quinta-feira, 2 de julho de 2009

REFERÊNCIAS ASTRONÓMICAS

Existem certas coordenadas, criadas para facilitar a localização dos corpos celestes, que serão de grande utilidade em futuros estudos desta série. Por isso, não seria adequado encerrar o presente estudo sem que tais coordenadas fossem apresentadas e conceituadas. Antes, porém, algumas ideias fundamentais precisam ser esclarecidas, a fim de que o leitor possa tirar melhor proveito do assunto.
Observação: o conteúdo dos itens a seguir foi extraído e adaptado do livro Conceitos de Astronomia, do Prof. Roberto Bozco.
1) Visualizando as Referências Fundamentais.
Uma pessoa que estiver num deserto bem plano ou numa ilha circundada de um mar que possa ser considerado calmo verá que o céu e a terra parecem se encontrar, muito ao longe. À linha que aparenta ser essa intersecção, dá-se o nome de “linha do horizonte”; e ao plano que contém essa linha, de “plano do horizonte”.
Como é mais provável que a grande maioria das pessoas não esteja assim num lugar tão favorável (plano), impedindo a visualização dessa linha, deve-se definir o plano do horizonte de outra forma.
Suspendendo-se um fio-de-prumo, a direcção indicada por ele será chamada de “vertical”. Ao plano perpendicular à vertical do local, dá-se o nome de “plano do horizonte”. Essa vertical, que passa pelo observador, parece furar o céu num ponto muito acima de sua cabeça denominado de “zénite”. O ponto oposto ao zénite, com relação ao observador, é o “nadir”.
2) Conceito de Esfera Celeste.
Como todos os astros que podem ser contemplados estão muito distantes de qualquer observador da Terra, perde-se a noção de “profundidade” e têm-se a impressão de que eles estão dispostos sobre uma grande esfera, que circunda a Terra, chamada de “esfera celeste”. Os pólos da Terra passam a ser considerados, então, como os pontos da esfera celeste que não giram, pelos quais passa o “eixo de rotação”. O plano perpendicular ao eixo de rotação e que passa pelo centro da Terra é denominado de “plano do Equador”. A grande circunferência que se forma na interseção desse plano com a esfera celeste é chamada de “Equador celeste”.
3) Plano Meridiano, Meridiano Local e Plano Vertical.
Outro conceito relevante é o do “plano meridiano”. Pode ser definido como o plano que contém a linha norte-sul e que passa pelo observador e pelo zénite. A intercessão desse plano com a esfera celeste define uma circunferência chamada de “meridiano local”. Qualquer semi-plano definido pela vertical do local se chama “plano vertical” ou “o vertical” do local e corresponde à metade de um plano meridiano.

4) Paralelos Celestes e Círculos Horários.
Todos os planos paralelos ao Equador celeste, ao interceptarem a esfera celeste, definem circunferências chamadas de “paralelos”. As semicircunferências cujo centro é o mesmo da esfera celeste e que passam por seus pólos determinam os “meridianos”. Visto que o Equador celeste e o Equador terrestre se encontram no mesmo plano e que o centro da esfera celeste é o mesmo da Terra, pode-se dizer que os paralelos e os meridianos celestes coincidem com os geográficos. O meridiano celeste é denominado de “círculo horário”.
5) Conceito de Elíptica.
Ao caminho percorrido pelo Sol entre as constelações zodiacais, dá-se o nome de “Elíptica”. O plano da Elíptica possui uma inclinação de cerca de 23º 27’ em relação ao plano do Equador. Por causa disso, durante sua trajectória anual, o Sol, na Elíptica, cruza o Equador apenas 2 vezes. Uma, próxima a 21 de Março, estando na constelação de Peixes, quando o Sol se desloca para o hemisfério norte; a esse ponto se dão os nomes de “ponto gama”, “ponto vernal” ou “ponto equinocial da primavera boreal”. O outro ponto, oposto ao “gama”, que representa a passagem do Sol para o hemisfério sul, denomina-se “ponto libra” e ocorre próximo a 23 de Setembro. Nessa época, o Sol se encontra na constelação de Virgem.
6) Coordenadas Astronómicas.
Com base nessas informações, podem ser definidas as 4 coordenadas principais para a localização de qualquer astro:
A) Azimute: é o ângulo medido no plano do horizonte, desde a direcção norte, no sentido para leste, até o vertical do astro. Varia entre 0 e 360º.
B) Altura: é o ângulo contado no plano vertical do astro, medido a partir do horizonte. Por convenção, é admitido positivo acima do horizonte e negativo abaixo dele. Dessa forma, varia entre –90º e +90º.
C) Ascensão Reta: é o ângulo, medido sobre o Equador, entre o meridiano que passa pelo ponto gama e o círculo horário que passa pela estrela. A contagem é efectuada no sentido anti-horário quando vista desde o pólo norte. Varia entre 0 e 360º, embora seja mais comum a utilização da medida em horas (entre 0 e 24 h).
D) Declinação: é o ângulo, medido sobre um círculo horário, entre o Equador e o paralelo que passa pela estrela. A declinação é positiva para estrelas do hemisfério norte e negativa para as do sul. Varia entre –90º e +90º.

OLHA PARA OS CÉUS

Séculos atrás, quando Deus confirmou a Abraão a promessa da vinda de um Redentor, ordenou-lhe que olhasse para os céus e tentasse contar as estrelas: “Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes”, foram as palavras do Senhor. “E lhe disse: Será assim a tua posteridade.” Génesis 15:5. Que naquelas poucas palavras estava implícita a perspectiva messiânica se depreende da promessa original feita a Abraão, por ocasião de sua saída de Ur dos caldeus: “De ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção! Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra.” Génesis 12:2 e 3. Ver também Génesis 22:15-18 e 26:2-5. Referindo-se a esse texto, comentou o apóstolo Paulo: “Ora, tendo a Escritura previsto que Deus justificaria pela fé os gentios, preanunciou o evangelho a Abraão: Em ti, serão abençoados todos os povos.” “Ora, as promessas foram feitas a Abraão e ao seu descendente. Não diz: E aos descendentes, como se falando de muitos, porém como de um só: E ao teu descendente, que é Cristo.” Gálatas 3:8 e 16. Dessa forma, através do mais ilustre de seus descendentes (isto é, Jesus), Abraão haveria de ser um instrumento de bênção para toda a humanidade. Quão curioso é constatar que, aos leitores desta série de estudos, cujo primordial interesse é conhecer as profundidades do plano de salvação, seja feito o mesmo convite que outrora fora dirigido pelo Senhor ao pai da fé: “Olha para os céus”. Sim, a mesma ordem é estendida hoje aos que buscam entender melhor as maravilhas desse plano de amor. Por que não aceitar esse convite? A Astronomia muito pode contribuir numa compreensão mais nítida das boas novas do Salvador; por isso é que seu estudo se reveste de tanta importância para os que desejam fundamentar melhor a sua experiência de fé.
Os próximos estudos desta série tratarão dos principais sistemas de calendário adoptados no transcurso da História, especialmente aqueles que estiverem mais intimamente relacionados com as 70 semanas da profecia de Daniel. Para esses estudos, os conceitos e princípios de Astronomia expostos aqui serão fundamentais. Que Deus possa abençoar os leitores deste e dos vindouros estudos, concedendo-lhes o discernimento necessário para compreenderem “o que Deus tem reservado para aqueles que O amam” (1 Coríntios 2:9).
Bibliografia:
The Astronomical Almanac for the year 1.995. Washington, D.C.: Nautical Almanac Office United States Naval Observatory. London: Her Majesty’s Nautical Almanac Office Royal Greenwich Observatory.
Verbete “Lua”, Enciclopédia Barsa, vol. 8, Encyclopaedia Britannica Editores Ltda., 1.979. p. 386
BOZCO, Roberto, Conceitos de Astronomia, São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda., 1.984.
RITTER, Orlando R., Estudos em Ciência e Religião, segunda parte, Instituto Adventista de Ensino, 1.978.

domingo, 7 de junho de 2009

47 MILHÕES DE ANOS!

Hoje dia 07, de Junho de 2009, três semanas após a fantástica aprsentação ao Mundo da "Ida", não temos mais notícias. O ´elo perdido´há tanto tempo procurado, entra em silêncio, esperemos que não tenhamos que esperar mais 47 milhões de anos! Bom, tudo é possível, seguramente os Cientistas acreditam "que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia". "Sejamos pacientes até à vinda do Senhor"
'Ida', um fóssil de 47 milhões de anos e 'elo perdido' dos primatas
(Terça-feira, 19 Maio, 02h18).
Considerado o fóssil de primata mais completo já encontrado, o exemplar descoberto em 1983 perto de Frankfurt, foi apresentado à imprensa no Museu de História Natural de Nova York por um grupo de paleontólogos.
Os cientistas afirmaram que este exemplar de "Darwinius massillae", de um metro de altura e de sexo feminino, pode ser uma espécie de elo perdido, um antepassado comum de macacos e homens.
Para os cientistas, "esta descoberta é quase que como encontrar a Arca perdida", disse Jorn Hurum, paleontólogo norueguês da Universidade de Oslo, integrante do grupo que durante os dois últimos anos pôs em evidência a importância do fóssil para a compreensão da evolução e a origem do homem.
O esqueleto de "Ida", do qual faltou apenas uma perna, o equivalente a 5% do seu total, foi vendido numa feira na Alemanha e separado em duas partes por colecionadores, antes de os cientistas desvendarem a sua importância e poderem juntar todas as partes excepção feita à referida perna.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

FÓSSIL COM 47 MILHÕES DE ANOS

A noticia é apresentada na íntegra tal como apareceu nos meios de comunicação em todo o Mundo no dia 20 de Maio de 2009. Acompanharemos esta notícica sem preconceitos e transparência como sempre o temos feitos. Veremos os resultados...(comentário nosso).


















O elo de ligação entre o Homem e o macaco
Um fóssil com 47 milhões de anos foi apresentado hoje ao Mundo em Nova Iorque. É considerado como o elo de ligação que faltava encontrar: o antepassado comum do Homem e do macaco.
SIC


“Ida” é uma fêmea primata que viveu há 47 milhões de anos, um lémures com o nome científico "Darwinius massillae". Foi descoberta perto de Frankfurt, Alemanha, em 1983 mas só agora foi revelada ao Mundo. Estava a ser estudada por um grupo internacional de paleontólogos no Museu de História Natural de Frankfurt até terem a certeza do que poderiam anunciar. Depois de descoberto, o fóssil tinha sido vendido numa feira especializada na Alemanha e separado em dois por coleccionadores até que alguém percebeu a importância do achado. O esqueleto estava 95% completo e em notável estado de conservação. A investigação concluiu que “Ida” era uma jovem fêmea, com nove meses, pesava entre 650 e 900 gramas e media um metro – praticamente o comprimento da cauda. O polegar oponível confirma que se trata de um primata. O estado de conservação é tal que permitiu aos cientistas ver em detalhe não só a ossatura mas também as partes moles do corpo e até o conteúdo do seu estômago. “Ida” era herbívora, alimentava-se de frutos, sementes e folhas. “Era muito parecida com os actuais lémures”, explicou à imprensa Jens Frenzer, perito alemão em fósseis do Instituto Senckenberg, citado pela AFP. “É como se tivéssemos encontrado a Arca perdida”, disse o paleontólogo norueguês Jorn Hurum da Universidade de Oslo e membro da equipa que demonstrou a importância de “Ida” para a compreensão da evolução das espécies e da origem do ser humano. “Este fóssil vai figurar em todas as obras didácticas dos próximos 100 anos”, prevê o investigador. “É difícil imaginar um fóssil mais completo que este para explicar a evolução dos primatas”, acrescentou por seu lado Holly Smith, antropóloga especialista em dentição da Universidade de Michigan. Este animal encontra-se num momento de separação dos dois ramos que depois conduzem, para um lado os macacos e os humanos, para outro os lémures e outros primatas já mais afastados do Homo sapiens. “É uma espécie de Pedra da Roseta”, afirmou Philip Gingerich, especialista em primatas da Universidade de Michigan.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

DO 8 AO 80

O artigo dos geólogos Donald Lowe e Gary Byerly tinha como título:
“Ironstone bodies of the Barberton greenstone belt, South Africa: Products of a Cenozoic hydrological system, not Archean hydrothermal vents!“
Que me lembre, foi a primeira vez que vi um ponto de exclamação no título de um artigo científico. Se calhar o propósito do ponto de exclamação era transmitir a surpresa dos geólogos evolucionistas ao anunciar o facto. E de facto, não é para menos. E escreviam:
“Irregular bodies of goethite and hematite, termed ironstone pods, in the Barberton greenstone belt, South Africa, have been previously interpreted as the Earth’s most ancient submarine

hydrothermal vent deposits and have yielded putative evidence about Archean hydrothermal systems, ocean composition and temperature, and early life. This report summarizes geologic, sedimentological, and petrographic evidence from three widely separated areas showing that the ironstone was deposited on and directly below the modern ground surface by active groundwater and spring systems, probably during periods of higher rainfall in the Pleistocene.“
Ou seja, rochas que se diziam pertencer ao Arqueano (2.500.000.000 a 3.850.000.000 anos de idade), agora são tidas como pertencentes ao período do Pleistoceno (1.800.000 a 11.000 anos de idade). A Geologia deve ser a única área no mundo em que podes estar 99% errado mas mesmo assim consegues manter o teu emprego e receber financiamento.
Tantas histórias foram contadas com base na extrema antiguidade destas rochas, tantos cenários montados, tanta imaginação sobre vida primitiva para agora nos virem dizer que estas rochas afinal não têm mais de 2 milhões de anos [*1].
Em 1994, o mesmo cientista falava na Geology a respeito do cinturão de Barberton. Nessa altura a idade dele era de 3,55 biliões a 3,22 biliões de anos. Quantos artigos se escreveram sobre a elevada actividade microbiana nessas rochas super antigas:
“A análise de rochas almofadadas do cinturão Barberton, na África do Sul, revelou novas evidências científicas de que a actividade dos micróbios era elevada no fundo dos oceanos, há bilhões de anos. Artigo publicado na edição da Science desta sexta-feira (23/4), assinado por um grupo de cientistas liderado por Harald Furnes, do Departamento de Ciência da Terra da Universidade de Bergen, na Noruega, mostra a existência de pequenos tubos mineralizados feitos pelos arcaicos micróbios”
Uau… até dá direito em escrever na prestigiosa Science. Então se está numa revista como a Science, só pode ser tudo verdade. Afinal, Science significa Ciência e Ciência, como todos os letrados sabem, lida com factos. E cá estão eles [destaco]:
“Pillow lava rims from the Mesoarchean Barberton Greenstone Belt in South Africa contain micrometer-scale mineralized tubes that provide evidence of submarine microbial activity during the early history of Earth.“
Apetece dizer: Que treta! Se afinal de contas estas rochas são tão recentes, segundo a cronologia evolucionista, onde é que eles foram buscar as evidências de actividade microbiana nos primeiros anos de vida da Terra? Que treta! Como é que se pode confiar em métodos que mudam da água para o vinho? Que treta! Nem me atrevo a calcular a percentagem de erro com receio de pecar por defeito.
Para além de servir de exemplo da palhaçada que são os métodos de datação, este caso também serve de exemplo àqueles cristãos que querem contaminar a Palavra perfeita de Deus com as teorias malucas e falíveis do ser humano.

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REFERÊNCIAS OU NOTAS:
[*1] – Naturalmente que também não aceito a nova idade atribuída às rochas. Apenas uso os conceitos evolucionistas para mostrar as areias movediças com que estamos a lidar.

terça-feira, 5 de maio de 2009

TALVES NÃO TENHA SIDO UM ASTERÓIDE QUE TENHA MATADO OS DINOSSAUROS



Um cientista afirma uma coisa, o outro diz a mesma coisa e o seu contrário. Não resta dúvida, nem para eles, que estão num campo que não lhes pertence, a menos que conscientemente chama a esta Ciência a ciência da expeculação.


GÉNESIS 1
1 No princípio criou Deus os céus e a terra.
2 A terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas.
3 Disse Deus: haja luz. E houve luz.
4 Viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas.
5 E Deus chamou à luz dia, e às trevas noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.
6 E disse Deus: haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas.
7 Fez, pois, Deus o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento. E assim foi.
8 Chamou Deus ao firmamento céu. E foi a tarde e a manhã, o dia segundo.
9 E disse Deus: Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça o elemento seco. E assim foi.
10 Chamou Deus ao elemento seco terra, e ao ajuntamento das águas mares. E viu Deus que isso era bom.
11 E disse Deus: Produza a terra relva, ervas que dêem semente, e árvores frutíferas que, segundo as suas espécies, dêem fruto que tenha em si a sua semente, sobre a terra. E assim foi.
12 A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo as suas espécies, e árvores que davam fruto que tinha em si a sua semente, segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom.
13 E foi a tarde e a manhã, o dia terceiro.
14 E disse Deus: haja luminares no firmamento do céu, para fazerem separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais e para estações, e para dias e anos;
15 e sirvam de luminares no firmamento do céu, para alumiar a terra. E assim foi.
16 Deus, pois, fez os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; fez também as estrelas.
17 E Deus os pôs no firmamento do céu para alumiar a terra,
18 para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que isso era bom.
19 E foi a tarde e a manhã, o dia quarto.
20 E disse Deus: Produzam as águas cardumes de seres viventes; e voem as aves acima da terra no firmamento do céu.
21 Criou, pois, Deus os monstros marinhos, e todos os seres viventes que se arrastavam, os quais as águas produziram abundantemente segundo as suas espécies; e toda ave que voa, segundo a sua espécie. E viu Deus que isso era bom.
22 Então Deus os abençoou, dizendo: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei as águas dos mares; e multipliquem-se as aves sobre a terra.
23 E foi a tarde e a manhã, o dia quinto.
24 E disse Deus: Produza a terra seres viventes segundo as suas espécies: animais domésticos, répteis, e animais selvagens segundo as suas espécies. E assim foi.
25 Deus, pois, fez os animais selvagens segundo as suas espécies, e os animais domésticos segundo as suas espécies, e todos os répteis da terra segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom.
26 E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra.
27 Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
28 Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra.
29 Disse-lhes mais: Eis que vos tenho dado todas as ervas que produzem semente, as quais se acham sobre a face de toda a terra, bem como todas as árvores em que há fruto que dê semente; ser-vos-ão para mantimento.
30 E a todos os animais da terra, a todas as aves do céu e a todo ser vivente que se arrasta sobre a terra, tenho dado todas as ervas verdes como mantimento. E assim foi.
31 E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. E foi a tarde e a manhã, o dia sexto.


Concluímos realmente há um CIENTISTA: DEUS O SENHOR CRIADOR. E NÃO HÁ DISCUSÃO!

sexta-feira, 10 de abril de 2009

OS AVANÇOS NA GENÉTICA CONFIRMA A FÉ NA PALAVRA DE DEUS

1- TEORIA DA INTOXICAÇÃO
Foi difícil, nos últimos dois meses (Fevereiro/Março 2009), abrir qualquer tipo de publicação sem encontrar artigos extensos e laudatórios em relação a Charles Darwin e à sua Teoria da Evolução.
Efectivamente, celebrou-se em Fevereiro o 200º aniversário de Charles Darwin (nascido a 12 de Fevereiro de 1809) e o 150º aniversário da publicação da sua obra A origem das Espécies.
Como resultado de tal “bombardeamento” mediático, cria-se uma imagem na opinião pública, em relação aos méritos desta teoria à sua influência no mundo, que não resiste a um olhar menos apaixonado e mais rigoroso.

2- SOMOS TODOS DARWINISTAS?
A revista The Economist publicou, na sua edição de 5 de Fevereiro, uma estatística sobra a aceitação da Evolução como Teoria das Origens.
O que talvez surpreenda, neste século XXI, considerado coo uma época essencialmente secular, é a percentagem de pessoas que não crêem na Teoria da Evolução – entre 20 e 75% da amostra, dependendo do País.
Isto é um pouco embaraçoso para uma teoria que recebe tal cobertura dos média e que é “vendida” ao público como um facto.
Reparem por exemplo nesta citação de Stephen J. Gould: “A evolução é um facto, na medida em que algo pode ser um facto em Ciência (tão certo como é certo que a Terra orbita em torno do Sol)”.
Parece que até 75% das pessoas não estão assim tão de acordo com esse “facto”…

3- A EVOLUÇÃO DA TEORIA?
Poucas pessoas se apercebem de que as várias “espécies” da Teoria da Evolução que existem actualmente (e que são muitas vezes chamadas Teorias de Darwin), muito pouco têm que ver com a Teoria discutida na obra A Origem das Espécies.
O Darwinismo sofreu tremendas transformações e adaptações (evolução?). ainda hoje, como discutimos em artigos anteriores, continua a evoluir.
1859 – Publicação do livro A Origem das Espécies.
1882 – Aparecimento das primeiras ideias relativas a uma evolução dirigida, originando o chamado Evolucionismo Teísta.
1930/40 – Síntese neo-darwiniana que libertou finalmente a Teoria da Evelução das ideias erradas de Darwin em relação à hereditariedade dos caracteres adquiridos.
1970 – A Teoria do Equilíbrio Pontuado foi proposta por Stephen J. Gould e Niles Eldreadge, para tentar harmonizar a Teoria da Evolução com um registo fóssil, cada vez mais difícil de entender do ponto de vista evolucionista.
2003 – ainda em curso – Revisão de acordo com as descobertas da genética. O último desenvolvimento pode vir a ser o resultado das reflexões do chamado Grupo de Altenberg 16, que se reuniu em Março de 2008 para discutir uma “Síntese Evolucionista Alargada”.

4- TEORIA DAS EVIDÊNCIAS?
A verdade é que as evidências que suportam a Teoria da Evolução nunca foram fortes e hoje continuam a não o ser, o que tem obrigado a grandes mudanças e ajustes.
Sugiro que analisemos três exemplos, que perturbaram Darwin no seu tempo e continuam a perturbar os evolucionistas:
A escassez de fósseis de transição – os famosos “missing links”,
A extrema e inexplicável complexidade do olho humano e
As últimas descobertas da genética.

4-1 Procurando uma agulha num monte de ossos

Darwin reconheceu que a extensão do registo fóssil era “a mais óbvia e séria objecção que pode ser colocada à Teoria da Evolução”.
No entanto, defendeu que esse facto não era fatal à sua Teoria, porque em 1859 apenas uma pequeníssima parte das jazidas de fósseis havia sido explorada.
Darwin defendeu então que, se a sua teoria estivesse correcta, à medida que os paleontólogos trabalhassem com uma mentalidade Darwiniana, iriam encontrar imensos fósseis de transição, Darwin utilizou mesmo a expressão “um número inconcebível” de fósseis de transição.
Hoje, passados mais de 150 anos em que os paleontólogos trabalharam com uma ´mentalidade Darwiniana´, temos de registar que não foram encontrados nenhuns fósseis de transição…
Os exemplos apresentados são muito poucos e, ou eram fraudes ou são de interpretação questionável.
Porque será que a consequência lógica deste facto não foi aceite?

4-2 Abram bem os olhos…
Darwin escreveu: “Acreditar que um órgão tão perfeito como o olho possa ter sido formado pela selecção natural é suficiente para surpreender qualquer pessoa…”
E Darwin não tinha a menor ideia acerca da verdadeira complexidade do olho humano.
Se ao nível macro é complexo, ao nível molecular torna-se simplesmente inaceitável que tudo isso surja por mero acaso.

4-3 Milhões de anos para evoluir? As últimas descobertas da genética

No número de Fevereiro de 2009 da revista National Geographic, que celebra os 200 anos de Darwin e 150 da sua Teoria da Evolução, podemos encontrar o seguinte texto na página 71:
“Tal descoberta pôs por terra uma noção há muito entretida de que a aquisição de membros exigia um radical salto evolutivo. É evidente agora que o mecanismo genético necessário para produzir os membros já estava presentes nas nadadeiras.”
Ou seja, vai-se descobrindo que a selecção natural não cria nada, apenas actua sobre realidades já existentes, modificando seriamente a Teoria da Evolução.

5- OS MALEFICIOS DA TEORIA DA EVOLUÇÃO
Tudo isto poderia não passar de uma interessante querela académica, se as crenças em relação ao nosso papel no Universo e a sua implicação na nossa formação moral não fossem fortemente afectadas.
Mas, a verdade é que aquilo em que acreditamos vai ter uma grande influência nos nossos actos e na forma como a nossa sociedade encara e resolve certos problemas.
Podem ser apontadas muitas consequências negativas à Teoria da Evolução. Alguns exemplos são a inspiração do Nazismo e as ideias Eugénicas.
No limite, esta ideia d luta selvagem pela sobrevivência e a necessidade de deixar a via livre à Natureza, para que haja a sobrevivência dos mais aptos, pode ser o fundamento filosófico das circunstâncias que nos levaram ao que o financeiro George Soros considerou, na cimeira de Davos, como “uma crise pior do que a Grande Depressão de 1930”.

6- UMA TEORIA ALTERNATIVA BEM MAIS FÉRTIL
Uma teoria alternativa ao Darwinismo é a Teoria do Desígnio Inteligente. Esta Teoria ainda não está em condição de concorrer no mesmo nível que a Teoria de Darwin, porque não tem cientistas de todo o mundo a tentarem provar a sua validade ao longo de 150 anos. Ao contrário, surgiu na sua forma actual há 10 anos e tem apenas um punhado de cientistas que podem dedicar-se a desenvolvê-la.
Mas, mesmo com tão poucos meios, as suas contribuições para a Ciência podem vir a ser impressionantes.
Quando os cientistas trabalham com um paradigma verdadeiro, podem ir muito mais longe…
Alguns exemplos de desenvolvimento científicos que podem vir do Desígnio Inteligente:
- A Genética, encoraja os cientistas a descobrirem as funções do chamado “junk” DNA;
- A Biologia celular, encoraja os cientistas a verem “estruturas desenhadas”, o que os levará a um melhor entendimento dos mecanismos moleculares de funcionamento;
- A Biologia animal, encoraja os cientistas a descobrirem as verdadeiras funções dos chamados “órgãos vestgiais”;
- A Paleontologia, encoraja os cientistas a resolverem os grandes problemas da Teoria de Darwin como o registo fóssil, como por exemplo a chamada “explosão do Câmbrio”.

7- A VERDADEIRA TEORIA DA ORIGEM DAS ESPÉCIES
“O que Darwin não sabia” é o tema de capa do mês de Fevereiro da revista National Geographic. Numa série de artigos, pretende-se demonstrar como Darwinismo permanece actual e central.
No entanto, existe um livro publicado há menos de 5 anos, exactamente com o mesmo título, que demonstra (WHAT DARWIN DIDN`T KNOW). Terminou com as palavras finais do livro O que Darwin Não Sabia, do Dr. Geoffrey Summons: “Não sou um Teólogo, nem pretendo sê-lo. Sou apenas um observador e estudioso de factos biológicos e médicos. Os dados, como eu os vejo, apontam directamente para um Desenhador Inteligente, tal como um carro aponta para o seu fabricante, como um soufflé aponta para um chef de cozinha, como uma peça de teatro para o seu Autor. Alternativas podem ainda vir a ser propostas, mas a Teoria da Evolução não explica as evidências que observamos.”
Esse “Desenhador Inteligente” tem um nome: Deus. E pode ser encontrado na Bíblia reclamando a autoria da Sua criação através do Apóstolo Paulo e fornecendo a Verdadeira Teoria da Origem das Espécies:
“O Deus que fez o mundo e tudo o que nele há, sendo ele Senhor do céu e da terra não habita em templos feitos por homens. Nem tampouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa, porque ele mesmo é quem da a vida a todos, a respiração a todas as coisas. De um só fez todas as nações, para habitarem sobre toda a face da terra, determinando-lhes os tempos já dantes ordenados e os limites da sua habitação.” Actos 17:24-26.
Por isso, “se hoje ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações”.

Miguel Mateus
Engenheiro em Electrotecnia – Telecomunicações e Electrónica
Mestre em Investigação Operacional
Grau de MBA – Master in Business and Administration

segunda-feira, 30 de março de 2009

CRIAÇÃO E EVOLUÇÃO

Dois pontos de fé: um em Deus e outro no Acaso. Discorrendo sobre uma disciplina que lhe é familiar – a bioquímica – o professor Michael Behe, da Universidade Lehigh, Pensilvânia, EUA, demonstra nas suas investigações que a teoria da evolução (que se propôs, no século XIX, a explicar a origem da vida por meio da selecção natural) não pôde resistir aos avanços científicos que desvendaram a complexidade do mundo celular.
Na obra "A caixa-preta de Darwin: o desafio da bioquímica à teoria da evolução", o autor afirma que o desenvolvimento do microscópio electrónico, da cristalografia de raios X e da ressonância magnética nuclear revelaram os segredos da complexa estrutura molecular da vida que, na época de Darwin, não era ainda conhecida. Nas palavras de Behe: "talvez tenhamos de pagar um preço por este conhecimento. Quando escavamos alicerces, as estruturas que neles repousam são abaladas e desmoronam."1
A partir de sistemas orgânicos irredutivelmente complexos – como o olho humano, a coagulação do sangue, o transporte celular – o autor revela que tais sistemas, descritos detalhadamente no livro, não podem ser produtos do acaso ou de mutações aleatórias, pois, se qualquer um dos seus componentes não existir, a função do sistema não seria alcançada, a consequência seria a extinção, e não uma suposta evolução, conforme os pressupostos evolucionistas.
De facto, existem inúmeros trabalhos científicos sobre os sistemas dos mecanismos celulares e a consequência é a refutação uma a uma das teorias que sustentam a evolução. Perguntamos: "Porque, então, a teoria da evolução ainda é a mais aceite e ensinada nos meios académicos?". As palavras do bioquímico podem nortear-nos em busca desta resposta: "O dilema é que, enquanto um lado do elefante é etiquetado como planeamento inteligente, o outro poderia ser rotulado como Deus".2
Na realidade, qualquer evolucionista que aceitar o planeamento da criação por um Ser superior poderá sentir-se frustrado, pois os mecanismos usados na produção da vida estarão para sempre fora do seu alcance. Desde a publicação de "A origem das espécies" houve choque entre cientistas e teólogos, o que gerou uma lealdade à disciplina científica que a coloca acima do objectivo a que deveria servir. E corrobora para isso o facto de que muitos cientistas não querem que os “dogmas”, fruto de anos de dedicação, sejam confrontados com um conhecimento além da natureza, isto é, não desejam que um ser sobrenatural interfira na Natureza.
Numa época em que as publicações científicas procuram cada vez mais desacreditar as Escrituras Sagradas, vemos, com satisfação, que o conhecimento científico chegou a um impasse sobre a origem da vida e que algumas pessoas começam a reconhecer que as respostas podem estar no âmbito da teologia.
Nesta matéria, analisaremos, com franqueza, os fundamentos históricos e científicos da chamada "teoria da evolução". Será que resistem?
A TEORIA DA EVOLUÇAO
Em 1859, Charles Darwin publicou sua obra intitulada Sobre a origem das espécies. Em 1872, já na sexta edição, a título foi mudado para "A origem das espécies". Com esta obra, a teoria da evolução saiu do anonimato e entrou no cenário das ideias brilhantes. Darwin defendia que as modificações adaptativas das espécies eram provenientes de um mecanismo de selecção natural, e que essa selecção natural, ocorrendo por muitas vezes, era capaz de gerar novas espécies e de extinguir outras.
Para os humanistas e naturalistas da época, este raciocínio permitia explicar a origem da imensa quantidade de espécies de organismos vivos observados em toda a terra. Assim, em apenas trinta anos, as ideias de Darwin foram aceites e difundidas, mesmo sem haver provas científicas adequadas que as comprovassem. A "antiga serpente" está sempre a seduzir a mente humana, oferecendo-lhe "conhecimento" enganoso. As artimanhas para infiltrar na humanidade os conceitos evolutivos vêm desde a antiga Babilónia, Egipto e Grécia. No tempo de Darwin, o palco estava montado. Os pensadores queriam mais do que nunca uma explicação, em termos naturais, para a origem da vida e sua variedade.
Darwin formou-se em teologia, mas o seu avô, Erasmo Darwin, era um evolucionista famoso, o que certamente contribuiu para que ele rumasse para o estudo da biologia. Também em 1809, um pouco antes das ideias de Darwin se tornarem conhecidas, Jean Baptiste Lamark tinha proposto que mudanças no meio ambiente eram capazes de modificar os organismos para que se adaptassem às novas condições, e que essas mudanças poderiam ser transmitidas às futuras gerações. Todavia, as ideias de Lamark não resistiram ao método científico e foram abandonadas. (ver infográfico sobre as girafas:)
LAMARCK
As girafas ancestrais provavelmente tinham pescoços curtos. Para alcançar a folhagem das árvores, de que se alimentavam, tinham que esticar o pescoço.
Pelo fato de esticarem sempre o pescoço para atingir a folhagem das árvores, o pescoço alongou-se. Essa característica adquirida era transmitida aos seus descendentes,Finalmente, o contínuo esticamento do pescoço deu origem às girafas actuais. Portanto, pelo uso ou desuso e pela transmissão das características adquiridas houve a evolução.
DARWIN
As girafas ancestrais provavelmente apresentavam pescoços de comprimentos variáveis. As variações eram hereditárias.A competição e a selecção natural levaram à sobrevivência dos descendentes de pescoços longos, uma vez que estes conseguiam alimentar-se melhor do que as girafas de pescoços curtos.
Finalmente, apenas as girafas de pescoços longos sobreviveram à competição. Portanto, pela selecção natural ocorreu a evolução.
A diferença entre Darwin e os seus antecessores é que ele argumentava com base na selecção natural, a qual somente os mais aptos sobrevivem. A partir de 1930, conhecimentos acumulados sobre mutações reforçaram as ideias de Darwin e assim surgiu a Teoria Sintética da Evolução (neo-darwinismo), que afirma que o processo evolutivo é regido, principalmente, por mutações e selecção natural.
Em 1936, o russo A.I. Opárin publicou o livro "A origem da vida", que foi aceite pela comunidade científica por julgarem que nele havia pensamento claro e defensável sobre como se originou a vida na terra. Opárin sugeriu que a selecção natural, proposta por Darwin para explicar a evolução orgânica das espécies, começou actuar já no plano molecular no chamado caldo primordial de onde, supostamente, teria surgido a primeira vida. Os agregados coloidais, formados por aglomeração de moléculas do caldo, competiam entre si pelas moléculas livres do meio e os agregados mais aptos, em termos de arranjo interno e composição química, prevaleciam sobre os demais. Eis aí as bases da chamada evolução química.
Os pensamentos de Darwin e Opárin colocaram um ponto final no desconforto da comunidade científica por não ter uma resposta racional sobre a origem da vida e sua imensa variedade. A resposta dos mestres da ciência tem como base a obra do acaso. A criação sobrenatural passa a ser de domínio dos ignorantes do povo, dos sem imaginação, dos fracos e dos religiosos.
EXISTEM PROVAS CONFIÁVEIS DO PROCESSO EVOLUTIVO?
As provas de que dispõem os evolucionistas são baseadas em análises de fósseis e em estudos filogenéticos relacionados à anatomia e factores bioquímicos das espécies. As provas, se é que podemos trata-las assim, são frágeis e envoltas em contradições, equívocos e até fraudes. As provas bem intencionadas usadas para demonstrar que a evolução das espécies é verdadeira também são questionáveis em relação à sua validade.
O mapa fóssil comprova que no passado houve formas de vida bem diferentes das que são observadas no presente. Por conta deste fatco, os evolucionistas buscam nos fósseis a descoberta de formas de vida que apresentem características transitórias entre uma espécie ancestral e outra que possa estar um passo evolutivo adiante. Mesmo com tantos esforços para comprovar a evolução das espécies com um achado fóssil de peso, até agora nada se tem que possa ser considerado "prova incontestável". Como certa vez declarou G.K. Chesterton, "os evolucionistas parecem saber tudo acerca do elo perdido, a não ser o fato de que ele está perdido".
Na verdade, os elos perdidos, fósseis de criaturas apresentando características do ancestral e da forma evoluída, continuam perdidos. Aliás, se esses animais transitórios tivessem existido realmente, seriam verdadeiras fábulas vivas. É preciso muita fé para acreditar neles, uma vez que não se tem nenhum vestígio confiável desse tipo de vida.
Nos estudos de semelhanças anatómicas entre as diferentes espécies nada pode ser considerado conclusivo. Uma vez que para usar esses argumentos como evidências da evolução seria necessário que a própria evolução fosse comprovada ou, do contrário, é o mesmo que andarem círculos. A semelhança entre um homem e uma criança não serve como prova de paternidade, o que pode ocorrer, mediante tal observação e o depoimento da mãe, é que surja uma suspeita de paternidade. Essa suspeita tem de ser provada por meio de exame apropriado ou, do contrário, a semelhança não passa de semelhança.
Ainda dentro do conjunto de provas relacionadas à anatomia, os evolucionistas citam os chamados órgãos “vestígial” que, para eles, são heranças de antepassados evolutivos.
Classificam como vestigial os órgãos que aparentemente não possuem nenhuma função no organismo. O apêndice e o cóccix humano são considerados vestigiais pelos evolucionistas. O primeiro porque deixou de ser usado por não se comer mais carne crua e alimentos mais duros e o segundo, alegam, que é vestígio da cauda de antepassados que a possuíam.
Actualmente são atribuídas funções para esses dois órgãos, mas pouco se fala a esse respeito. O facto de não se entender muito bem o papel de um órgão não faz dele um órgão vestigial. Esse tipo de erro já foi observado antes na história a ciência. Quando todos os órgãos endócrinos e linfáticos foram considerados vestigiais.
As provas bioquímicas estão relacionadas à análise das proteínas presentes nos mais variados organismos. Duas espécies são consideradas parentes próximos quanto maior for a semelhança entre as suas proteínas, isso porque uma proteína é um polímero de aminoácidos e a sequência desses aminoácidos é determinada pela leitura do gene que a codifica. Um gene é um pedaço do ADN que possui a receita para que uma proteína seja feita ou expressa. No ADN de uma espécie existem muitos genes. Dizer que o conjunto de proteínas de dois organismos são semelhantes é o mesmo que dizer que o seu ADN são semelhantes e, na visão evolucionista, isso é sinal de que houve um ancestral comum. O problema dessa classe de argumentos está no facto de que espécies que não deveriam mais apresentar semelhança proteica, devido à suposta distância evolutiva, as apresentam. Por exemplo, a hemoglobina da lampreia, que é um peixe, é muito parecida com a humana. O mesmo se observa em relação à clorofila de plantas e à nossa hemoglobina.
Como se vê, não há provas capazes de proteger a teoria da evolução de perguntas embaraçosas e críticas plausíveis por parte de opositores. Muitas vezes, os ataques e as críticas vêm do próprio meio evolucionista que não consegue concatenar a teoria com provas empíricas. Um exemplo relevante foi o que ocorreu no dia 5 de Novembro de 1981 envolvendo o respeitado paleontólogo e evolucionista Collin Patterson, do Museu de História Natural de Londres. Patterson chocou os cientistas americanos reunidos no Museu Americano de História Natural ao perguntar para sua plateia: "Vocês podem me dizer alguma coisa sobre a evolução, qualquer coisa que seja verdade?". Dizem que a plateia ficou muda, mas não ficou parada porque Patterson moderou seu discurso em relação à teoria da evolução. Para manter essa teoria viva, os evolucionistas precisam fazer vistas grossas para os próprios erros e reprimir opiniões divergentes até que se encontre "a prova". O problema é que esta busca pode durar para sempre.
A HISTÓRIA DO HOMEM E DO MACACO
Era uma vez um macaco muito sabido que de tão sabido virou "gente", mudou a sua aparência, o seu modo de agir e esqueceu-se dos seus antigos parentes macacos. Construiu uma família que se tornou numerosa e dominou toda a terra. Após ter passado muito tempo, os descendentes desse "macaco" querem saber como ele era, mas a tarefa tem sido árdua, pois tudo o que sabem dele é que era meio macaco meio homem. A partir daí, o que vale é a imaginação dos descendentes do "macaco". Vejamos as mais famosas:
1. O Homem de Nebraska: teve sua imagem reconstituída a partir de um dente com idade estimada de um milhão de anos. Após quatro anos e meio, descobriu-se que aquele dente na verdade pertencia a uma espécie de porco já extinta.
2. O Homem de Java: foi imaginado a partir de um fémur, uma caixa craniana e três dentre molares. O mais interessante é que esses itens não foram encontrados no mesmo local e ao mesmo tempo. O fémur foi encontrado a quinze metros da caixa craniana. Um dos dentes foi encontrado a três quilómetros do fémur e do crânio. E, para completar o quadro, o Dr. Dubois, que descobriu o material, esqueceu de mencionar em seu relatório que também encontrou restos mortais humanos na mesma camada de escavação. Ele se lembrou deste fato após ter passado trinta anos.
3. O Homem de Neanderthal: foi reconstituído a partir de um crânio quase completo descoberto em 1848 e um esqueleto parcial em 1856. Muitos estudiosos dizem que o Neanderthal era tão humano quanto qualquer um de nós. As diferenças do esqueleto são atribuídas ao fato de pertencer a um homem velho que sofria de raquitismo. Esse detalhe foi comprovado com novos achados fósseis, pois os Neanderthais sepultavam seus mortos.
4. O Homem de Cro-Magnon: segundo o dr. Duane T. Gish, professor de ciências naturais e apologética, o chamado Homem de Cro-Magnon passaria despercebido por nossas ruas se usasse a moda corrente, ou seja, nele não há nada de símil.
5. O Homem de Piltdown: foi uma fraude forjada por Charles Dawson a partir de um fragmento de maxilar, dois dentes e um fragmento de crânio. A fraude foi descoberta quarenta anos mais tarde.
TREZE PERGUNTAS PARA OS EVOLUCIONISTAS RESPONDEREM
Adaptado do site http://www.creationscíence.com/
Tradução de Stephen AdamsAlgumas pessoas sinceras, mas mal encaminhadas, pensam que a evolução é uma teoria razoável para explicar as questões do homem e do Universo. A evolução não é uma teoria, é um tipo de religião pagã disfarçada de ciência.
1. De onde veio o espaço para o Universo e a matéria?
2. De onde vieram as leis do Universo - lei da gravidade, inércia etc?
3. Como pode a matéria estar tão perfeitamente organizada? De onde veio a energia para organizar tudo?
4. Quando, onde, por que e como a vida se originou de matéria morta?
5. Quando, onde, por que e como a vida aprendeu a reproduzir-se?
6. O que fez a primeira célula capaz de reprodução sexual reproduzir-se?
7. Como podem as mutações (recombinando o código genético) criar uma nova e melhorada variedade? (Recombinar letras inglesas nunca iria produzir um livro chinês).
8. Quando, onde, por que e como:a. Anfíbios se transformaram em répteis?b. Os répteis se transformaram em pássaros? (os pulmões, ossos, olhos, órgãos reprodutores, coração, método de locomoção e pele são todos diferentes!) Como viviam as formas intermediárias?
9. Quando, onde, por que e como:a. Evoluíram as baleias, os cavalos-marinhos e os morcegos?b. Evoluíram os olhos e os ouvidos? c. Evoluíram os cabelos, pele, penas, escamas, unhas, garras etc?
10. O que evoluiu primeiro? Como e em quanto tempo funcionou sem os outros?
a. O impulso para reproduzir ou a habilidade para reprodução?
b. Os pulmões, a mucosidade que os protege, a garganta ou a perfeita mistura de gases respirada pelos pulmões?
c. As plantas ou os insectos que se mantiveram vivos e polinizaram as plantas?
d. Os ossos, ligaduras, tendões, circulação ou músculos para mover os ossos?
e. O sistema imunológico ou a necessidade dele?
11. Quando, onde, por que e como o homem desenvolveu sentimentos e pensamentos - amor, piedade, culpa etc? (estas capacidades jamais evoluiriam conforme a "teoria da evolução").
12. Considerando que existem mais de uma dezena de correntes evolucionistas, a qual delas você pertence?
13. Você acredita honestamente que tudo veio do nada?
Após responder a estas treze perguntas, considere cuidadosamente as perguntas seguintes:
1. Você está seguro de que as suas respostas são racionais, correctas e cientificamente comprováveis? Ou crê que simplesmente as coisas aconteceram como você acabou de responder? Estas respostas reflectem a sua religião ou a ciência?
2. As suas respostas dependem de uma fé semelhante à de uma pessoa que diz "Deus deve ter projectado isto"?
3. É possível que um Criador inadvertido desenhou este Universo? Se Deus é excluído do princípio da discussão por a sua definição de ciência, como poderia ser mostrado que Ele criou o Universo, considerando a suposta verdade cristã de que Ele realmente o criou?
4. É sábio e justo apresentar a evolução aos estudantes como facto?
5. As pessoas aceitam a evolução devido a quais destes factores:
a. Foi o que elas aprenderam sem questionar durante toda a vida.
b. Elas gostam da liberdade sem Deus, sem compromisso com qualquer espécie de moral absoluta.
c. Elas se unem para apoiar a teoria com medo de perder o seu trabalho ou status.
d. Elas nutrem um orgulho intelectual que as impedem de admitir que estão equivocadas.
6. Devemos continuar usando evidências antigas, desaprovadas, inconclusivas e incorrectas para apoiar a teoria da evolução porque não temos um substituto convincente? (Homem de Piltdown, Homem de Java, Homem de Neanderthal etc).
7. Deve-se permitir aos pais exigir que a evolução não seja ensinada como fato no sistema escolar, a menos que se ensine ao lado de outras teorias de origens (como a criação divina)?
8. Você não se cansa de ter fé num sistema que não é verdadeiro? Não seria melhor conhecer a Deus que o fez e aceitar o Seu amor e perdão?
9. O que você está a arriscar se você estiver errado? (um renomado opositor do criacionismo considerou: "Existe um Deus ou não? Ambas as possibilidades são assustadoras!' )

DIFICULDADES QUE CERCAM A ORIGEM DA VIDA NA VERSÃO EVOLUCIONISTA
Stanley Miller tornou-se famoso ao publicar, em 1953, os resultados de sua experiência, realizada sob as condições da suposta atmosfera primitiva. A atmosfera primitiva, proposta na experiencia de Miller, era composta por vapor d'água, metano, amónia e hidrogénio, na total ausência de oxigénio livre, pois ele sabia que o oxigénio impediria a formação das grandes moléculas orgânicas. Sob estas condições, Miller relatou que obteve a formação de alguns aminoácidos. Entretanto, não existem provas de que a atmosfera primitiva fosse isenta de oxigénio livre.
Outra dificuldade para a formação da vida ao acaso está na matemática. A probabilidade estatística não é favorável à teoria da evolução. Segundo a Lei de Borel, um evento que tenha 1 possibilidade entre mais de 1050 possibilidades simplesmente não ocorre. Por exemplo, a probabilidade de que uma proteína de cinquenta aminoácidos seja formada casualmente é de 1 possibilidade entre 1065 possibilidades, o que não é viável matematicamente. O que dizer então do complexo código genético que possui a probabilidade de ter sido formado ao acaso de uma hipótese em 101505 hipóteses (o número 1 seguido de 1505 zeros)?
A Segunda Lei da Termodinâmica diz que tudo tende ao caos, à desordem e à deterioração. A teoria da evolução afirma justamente o contrário, ou seja, que moléculas simples foram gradualmente tornando-se estruturas cada vez mais complexas e ordenadas. O problema da tendência à desordem pode ser contornado se houver fornecimento de energia externa ao sistema. Em organismos vivos já estruturados, como os actuais, existem mecanismos que compensam essa tendência à desordem transformando a energia solar em energia química. As plantas convertem a luz solar em energia química, os animais comem as plantas e aproveitam sua energia armazenada. Esse ciclo de dependência energética é chamado de cadeia alimentar. Seres tão primitivos como a primeira vida não dispunham de mecanismo de captação e conversão de energia solar.
Para contornar essa dificuldade, os evolucionistas apelam para o processo fermentativo, que é bem mais simples do que a captação de energia externa, mas mesmo a fermentação seria algo muito complexo para a primeira vida formada ao acaso.
UMA TEORIA FORA DA LEI
Apesar de a teoria da evolução apresentar tantas dificuldades e paradoxos, ela mantém o estatuto de ser a teoria oficialmente aceite pela comunidade científica para explicar a origem da vida e sua diversidade. Todas as crianças, adolescentes e jovens são doutrinados nas escolas com base nesta teoria. As suas supostas evidências são ensinadas como se fossem provas estabelecidas e bem trabalhadas, o que muitas vezes confunde a fé da juventude cristã no Deus Criador. Diante disto, é importante reassar que, assim como o criacionismo, o evolucionismo também baseia as suas conjecturas na fé. Fé no acaso, pois tudo o que defendem são suposições que, em circunstâncias primordiais ou normais, jamais poderiam ocorrer.
Se é racional pensar que dos peixes surgiram os anfíbios, dos anfíbios os répteis, dos répteis as aves e os mamíferos, por que não é racional pensar que Deus criou o homem do pó da terra? No mundo físico, nenhuma dessas posições pode ser provada, portanto, ambas são pontos de fé. Entretanto, ridicularizam o criacionismo e geram um sentimento de vergonha, principalmente nos estudantes cristãos, que passam a rejeitar "Adão e Eva" e a aceitar a ideia do homem-macaco.
Não há nada de vergonhoso em acreditar no criacionismo, pelo contrário, é motivo de grande alegria. O criacionismo escolhe acreditar que Deus é o Criador de todas as coisas, inclusive da vida. O evolucionismo acredita na obra do acaso que evolui de uma forma de vida para uma outra mais complexa, num processo cego e sem nenhum objectivo final. Ademais, a evolução das espécies é somente uma teoria.
Uma teoria é um conjunto de ideias estruturadas que interpretam conceitos. Conceitos são situações observadas no nosso mundo físico. Os evolucionistas argumentam que o processo evolutivo é um conceito/facto e que resta apenas estabelecer como se deu este facto. Mas a verdade é que não possuem bases em si, reconheçamo-lo, tem argumentos, argumentos muito bem formulados, que na verdade todos – até os que os montam – são conscientes que não têm nada de sólido. Para se afirmar algo usando a metodologia científica é preciso primeiro observar e registar os factos. Depois é preciso fazer uma generalização baseada nas observações.
Em seguida, formula-se uma hipótese para configuar os factos do mundo real. Após muitas experiências, que confirmem os “factos” preconcebidos, surge uma teoria. Se a teoria resistir ao tempo e a novos experiências, pode passar à lei científica. No entanto, somente a evolução dentro de uma mesma espécie (micro-evolução) pode ser demonstrada pela metodologia científica. A evolução entre as diferentes espécies (macro-evolução), proposta por Darwin e mantida pelos seus seguidores, não pode ser provada pelo método científico, no entanto, é chamada teoria.
NOVE DICAS PARA ALUNOS CRISTÃOS EM SALAS DE AULA
Por Paul S. Taylor, da Eden Communications
Tradução de Avelar Guedes Junior
1. Antes de fazer uma apresentação numa sala de aula ou um relatório sobre a criação de Deus, informe-se ao máximo sobre o criacionismo e os problemas envolvidos com o evolucionismo.
2. Em muitas escolas públicas há um forte sentimento contra a expressão de crenças religiosas cristãs em sala de aula. Os alunos têm mais liberdade que os professores neste aspecto. Todavia, na sala de aula, os alunos são mais prudentes quando limitam os seus comentários a factos científicos, ao invés de tratar de informações bíblicas ou de crenças religiosas. Mesmo porque a própria ciência não é capaz de amparar o evolucionismo.
3. Não se surpreenda se não for bem tratado numa escola pública quando discutir sobre criacionismo. Esteja preparado para lidar com tal tratamento com uma atitude cristã apropriada. É uma triste realidade que muitos professores e administradores têm muitos preconceitos e ignorantes neste assunto – o que é compreensível – já que, na maior parte dos casos, toda a sua educação (do ensino fundamental até ao superior) foi totalmente parcial nesta matéria.
4. Lembre-se de que os alunos encontram-se sob a autoridade do professor, mesmo que estes sejam contrários ao cristianismo. Alunos cristãos têm a responsabilidade de respeitar a autoridade do seu professor e ser sempre corteses e respeitadores, mesmo se eles não concordarem sobre o assunto evolução.
5. Para uma melhor relação aluno professor, mantenha o bom humor nesta situação e seja objectivo. Uma atitude cristã deve ser de amor e sensibilidade para com todos, inclusive com os professores. Não se deve recorrer à discussões acaloradas ou ofensas verbais. Não despreze a crença do professor. Faça comentários e perguntas de um modo sensível que se dirija ao assunto e não coloque o professor em causa. É muito improvável que ao envergonhar o professor diante da sala traga os resultados desejados! As informações devem ser apresentadas com uma atitude de boa vontade e de sincero respeito. É mais fácil aos professores responderem favoravelmente a um aluno bom e estudioso que está simplesmente à procura de respostas francas que a um aluno que parece hostil, ou com ar de "sabe-tudo".
6. Empreste ao seu professor um bom livro sobre o assunto, especialmente um que mantenha a objectividade cientifica. Vários livros críticos do evolucionismo escritos por evolucionistas também são de interesse. O uso destes evita fazer o assunto parecer uma guerra santa.
7. Lembre-se de que os professores, situações e salas de aula não são os mesmos. O que pode funcionar com um professor ou escola pode não dar certo com outros.
8. Tenha em mente que o principal propósito de um aluno é ir à escola e aprender, e não testemunhar. Mas os alunos devem permanecer abertos à orientação do Espírito Santo. Há muitas histórias emocionantes de como alunos através de perguntas pertinentes, deram informações que, no final, produziram grandes mudanças na vida dos professores.
9. A oração é o ingrediente mais importante nos feitos humanos. Certifique-se de que os esforços na sala de aula estão alicerçados em tempo gasto em oração.
PAIS: Aproveitem esta oportunidade para orar com os vossos filhos pela sua carreira cristã, atitudes e fidelidade.
A CRIAÇÃO É OBRA DE DEUS
Deus criou toda a realidade existente com um acto da sua vontade a partir do nada (criação ex nihilo). Em Romanos 4:17 está escrito que Deus "chama à existência as coisas que não existem". Muitas outras afirmações semelhantes a esta são encontradas no Novo Testamento. No momento da criação não havia matéria pré – existente, nada foi adaptado ou moldado, tudo foi original.
Deus planeou e executou o seu plano e a obra criada agradava a Deus, pois tudo foi declarado por Ele como sendo bom (Gén 1.1-31). O propósito das passagens bíblicas a respeito da criação não é dizer como Deus executou o Seu projecto, mas sim que foi Ele o Seu autor e executor. Este ponto de fé a ciência não tem como substituí-lo.
Para um criacionista existem a fé, a Bíblia e a grandiosidade da realidade física criada por Deus. Não há forma de demonstrar satisfatoriamente um ponto de fé com provas físicas, mas muitas vezes a realidade ampara a fé e é isto que vemos no caso da Criação. A grandeza e a complexidade da vida podem ser vistas em toda a terra.
O corpo humano transborda em argumentação. Como explicar a obra do acaso analisando a sofisticação de órgãos como o cérebro, o olho e o ouvido? O cérebro humano é tão complexo que mesmo com toda a tecnologia moderna, somente uma pequena parte de seu funcionamento é compreendida.
E o que dizer das diferentes formas de vida com tanta variedade de estrutura? Não há espaço para a acção do acaso na origem da vida, tudo foi planejado nos mínimos detalhes por Deus, o Criador. A primeira afirmação da Bíblia está em Génesis 1.1 e nela está escrito: "No princípio criou Deus os céus e a terra". No Salmo 148.5 a Bíblia ensina que Deus deve ser louvado como o Criador.
Para os cientistas evolucionistas esse tipo de argumentação não significa nada, entretanto, não usam, a rigor, o método científico ao tentar provar a evolução das espécies e a origem da vida. A ciência apoia-se na realidade, nos factos e nas provas físicas e, seguindo estes parâmetros, o bioquímico Behe e outros cientistas sérios já classificam a teoria da evolução como uma teoria ultrapassada. Os cientistas precisam provar o que pensam e ensinar como verdade somente o que provam, inclusive os evolucionistas. Se não há factos físicos nem provas, tudo não passa de ideias. Nós, portanto, seguimos o conselho do apóstolo Paulo a Timóteo, quando disse: "Guarda o depósito que te foi confiado, tendo horror às oposições da falsamente chamada ciência, a qual, professando-a alguns, se desviaram da fé." (1 Tm 6.20).
QUEM DISSE QUE TODO O CIENTISTA CRÊ NO EVOLUCIONISMO?
Algumas invenções e descobertas notáveis desenvolvidas por cientistas criacionistas:
FRANCIS BACON (1561-1626) – Método científico.
BLAISE PASCAL (1623-662) – Barómetro.
ISAAC NEWTON (1642-1727) – Lei da gravidade.
DAVID BREWSTER (1781-1868) – Caleidoscópio.
MICHAEL FARADAY (1791-1867) – Gerador eléctrico.
SAMUEL F. B. MORSE (1791-1872) – Telégrafo.
CHARLES BABBAGE (1792-1871) – Calculadora.
JOSEPH HENRY (1797-1878) – Motor eléctrico.
JAMES SIMPSON (1811-1870) – Clorofórmio.
LOUIS PASTEUR (1822-1895) – Lei da biogénesis, controlo da fermentação, pasteurização etc.. LORD KELVIN (1824-1907) – Balança de temperatura absoluta.
WILLIAM RAMSAY (1852-1916) – Gases inertes
Obs: Nem todos os cientistas supracitados foram ortodoxos em relação às crenças cristãs, no entanto, todos eles foram criacionistas.
CLÁUDIA APARECIDA ALVES Bacharel em Química/USP, Mestre em Ciência e Química Analítica/USP e doutoramento em Biotecnologia Molecular Estrutural/USP
Colaborador: MÁRIO A. MORAES SOBRAL
Referências bibliográficas
Bíblia de estudo de Genebra.
Editora Cultura Cristã. Bíblia Apologética.
ICP -Instituto Cristão de Pesquisas
Introdução à Teologia Sistemática. Millard J. Erickson.
Sociedade Religiosa Edições Vida Nova "A origem da vida". George Wald.
Artigos do Scientific American.A Base molecular da vida: uma introdução à biologia molecular. Editora da Universidade de São Paulo físico-Química. P W. Atkins. LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora
Biologia molecular básica. Arnaldo Zaha (Coordenador).
Editora Mercado Aberto
The emerging conceptual framework of evolutionary developmental biology.
Nature. Wallace ArthurSecret file of genes. Günter TheiBen:
NatureSite de consulta:
http://ssilva777.tripod.com.br/
notas:1 A caixa-preta de Darwin: o desafio da bioquímica à teoria da evolução. Michael Behe. Ciência e Cultura, p.13.
2. Ibid. p 235