sexta-feira, 29 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
AS DIFERENTES CORRENTES DE PENSAMENTO SOBRE A CRIAÇÃO
O debate Criação vs. Evolução empolga um número crescente de pessoas no ocidental. Aumenta também o número de publicações sobre o tema. Vamos apresentar este tema em forma de debate, isto fazendo, teremos em conta as diferentes correntes; algumas tem um número elevado de apoiantes outras menos. Eis algumas dessas correntes:
A. Projecto Inteligente – Este grupo defende que o Universo e a vida foram criados por uma inteligência superior que tinha um projecto definido. A razão da existência deste grupo centra-se na dificuldade em aceitar a criação tal como está descrita na Bíblia e a impossibilidade da ciência explicar o aparecimento da
domingo, 27 de março de 2011
AS ESCOLAS EVOLUCIONISTAS E COMO TUDO ACONTECEU.
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| poliomielite |
Com o evolucionismo tal não se deu e não se dá. Nunca foi comprovado por fatos ou por experiências. Pior: os conceitos filosóficos têm apresentado diferentes explicações, à medida que a Ciência progredia e refuta os seus erros. A única coisa que o evolucionismo comprovou é que ele é uma teoria em constante evolução. O que por si, põe em causa o carácter não científico, bem como a sua veracidade.
De qualquer modo que se entenda o que é uma espécie, ao afirmar que uma espécie deriva de outra, os evolucionistas tinham que explicar como isso acontecia. Desde o início, houve divergências a esse respeito entre os próprios evolucionistas, dando origem a várias correntes ou escolas.
No decorrer da sua história, o Evolucionismo apresentou as seguintes escolas ou correntes:
1. - Escola de Lamarck.
2. - Escola de Darwin
3. - Escola Néo- Darwinista ou Escola Sintética Moderna
4. – Escola Evolucionismo do “Equilíbrio pontuado”.
1 - O LAMARCKISMO
Para Lamarck (1744-1829), os seres vivos derivariam uns dos outros pela obediência a duas leis:
quarta-feira, 2 de março de 2011
A FORMAÇÃO DOS FÓSSEIS
Para estudar as formas primitivas de vida surgidas no decorrer da história terrestre, os cientistas recorrem aos fósseis. Nas rochas sedimentares podem ser encontrados restos, ou até indícios, de animais e de vegetais petrificados: são os fósseis. É claro que a fossilização de um vegetal ou de um animal exige condições especiais. Normalmente os seres orgânicos se decompõem, mas, submetidos a certas condições, eles podem petrificar-se. Os casos de fossilização são relativamente raros, e, encontrar exemplares fósseis é bastante difícil.
Normalmente, quanto mais profundamente uma camada de sedimentos se situa na crosta terrestre, mais antigos são os fósseis que nele se acham. Mas pode haver excepções a esta correspondência entre profundidade da rocha e antiguidade, quando se dá uma dobra geológica que produza uma inversão de posição das camadas geológicas.
A datação quer dos fósseis, quer das camadas geológicas envolve processos muito complexos e seu
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
É O EVOLUCIONISMO CIENTÍFICO?
1 - FRAUDES, CONTRADIÇÕES, AFIRMAÇÕES GRATUITAS DOS EVOLUCIONISTAS
Quando alguém tenta provar algo por meios fraudulentos, isto resulta numa confissão de que se reconhece não se ter provas reais daquilo que se quer provar.
Ora, no decorrer da sua história, o Evolucionismo recorreu muitas vezes a falsificações fraudulentas, para convencer a comunidade científica e o público que o homem tem origem num animal inferior e que, portanto, não teria sido criado por Deus. Nunca houve, na História da Ciência, uma teoria que tenha ficado mais eivada, de tantas fraudes como o Evolucionismo. Apesar disto, ele continua a ser apresentado como verdadeiro.
Trataremos das fraudes mais famosas praticadas por cientistas famosos, quando analisarmos os fósseis humanos.
Actualmente, por exemplo, os paleontólogos e os biólogos evolucionistas estão em completo desacordo a respeito da idade do Homem.
Os paleontólogos atribuem aos fósseis hominídeos ou humanos idades fabulosas que chegam a 3 milhões de
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
EVOLUCIONISMO E RELIGIÃO
O evolucionismo é um dos "dogmas" da mentalidade moderna.
Ele extrapolou o campo puramente biológico, e é aplicado a tudo: nada mais é considerado estável, pois a crença é que tudo evoluiu. Neste sentido, a crença no evolucionismo pode ser apontada como uma das causas do relativismo triunfante nos nossos dias. Não haveria nenhum valor absoluto. Nem verdade, nem moral, nem beleza, nem religião, nem princípios, nada teria estabilidade, pois que tudo estaria sob a lei da evolução, esta sim, como sentido absoluto.
Portanto, o evolucionismo atual é mais do que uma teoria biológica: é um princípio absoluto -um dogma religioso - de uma metafísica relativista. E eis aí uma contradição sintomática e reveladora: o relativismo fundamenta-se num princípio absoluto!
A amplitude atribuída ao evolucionismo é de tal porte metafísico que - como não podia deixar de ser - alcança a esfera religiosa: o próprio Deus é considerado como um eterno devir, e não como o Ser imutável, "Aquele que é" (Ex. 3: 12).
O Padre Teilhard de Chardin - que Stephan Jay Gould julga ter sido o principal responsável pela famosa fraude do Homem de Piltdown (Cfr. JAY GOULD, Stephen, A Conjuração de Piltdown, in A Galinha e os seus Dentes, ed. Paz e Terra, São Paulo, 1992, pp. 201 a 226, e, do mesmo autor, O Polegar do Panda, Martins Fontes, S. Paulo, pp. 95 a 109) -- declarou:
"É muito mais do que isso. É uma condição geral à qual se devem dobrar todas as teorias, todas as hipóteses, todos os sistemas; uma condição a que devem satisfação doravante para que possam ser tomadas em consideração e para que possam ser certas". (TEILHARD de CHARDIN, O fenómeno Humano, p. 245).
Julian Huxley, por sua vez, mostra como o dogma da evolução se impõe como o fundamento da moderna religião relativista:
"No tipo de pensamento evolucionista, não há lugar para seres sobrenaturais (espirituais) capazes de afectar o curso dos acontecimentos humanos, nem há necessidade deles. A terra não foi criada. Formou-se por evolução. O corpo humano, a mente, a alma, e tudo o que se produziu, incluindo as leis, a moral, as religiões, os deuses, etc., é inteiramente resultado da evolução, mediante a selecção natural". (Cfr. HUXLEY,J. Evolution after Darwin, p. 246, apud OSSANDÒN VALDÈS, Juan Carlos, En torno al concepto de evolución, artigo na revista Philosophica, de Santiago do Chile, Suplemento doutrinário da revista Jesus Christus, número 50, de Buenos Aires).
Cremos que estas afirmações de Teilhard de Chardin e de Huxley sejam suficientes - além do exame do que ocorre hoje - para confirmar o que dissemos acima: o evolucionismo é o dogma fundamental do relativismo moderno.
Hoje, esse dogma é impingido por repetição contínua e por embebimento a todos, já que toda a sociedade o respira continuamente.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
NOS BASTIDORES DO DARWINISMO E MARXISMO
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| Karl Heinrich Marx |
Com efeito, "Marx foi um grande admirador de Darwin" (Jay Gould, op. cit. p.57).
Quando a ”Origem das Espécies” apareceu, Marx e Engels, apóstolos do mundo como fluxo, saudaram-no entusiasticamente. Em 1860, Marx escreveu a Engels: “Embora desenvolvido no estilo inglê rude, este é o livro que contém a base das nossas percepções em História Natural" (Howard E. Gruber, Darwin on Man, The University Chicago Press1981, p.71).
Marx escreveu:
"É notável como Darwin reconhece, entre animais e plantas, a sua sociedade inglesa, com as divisões de trabalho, a competição, a abertura de novos mercados, a "invenção" e a malthusiana "luta pela sobrevivência". É o bellum omnium contra omnes (a guerra de todos contra todos) de Hobbes" (Marx, apud Jay Gould, op. cit. p.56-57). E com a eliminação do mais
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