Felizmente, existem bons livros na língua portuguesa para aqueles que querem aprofundar os seus conhecimentos sobre teísmo, criacionismo, ciência e religião. Para os que não crêem, vale a pena lembrar as palavras do grande filósofo e matemático cristão Blaise Pascal: “Que os homens aprendam pelo menos qual a fé que rejeitam antes de rejeitá-la.” Independentemente de crer ou não em Deus, de aceitar ou não a Bíblia e o criacionismo, aqui fica uma bibliografia básica sugestiva, numa ordem também sugestiva. Esses foram livros que ajudaram “a construir a minha opinião” e ajudaram a compreender o mundo sob a óptica criacionista (fui darwinista até aos meus 18 anos).
Analise a evidências e tire você também as suas conclusões. – Michelson Borges
Antony Flew, Um Ateu Garante: Deus Existe (Ediouro) – Flew é considerado o
principal filósofo dos últimos cem anos (seu ensaio Theology and Falsification se tornou um clássico e a publicação filosófica mais reimpressa do século 20) e passou mais de cinquenta anos defendendo o ateísmo. Filho de pastor metodista, ele sempre foi incentivado a buscar razões e explicações para as coisas em que acreditava. Tornou-se ateu, formou-se em Oxford, lecionou em universidades importantes, mas foi justamente a vontade de buscar a razão de tudo que o fez rever seus conceitos sobre a fé. O livro se divide em duas partes. Na primeira, Flew conta como chegou a negar a Deus, tornando-se ateu. Na segunda, ele analisa os principais argumentos que o convenceram da existência do Criador. No fim, há dois apêndices preciosos: “O novo ateísmo” (no qual são analisadas as principais ideias de ateus como Dawkins e Dennett) e “A autorrevelação de
principal filósofo dos últimos cem anos (seu ensaio Theology and Falsification se tornou um clássico e a publicação filosófica mais reimpressa do século 20) e passou mais de cinquenta anos defendendo o ateísmo. Filho de pastor metodista, ele sempre foi incentivado a buscar razões e explicações para as coisas em que acreditava. Tornou-se ateu, formou-se em Oxford, lecionou em universidades importantes, mas foi justamente a vontade de buscar a razão de tudo que o fez rever seus conceitos sobre a fé. O livro se divide em duas partes. Na primeira, Flew conta como chegou a negar a Deus, tornando-se ateu. Na segunda, ele analisa os principais argumentos que o convenceram da existência do Criador. No fim, há dois apêndices preciosos: “O novo ateísmo” (no qual são analisadas as principais ideias de ateus como Dawkins e Dennett) e “A autorrevelação de







