domingo, 22 de fevereiro de 2009

EVIDÊNCIAS DA CRIAÇÃO

A Criação Faz Sentido
Por Graeme Loftus
Após a formatura no Colégio de Cristo, Cambridge, onde se preparou para ser Pastor, Charles Darwin, em 1831, zarpou, como passageiro, a bordo do H.M.S. Beagle, para uma direcção que impactaria o mundo.

A viagem que realizou durante cinco anos levou-o à costa ocidental da América do Sul, onde observou várias espécies de animais exóticos e desconhecidos. Um par de criaturas, em particular, os tentilhões de Galápagos, chamou a atenção de Darwin. Ele estudou os animais, recolheu amostras e observou que tinham bicos de vários tamanhos e formatos. A observação dessas variações foi a inspiração para o desenvolvimento da sua teoria das origens.

Darwin voltou à Inglaterra em 1836 e, em 1842, começou a rascunhar o tão famoso livro: A Origem das Espécies pela Seleção Natural, ou a Preservação das Raças Favorecidas na Luta pela Vida (conhecido simplesmente como A Origem das Espécies, publicado em 1859.
Após a publicação do livro, Darwin correspondeu-se, por longo período, com o seu colega, Asa Gray, especialmente sobre as suas dúvidas e perplexidades em relação ao resultado final da evolução: “Tenho consciência de que estou a viver uma confusão absolutamente desespesperante”, confessa. “Não consigo pensar que o mundo, como o vemos, é o resultado do acaso, e, no entanto, não posso olhar para cada coisa, em separado, como resultado de uma concepção.” (www.darwinproject.ac.uk/darwinletters/calendar/entry-2998.html)
“Não consigo pensar
que o mundo, como vemos,
é resultado do acaso”
CHARLES DARWIN

A confusão de Darwin surgiu quando tentou relacionar tudo o que observou nas maravilhas do mundo natural com os contrastes existente paralelamente a essa beleza. Ao observar toda força destructiva, escolheu rejeitar a Deus em lugar de investigar, na Bíblia, uma interpretação para aquelas distorções no mundo criado.

Cada um de nós enfrenta esse mesmo dilema enquanto lutamos para compreender as origens. Não podemos evitar perguntas como: “De onde vim?” “Como cheguei até aqui?” e, “Como dar sentido à minha existência?”

Finalmente, Darwin adoptou a teoria ateísta das origens. Por outras palavras, ele eliminou Deus do cenário. Como nenhum de nós estava lá para testemunhar pessoalmente como tudo começou, temos que examinar as evidências disponíveis e decidir por nós mesmos.

Hipóteses da Evolução
A evolução baseia-se em determinados pressupostos, delineados, como a seguir, pelo Dr. G. A. Kerkut, da Universidade de Southampton, na Inglaterra (Implicações da Evolução [Pergamon, 1960):
• Nenhum elemento sem vida deu origem à matéria viva.
• Essa geração espontânea ocorreu apenas uma vez.
• Vírus, bactérias, plantas e animais estão todos interligados.
• Os organismos unicelulares deram origem a organismos multicelulares.
• Todos os organismos invertebrados estão relacionados.
• Todos os organismos invertebrados deram origem aos vertebrados.
• Os peixes deram origem aos anfíbios, que deram origem aos répteis, que a seguir originaram os pássaros e finalmente os mamíferos.

Deixo os leitores tirarem as suas próprias conclusões sobre a probabilidade de essas hipóteses terem, realmente, ocorrido. A Bíblia, no entanto, dá-nos fortes evidências que nos ajudam a tirar outras conclusões a respeito da nossa origem.

O apóstolo Paulo diz, com razão, que todos os seres humanos conhecem algo de Deus pela natureza, mesmo quando não têm conhecimento das Escrituras: “Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o Seu eterno poder, como também a Sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis” (Rm 1:20).

Podemos não conhecer tudo a respeito de Deus por meio do estudo da natureza, diz Paulo, mas há duas coisas que podemos descobrir sobre as Suas qualidades invisíveis. A primeira é que Ele é eternamente poderoso e a outra, Ele é divino. Darwin pode não ter escolhido associar o poder que rege a sua “selecção natural” com o Deus da Bíblia, mas ele ainda a descreve como eterna, em termos equivalentes e divinos na sua essência. Em certo sentido, a Sua divindade foi ignorada.

A Bíblia declara, sem desculpas, a verdadeira natureza do Deus “desconhecido”: “O Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe, sendo Ele Senhor do Céu e da Terra [...] Pois Ele mesmo é quem a todos dá vida, respiração e tudo mais, de um só fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da Terra [...] ‘Pois nEle vivemos, e nos movemos, e existimos,’ [...] Porquanto estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um Varão que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-O dentre os mortos” (At 17:24-31).

Poder Criativo em Jesus
A questão das origens é decidida pelo facto de aceitarmos ou não a ressurreição de Jesus e a Sua reivindicação de ser o Criador de tudo o que existe e, como tal, nosso Senhor (veja Jo 1:13, 14). Quando, no evangelho de João, Jesus é chamado a “Palavra”, que nunca teve um princípio, o Único, que é tanto Deus como o Pai e que criou tudo o que existe, temos que decidir se essa é uma afirmação autêntica ou um delírio.

A história da criação, em Génesis, descreve a Palavra chamando as coisas à existência com a repetição de: “E disse Deus…” afirmando que tudo o que existe não existia e, de repente, passou a existir.

Há uma qualidade intangível na natureza das palavras ditas por Cristo que, intrinsecamente, trouxe vida. Na presença de um homem que estivera morto durante quatro dias e cujo corpo estava em decomposição, Jesus chamou com alta voz: “ ‘Lázaro, vem para fora!’ [e] Saiu aquele que estivera morto” (Jo 11:43 e 44). Alguém disse que, se Jesus não tivesse limitado a Sua ordem a Lázaro, todos os mortos nas sepulturas teriam ressuscitado ao som das Suas palavras.


A Criação

Deus é o Criador de todas as coisas e revelou, nas Escrituras, a autêntica importância da Sua atividade criadora. Em seis dias fez o Senhor “os céus e a terra” e todas as coisas que nela vivem, e descansou no sétimo dia dessa primeira semana. Assim, Ele estabeleceu o sábado como memorial perpétuo ao completar Sua obra criativa. O primeiro homem e a primeira mulher foram feitos à imagem de Deus como coração da criação, e foi dado a eles o domínio sobre o mundo e a responsabilidade de cuidar dele. Quando o mundo foi concluído, “eis que era muito bom”, e declarava a glória de Deus. (Gn 1; 2; Êx 20:8-11; Sl 19:1-6; 33:6, 9; 104; Hb 11:3.)


O que Darwin Viu Não foi Sempre Assim

Até mesmo uma leitura casual do relato de Gênesis sobre a criação revela o coração de Deus em relação às Suas criaturas e à criação: “Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom” (Gn 1:31). Não havia nada na criação que refletisse a destruição que confundiu Darwin. Todos os animais, todas as plantas e todos os aspectos do planeta recém-criado refletiam a glória de Deus e Seu benevolente propósito para com Suas criaturas. Somente depois de a humanidade ter rejeitado a palavra do doador da vida, Jesus, seu Criador, foi que apareceram os cardos sobre a terra e tudo o mais foi amaldiçoado (veja Gn 3:1-16).

Essa compreensão nos ajuda a concluir que faz sentido o estado atual da Terra e tudo que há nela. Mas esse mesmo Senhor criativo, que originalmente falou ao mundo e tudo se fez, diz: “Pois eis que Eu crio novos céus e nova terra” (Is 65:17).

Até lá, escreve o apóstolo Paulo, “a ardente expectativa da criação aguarda a revelação dos filhos de Deus.” Toda a criação geme, diz ele, “e está com dores de parto até agora”, aguardando “a nossa adoção, a saber, a redenção do nosso corpo” (Rm 8:19-23).
Jesus é tão bom quanto Sua Palavra.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

THE FIRST FAMILY

Americans may boast of family values, but they've got nothing on the folks of Saxony-Anhalt in central Germany. That's the home region of what might be the most traditional — or at least the oldest — nuclear family ever uncovered. Researchers there excavated 4,600-year-old graves of a group of Stone-Agers who appeared to have been killed together in a raid — judging from the defensive wounds many of them bore and the projectile point embedded in the vertebra of one female. Among the remains was a foursome interred together — an adult male and female and two boys, one of them 8 to 9 years old, the other 4 to 5. Analyzing molecular DNA evidence, the investigators confirmed what the tableau suggested: This was a family. Certainly this is not the oldest one that ever existed, but merely the oldest ever unearthed. Still, for now it is, to scientists at least, the true First Family.

http://www.time.com/time/specials/2008/top10/article/0,30583,1855948_1863947_1863934,00.html

domingo, 28 de dezembro de 2008

INTRODUÇÃO: A NOVA CRIAÇÃO

Deus deseja restaurar tanto a humanidade como a Terra à sua glória anterior à queda. Embora a sua natureza esteja além da nossa compreensão agora, ela é real, e Deus quer que aguardemos o Seu glorioso galardão.

Embora reconheçamos a importância de considerar Deus como nosso Criador, é também importante antecipar com alegria uma nova Criação restaurada. Existem aqueles que não gostam de falar sobre o Céu e a Nova Terra. Influenciados pela era científica, alguns abrigam dúvidas secretas sobre a realidade da existência futura, apresentada pela Bíblia. Outros podem sentir que falar de tais coisas é revelar um motivo egoísta para querer ir para o Céu. Mas o motivo é amar a Deus e desejar estar com Ele na Criação tal como era antes do pecado.

Porém, "um receio de fazer com que a herança futura pareça demasiado material tem levado muitos a espiritualizar as mesmas verdades que nos levam a considerá-la o nosso lar". – Ellen G. White, O Grande Conflito, págs. 674 e 675.

ANTECIPANDO O NOVO MUNDO

1. O que diz a Bíblia sobre a realidade de nossa recompensa eterna?
I Cor. 3:14; II Cor. 4:17;

Apoc. 21:1-7;
1 E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já se foram o primeiro céu e a primeira terra, e o mar já não existe.
2 E vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que descia do céu da parte de Deus, adereçada como uma noiva ataviada para o seu noivo.
3 E ouvi uma grande voz, vinda do trono, que dizia: Eis que o tabernáculo de Deus está com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles.
4 Ele enxugará de seus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.
5 E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve; porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.
6 Disse-me ainda: está cumprido: Eu sou o Alfa e o èmega, o princípio e o fim. A quem tiver sede, de graça lhe darei a beber da fonte da água da vida.
7 Aquele que vencer herdará estas coisas; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho.

É impossível a nossa mente finita compreender o que o nosso Deus infinito tem preparado para nós. Como podemos descrever apropriadamente a perfeição do Novo Céu e da Nova Terra? "A linguagem é demasiadamente fraca para tentar tal descrição do ... Apresentando-se diante de mim aquela cena, fico inteiramente absorta. Enlevada pelo insuperável esplendor e excelente glória, deponho a pena e exclamo: ‘Oh, que amor! Que amor maravilhoso!’ A linguagem mais exaltada não consegue descrever a glória do Céu e da Nova Terra, ou as profundidades incomparáveis do amor de um Salvador." – Ellen G. White, Primeiros Escritos, pág. 289.

A VIDA FUTURA

Considerando que é impossível compreender toda a glória da nossa recompensa, como Jesus quer que a encaremos? Mat. 5:12; Alegrai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram aos profetas que foram antes de vós.

Apoc. 22:17

De facto, toda evidência da Bíblia parece indicar que Deus anseia partilhar a alegria da nossa vida futura com Ele. Ele nos dá sugestões atractivas, que podemos compreender, para podermos desfrutar antes que aconteça: "Jesus vem apresentar as vantagens e bela imagem do celestial, para que as atracções do Céu se tornem familiares aos pensamentos, e o salão da memória seja guarnecido de quadros de beleza celeste e eterna. ...

"O Grande Mestre dá ao homem uma visão do mundo futuro. Ele o traz, com os seus atraentes bens, ao alcance da vista. ... Se Ele pode fixar a mente na vida futura e as suas bem-aventuranças, em comparação com os interesses temporais deste mundo, o chocante contraste fica profundamente gravado no espírito, absorvendo o coração e alma e todo o ser." – Ellen G. White, Nossa Alta Vocação (Meditações Matinais, 1962), pág. 284.

A NATUREZA RESTAURADA

Como a Bíblia descreve a Nova Terra?

Isa. 55:13; “Em lugar do espinheiro crescerá a faia, e em lugar da sarça crescerá a murta; o que será para o Senhor por nome, por sinal eterno, que nunca se apagará.”

Isaías 11:6-9; 35:1-10; Oséias. 2:16-20; Apoc. 21:23 e 25

Além das breves descrições em Isaías e Apocalipse, Ellen G. White nos oferece alguns bonitos vislumbres do que será o Novo Céu e a Nova Terra: "Vi outro campo repleto de todas as espécies de flores; e, quando as apanhei, exclamei: ‘Elas nunca murcharão.’ Em seguida vi um campo de relva alta, cujo belíssimo aspecto causava admiração; era uma vegetação viva, e tinha reflexos de prata e ouro quando magnificamente se agitava para glória do Rei Jesus. ... Dali entramos num bosque, não como os escuros bosques que aqui temos, não absolutamente, mas claro e por toda parte glorioso; os ramos das árvores agitavam-se de um para outro lado, e todos exclamamos: ‘Moraremos com segurança na solidão, e dormiremos nos bosques.’ Atravessamos os bosques, pois estávamos a caminho do Monte Sião." – Primeiros Escritos, pág. 18.

"O Monte Sião estava exactamente diante de nós, e sobre o monte um belo templo, em cujo redor havia sete outras montanhas, sobre as quais cresciam rosas e lírios. E vi as crianças subirem, ou, se preferiam, fazer uso de suas pequenas asas e voar ao cimo das montanhas, e apanhar flores que nunca murcharão. Para embelezar o lugar, havia em redor do templo todas as espécies de árvores; o buxo, o pinheiro, o cipreste, a oliveira, a murta, a romãzeira e a figueira, curvada ao peso de seus figos maduros, embelezavam aquele local." – Primeiros Escritos, pág. 19.

SERÃO OS ANIMAIS VIOLENTOS?

Como serão mudadas as características dos animais ali? Isa. 11:6-9;

Isaías 65:25; O lobo e o cordeiro juntos se apascentarão, o leão comerá palha como o boi; e pó será a comida da serpente. Não farão mal nem dano algum em todo o meu santo monte, diz o Senhor.

As descrições do profeta Isaías sobre a sorte dos remidos representam claramente a subversão da presente ordem em pecado. Além disso, o profeta Oséias inclui os animais num concerto de paz com os remidos de Deus (Osé. 2:16-20).

"Ali o homem será restaurado à sua perdida realeza, e a ordem inferior de seres de novo reconhecerá o seu domínio; os animais ferozes tornar-se-ão mansos e os ariscos, confiantes." – Ellen G. White, Educação, pág. 304.

Comparando este mundo com o glorioso mundo por vir, você tem saudades do Céu? O que pode impedir você de ir para lá?

A HUMANIDADE RESTAURADA

Oséias. 13:14; Mal. 4:2; I Cor. 14:22-25; 15:42-44, 54 e 55; Apoc. 21:4 Qual será a condição física dos remidos, após a restauração?

Mal. 4:2; “Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, trazendo curas nas suas asas; e vós saireis e saltareis como bezerros da estrebaria.”

Malaquias descreve os remidos como tendo restaurado o vigor do "bezerro"! No pleno vigor da eterna juventude, eles saltarão de alegria em seu lar glorioso. "Restabelecidos à árvore da vida, no Éden há tanto tempo perdido, os remidos crescerão até à estatura completa da raça em sua glória primitiva." – O Grande Conflito, pág. 645.

"Se Adão, ao ser criado, não houvesse sido dotado de vinte vezes maior vitalidade do que os homens possuem agora, a humanidade, com seus presentes métodos de vida que constituem uma violação da lei natural, já estaria extinta." – Ellen G. White, Fundamentos da Educação Cristã, pág. 23.

HAVERÁ SOFRIMENTO NA NOVA TERRA?

O que acontecerá com a dor, o sofrimento e a morte na nova ordem divina? Osé. 13:14; I Cor. 15:54 e 55;

Apoc. 21:4; Ele enxugará dos seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.

Esta é a maravilha da nova vida dos remidos – uma existência física real, mas sem dor, sofrimento ou morte. Isso requer uma existência diferente da que conhecemos em nosso mundo actual, diferentes ecossistema e biologia. Como diz Paulo, é um mistério, mas sabemos que o perecível se tornará imperecível, e o mortal se revestirá da imortalidade, e não haverá mais morte.

"A dor não pode existir na atmosfera do Céu. Ali não mais haverá lágrimas, cortejos fúnebres, manifestações de pesar." – O Grande Conflito, pág. 676.

O ponto de interrogação é: Vamos reconhecer nossos queridos a quem perdemos nesta vida? "Como Jesus ressurgiu dos mortos, assim hão de ressuscitar os que n´Ele dormem. Reconheceremos os nossos amigos, da mesma maneira que os discípulos a Jesus. Talvez hajam sido deformados, doentes, desfigurados nesta vida mortal, ressurgindo em plena saúde e formosura; no entanto, no corpo glorificado, será perfeitamente mantida a identidade." – Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, pág. 804.