sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O DILÚVIO A CHAVE PARA INTERPRETAR O PASSADO

No ano 600 da vida de Noé, no dia 17 do segundo mês, nesse dia, todas as fontes do grande abismo, e as comportas dos céus se abriram (Gn 7:11).
Durante séculos, o Dilúvio bíblico descrito nos capítulos 6-8 do livro de Génesis foi considerado global, cataclismo e histórico. Desde o final do século 18, no entanto, a historicidade do dilúvio esteve sob os ataques constantes, e é agora rejeitado como uma fábula pela maioria das pessoas nas sociedades ocidentais. Até mesmo alguns nas igreja racionalizam as chamadas "evidências" contra o Dilúvio, tentando reinterpretá-las como um evento local. Este é o mais infeliz argumento, porque o dilúvio de Noé é um dos eventos mais significativos na história do mundo, interpretações que têm criado grande impacto nas ciências físicas, história, arqueologia e estudos bíblicos. O meu propósito aqui é fazer uma breve revisão das implicações em algumas dessas áreas d0 estudo.
1) Geologia. 1 Claramente, se o Dilúvio dos dias de Noé foi um evento recente e em todo o mundo, teria afectado drasticamente a topografia e a geologia de todo o planeta. As principais estruturas geológicas e a topografia são muito melhorexplicadas por catastrofismo recente, e não por processos lentos durante eras de tempo. Formação das montanhas, a topografia das profundidades, as placas tectónicas, vales de rios, o vulcanismo, a formação do canyon, a formação dos depósitos de carvão, lagos e uma infinidade de outras características geológicas são dramaticamente afetados pela realidade de um dilúvio, recente

sábado, 3 de setembro de 2011

DINOSSAUROS: CRIAÇÃO DE DEUS OU DO DIABO?


INTRODUÇÃO
O criacionismo, até hoje, é o maior opositor do evolucionismo. Não surgiu ainda uma hipótese que pudesse criar uma terceira teoria. Portanto neste ringue genealógico, onde dois opostos radicais jogam cartas, contendo argumentos que visam desmoronar a estrutura do rival, surge a pergunta que o evolucionismo tenta explicar com paliativas propostas e o criacionismo, parece que não se atreve a atravessar o campo da especulação: Como surgiram os dinossauros?

É bom dezer que este post não se propõe analisar a teoria da evolução, conhecida, debatida e combatida.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

BILIÕES DE ANOS…CRIAÇÃO!!!

Quando iniciei o meu ministério gostava do confronto com os chamados “evolucionistas”, no entanto ficava pasmado com o à vontade com que afirmavam que o homem é resultado de uma evolução e, esta resultante de uma explosão cósmica ou qualquer coisa parecida. Gosto de entrar numa livraria ou papelaria e folhear as Revistas chamadas “científicas” e que tentam de mil e uma maneira contradizer a Criação tal como é apresentada na Bíblia. Normalmente, esses artigos vem com uma panóplia de citações dos chamados “sábios” e inteligentes catedráticos que não acreditam na Criação de Deus. E invariávelmente começam assim “supôem-se”, “admite-se”, “biliões e anos…” Será que a ciência

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

COMO É QUE ELE SABIA?

A missão Juno começa hoje uma viagem de cinco anos até Júpiter, o maior planeta do sistema solar. Quando atingir a órbita do gigante gasoso, em Junho de 2016, a NASA assinala o regresso ao planeta após 14 anos da missão Galileo.
"Além de estudar os gases da atmosfera, o principal objectivo de Juno é dar respostas quanto à formação dos planetas gasosos", afirmou ao CM o astrónomo José Augusto Matos, explicando a missão: "Se Júpiter tiver um núcleo rochoso, então formou-se da mesma forma que a Terra, Marte e os outros planetas rochosos. Se não tiver, então estamos perante algo novo no sistema solar".
A sonda Juno é alimentada por energia solar. Para isso transporta painéis solares com cerca de 9 metros de comprimento. "É uma tecnologia já muito desenvolvida. Nunca se utilizou painéis solares a uma distância tão grande do Sol", acrescentou o astrónomo.
Pela primeira vez, a NASA vai ter uma sonda com uma órbita polar sobre Júpiter. Isto significa que a sua viagem de um ano, entre 2016 e 2017, permitirá observar fenómenos como as mais brilhantes auroras boreais do sistema solar. "Em Júpiter têm uma origem diferente das da Terra. Conhecendo estas, teremos uma melhor noção das nossas", referiu Scott Bolton, investigar principal da missão Juno.
A sonda chega a Júpiter em 2016, passa um ano a estudar o planeta e despenha-se na sua atmosfera em 2017.
JÚPITER
- Diâmetro: 142 000 km (11 vezes o da Terra)
- Volume: 1320 Terras podem caber dentro de Júpiter
- Distância do sol: 780 000 000 KM
- Órbita: 12 anos para orbitar o Sol
- Duração de um dia: 10 horas terrestres
- Temperatura média: -145ºc no topo das nuvens
- Composição: Hidrogénio 90%, hélio 10%
- Luas: 64
"Se Júpiter tiver um núcleo rochoso, então formou-se da mesma forma que a Terra, Marte e os outros planetas rochosos. Se não tiver, então estamos perante algo novo no sistema solar".
Eu não sou cientista, creio em Deus, o Cientista. Por aquilo que diz a Sua Palavra “No princípio, Criou Deus os céus e a terra.” Sem correr risco, afirmo: Júpiter tem núcleo rochoso. Se quando for descoberto, alguém estiver por aí, dirá: Como é que ele sabia?

OS SINAIS DO IMUTÁVEL DEUS

No jardim do Éden, a existência de Deus foi demonstrada na natureza. As coisas invisíveis de Deus eram vistas claramente, sendo compreendidas por meio das coisas que foram feitas, mesmo o Seu sempiterno poder e Divindade. . . .As coisas da natureza as quais olhamos hoje dão-nos, uma concepção débil da beleza e glória do Éden, todavia, o mundo natural, com voz inconfundível, proclama a glória de Deus. Nas coisas da natureza, marcadas como o são pela praga do pecado, muito do que é belo ainda permanece. Um Omnipotente no poder, grande em bondade, em misericórdia e amor,