segunda-feira, 11 de abril de 2011

AS DIFERENTES CORRENTES DE PENSAMENTO SOBRE A CRIAÇÃO


O debate Criação vs. Evolução empolga um número crescente de pessoas no ocidental. Aumenta também o número de publicações sobre o tema. Vamos apresentar este tema em forma de debate, isto fazendo, teremos em conta as diferentes correntes; algumas tem um número elevado de apoiantes outras menos. Eis algumas dessas correntes:
A. Projecto Inteligente – Este grupo defende que o Universo e a vida foram criados por uma inteligência superior que tinha um projecto definido. A razão da existência deste grupo centra-se na dificuldade em aceitar a criação tal como está descrita na Bíblia e a impossibilidade da ciência explicar o aparecimento da

domingo, 27 de março de 2011

AS ESCOLAS EVOLUCIONISTAS E COMO TUDO ACONTECEU.

poliomielite
A Ciência busca o conhecimento das leis naturais. Estas leis são universais e imutáveis. Descoberta uma lei, ela é sempre comprovada por novas experiências. Assim, a descoberta da vacina oral contra o vírus que causa a poliomielite por Sabin permite que essa vacina impeça que alguém seja vitimado pela doença.
Com o evolucionismo tal não se deu e não se dá. Nunca foi comprovado por fatos ou por experiências. Pior: os conceitos filosóficos têm apresentado diferentes explicações, à medida que a Ciência progredia e refuta os seus erros. A única coisa que o evolucionismo comprovou é que ele é uma teoria em constante evolução. O que por si, põe em causa o carácter não científico, bem como a sua veracidade.
De qualquer modo que se entenda o que é uma espécie, ao afirmar que uma espécie deriva de outra, os evolucionistas tinham que explicar como isso acontecia. Desde o início, houve divergências a esse respeito entre os próprios evolucionistas, dando origem a várias correntes ou escolas.
No decorrer da sua história, o Evolucionismo apresentou as seguintes escolas ou correntes:
1. - Escola de Lamarck.
2. - Escola de Darwin
3. - Escola Néo- Darwinista ou Escola Sintética Moderna
4. – Escola Evolucionismo do “Equilíbrio pontuado”.

1 - O LAMARCKISMO
Para Lamarck (1744-1829), os seres vivos derivariam uns dos outros pela obediência a duas leis:

quarta-feira, 2 de março de 2011

A FORMAÇÃO DOS FÓSSEIS

Para estudar as formas primitivas de vida surgidas no decorrer da história terrestre, os cientistas recorrem aos fósseis. Nas rochas sedimentares podem ser encontrados restos, ou até indícios, de animais e de vegetais petrificados: são os fósseis. É claro que a fossilização de um vegetal ou de um animal exige condições especiais. Normalmente os seres orgânicos se decompõem, mas, submetidos a certas condições, eles podem petrificar-se. Os casos de fossilização são relativamente raros, e, encontrar exemplares fósseis é bastante difícil.
Normalmente, quanto mais profundamente uma camada de sedimentos se situa na crosta terrestre, mais antigos são os fósseis que nele se acham. Mas pode haver excepções a esta correspondência entre profundidade da rocha e antiguidade, quando se dá uma dobra geológica que produza uma inversão de posição das camadas geológicas.
A datação quer dos fósseis, quer das camadas geológicas envolve processos muito complexos e seu

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

É O EVOLUCIONISMO CIENTÍFICO?

1 - FRAUDES, CONTRADIÇÕES, AFIRMAÇÕES GRATUITAS DOS EVOLUCIONISTAS
Quando alguém tenta provar algo por meios fraudulentos, isto resulta numa confissão de que se reconhece não se ter provas reais daquilo que se quer provar.
Ora, no decorrer da sua história, o Evolucionismo recorreu muitas vezes a falsificações fraudulentas, para convencer a comunidade científica e o público que o homem tem origem num animal inferior e que, portanto, não teria sido criado por Deus. Nunca houve, na História da Ciência, uma teoria que tenha ficado mais eivada, de tantas fraudes como o Evolucionismo. Apesar disto, ele continua a ser apresentado como verdadeiro.
Trataremos das fraudes mais famosas praticadas por cientistas famosos, quando analisarmos os fósseis humanos.
Actualmente, por exemplo, os paleontólogos e os biólogos evolucionistas estão em completo desacordo a respeito da idade do Homem.
Os paleontólogos atribuem aos fósseis hominídeos ou humanos idades fabulosas que chegam a 3 milhões de

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

EVOLUCIONISMO E RELIGIÃO

1 - Evolucionismo e o relativismo.
O evolucionismo é um dos "dogmas" da mentalidade moderna.
Ele extrapolou o campo puramente biológico, e é aplicado a tudo: nada mais é considerado estável, pois a crença é que tudo evoluiu. Neste sentido, a crença no evolucionismo pode ser apontada como uma das causas do relativismo triunfante nos nossos dias. Não haveria nenhum valor absoluto. Nem verdade, nem moral, nem beleza, nem religião, nem princípios, nada teria estabilidade, pois que tudo estaria sob a lei da evolução, esta sim, como sentido absoluto.
Portanto, o evolucionismo atual é mais do que uma teoria biológica: é um princípio absoluto -um dogma religioso - de uma metafísica relativista. E eis aí uma contradição sintomática e reveladora: o relativismo fundamenta-se num princípio absoluto!
A amplitude atribuída ao evolucionismo é de tal porte metafísico que - como não podia deixar de ser - alcança a esfera religiosa: o próprio Deus é considerado como um eterno devir, e não como o Ser imutável, "Aquele que é" (Ex. 3: 12).
O Padre Teilhard de Chardin - que Stephan Jay Gould julga ter sido o principal responsável pela famosa fraude do Homem de Piltdown (Cfr. JAY GOULD, Stephen, A Conjuração de Piltdown, in A Galinha e os seus Dentes, ed. Paz e Terra, São Paulo, 1992, pp. 201 a 226, e, do mesmo autor, O Polegar do Panda, Martins Fontes, S. Paulo, pp. 95 a 109) -- declarou:
"A evolução é uma teoria, um sistema, ou uma hipótese?"
"É muito mais do que isso. É uma condição geral à qual se devem dobrar todas as teorias, todas as hipóteses, todos os sistemas; uma condição a que devem satisfação doravante para que possam ser tomadas em consideração e para que possam ser certas". (TEILHARD de CHARDIN, O fenómeno Humano, p. 245).
Julian Huxley, por sua vez, mostra como o dogma da evolução se impõe como o fundamento da moderna religião relativista:
"No tipo de pensamento evolucionista, não há lugar para seres sobrenaturais (espirituais) capazes de afectar o curso dos acontecimentos humanos, nem há necessidade deles. A terra não foi criada. Formou-se por evolução. O corpo humano, a mente, a alma, e tudo o que se produziu, incluindo as leis, a moral, as religiões, os deuses, etc., é inteiramente resultado da evolução, mediante a selecção natural". (Cfr. HUXLEY,J. Evolution after Darwin, p. 246, apud OSSANDÒN VALDÈS, Juan Carlos, En torno al concepto de evolución, artigo na revista Philosophica, de Santiago do Chile, Suplemento doutrinário da revista Jesus Christus, número 50, de Buenos Aires).
Cremos que estas afirmações de Teilhard de Chardin e de Huxley sejam suficientes - além do exame do que ocorre hoje - para confirmar o que dissemos acima: o evolucionismo é o dogma fundamental do relativismo moderno.
Hoje, esse dogma é impingido por repetição contínua e por embebimento a todos, já que toda a sociedade o respira continuamente.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

NOS BASTIDORES DO DARWINISMO E MARXISMO

Karl Heinrich Marx
Se a teoria da evolução darwinista teve origem em leituras filosóficas e económicas de Darwin, os seus efeitos só poderiam agradar ao materialismo marxista.
Com efeito, "Marx foi um grande admirador de Darwin" (Jay Gould, op. cit. p.57).
Quando a ”Origem das Espécies” apareceu, Marx e Engels, apóstolos do mundo como fluxo, saudaram-no entusiasticamente. Em 1860, Marx escreveu a Engels: “Embora desenvolvido no estilo inglê rude, este é o livro que contém a base das nossas percepções em História Natural" (Howard E. Gruber, Darwin on Man, The University Chicago Press1981, p.71).
Marx escreveu:
"É notável como Darwin reconhece, entre animais e plantas, a sua sociedade inglesa, com as divisões de trabalho, a competição, a abertura de novos mercados, a "invenção" e a malthusiana "luta pela sobrevivência". É o bellum omnium contra omnes (a guerra de todos contra todos) de Hobbes" (Marx, apud Jay Gould, op. cit. p.56-57). E com a eliminação do mais

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

O LADO ESCURO DO UNIVERSO

As fontes de rádio usadas para medir o efeito de suavização dos dados do telescópio WMAP estão assinalados no mapa da radiação cósmica de fundo (círculos abertos). [Imagem: NASA/WMAP/Durham University]
Astrónomos da Universidade de Durham, no Reino Unido, afirmaram que todo o conhecimento atual sobre a composição do Universo pode estar errado.
Utane Sawangwit e Tom Shanks estudaram os resultados das observações do telescópio espacial WMAP e afirmam que os erros em seus dados parecem ser muito maiores do que se acreditava anteriormente.
Lado escuro do Universo
A sonda WMAP (Wilkinson Microwave Anisotropy Probe) foi lançada em 2001 para medir a radiação cósmica de fundo (CMB: Cosmic Microwave Background), o calor residual do Big Bang que preenche o Universo e aparece ao longo de todo o céu.
Há poucas semanas a sonda terminou o mapeamento do Universo primitivo, embora ainda sejam necessários meses para que esses dados sejam totalmente processados.
Acredita-se que a dimensão angular das ondulações verificadas na CMB esteja ligada à composição do Universo. As observações do WMAP mostram que as ondulações têm aproximadamente duas vezes o tamanho da Lua cheia, ou cerca de um grau de diâmetro.
Com estes resultados, os cientistas concluíram que o cosmos é composto de 4% de matéria "normal", 22% de matéria escura ou matéria invisível e 74% de energia escura.
O debate sobre a exata natureza desse "lado negro" do Universo - a matéria escura e a energia escura - continua intenso até hoje.
Radiação cósmica de fundo


Este é o efeito dos superaglomerados de galáxias sobre os fótons da radiação cósmica de fundo (CMB). [Imagem: IOP/Physicsworld]
Sawangwit e Shanks usaram objetos astronômicos que aparecem como pontos não identificados nos