sexta-feira, 3 de julho de 2009

MÊS SIDERAL E MÊS SINÓDICO

Em relação ao Sol, o ciclo lunar dá origem ao mês sinódico, que pode ser definido como o período compreendido entre 2 conjunções do Sol e da Lua. A duração média é de 29 dias, 12 horas, 44 minutos e 2,9 segundos. Como a órbita da Lua é excêntrica, o comprimento do mês sinódico não é constante e varia em cerca de 13 horas.
Qual a razão da diferença de duração entre o mês sideral (período que a Lua demora para dar uma volta completa em torno da Terra) e o mês sinódico?
Resposta: Como pode ser demonstrado na ilustração, ao mesmo tempo que a Lua gira em torno da Terra (1), esta caminha descrevendo a sua órbita em torno do Sol. Dessa forma, embora já tenha realizado uma volta completa ao redor da Terra (2), a Lua terá que avançar um pouco mais para ocupar a mesma posição relativa à Terra e ao Sol (3), perfazendo um total de 29,530589 dias, que é o valor do mês sinódico (The Astronomical Almanac for the year 1995).

AS CONSTELAÇÕES E O ZODÍACO

O zodíaco pode ser definido como o conjunto de constelações pelas quais o Sol aparentemente caminha durante o ano. São 12 no total, permanecendo o Sol em cada uma delas por um período aproximado de 30 dias. São elas as constelações de Áries, Touro, Gémeos, Câncer, Leão, Virgem, Libra, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes.
Embora esses termos também sejam usados frequentemente pela Astrologia para fins de auto-conhecimento e previsão do futuro, quando empregados pelos astrónomos, são despojados de seu conteúdo esotérico e servem apenas como forma de identificar as constelações, já milenarmente conhecidas por esses nomes. A Bíblia é bem enfática ao condenar os que “dissecam os céus e fitam os astros” para predizer “em cada lua nova” “o que há de vir sobre ti” (Isaías 47:13). Segundo as Escrituras, o único que conhece o futuro é Deus (Isaías 41:22, 23 e 26; 42:9; 44:7 e 8; 46:9-11; e 48:3 e 5-7). Deste modo, é completamente inútil e tolo consultar os ditos astrólogos. Além disso, diz a Bíblia que os praticantes dessa falsa ciência são abominação aos olhos do Senhor (Deuteronómio 18:9-14). Por outro lado, afirmam as Escrituras que Deus “faz sair o Seu exército de estrelas, todas bem contadas, as quais Ele chama pelo nome; por ser Ele grande em força e forte em poder, nem uma só vem a faltar” (Isaías 40:26). Ver também Salmos 147:4. Em Jó 38:31-33, Deus responde aos questionamentos de Seu servo com as seguintes palavras: “Ou poderás tu atar as cadeias do Sete-estrelo ou soltar os laços do Órion? Ou fazer aparecer os signos do Zodíaco ou guiar a Ursa com seus filhos? Sabes tu as ordenanças dos céus, podes estabelecer a sua influência sobre a Terra?”
Compreende-se, a partir desses versos, que, embora se possa fazer um uso indevido do conhecimento sobre os movimentos dos corpos celestes, isso, de maneira alguma, anula a importância da verdadeira e sadia aplicação desse mesmo conhecimento. Pelo contrário, ao contemplar o salmista “os Teus céus, obra dos Teus dedos, e a Lua e as estrelas que estabeleceste”, de seus lábios fluíam o mais perfeito louvor: “Ó SENHOR, Senhor nosso, quão magnífico em toda a Terra é o Teu nome!” Salmos 8:3 e 9.

TEMPO PROFÉTICO: PROFECIAS: QUEM SÃO OS 144.000?

TEMPO PROFÉTICO: PROFECIAS: QUEM SÃO OS 144.000?

quinta-feira, 2 de julho de 2009

REFERÊNCIAS ASTRONÓMICAS

Existem certas coordenadas, criadas para facilitar a localização dos corpos celestes, que serão de grande utilidade em futuros estudos desta série. Por isso, não seria adequado encerrar o presente estudo sem que tais coordenadas fossem apresentadas e conceituadas. Antes, porém, algumas ideias fundamentais precisam ser esclarecidas, a fim de que o leitor possa tirar melhor proveito do assunto.
Observação: o conteúdo dos itens a seguir foi extraído e adaptado do livro Conceitos de Astronomia, do Prof. Roberto Bozco.
1) Visualizando as Referências Fundamentais.
Uma pessoa que estiver num deserto bem plano ou numa ilha circundada de um mar que possa ser considerado calmo verá que o céu e a terra parecem se encontrar, muito ao longe. À linha que aparenta ser essa intersecção, dá-se o nome de “linha do horizonte”; e ao plano que contém essa linha, de “plano do horizonte”.
Como é mais provável que a grande maioria das pessoas não esteja assim num lugar tão favorável (plano), impedindo a visualização dessa linha, deve-se definir o plano do horizonte de outra forma.
Suspendendo-se um fio-de-prumo, a direcção indicada por ele será chamada de “vertical”. Ao plano perpendicular à vertical do local, dá-se o nome de “plano do horizonte”. Essa vertical, que passa pelo observador, parece furar o céu num ponto muito acima de sua cabeça denominado de “zénite”. O ponto oposto ao zénite, com relação ao observador, é o “nadir”.
2) Conceito de Esfera Celeste.
Como todos os astros que podem ser contemplados estão muito distantes de qualquer observador da Terra, perde-se a noção de “profundidade” e têm-se a impressão de que eles estão dispostos sobre uma grande esfera, que circunda a Terra, chamada de “esfera celeste”. Os pólos da Terra passam a ser considerados, então, como os pontos da esfera celeste que não giram, pelos quais passa o “eixo de rotação”. O plano perpendicular ao eixo de rotação e que passa pelo centro da Terra é denominado de “plano do Equador”. A grande circunferência que se forma na interseção desse plano com a esfera celeste é chamada de “Equador celeste”.
3) Plano Meridiano, Meridiano Local e Plano Vertical.
Outro conceito relevante é o do “plano meridiano”. Pode ser definido como o plano que contém a linha norte-sul e que passa pelo observador e pelo zénite. A intercessão desse plano com a esfera celeste define uma circunferência chamada de “meridiano local”. Qualquer semi-plano definido pela vertical do local se chama “plano vertical” ou “o vertical” do local e corresponde à metade de um plano meridiano.

4) Paralelos Celestes e Círculos Horários.
Todos os planos paralelos ao Equador celeste, ao interceptarem a esfera celeste, definem circunferências chamadas de “paralelos”. As semicircunferências cujo centro é o mesmo da esfera celeste e que passam por seus pólos determinam os “meridianos”. Visto que o Equador celeste e o Equador terrestre se encontram no mesmo plano e que o centro da esfera celeste é o mesmo da Terra, pode-se dizer que os paralelos e os meridianos celestes coincidem com os geográficos. O meridiano celeste é denominado de “círculo horário”.
5) Conceito de Elíptica.
Ao caminho percorrido pelo Sol entre as constelações zodiacais, dá-se o nome de “Elíptica”. O plano da Elíptica possui uma inclinação de cerca de 23º 27’ em relação ao plano do Equador. Por causa disso, durante sua trajectória anual, o Sol, na Elíptica, cruza o Equador apenas 2 vezes. Uma, próxima a 21 de Março, estando na constelação de Peixes, quando o Sol se desloca para o hemisfério norte; a esse ponto se dão os nomes de “ponto gama”, “ponto vernal” ou “ponto equinocial da primavera boreal”. O outro ponto, oposto ao “gama”, que representa a passagem do Sol para o hemisfério sul, denomina-se “ponto libra” e ocorre próximo a 23 de Setembro. Nessa época, o Sol se encontra na constelação de Virgem.
6) Coordenadas Astronómicas.
Com base nessas informações, podem ser definidas as 4 coordenadas principais para a localização de qualquer astro:
A) Azimute: é o ângulo medido no plano do horizonte, desde a direcção norte, no sentido para leste, até o vertical do astro. Varia entre 0 e 360º.
B) Altura: é o ângulo contado no plano vertical do astro, medido a partir do horizonte. Por convenção, é admitido positivo acima do horizonte e negativo abaixo dele. Dessa forma, varia entre –90º e +90º.
C) Ascensão Reta: é o ângulo, medido sobre o Equador, entre o meridiano que passa pelo ponto gama e o círculo horário que passa pela estrela. A contagem é efectuada no sentido anti-horário quando vista desde o pólo norte. Varia entre 0 e 360º, embora seja mais comum a utilização da medida em horas (entre 0 e 24 h).
D) Declinação: é o ângulo, medido sobre um círculo horário, entre o Equador e o paralelo que passa pela estrela. A declinação é positiva para estrelas do hemisfério norte e negativa para as do sul. Varia entre –90º e +90º.

OLHA PARA OS CÉUS

Séculos atrás, quando Deus confirmou a Abraão a promessa da vinda de um Redentor, ordenou-lhe que olhasse para os céus e tentasse contar as estrelas: “Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes”, foram as palavras do Senhor. “E lhe disse: Será assim a tua posteridade.” Génesis 15:5. Que naquelas poucas palavras estava implícita a perspectiva messiânica se depreende da promessa original feita a Abraão, por ocasião de sua saída de Ur dos caldeus: “De ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção! Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra.” Génesis 12:2 e 3. Ver também Génesis 22:15-18 e 26:2-5. Referindo-se a esse texto, comentou o apóstolo Paulo: “Ora, tendo a Escritura previsto que Deus justificaria pela fé os gentios, preanunciou o evangelho a Abraão: Em ti, serão abençoados todos os povos.” “Ora, as promessas foram feitas a Abraão e ao seu descendente. Não diz: E aos descendentes, como se falando de muitos, porém como de um só: E ao teu descendente, que é Cristo.” Gálatas 3:8 e 16. Dessa forma, através do mais ilustre de seus descendentes (isto é, Jesus), Abraão haveria de ser um instrumento de bênção para toda a humanidade. Quão curioso é constatar que, aos leitores desta série de estudos, cujo primordial interesse é conhecer as profundidades do plano de salvação, seja feito o mesmo convite que outrora fora dirigido pelo Senhor ao pai da fé: “Olha para os céus”. Sim, a mesma ordem é estendida hoje aos que buscam entender melhor as maravilhas desse plano de amor. Por que não aceitar esse convite? A Astronomia muito pode contribuir numa compreensão mais nítida das boas novas do Salvador; por isso é que seu estudo se reveste de tanta importância para os que desejam fundamentar melhor a sua experiência de fé.
Os próximos estudos desta série tratarão dos principais sistemas de calendário adoptados no transcurso da História, especialmente aqueles que estiverem mais intimamente relacionados com as 70 semanas da profecia de Daniel. Para esses estudos, os conceitos e princípios de Astronomia expostos aqui serão fundamentais. Que Deus possa abençoar os leitores deste e dos vindouros estudos, concedendo-lhes o discernimento necessário para compreenderem “o que Deus tem reservado para aqueles que O amam” (1 Coríntios 2:9).
Bibliografia:
The Astronomical Almanac for the year 1.995. Washington, D.C.: Nautical Almanac Office United States Naval Observatory. London: Her Majesty’s Nautical Almanac Office Royal Greenwich Observatory.
Verbete “Lua”, Enciclopédia Barsa, vol. 8, Encyclopaedia Britannica Editores Ltda., 1.979. p. 386
BOZCO, Roberto, Conceitos de Astronomia, São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda., 1.984.
RITTER, Orlando R., Estudos em Ciência e Religião, segunda parte, Instituto Adventista de Ensino, 1.978.

domingo, 7 de junho de 2009

47 MILHÕES DE ANOS!

Hoje dia 07, de Junho de 2009, três semanas após a fantástica aprsentação ao Mundo da "Ida", não temos mais notícias. O ´elo perdido´há tanto tempo procurado, entra em silêncio, esperemos que não tenhamos que esperar mais 47 milhões de anos! Bom, tudo é possível, seguramente os Cientistas acreditam "que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia". "Sejamos pacientes até à vinda do Senhor"
'Ida', um fóssil de 47 milhões de anos e 'elo perdido' dos primatas
(Terça-feira, 19 Maio, 02h18).
Considerado o fóssil de primata mais completo já encontrado, o exemplar descoberto em 1983 perto de Frankfurt, foi apresentado à imprensa no Museu de História Natural de Nova York por um grupo de paleontólogos.
Os cientistas afirmaram que este exemplar de "Darwinius massillae", de um metro de altura e de sexo feminino, pode ser uma espécie de elo perdido, um antepassado comum de macacos e homens.
Para os cientistas, "esta descoberta é quase que como encontrar a Arca perdida", disse Jorn Hurum, paleontólogo norueguês da Universidade de Oslo, integrante do grupo que durante os dois últimos anos pôs em evidência a importância do fóssil para a compreensão da evolução e a origem do homem.
O esqueleto de "Ida", do qual faltou apenas uma perna, o equivalente a 5% do seu total, foi vendido numa feira na Alemanha e separado em duas partes por colecionadores, antes de os cientistas desvendarem a sua importância e poderem juntar todas as partes excepção feita à referida perna.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

FÓSSIL COM 47 MILHÕES DE ANOS

A noticia é apresentada na íntegra tal como apareceu nos meios de comunicação em todo o Mundo no dia 20 de Maio de 2009. Acompanharemos esta notícica sem preconceitos e transparência como sempre o temos feitos. Veremos os resultados...(comentário nosso).


















O elo de ligação entre o Homem e o macaco
Um fóssil com 47 milhões de anos foi apresentado hoje ao Mundo em Nova Iorque. É considerado como o elo de ligação que faltava encontrar: o antepassado comum do Homem e do macaco.
SIC


“Ida” é uma fêmea primata que viveu há 47 milhões de anos, um lémures com o nome científico "Darwinius massillae". Foi descoberta perto de Frankfurt, Alemanha, em 1983 mas só agora foi revelada ao Mundo. Estava a ser estudada por um grupo internacional de paleontólogos no Museu de História Natural de Frankfurt até terem a certeza do que poderiam anunciar. Depois de descoberto, o fóssil tinha sido vendido numa feira especializada na Alemanha e separado em dois por coleccionadores até que alguém percebeu a importância do achado. O esqueleto estava 95% completo e em notável estado de conservação. A investigação concluiu que “Ida” era uma jovem fêmea, com nove meses, pesava entre 650 e 900 gramas e media um metro – praticamente o comprimento da cauda. O polegar oponível confirma que se trata de um primata. O estado de conservação é tal que permitiu aos cientistas ver em detalhe não só a ossatura mas também as partes moles do corpo e até o conteúdo do seu estômago. “Ida” era herbívora, alimentava-se de frutos, sementes e folhas. “Era muito parecida com os actuais lémures”, explicou à imprensa Jens Frenzer, perito alemão em fósseis do Instituto Senckenberg, citado pela AFP. “É como se tivéssemos encontrado a Arca perdida”, disse o paleontólogo norueguês Jorn Hurum da Universidade de Oslo e membro da equipa que demonstrou a importância de “Ida” para a compreensão da evolução das espécies e da origem do ser humano. “Este fóssil vai figurar em todas as obras didácticas dos próximos 100 anos”, prevê o investigador. “É difícil imaginar um fóssil mais completo que este para explicar a evolução dos primatas”, acrescentou por seu lado Holly Smith, antropóloga especialista em dentição da Universidade de Michigan. Este animal encontra-se num momento de separação dos dois ramos que depois conduzem, para um lado os macacos e os humanos, para outro os lémures e outros primatas já mais afastados do Homo sapiens. “É uma espécie de Pedra da Roseta”, afirmou Philip Gingerich, especialista em primatas da Universidade de Michigan.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

DO 8 AO 80

O artigo dos geólogos Donald Lowe e Gary Byerly tinha como título:
“Ironstone bodies of the Barberton greenstone belt, South Africa: Products of a Cenozoic hydrological system, not Archean hydrothermal vents!“
Que me lembre, foi a primeira vez que vi um ponto de exclamação no título de um artigo científico. Se calhar o propósito do ponto de exclamação era transmitir a surpresa dos geólogos evolucionistas ao anunciar o facto. E de facto, não é para menos. E escreviam:
“Irregular bodies of goethite and hematite, termed ironstone pods, in the Barberton greenstone belt, South Africa, have been previously interpreted as the Earth’s most ancient submarine

hydrothermal vent deposits and have yielded putative evidence about Archean hydrothermal systems, ocean composition and temperature, and early life. This report summarizes geologic, sedimentological, and petrographic evidence from three widely separated areas showing that the ironstone was deposited on and directly below the modern ground surface by active groundwater and spring systems, probably during periods of higher rainfall in the Pleistocene.“
Ou seja, rochas que se diziam pertencer ao Arqueano (2.500.000.000 a 3.850.000.000 anos de idade), agora são tidas como pertencentes ao período do Pleistoceno (1.800.000 a 11.000 anos de idade). A Geologia deve ser a única área no mundo em que podes estar 99% errado mas mesmo assim consegues manter o teu emprego e receber financiamento.
Tantas histórias foram contadas com base na extrema antiguidade destas rochas, tantos cenários montados, tanta imaginação sobre vida primitiva para agora nos virem dizer que estas rochas afinal não têm mais de 2 milhões de anos [*1].
Em 1994, o mesmo cientista falava na Geology a respeito do cinturão de Barberton. Nessa altura a idade dele era de 3,55 biliões a 3,22 biliões de anos. Quantos artigos se escreveram sobre a elevada actividade microbiana nessas rochas super antigas:
“A análise de rochas almofadadas do cinturão Barberton, na África do Sul, revelou novas evidências científicas de que a actividade dos micróbios era elevada no fundo dos oceanos, há bilhões de anos. Artigo publicado na edição da Science desta sexta-feira (23/4), assinado por um grupo de cientistas liderado por Harald Furnes, do Departamento de Ciência da Terra da Universidade de Bergen, na Noruega, mostra a existência de pequenos tubos mineralizados feitos pelos arcaicos micróbios”
Uau… até dá direito em escrever na prestigiosa Science. Então se está numa revista como a Science, só pode ser tudo verdade. Afinal, Science significa Ciência e Ciência, como todos os letrados sabem, lida com factos. E cá estão eles [destaco]:
“Pillow lava rims from the Mesoarchean Barberton Greenstone Belt in South Africa contain micrometer-scale mineralized tubes that provide evidence of submarine microbial activity during the early history of Earth.“
Apetece dizer: Que treta! Se afinal de contas estas rochas são tão recentes, segundo a cronologia evolucionista, onde é que eles foram buscar as evidências de actividade microbiana nos primeiros anos de vida da Terra? Que treta! Como é que se pode confiar em métodos que mudam da água para o vinho? Que treta! Nem me atrevo a calcular a percentagem de erro com receio de pecar por defeito.
Para além de servir de exemplo da palhaçada que são os métodos de datação, este caso também serve de exemplo àqueles cristãos que querem contaminar a Palavra perfeita de Deus com as teorias malucas e falíveis do ser humano.

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REFERÊNCIAS OU NOTAS:
[*1] – Naturalmente que também não aceito a nova idade atribuída às rochas. Apenas uso os conceitos evolucionistas para mostrar as areias movediças com que estamos a lidar.

terça-feira, 5 de maio de 2009

TALVES NÃO TENHA SIDO UM ASTERÓIDE QUE TENHA MATADO OS DINOSSAUROS



Um cientista afirma uma coisa, o outro diz a mesma coisa e o seu contrário. Não resta dúvida, nem para eles, que estão num campo que não lhes pertence, a menos que conscientemente chama a esta Ciência a ciência da expeculação.


GÉNESIS 1
1 No princípio criou Deus os céus e a terra.
2 A terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas.
3 Disse Deus: haja luz. E houve luz.
4 Viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas.
5 E Deus chamou à luz dia, e às trevas noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.
6 E disse Deus: haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas.
7 Fez, pois, Deus o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento. E assim foi.
8 Chamou Deus ao firmamento céu. E foi a tarde e a manhã, o dia segundo.
9 E disse Deus: Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça o elemento seco. E assim foi.
10 Chamou Deus ao elemento seco terra, e ao ajuntamento das águas mares. E viu Deus que isso era bom.
11 E disse Deus: Produza a terra relva, ervas que dêem semente, e árvores frutíferas que, segundo as suas espécies, dêem fruto que tenha em si a sua semente, sobre a terra. E assim foi.
12 A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo as suas espécies, e árvores que davam fruto que tinha em si a sua semente, segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom.
13 E foi a tarde e a manhã, o dia terceiro.
14 E disse Deus: haja luminares no firmamento do céu, para fazerem separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais e para estações, e para dias e anos;
15 e sirvam de luminares no firmamento do céu, para alumiar a terra. E assim foi.
16 Deus, pois, fez os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; fez também as estrelas.
17 E Deus os pôs no firmamento do céu para alumiar a terra,
18 para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que isso era bom.
19 E foi a tarde e a manhã, o dia quarto.
20 E disse Deus: Produzam as águas cardumes de seres viventes; e voem as aves acima da terra no firmamento do céu.
21 Criou, pois, Deus os monstros marinhos, e todos os seres viventes que se arrastavam, os quais as águas produziram abundantemente segundo as suas espécies; e toda ave que voa, segundo a sua espécie. E viu Deus que isso era bom.
22 Então Deus os abençoou, dizendo: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei as águas dos mares; e multipliquem-se as aves sobre a terra.
23 E foi a tarde e a manhã, o dia quinto.
24 E disse Deus: Produza a terra seres viventes segundo as suas espécies: animais domésticos, répteis, e animais selvagens segundo as suas espécies. E assim foi.
25 Deus, pois, fez os animais selvagens segundo as suas espécies, e os animais domésticos segundo as suas espécies, e todos os répteis da terra segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom.
26 E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra.
27 Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
28 Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra.
29 Disse-lhes mais: Eis que vos tenho dado todas as ervas que produzem semente, as quais se acham sobre a face de toda a terra, bem como todas as árvores em que há fruto que dê semente; ser-vos-ão para mantimento.
30 E a todos os animais da terra, a todas as aves do céu e a todo ser vivente que se arrasta sobre a terra, tenho dado todas as ervas verdes como mantimento. E assim foi.
31 E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. E foi a tarde e a manhã, o dia sexto.


Concluímos realmente há um CIENTISTA: DEUS O SENHOR CRIADOR. E NÃO HÁ DISCUSÃO!