa descoberta muda a ideia de como os primitivos africanos teriam saído do continente pela primeira vez. Com essa descoberta, admite-se que talvez eles tenham migrado pelas quentes e áridas regiões do interior do norte africano e da península arábica, e não pelas áreas mais amenas da costa. Eles explicam que essa teoria sempre foi mais aceita por ser mais lógica, mas não há reais evidências arqueológicas disso.

Os artefatos teriam pertencido aos núbios, povo que originalmente habitava regiões próximas ao rio Nilo, no Egito. A partir de uma técnica que envolve radiação, conhecida como Luminescência Ótica Estimulada (OSL, na sigla em inglês), os artefatos foram datados com cerca de 106 mil anos de idade. A descoberta levanta um mistério sobre a trajetória dos humanos através do continente. [LiveScience] http://www.livescience.com/17248-arabian-artifacts-humans-africa.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+Livesciencecom+%28LiveScience.com+Science+Headline+Feed%29&utm_content=Google+Reader
Por Stephanie D’Ornelas.

Nota: chamo atenção para as incertezas que os cientistas revelam nesta e em todas as “descobertas”: “Existe quase um consenso”, “A maioria dos cientistas aceita” “mas uma série de descobertas arqueológicas pode redefinir essa visão”, graças a Deus que consigam aconselho a que leiam Génesis 1:1; 2:10-14. Onde se situa o Tigre e o Eufrates? Já agora, sabiam que de Adão a Abraão vão 2.000 anos, de Abraão a Jesus Cristo 2.000 e de Jesus Cristo aos nossos dias quantos anos vão?
Nota de José Carlos Costa

domingo, 15 de janeiro de 2012

A QUESTÃO: RECUSAR DEUS


“...o que de Deus se pode conhecer
é manifesto entre eles, porque
 Deus lhes manifestou.
Porque os atributos invisíveis de Deus,
assim o seu eterno poder,
como também a sua própria divindade,
claramente se reconhecem,
desde o princípio do mundo,
sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas.
Tais homens são, por isso, indesculpáveis” (Rm 1.19-20).
O que é científico e o que não é científico? Quem decide? Quem deve estabelecer os padrões para decidir? Bom, o que se constata os crentes defendem a criação como obra de Deus e os ateus a evolução. Vejamos o que diz a Bíblia:
“...o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis” (Rm 1.19-20).
Numa edição da Schweizerische Kirchenzeitung (Jornal Eclesiástico Suíço), o teólogo Bernd Ruhe manifestava a sua irritação com a certeza da salvação manifestados pelos crentes e a sua “maneira anticientífica de lidar com a Bíblia”. A sua “concepção dualista sobre o homem e o mundo” andaria de mãos dadas com uma “visão de Deus francamente monstruosa e repugnante”: para eles, Deus seria tão grande porque consideram o homem muito pequeno. Assim, Jesus seria o guia num mundo “perdido”, “escuro” e “confuso”, onde o diabo dita as regras.
É lamentável que afirmações como essas partam de um teólogo, que deveria conduzir as pessoas às verdades da Bíblia em vez de as inspirar aprofundar o que o Senhor ensina. Afinal, o que é científico e o que não é? Será que é científico não crer na segurança da salvação, que a Bíblia ensina tão claramente? Na Primeira Epístola de João lemos: “Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus” (1 João 5.13). Devemos nos relacionar com a Bíblia cientificamente ou através da fé? Até agora a ciência séria sempre teve de dar razão à Bíblia; a verdade bíblica, porém, não cai por terra ou se mantém por causa da aprovação da ciência. Será anticientífico Deus ser tão grande e o homem tão pequeno? Ou a ciência alcança seus limites com tanta frequência justamente porque Deus e Sua obra são tão grandes?
É anticientífico Jesus ser o Guia para um mundo que vive na escuridão, um mundo perdido e confuso,

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

EVOLUÇÃO VERSUS LEI BÁSICA DA NATUREZA

Muitos cientistas eminentes têm examinado cuidadosamente a maioria das leis da natureza para ver se a Evolução é fisicamente possível - fornecidos tempo e oportunidade suficientes. A conclusão de muitos é que a Evolução simplesmente não é praticável. Um dos maiores problemas é a Segunda Lei da Termodinâmica.
Construção em ruínas. Estruturas maciças podem parecer ser capazes de durar quase para sempre, mas elas não vão. A necessidade de reparos contínuos origina-se, em parte, da Segunda Lei da Termodinâmica. (Cena da série de vídeo ORIGINS.)
A lei científica: princípios básicos, imutáveis da natureza; um fenômeno observado cientificamente que foi sujeito a experimentos e medições muito intensas e repetidamente provou ser invariável por todo o universo conhecido (por exemplo, a lei da gravidade, as leis de movimento).
termodinâmica: o estudo da força térmica; um ramo da física que estuda a eficiência da transferência e troca de energia.1

A Segunda Lei da Termodinâmica descreve princípios básicos familiares à vida cotidiana. Ela é parcialmente uma lei universal de deterioração, a causa final por que todas as coisas finalmente caem aos pedaços e se desintegram com o tempo. Coisas materiais não são eternas. Tudo parece mudar eventualmente, e o caos aumenta. Nada permanece tão fresco como no dia em que é comprado; roupas desbotam, ficam surradas, e finalmente retornam ao pó.2 Tudo envelhece e se desgasta. Até a morte é uma manifestação desta lei. Os efeitos da Segunda Lei estão em todo lugar, tocando tudo pelo universo.
A cada ano, vastas somas em dinheiro são gastas para neutralizar os efeitos implacáveis dessa lei (manutenção, pintura, contas médicas, etc.). No final, tudo na natureza é obediente a suas leis imutáveis.
Células e vasos sangUíneos - cena da série de vídeo
ORIGINS
Segunda Lei da Termodinâmica: O físico Lord Kelvin expressou-a tecnicamente como se segue: "Não existe processo natural cujo único resultado seja resfriar um reservatório de calor e realizar trabalho externo." Em termos mais compreensíveis, esta lei observa o fato de que a energia utilizável no universo está se tornando cada vez menor. No final não haverá energia disponível sobrando. A partir deste fato nós achamos que o estado mais provável para qualquer sistema natural é um estado de desordem. Todos os sistemas naturais se degeneram quando abandonados a si mesmos.3

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A ORIGEM DA VIDA

Origem da Vida
Sem dúvida, os esforços presentes científica focada na compreensão da origem da vida neste planeta em termos naturalistas constituem uma das maiores frustrações na ciência. Os estudos têm sido particularmente frustrante porque o tempo tem decorrido, eo banco de dados tem se expandido, o objetivo de compreender a origem da vida em termos naturalistas tornou-se cada vez mais elusivo. Este é o oposto do resultado esperado. Por exemplo, recentemente veio à luz que o progenitor (s) de todas as formas modernas de vida contêm o mesmo procedimento de enzimas para produção de energia em um ambiente de oxigenar. Foi anteriormente acreditavam que os primeiros organismos vivos surgiram em um ambiente anaeróbico e que a capacidade de utilizar oxigênio surgiu muito mais tarde. Esta e muitas outras observações recentes tornar ainda mais remota a possibilidade de um período da história da Terra quando o oxigénio estava ausente ou raros. É praticamente certo que o perecursors necessárias para a vida não poderia ter surgido na presença de oxigênio livre. Esta é uma área da ciência particularmente propício para algumas idéias frescas. Veja esta palestra NASA para uma atualização recente sobre o estado de origem da pesquisa Life.

Explosão Cambriana.
Dentro dos estratos Cambriano Inferior (primeiras camadas de rocha que contém os restos de animais multicelulares complexos), representantes de quase todos os filos modernos de organismos vivos são encontrados. Este fenômeno é tão marcante e inesperada no paradigma naturalista evolucionário que tem sido amplamente referido como o " explosão cambriana ". Vários autores têm utilizado adjetivos como "diversificação desenfreada" ou "aparecimento súbito e abrupto" para descrever o estado da diversidade biológica encontrados nessas rochas. Outros autores têm ido para grandes comprimentos de negar a importância ou a natureza explosiva do registro cambriano, não tendo nenhuma explicação pronta para o fenômeno. A explosão é real. As rochas pré-cambrianas subjacentes são muitas vezes tipos de rochas similares, tais como arenito ou de xisto, mas são desprovidas de fósseis de animais multicelulares. Esta mudança dramática não pode ser acomodado em qualquer modelo naturalista, porque envolve não apenas a aparência de uma multidão de formas de vida que representa quase todos os filos modernos, mas mais incisivamente, que envolve o aparecimento de praticamente todos os complexidade da biologia molecular presentes em formas modernas. Contemporânea modelos evolutivos são incapazes de explicar a origem dessa diversidade e informações sem invocar princípios fora do domínio da ciência. Evolucionistas naturalistas repetidamente reconhecer essa condição, sem oferecer uma alternativa viável. Aqui, talvez mais do que em qualquer outra área em geologia, há uma necessidade premente de pesquisas inovadoras e sugestões criativas.

Origem das outras formas de vida.
Quando categorias taxonômicas inferiores (classe, ordem, família, gênero) até o nível de espécies fazem sua aparição, onde quer que seja no registro fóssil, estas formas quase sempre aparecem de repente, sem as formas de transição intermediários necessários e preditos pela paradigma evolutivo. Nos dias de Darwin e além, os chamados "buracos" foram inferidas a ser devido a inadequação de nosso conhecimento do registro fóssil. Cento e cinquenta anos depois, este argumento não pode mais ser oferecida como uma explicação para a escassez de intermediários. Alguns grupos podem ser interpretados como formas intermediárias, como as baleias cedo com membros de volta, os fósseis do Triássico com mamíferos e répteis características, etc, no entanto, essas exceções não alterar o padrão geral de falta de intermediários entre as formas. Paleontólogos que sabia que o registro fóssil e suas insuficiências bem propôs a teoria do equilíbrio pontuado como uma alternativa para a evolução gradualista de espécies. A teoria reconhece e procura capitalizar sobre duas características do registro fóssil: a ausência de fósseis intermediários ou de transição entre as espécies (ou seja, eles aparecem "de repente"), ea estase aparente das espécies, uma vez que fazem o seu aparecimento (ou seja, uma vez que eles aparecem, eles não mudam). Embora a teoria é boa em descrever o que é visto no registro fóssil, ela não oferece nenhuma explicação legítima para as observações. Há uma necessidade crítica de uma teoria coerente que não só irá descrever o que é observado, mas trará explicações lógicas e coerentes para os dados.