sábado, 21 de agosto de 2010

COMO OS AVANÇOS DA GENÉTICA CONFIRMAM A FÉ NA PALAVRA DE DEUS

Ao longo da maior parte dos últimos anos, a visão europeia de modernidade tem estado em ascensão. A Europa fez surgir uma série de eruditos, que explicavam, com insistente pormenor, a razão por que Deus estava condenado, Karl Marx denunciou a religião como “o ópio do povo”. Émile Durkheim e Max Weber afirmaram que a ferre lei da história estava a conduzir à “secularização” (ou ao “desencanto do mundo”, segundo a expressão mais poética de Weber). Friedrich Nietzshe declarou: “Acho necessário lavar as mãos depois de ter estado em contacto com pessoas religiosas”. Sigmund Freud menosprezou a religião classificando-a como a neurose destina a desviar a atenção do verdadeiro interesse do homem, o sexo. Alguns intelectuais “lamentavam” o desaparecimento de Deus, “preocupados” com as evidentes provas que regularmente eram reveladas de que o mundo não precisou de Deus para ser o que é.
Hoje, todos estes conceitos estão a ruir qual castelo de areia. Os investigadores modernos reconhecem que é necessária uma revisão de todos os processos e que a sustentação bíblica da Criação é muito coerente. Afinal Deus estava lá!
Convidamos a CLICAR e ler mais este artigo.
Artigo de Miguel Mateus
Mestre em Investigação Operacional.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

COMO OS AVANÇOS DA GENÉTICA CONFIRMAM A FÉ NA PALAVRA DE DEUS -2

Desde meados do século XIX, um número crescente de pessoas começava a pensar que a posição “científica” era incompatível com a posição “religiosa”. A religião podia oferecer conforto no desespero, podia exprimir êxtase perante a grandiosidade do universo, mas já não oferecia uma explicação coerente da origem da vida.
As questões mais devastadoras eram levantadas por um inglês de modos suaves, que estava muito preocupado por poder aborrecer a sua piedosa mulher, Charles Darwin. A Origem das Espécies (1859) desencadeou um acalorado debate público não só sobre os lagartos gigantes das Ilhas Galápagos, mas também sobre a validade da fé cristã. Benjamin Disraeli proferiu a sua famosa afirmação sarcástica de que se a questão era uma opção entre macacos e anjos, ele estava “do lado dos anjos”. A questão, parece-nos não se pode colocar deste modo, exige muita seriedade, imparcialidade e todo o respeito. Por esta razão propomos este estudo "COMO OS AVANÇOS DA GENÉTICA CONFIRMAM A FÉ NA PALAVRA DE DEUS" do Engenheiro Miguel Mateus.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

CRIAÇÃO DE VIDA ARTIFICIAL

O que é a vida? Esta questão tem proporcionado longas discussões e a resposta a ela pode depender das definições iniciais de cada um.

Algumas das definições de vida são:
1.A qualidade que distingue um ser funcional e vital de um corpo não vivente ou pura e simplesmente da matéria química.
2.O estado de um complexo material ou indivíduo, caracterizado pela capacidade de executar certas funcionalidade incluindo metabolismo, crescimento e reprodução.
3.A sequência de experiências mentais e físicas que constituem a existência de um indivíduo.
Sob estas definições, a vida poderá ou não incluir os vírus que, somente são vivos se conseguirem inserir o seu material genético dentro de uma célula viva. Para alguns, os sistemas vivos que reagem ao ambiente, sofrem crescimento, melhoram e se reproduzem, estão vivos. Uma definição mais liberal incluirá demasiado enquanto que uma visão mais restrita poderá não incluir todas as células.
Convenhamos que encontramos explicações muito mais coerentes e transparentes, com toda a imparcialidade tem o Engenheiro Miguel Mateus dedicado grande parte dos seus estudos a este tema, é com prazer que introduzimos os nossos leitores na "CRIAÇÃO DE VIDA ARTEFICIAL", faça favor de: CLICAR

quinta-feira, 29 de julho de 2010

A VERDADEIRA E ÚNICA CIÊNCIA

A doutrina da Criação Especial não é meramente um credo a ser aceite pela fé. Apela às faculdades espirituais e também à lógica. Cada evidência da Ciência natural é explicável logicamente do ponto de vista da Criação especial. É necessário menos fé na sua aplicação à Natureza do que na aceitação da teoria da evolução.
O criacionismo não ensina que o homem hoje é como era quando foi criado. Ao contrário, ensina que os seres humanos modernos sãos formas degeneradas daquele primeiro homem que foi formado do pó pelo Criador. As mudanças aconteceram em consequência da hereditariedade que foram transmitidas pelas leis da genética. Através desse processo de mutação no contexto do ser humano, temos todas as “raças” e tipos de homens modernos. Semelhantemente têm ocorrido e estão ocorrendo variações entre todos os animais, plantas (a essas variações são chamadas de forma errada espécies).
A Bíblia, apresenta a origem da vida e do homem (isto há mais ou menos seis mil anos) como sendo o resultado da directa acção de Deus através do poder da Sua Palavra: “Tu, Senhor, no princípio fundaste a Terra, e os Céus são obra de Tuas mãos.” Hebreus 1:10.
Para este assunto convido-vos a ler o impressionante artigo do Engenheiro Miguel Mateus, ele tem dedicado anos à investigação e gentilmente cedeu uma série de artigos absolutamente imperdíveis: ENTRAR

A LINGUAGEM DE DEUS

A ideia da geração espontânea é muito antiga. Existe desde os tempos de Aristóteles. De acordo, com ela a vida poderia surgir espontaneamente da matéria bruta, de forma imprevisível.
Algumas observações comuns pareciam reforçar essas ideias. Por exemplo, sobre o lixo em decomposição aparecem larvas de insectos. Isso sugeria que as larvas tivessem “surgido” do lixo, já que não se conheciam detalhes a respeito da reprodução dos insectos. Girinos surgiam na água de uma poça, de um dia para o outro; isso parecia ser a prova de que eles tivessem se originado da lama da poça.
Para os seguidores dessas ideias, havia certas condições para que a geração espontânea acontecesse. Por exemplo, nem toda a matéria bruta podia gerar vida. Era preciso que houvesse nela um “princípio activo”, também chamado de “força vital”. O princípio activo não seria uma substância, mas sim uma “capacidade”, a de gerar vida.
O Miguel Mateus, Mestre em Investigação Operacional, tem dedicado anos a investigar estes temas sobre Criação ou Evolução, recomendo vivamente o tema que ele nos oferece.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

AVANÇOS DA GENÉTICA CONFIRMAM A FÉ NA PALAVRA DE DEUS

“A vida ainda não foi compreendida por nenhuma teoria científica. Mesmo seres vivos mais simples, como as bactérias, possuem alto grau de complexidade e organização.” José P.S. Lemos e Jaime F. Villas da Rocha, Departamento de Astrofísica, Observatório Nacional, CNPq.
Recomendo aos meus estimados leitores o artigo do Engenheiro Miguel Mateus

segunda-feira, 28 de junho de 2010

SERÁ QUE A LUZ DAS DISTANTES ESTRELAS PROVA QUE O UNIVERSO É ANTIGO?

Vivemos num universo imenso que contém galáxias que se encontram a biliões de anos-luz de distância. O fato da luz destas galáxias chegar até nós tem sido usado como evidência a favor de um universo com uma idade de aproximadamente 14 bilhões de anos.
As técnicas utilizadas pelos astrónomos para medir distâncias cósmicas poderiam ser questionadas. No entanto, elas são geralmente lógicas e corretas e nãos se baseiam em pressuposições evolucionistas do passado. Além do mais elas fazem parte da ciência observacional, sendo presentemente testáveis e duplicáveis.
Criacionistas ao produzir modelos de uma terra e um universo jovens, com cerca de milhares de anos e não milhões ou bilhões de anos, são, de uma forma geral, criticados por não levar em consideração questões “tão simples” como o tempo de viagem da luz vinda de pontos muito distantes do universo.
Assim sendo, uma breve avaliação sobre o tempo de viagem da luz se faz necessário para a validação dos modelos criacionistas de uma terra e um universo ainda jovens.
As Pressuposições dos Argumentos do Tempo de Viagem da Luz
Qualquer tentativa científica que tente estimar a idade de qualquer coisa envolverá necessariamente um certo número de pressuposições. Estas pressuposições podem estar relacionadas com as condições iniciais, a constância de certas proporções, contaminação do sistema e muitas outras, e, portanto, serem incorretas. Muitas vezes uma cosmovisão errada pode também ser a causa de pressuposições incorretas.
A luz distante das estrelas apresenta várias pressuposições que são questionáveis – nenhuma das quais faz com que necessariamente o argumento esteja errado.
A Constância da Velocidade da Luz
Assume-se atualmente que a velocidade da luz é constante em função do tempo. Atualmente, no vácuo, ela demoraria um ano para percorrer aproximadamente 9,5 triliões de quilómetros.
Se assumirmos que esta velocidade tem sido constante durante toda a existência do universo, poderemos incorrer no erro de acharmos uma idade muito mais antiga para o universo do que a idade real.
Por outro lado, a velocidade da luz não é um parâmetro arbitrário. Em outras palavras, se mudarmos a velocidade da luz, outras coisas também mudariam, como a proporção entre energia e massa de um sistema, e as demais constantes que estão relacionadas com esta velocidade.
Portanto, se for alterada a velocidade da luz, o impacto que isto causaria no universo, na terra e na vida seria algo não imaginável.
A Pressuposição da Rigidez do Tempo
A pressuposição de que o tempo se move de forma constante em todas as condições, obedecendo a uma forma rígida não é verdadeira. Existem maneiras através das quais a não rigidez do tempo pode permitir que a luz proveniente de pontos muito distantes chegue até nós numa escala de tempo relativamente pequena.
Albert Einstein descobriu que movimento e gravidade afectam a passagem do tempo. Por exemplo, quando um objecto está num movimento muito próximo ao da velocidade da luz, o seu tempo é desacelerado. Isto é chamado de dilatação do intervalo de tempo. O mesmo se dá com a medição do intervalo de tempo entre um relógio posicionado ao nível do mar e um outro numa montanha. O relógio posicionado ao nível do mar, por estar mais próximo da fonte da gravidade, teria também o seu tempo desacelerado.
Portanto, um mesmo evento no passado poderia ter ocorrido num longo período de tempo para um observador, e num curto período de tempo para um outro observador. Por exemplo, a luz das estrelas que demoraria bilhões de anos para chegar até nós (medida por relógios posicionados no espaço profundo – “deep space clocks”) chegaria à Terra em alguns milhares de anos, medida por relógios daqui. Isto ocorreria naturalmente se a Terra estivesse numa cavidade gravitacional (“gravitational well”).
Suponhamos que o sistema solar esteja localizado próximo do centro de um número finito de galáxias. Esta proposta é totalmente consistente com a evidência e, portanto, uma possibilidade perfeitamente razoável.
Neste caso, a Terra estaria localizada nesta cavidade gravitacional. Isto significa que muita energia teria que ser utilizada para levar algo para uma posição distante desse centro. Nessa cavidade gravitacional, nós não sentiríamos nenhum efeito gravitacional anormal, mas os nossos relógios estariam desacelerados (muito mais lentos) quanto comparados com os relógios posicionados em outros pontos distantes.
Sendo que a expansão do universo é aceita pela maioria dos astrónomos actuais, o universo teria sido menor no passado, fazendo com que a diferença entra os relógios na terra apresentassem uma desaceleração quando comparados com relógios em pontos distantes do universo. Assim sendo, a luz proveniente de galáxias distantes teria chegado até a terra em apenas alguns poucos milhares de anos, quando medida por relógios na terra, em comparação com bilhões de anos, quando medida por relógios distantes da terra.
A Pressuposição de Sincronização
Uma outra maneira pela qual a relatividade do tempo é importante, é a sincronização: como fazer com que relógios mostrem o mesmo tempo e ao mesmo tempo. A teoria da relatividade tem mostrado que tal sincronização não é absoluta. Por exemplo, um observador num plano de referência poderia ver dois relógios sincronizados ao passo que um outro observador, num plano de referência diferente, não os veria sincronizados. Portanto, quando se trata de sincronização de relógios separados por uma distância qualquer (pequena ou quase infinita), não existe um método pelo qual tal sincronização possa ser feita no sentido absoluto, de tal maneira que todos os observadores iriam concordar, independente do movimento.
Um exemplo simples seria um avião levantando voo às 14h00 e pousando precisamente às 14h00. Sendo que o avião aterrou no mesmo tempo em que levantou voo, esta viagem seria instantânea. Como seria possível? A resposta está no fuso horário. Imagine um avião partindo de Brasília às 14h00 (horário local) e chegando em Cuiabá às 14h00 (horário local). A hora marcada em Cuiabá é uma a menos que a de Brasília (consideramos que o avião voa rápido o suficiente para percorrer a distância em uma hora). Para um passageiro a viagem teria demorado uma hora (tempo universal), mas para um observador em Cuiabá, o avião teria chegado na mesma hora em que partiu (tempo local).
Existe um equivalente cósmico entre o tempo local e o tempo universal. Luz viajando em direcção à Terra é equivalente a um avião viajando no sentido oeste (Brasília a Cuiabá), O tempo local permaneceria sempre o mesmo. Se usarmos o tempo cósmico universal, a luz levaria 100 anos para percorrer 100 anos-luz.
De acordo com a teoria da relatividade de Einstein, a luz não experimenta a passagem do tempo, sendo a sua viagem instantânea. Portanto, luz vinda da extremidade do universo chegaria instantaneamente aqui ao passo que nós acharíamos que ela teria levado bilhões de anos.
O Tempo de Viagem da Luz: Um Argumento que Refuta a Si Mesmo
A própria teoria do big bang possui um problema seríssimo com a questão do tempo de viagem da luz. De acordo com este modelo, a luz teria que percorrer uma distância muito acima da que lhe é permitida, dentro de um período de 14 bilhões de anos (idade do universo proposta pela teoria do big bang). Esta dificuldade é conhecida como o “problema do horizonte”.
De acordo com a teoria do big bang, quando o universo era ainda bastante jovem e muito pequeno, ele desenvolveu pequenas diferenças locais de temperaturas (sem isso corpos celestes como estrelas e galáxias não poderiam ter se formado). Vamos assumir teoricamente que neste início de universo haveria, portanto, dois pontos: A (quente) e B (frio). Hoje, bilhões de anos depois deste período, o universo expandiu de tal forma que os pontos A e B estão muito distantes um do outro. No entanto, temos visto por meio da radiação de fundo (Cosmic Background Radiation) que a temperatura, mesmo a distâncias imensas, é praticamente a mesma: 2,7 K (270°C negativos). Isto significa que os pontos A e B possuem a mesma temperatura hoje. Mas isso somente seria possível se eles tivessem trocado energia. E a maneira mais rápida de trocar energia é através de radiação eletro-magnética. No entanto, essa troca teria que ter ocorrido múltiplas vezes durante a existência do universo para que um equilíbrio térmico fosso atingido (como obervado através da temperatura uniforme da radiação de fundo). Dado o tamanho do universo – a distância e a quantidade de vezes entre dois pontos que a luz teria que ter percorrido durante os supostos 14 bilhões de anos – a velocidade da luz não teria sido suficiente para que tal temperatura uniforme existisse.
Uma solução proposta para a teoria do big bang é o que se chama de período inflacionário. O universo no seu início teria expandido dentro dos limites conhecidos pela ciência. Em seguida ele teria entrado num período inflacionário, através do qual teria chegado às dimensões atuais. Esta proposta não possui nenhuma evidência, não sendo nada mais que uma pura conjectura. (Não existe nenhuma evidência do que poderia ter dado início a esse período e muito menos o que teria feito com que ele chegasse ao fim de forma suave para manter intacta a estrutura observada no universo atualmente.)
Conclusão
Assim sendo, o problema do tempo de viagem da luz permanece uma questão aberta para a discussão científica. Aceitar uma idade antiga para o universo (teoria do big bang), apenas porque a luz de corpos celestes localizados a bilhões de anos-luz tem chegado até nós, é uma questão de preferência por um modelo de idade antiga por um outro modelo de idade recente. Esta preferência não se dá por méritos científicos mas sim por pressuposições e posicionamento filosófico pessoal de cada cientista ou pesquisador.