quarta-feira, 4 de novembro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
ENCONTRADA NOVA EVIDÊNCIA DA CRIAÇÃO
É o mais antigo saurópode descoberto fora da Ásia e pode ser o mais antigo encontrado até agora. Dois geólogos portugueses fizeram parte da equipa de investigadoresChama-seSpinophorosaurus nigerensis, qualquer coisa como "dinossauro com espinhas do Níger". O seu nome vem do aspecto espinhado, pouco amistoso, que teria a sua cauda, que usava como defesa. Durante quatro anos uma equipa formada por investigadores espanhóis e dois portugueses, do Museu de História Natural, Pedro Dantas e Bruno Ribeiro, com a ajuda de tuaregues, recolheu os vestígios deste saurópode gigante, uma nova espécie e o mais antigo saurópode descoberto fora da Ásia. O resultado foi publicado agora na revista científica de acesso livrePublic Library of Science One(PLOS One).
Como é que um saurópode gigante e tão antigo é encontrado em África? Tal como aconteceu com oAlossaurus fragilis- descoberto por um agricultor, José Amorim, no seu quintal, em Andrés, concelho de Pombal, em 1988 -, que evidencia que os continentes americano e europeu podem ter estado unidos, também este saurópode africano pode ser mais uma peça no puzzle ainda incompleto sobre a deriva dos continentes asiático e africano e dos primeiros momentos da fragmentação do chamado super continente, a Pangeia. Tal como nesta história do Níger, também nunca antes de 1988 um Allosaurus fragilis, espécie carnívora, tinha sido descoberta fora dos Estados Unidos da América.
“6 E disse Deus: haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas.
7 Fez, pois, Deus o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento. E assim foi.
8 Chamou Deus ao firmamento céu. E foi a tarde e a manhã, o dia segundo.
9 E disse Deus: Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça o elemento seco. E assim foi.
10 Chamou Deus ao elemento seco terra, e ao ajuntamento das águas mares. E viu Deus que isso era bom.” (Gén. 1:6-10)
“12 Viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque toda a carne havia corrompido o seu caminho sobre a terra.
13 Então disse Deus a Noé: O fim de toda carne é chegado perante mim; porque a terra está cheia da violência dos homens; eis que os destruirei juntamente com a terra.
14 Faze para ti uma arca de madeira de gôfer: farás compartimentos na arca, e a revestirás de betume por dentro e por fora.
15 Desta maneira a farás: o comprimento da arca será de trezentos côvados, a sua largura de cinqüenta e a sua altura de trinta.
16 Farás na arca uma janela e lhe darás um côvado de altura; e a porta da arca porás no seu lado; fá-la-ás com andares, baixo, segundo e terceiro.
17 Porque eis que eu trago o dilúvio sobre a terra, para destruir, de debaixo do céu, toda a carne em que há espírito de vida; tudo o que há na terra expirará.
18 Mas contigo estabelecerei o meu pacto; entrarás na arca, tu e contigo teus filhos, tua mulher e as mulheres de teus filhos.
19 De tudo o que vive, de toda a carne, dois de cada espécie, farás entrar na arca, para os conservares vivos contigo; macho e fêmea serão.
20 Das aves segundo as suas espécies, do gado segundo as suas espécies, de todo réptil da terra segundo as suas espécies, dois de cada espécie virão a ti, para os conservares em vida.
21 Leva contigo de tudo o que se come, e ajunta-o para ti; e te será para alimento, a ti e a eles.
22 Assim fez Noé; segundo tudo o que Deus lhe mandou, assim o fez.” (Gén. 6:12-22)
Pelas proporções de alguns animais e naturalmente depois do pecado, certos animais forma extintos com o GRANDE DILÚVIO. Assim, é normal encontrarem-se saurópedes no Níger, em Portugal, ou em qualquer outra parte do MUNDO.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
A IDADE DA TERRA
A Bíblia lista a genealogia de Jesus, que pode ser utilizada para obter-se uma aproximação da data da Criação. Veja a tabela abaixo. ( Exemplo da tabela: Set nasceu de Adão quando este tinha 130 anos de idade, Enós nasceu de Set quando este tinha 105 anos de idade, etc.)
Passaram-se cerca de 2.200 anos entre a Criação e o nascimento de Jacó, filho de Isaac. Não é dificil continuar a construir a genealogia a partir de Mateus 1. neste capítulo é dada a genealogia de Jesus desde Jacó até José, onde 38 ancestrais são listados. É de crer que haverá aproximadamente 1.800 anos, temos de Adão a Jesus cerca de 4.000 anos. O resto é era cristã e do conheciemento geral.
Com Charles Darwin iniciou-se uma epopeia de contestação a esta indicação bíblica, com regularidade as revistas Científicas oferecem ao grande público “novidades” de longos estudos r
esultantes de descobertas de “antepassados” directos do homem, temos mais um; «Ardi»!
O estudo dos fósseis do hominídeo mais antigo encontrado até agora, com 4,4 milhões de anos, Ardipithecus ramidus, está a provocar um grande entusiasmo no meio científico. A importância deste hominídeo prende-se com o facto de estar historicamente mais próximo do momento em que o nosso ramo evolutivo se separou dos símios. Outra proposta importante é a recriação de um Ardipithecus ramidus a partir de um esqueleto parcial. Através do crânio, das mãos, dos pés, dos membros e da pélvis, os cientistas reconstituíram um destes hominídeos e chamaram-lhe Ardi. É uma fêmea, pesa 50 quilos e mede 1,20 metros. Na análise dos fósseis dos Ardipithecus, os investigadores descobriram que havia uma mistura de características “primitivas”, partilhadas com os seus antecessores (os primatas do Mioceno), e mais “modernas” partilhadas exclusivamente com hominídeos mais tardios.
Devido à sua antiguidade, o Ardipithecus ramidus aproxima-nos de um último ancestral comum entre o ser humano e os símios. Contudo, muitos os traços encontrados neste hominídeo não estão presentes nos macacos africanos de hoje. Uma das conclusões a que os investigadores chegaram é que os macacos africanos evoluíram largamente desde a partilha de um ancestral comum. Isso faz dos actuais gorilas e chimpanzés modelos “pobres” para o último antepassado comum e para a compreensão da evolução dos hominídeos desde essa altura. Tim White, da Universidade de Berkeley, Califórnia, e um dos autores dos estudos, explica que quando se analisou os restos percebeu-se que a criatura era um “mosaico”: “já não era chimpanzé mas ainda não era humano”.
Afinal já não somos descendentes do macaco!... Esta é uma boa notícia. Não acham?...
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
VIAJAR ATÉ LONDRES EM BUSCA DA ORIGEM DAS ESPÉCIES
Meus amigos, creio ser do vosso conhecimento que eu não mantenho este blogue pelo simples prazer de ter um blogue. Creio também que já perceberam não apresentar casos "fortuitos", nem sequer andar obcecado em busca de argumentos para atacar a Ciência, afirmo: Reconheço e admiro o trabalho que é feito por esta independentemente do campo que seja investigado. As minhas restrições intelectuais situam-se nas afirmações vagas e despidas de qualquer assento da Ciência.terça-feira, 1 de setembro de 2009
QUEM DEU ORIGEM AO UNIVERSO?
- Muitos perguntam: Quanta energia foi necessária para ser criado o mundo?
O Dr. Haroldo Coffins calculou que seria a energia irradiada pelo sol durante 44 milhões de anos.
- Para se ter uma idéia, para que o sol ilumine e aqueça todo o seu vasto alcance que é de 12 biliões de km, ele produz energia consumindo a sua massa. Consome 4 milhões e 200 mil toneladas da sua massa por minuto, mas é tão grande a sua massa que ele levará 150 biliões de anos para consumir 1% dela.
- O mais interessante é quando vemos quão grande é o Universo e como pode ser mantido.
Todos sabemos que a Terra gira em torno do Sol juntamente com outros planeta. Também sabemos que existem muitos outros sóis- milhões e milhões deles, cada um com os seus planetas e talvez com luas também, compondo assim mais sistemas solares. As estrelas que vemos à noite são estes outros sóis, que todos juntos formam parte de uma galáxia. Talvez haja milhões de outras galáxias no espaço, cada uma com biliões
de estrelas ou sóis.
- Só a nossa heliosfera tem um diâmetro de 15 a 30 biliões de km. Possui o formato de uma gota tendo o sol como o centro na parte mais volumosa. Tudo isto é mantido a funcionar em perfeita ordem sem que haja deteorização.
Segundo teorias antigas, o Universo devido a tanta complexidade já deveria ter se desintegrado há biliões de anos, contudo afirmam os cientista, há alguma coisa que o está a manter inteiro.
- Os evolucionistas dizem que tudo é mantido pelas leis físicas que dirigem a natureza mas já sabemos que estas não são suficientes para tão grande obra.
Recentemente os astrónomos descobriram um lugar no Universo que foi chamado de “IMENSO VAZIO”, onde aparentemente não há nada - nem sol, lua ou estrelas - nada. Tem a extensão de 300 milhões de anos luz, ou melhor, 260 biliões de biliões de quilómetros, ou 260 acrescido de 18 zeros, tudo isto sem um único pedaço de alguma coisa.
A descoberta deste imenso vazio significa que as teorias do sobre o Universo terão que ser revistas. A teoria do grande big bang afirma que o Universo surgiu como resultado de uma grande explosão, com biliões e biliões de partículas e pedaços que voaram para longe e transformaram-se em estrelas e outros corpos celestes que vemos. O imenso vazio provocou um enorme rombo nesta teoria pois se houvesse uma grande explosão, todas as estrelas estariam mais ou menos distribuídas igualmente pelo Universo, e não poderia haver um lugar tão imensamente vazio.
- Mas nós sabemos quem fez isto - Job 26:7.
Muitos continuam a insistir que o nosso mundo e todo este vasto Universo foi obra do acaso, surgiu do nada. Mas imaginemos o seguinte: eu e você somos astronautas da NASA, e somos enviados a uma missão especial a um novo planeta descoberto. Depois de muitos dias de viagem até lá, chegamos e encontramos um quadro muito interessante ali. Há lindas casas construídas à beira de riachos maravilhosos, aeronaves espaciais, e aparelhos evoluidíssimos. Já o que chamamos de alimento é tão esquisito que não conseguimos nem decifrar o que pode ser, e as possíveis formas de vida muito estranhas. O interessante é que não encontramos ninguém ali e nem por todo o planeta. Voltamos para a Terra, contamos e mostramos tudo o que vimos e ao analisarem o que ouviram e viram, os cientistas nos dizem: Chegamos a conclusão que este planeta sempre foi desprovido de vida. Eu e você não acreditamos. Há evidências tão fortes, pois se não houvesse vida ali em algum tempo como surgiria tudo aquilo que vimos?
Nessa fantasiosa história, as conclusões de que nenhuma evidência de vida existia ali são simplesmente ridículas. Infelizmente, estas conclusões não ocorrem em Marte, ou Júpiter, ou na Lua, mas aqui na Terra.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
HAVERÁ DESCOBERTAS NA NATUREZA SEM DEUS?
A natureza obriga-nos a contemplar Deus nas obras criadas, as estrelas também o fazem. O estudo da astronomia auxilia-nos nesta investigação.
Em Isaías 40:18 e 26, Deus faz estas perguntas a todos os ateus que apesar das evidências não quererem crer: Com quem comparareis a Deus? Ou que coisa semelhante confrontareis com Ele?
Levantai os olhos e vede. Quem criou estas coisas?... Deus continua: Lembrai-vos das coisas passadas da antiguidade: eu sou Deus, e não há outro, eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim... Isaías 46:9.
Vejamos mais de perto a Criação: o Universo com os biliões de Galáxias (imagine quantos planetas nelas existem!); os instintos dos animais, que sabem a hora certa de hibernar, de adquirir alimentos, de desovar no período correcto (peixes); o corpo humano, cuja complexidade é estarrecedora (o cérebro continua a ser um mistério para os cientistas): como explicar evolutivamente as mamas? Até que se desenvolvessem, os filhos morreriam de fome (o mesmo em relação aos demais mamíferos). E, se eles se alimentam de outra maneira, para que iriam necessitar do leite?E o olho humano? (até Darwin ficava intrigado com isso). Este contém muitos músculos que trabalham harmoniosamente; a retina humana faz inveja aos cientistas especializados em computadores. Os 100 milhões de bastonetes e de cones, e as camadas de neurónios, realizam pelo menos 10 biliões de cálculos por segundo! Seria possível a visão humana ter surgido por acaso? Darwin admitiu que isso era um problema quando escreveu: “Parece impossível ou absurdo, supor que a [evolução] pudesse formar a visão”. [A Origem das Espécies, pág. 168] .
E assim, poderiamos enumerar muitos outros exemplos. Como disse o Biólogo Edwin Conklin: "A probabilidade da vida ter origem por acaso é comparável à probabilidade de um dicionário completo surgir como resultado da explosão de uma tipografia.”
Pode surgir como resultado de uma explosão numa Tipografia um dicionário? Claro que não! Imagine o Universo com todas as criaturas, que é muito mais complexo!
Abrindo um parêntese, alguns cientistas afirmam ter descoberto que os homens descendem de primatas. Entretanto, torna-se necessário reconhecer que nem sempre a Ciência está correcta nas suas conclusões: A alguns anos os cientistas diziam ter descoberto um dos ancestrais do homem: o Homem de Nebraska. Depois de muita publicidade, por ter sido considerado como ancestral do homem, revelou-se mais tarde ser apenas um porco extinto.
Toda a evidência; provinha da descoberta de um único dente e, no entanto, reconstruções completas foram realizadas na época e circularam como capa de várias revistas científicas. Atitude muito pouco científica, não é verdade?
Pode de facto parecer para uma pessoa incrédula, habituada a laboratórios, difícil de aceitar o que diz a Bíblia. É um livro escrito há tanto tempo, num contexto cultural e por pessoas de uma mentalidade profundamente crente. No entanto, cada afirmação bíblica pode durante algum tempo ser refutada, o tempo porém, demonstra que a Bíblia acaba sempre por ter razão e que muitas das afirmações científicas não passam de mera especulação.
Tenho para mim como Verdade absoluta, Deus criou os Céus e a Terra. Creio que Deus se revela na Bíblia e creio que Ele se revela na Natureza, esta (a Natureza) é um dos meios relevantes da evidência de Deus. Ora, sendo Deus o Autor da Natureza, Ele revela através da Ciência, melhor dizendo, as verdadeiras descobertas na Natureza só podem ser guiadas pelo Autor da mesma. Se assim não for, duvido que seja verdadeira descoberta! Não acha?
sábado, 1 de agosto de 2009
EVIDÊNCIAS DA CRIAÇÃO: AS LACUNAS NAS CAMADAS SEDIMENTARES
O Grande Canyon no Arizona (USA) é um lugar privilegiado de estudo em todo o mundo. Significativas camadas estão ausentes (hiatos ou lacunas) na coluna geológica indicadas pelas setas na Figura 1. De cima para baixo, as lacunas representam aproximadamente 6, 14 e mais de 100 milhões de anos de camadas ausentes da escala de tempo geológico padrão. Os períodos Ordoviciano e Siluriano inteiros faltam na seta inferior. Sabe-se que esta lacuna existe porque os depósitos Ordoviciano e Siluriano estão presentes noutras partes do mundo. Num contexto evolutivo, estes depósitos exigiriam um longo tempo para a sua formação e para a evolução dos organismos fossilizados característicos dessas camadas. A determinação das partes que estão ausentes é feita principalmente pela comparação dos fósseis das camadas sedimentares com sequências completas da coluna geológica.
Os geólogos há muito sabem dessas lacunas e chamam a esta ausências, descontinuidade, embora o termo seja usado de maneiras diferentes em diferentes países. Há vários tipos de descontinuidades. Se a camada acima está em ângulo em relação à camada de baixo, o termo descontinuidade angular é usado. Se elas estão em paralelas mas com alguma evidência de erosão entre as camadas, o contacto é às vezes chamado simplesmente desconformidade. Nessa discussão, estamos especialmente interessado nestes dois tipos.
A questão importante é: Por que não vemos um padrão irregular de erosão da camada inferior nessas lacunas se elas representam períodos de tempo tão longos? Muita erosão deveria ter ocorrido enquanto essa camada inferior esteve exposta, antes que a camada acima da lacuna se depositasse. O mínimo que deveríamos esperar, em circunstâncias normais, seria uma média regional de mais de 100 m de erosão, num período de 4 milhões de anos. O geólogo Ivo Lucchitta, que não é Criacionista, e que passou grande parte da sua vida a estudar o Grande Canyon, sugere que "a maioria dos cortes do cânion ocorreram num período fenomenalmente curto de 4 a 5 milhões de anos". A ausência de erosão na camada inferior sugere pouco ou nenhum tempo nas lacunas.
Ao longo da costa leste da Austrália estão excelentes exposições de jazidas de carvão. Entre as rochas de cobertura e a jazida Bulli Coal está uma lacuna de mais ou menos 5 milhões de anos. Esta lacuna, que se estende além dos depósitos Bulli Coal, cobre ao redor de 90.000 km2 da região. Onde a Bulli Coal está presente, é especialmente difícil imaginar como a jazida de carvão, ou a vegetação que a produziu, permaneceu ali por 5 milhões de anos sem ser destruída.
Os Alpes Europeus são, em parte, um complexo de gigantescos deslizamentos e de camadas dobradas chamadas de "nappes". Entre as camadas com esses "nappes" há supostas lacunas que mostram a mesma ausência de erosão notada em qualquer outra parte. No vale do rio Rone na Suíça estão exposições relevantes dos "Morcles Nappe". Entre as camadas desse "nappe" está uma suposta lacuna de aproximadamente 45 milhões de anos (Cretáceo superior e mais acima). No entanto, a erosão é mínima.
Norman Newell, do Museu Americano de História Natural, em Nova York, dá a seguinte explicação:
"Um aspecto marcante das sub-camadas em sequência de rochas calcárias é uma falta geral de evidência de erosão (erosão provocada pela lixívia) da camada abaixo da superfície. Solos residuais e superfícies erodidas, que deveriam apresentar uma significativa erosão dada a longa exposição sub-aérea, faltam ou são irreconhecíveis".
Numa outra publicação T.H.van Andel, da Universidade de Stanford, afirma:
"Fui muito influenciado, no princípio da minha carreira, por reconhecer que duas finas jazidas de carvão na Venezuela, separadas por 30 cm de argila cinzenta, e depositadas num pântano costeiro, eram respectivamente do Paleoceno Inferior e do Eoceno Superior. Os afloramentos eram excelentes, mas, mesmo com uma inspecção muito detalhada, não foi possível determinar a posição precisa daquela lacuna de 15 milhões de anos"
Poderia bem ser o caso de que esse período de 15 milhões de anos nunca ocorreu. Seguramente!
A questão das supostas lacunas planas nas camadas sedimentares testemunha a nosso ver de um passado que foi diferente do presente. Esta diferença é facilmente conciliada com modelos catastróficos, tais como o dilúvio de Génesis, que propõe uma deposição rápida dessas camadas, onde não haveria tempo longo entre as camadas.
FIGURA: Vista do Grande Canyon do Rio Colorado, no Arizona, USA. As setas de cima para baixo apontam para 3 supostas lacunas (camadas que estão faltando) de aproximadamente 6, 14 e 100 milhões de anos. A ausência de erosão nestas lacunas sugere que nunca ocorreram os longos períodos de tempo postulados.CONCLUSÃO
Enquanto a interpretação geológica geral para a deposição das camadas sedimentares da terra é a de que bilhões de anos se passaram durante a sua formação, há algumas questões muito simples que desafiam esta interpretação. Podemos citar, entre muitas que poderiam ser dadas: Como poderiam os animais sobreviver, durante milhões de anos, sem as plantas necessárias para sua nutrição adequada? Por que nossos continentes ainda estão aqui se a taxa de erosão deveria tê-los nivelado mais de cem vezes em sua suposta idade geológica? Se a escala de tempo geológica está correcta, por que não vemos a esperada erosão nas grandes lacunas entre as camadas sedimentares? Essas questões desafiam qualquer sugestão para aceitação das longas eras geológicas.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
NÃO ACREDITO QUE OS CIENTISTAS MINTAM!
Na Revista Science & Vie (Julho de 2009), surge um artigo sobre a descoberta do fóssil da jovem primata, baptizada com o nome de Ida. Pierre Grumberg autor do mesmo conclui desta maneira: “O que é seguro, e todos estão de acordo sobre isto, é que a Ida promete anos de trabalho, assim como um formidável raio de luz sobre um período tão mal conhecido da nossa evolução” e cita Jerry Hooker: ´Nós só tínhamos alguns restos esparsos, por vezes alguns dentes. E eis que nos é oferecido o plano completo de um primata primitivo: um ´standard´que nos permitirá confrontar os vestígios dispersos. Para isso, Ida é um fóssil excepcional”Pierre Grumberg, Science & Vie, p. 33.
http://dx.plos.org/10.1371/journal
Não pude deixar de me questionar : Se tinham unicamente alguns restos esparsos, como por exemplo dentes, como podem os cientistas formar uma teoria que se transforma em conhecimento científico?
Pode concluir-se que o título de “cientista” autoriza a mentir!
O "DESIGN" INTELIGENTE
A pergunta que está na base do chamado movimento do "design" inteligente é esta: há evidências científicas de que universo não é um sistema fechado, de que houve um input de inteligência na sua criação? O que buscam fazer com isso é separar a questão científica da questão teológica. O facto de o universo ser inteligível é evidência de quê? De uma inteligência superior que o criou, ou de um processo aleatório e despropositado?"A evolução.
Não vejo problema com o que o Darwin observou. Ele foi um génio! A selecção natural faz algumas coisas, como mudar bicos de pássaro e coisas assim. O erro está em acreditar que a evolução faz tudo. A evolução pressupõe a existência de um organismo replicador mutante. Ela não pode explicar a origem da vida. Não estou a dizer que processos naturais não estão envolvidos, estou a dizer que a Criação exige um acto da inteligência desde o início.
Como foi criada a vida?
Os físicos concordam que houve um início, estão em acordo com a Bíblia nesse aspecto. No primeiro capítulo da Bíblia está escrito: ‘E Deus disse: faça-se a luz’. Então eu imagino que Deus falou e criou o universo. Depois, voltou a falar, e houve outras singularidades. Talvez uma delas tenha sido a criação da vida.
A ancestralidade comum de todos os seres, segundo Darwin: "O que eu acredito é que houve pontos especiais na história em que Deus introduziu coisas novas, que não podem ser explicadas apenas por processos naturais que já estavam em curso. Os momentos mais importantes foram a criação do universo, de vida biológica e da vida humana. Não acredito que os seres humanos evoluíram de alguma forma animal, puramente por processos naturais."
A singularidade da criação humana.
O que eu sei é que os seres humanos são únicos em toda a criação. A Bíblia diz que eles foram feitos à imagem de Deus.
Em resumo, a minha atitude é muito simples: sem Deus, não se pode chegar do nada a coisa alguma. Sem Deus, não se pode chegar do material ao vivo. Sem Deus, não se pode chegar do animal ao humano!
Creio que qualquer matemático exija “provas” para um determinado resultado. É claro que eu não posso provar matematicamente que Deus existe. Mas eu posso dar evidências e apresentar uma clara argumentação com base na ciência e noutras disciplinas. Eu sou um cristão, e a fé cristã é o oposto da cegueira. Ela é baseada em evidências como a ressurreição de Cristo, sobre a qual há evidências históricas, directas e indirectas.