quarta-feira, 15 de setembro de 2010

CRIAÇÃO DE VIDA ARTIFICIAL

O termo foi criado, em 1974, pelo oncologista polaco Waclaw Szybalski: “Até agora, temos estado a trabalhar na fase descritiva da biologia molecular. Todavia, o verdadeiro desafio começará quando entrarmos na fase da biologia sintética. Nessa altura, desenvolveremos novos elementos de controlo para serem acrescentados a genomas já existentes, e ou criaremos outros totalmente novos.” Esta combinação de bioquímica e genética colocava duas questões que estamos, actualmente, muito perto de conseguir resolver: qual o número mínimo de genes necessário para poder haver vida? É possível criar um ser vivo ex novo?
Em Junho de 2007, os cientistas conseguiam transformar a bactéria de espécie Mycoplasma capricolum noutra, Mycoplasma mycoides, ao substituir o cromossoma da segunda pelo da primeira. Em Janeiro do ano seguinte Hamilton Smith (Prémio Novel em 1978) anunciava a criação do primeiro ADN sintético com base no Mycoplasma genitalium, uma bactéria que infecta o aparelho genital dos primatas.
Todavia, a linha mais promissora é a que deriva de um projecto recentemente completado e em que participaram 13 grupos de investigação europeus: Programmable Articial Cell Evolution (PACE). O objectivo era determinar as regras seguidas por qualquer ser vivo e, na posse delas, conceber uma criatura completamente distinta. “Não se parte de um genoma que já existe, mas de matéria inanimada, com recurso a sistemas químicos que não têm de ser forçosamente biológicos”, esclarece Ricard Sole, director do Laboratório de Sistemas Complexos da Universidade Pompeu Fabra (Barcelona) e um dos investigadores que participam no projecto. O seu grupo foi incumbido de elaborar os modelos teóricos que prevêem a dinâmica e a evolução da escutaras protocélulas artificiais: os resultados mostram que é possível. Sole está convencido de que, dentro de pouco mais de uma década, teremos a primeira célula artificial.
Claro que todas estas tentativas suscitam críticas e dão origem a acusações de estarem a “brincar a Deus” e às clássicas alusões a Frankenstein. Todavia, como recorda Arthur Caplan, director do Centro de Bioética da Universidade da Pensilvânia, “a dignidade da vida nunca esteve no seu mistério, mas na diversidade, complexidade e capacidade para se manifestar em todo o tipo de condições e circunstâncias”. Que dirá o Miguel Mateus? Aconselho a entrar o pensamento dele é sério e coerente, ele tem o conhecimento e discernimento do esclarecimento ENTREMOS A CASA É NOSSA.

domingo, 12 de setembro de 2010

ÓRGÃOS VESTIGIAIS

A existência de órgãos vestigiais, considerados inúteis por supostamente serem meros vestígios da evolução humana, foi durante muito tempo apresentado como um dos principais argumentos a favor da evolução. Ainda hoje esse argumento se encontra nalguns livros de biologia, mais preocupados em pregar a fé do evolucionismo do que em transmitir uma visão cientificamente correta dos fatos.
No século XIX o número dos órgãos vestigiais chegou a ser quantificado em cerca de 180. A crença no caráter vestigial e não funcional desses órgãos esteve na base de muitos erros médicos e atrasou substancialmente a investigação acerca da função desses órgãos no corpo humano. Ainda assim, o progresso das ciências médicas veio a demonstrar que todos os órgãos aparentemente vestigiais têm afinal uma função bem definida (J. Bergman, G., Howe,. "Vestigial Organs" are Fully Functional, Creation Research Society Books, Terre Haute, IN, USA. 1990.).
Os últimos órgãos a abandonarem o seu estatuto vestigial foram o apêndice e o cóccix (J. Warwick Glover, “The Human Vermiform Appendix—a General Surgeon's Reflections”, Creation Ex Nihilo Technical Journal, 3: 1988, 31 ss.). Se se tivesse partido do princípio de que os órgãos humanos tinham uma função, porque resultado de design inteligente, a compreensão dessa função teria certamente sido mais rápida. A uma conclusão semelhante se tem vindo a chegar a propósito do impropriamente designado por “junk-DNA” (Don Batten”‘Junk’ DNA (again)”, Creation Ex Nihilo Technical Journal, 12(1),1998, 5.).
Para aprofundar este tema (CLICAR)

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

A CIÊNCIA DA LONGEVIDADE

Imagine células sanguíneas a transportar pelas suas veias não apenas o oxigénio necessário para a sobrevivência como também, fármacos. Imagine sangue desidratado e armazenado durante meses, ou anos, que fosse possível levar para qualquer parte, incluindo o espaço. Imagine transfusões feitas sem risco de contrair qualquer doença. É o que vende a promissora biologia sintética.
Imagine você a viver 200 ou 300 anos como se tivesse 20 ou 30. isso seria fantástico! Será isso possível? Talvez sim ou talvez não! O artigo do Miguel Mateus é esclarecedor e eu convido a ENTRAR e ler, aceite uma abraço.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

NASA DESCOBRE A FALTA DE UM DIA NO UNIVERSO

9 Respondeu Isaías: Isto te será sinal, da parte do Senhor, de que o Senhor cumprirá a palavra que disse: Adiantar-se-á a sombra dez graus, ou voltará dez graus atrás?
10 Então disse Ezequias: É fácil que a sombra decline dez graus; não seja assim, antes volte a sombra dez graus atrás.
11 Então o profeta Isaías clamou ao Senhor, que fez voltar a sombra dez graus atrás, pelos graus que já tinha declinado no relógio de sol de Acaz.
2ª Reis 20: (CLICAR: VER POWER POINT)

sábado, 21 de agosto de 2010

COMO OS AVANÇOS DA GENÉTICA CONFIRMAM A FÉ NA PALAVRA DE DEUS

Ao longo da maior parte dos últimos anos, a visão europeia de modernidade tem estado em ascensão. A Europa fez surgir uma série de eruditos, que explicavam, com insistente pormenor, a razão por que Deus estava condenado, Karl Marx denunciou a religião como “o ópio do povo”. Émile Durkheim e Max Weber afirmaram que a ferre lei da história estava a conduzir à “secularização” (ou ao “desencanto do mundo”, segundo a expressão mais poética de Weber). Friedrich Nietzshe declarou: “Acho necessário lavar as mãos depois de ter estado em contacto com pessoas religiosas”. Sigmund Freud menosprezou a religião classificando-a como a neurose destina a desviar a atenção do verdadeiro interesse do homem, o sexo. Alguns intelectuais “lamentavam” o desaparecimento de Deus, “preocupados” com as evidentes provas que regularmente eram reveladas de que o mundo não precisou de Deus para ser o que é.
Hoje, todos estes conceitos estão a ruir qual castelo de areia. Os investigadores modernos reconhecem que é necessária uma revisão de todos os processos e que a sustentação bíblica da Criação é muito coerente. Afinal Deus estava lá!
Convidamos a CLICAR e ler mais este artigo.
Artigo de Miguel Mateus
Mestre em Investigação Operacional.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

COMO OS AVANÇOS DA GENÉTICA CONFIRMAM A FÉ NA PALAVRA DE DEUS -2

Desde meados do século XIX, um número crescente de pessoas começava a pensar que a posição “científica” era incompatível com a posição “religiosa”. A religião podia oferecer conforto no desespero, podia exprimir êxtase perante a grandiosidade do universo, mas já não oferecia uma explicação coerente da origem da vida.
As questões mais devastadoras eram levantadas por um inglês de modos suaves, que estava muito preocupado por poder aborrecer a sua piedosa mulher, Charles Darwin. A Origem das Espécies (1859) desencadeou um acalorado debate público não só sobre os lagartos gigantes das Ilhas Galápagos, mas também sobre a validade da fé cristã. Benjamin Disraeli proferiu a sua famosa afirmação sarcástica de que se a questão era uma opção entre macacos e anjos, ele estava “do lado dos anjos”. A questão, parece-nos não se pode colocar deste modo, exige muita seriedade, imparcialidade e todo o respeito. Por esta razão propomos este estudo "COMO OS AVANÇOS DA GENÉTICA CONFIRMAM A FÉ NA PALAVRA DE DEUS" do Engenheiro Miguel Mateus.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

CRIAÇÃO DE VIDA ARTIFICIAL

O que é a vida? Esta questão tem proporcionado longas discussões e a resposta a ela pode depender das definições iniciais de cada um.

Algumas das definições de vida são:
1.A qualidade que distingue um ser funcional e vital de um corpo não vivente ou pura e simplesmente da matéria química.
2.O estado de um complexo material ou indivíduo, caracterizado pela capacidade de executar certas funcionalidade incluindo metabolismo, crescimento e reprodução.
3.A sequência de experiências mentais e físicas que constituem a existência de um indivíduo.
Sob estas definições, a vida poderá ou não incluir os vírus que, somente são vivos se conseguirem inserir o seu material genético dentro de uma célula viva. Para alguns, os sistemas vivos que reagem ao ambiente, sofrem crescimento, melhoram e se reproduzem, estão vivos. Uma definição mais liberal incluirá demasiado enquanto que uma visão mais restrita poderá não incluir todas as células.
Convenhamos que encontramos explicações muito mais coerentes e transparentes, com toda a imparcialidade tem o Engenheiro Miguel Mateus dedicado grande parte dos seus estudos a este tema, é com prazer que introduzimos os nossos leitores na "CRIAÇÃO DE VIDA ARTEFICIAL", faça favor de: CLICAR

quinta-feira, 29 de julho de 2010

A VERDADEIRA E ÚNICA CIÊNCIA

A doutrina da Criação Especial não é meramente um credo a ser aceite pela fé. Apela às faculdades espirituais e também à lógica. Cada evidência da Ciência natural é explicável logicamente do ponto de vista da Criação especial. É necessário menos fé na sua aplicação à Natureza do que na aceitação da teoria da evolução.
O criacionismo não ensina que o homem hoje é como era quando foi criado. Ao contrário, ensina que os seres humanos modernos sãos formas degeneradas daquele primeiro homem que foi formado do pó pelo Criador. As mudanças aconteceram em consequência da hereditariedade que foram transmitidas pelas leis da genética. Através desse processo de mutação no contexto do ser humano, temos todas as “raças” e tipos de homens modernos. Semelhantemente têm ocorrido e estão ocorrendo variações entre todos os animais, plantas (a essas variações são chamadas de forma errada espécies).
A Bíblia, apresenta a origem da vida e do homem (isto há mais ou menos seis mil anos) como sendo o resultado da directa acção de Deus através do poder da Sua Palavra: “Tu, Senhor, no princípio fundaste a Terra, e os Céus são obra de Tuas mãos.” Hebreus 1:10.
Para este assunto convido-vos a ler o impressionante artigo do Engenheiro Miguel Mateus, ele tem dedicado anos à investigação e gentilmente cedeu uma série de artigos absolutamente imperdíveis: ENTRAR