segunda-feira, 2 de junho de 2008
A BÍBLIA E A ARQUEOLOGIA
sexta-feira, 30 de maio de 2008
DE PÉ HÁ 3.75 MILHÕES DE ANOS

Em 1976, na Tanzânia, Mary Leakey descobriu pegadas de passos de animais conservados nas cinzas vulcânicas consolidadas com 3.75 milhões de anos. Em 1978 e 1979, duas novas pistas foram descobertas. Uma delas é constituída por três séries de rastos deixados por hominídeos (Dicionário: «hominídeo – Lat. Homine, homem, pertencente ou relativo aos hominídeo, espécie dos hominídeos; o homem). Esta descoberta veio pouco depois dos vestígios de ossos de Hadar, estas pistas de passos provavam e provam ainda que há pelo menos 3.75 milhões de anos os hominídeos praticavam uma forma de bípede (Isto é assombroso. Há 3.75 milhões de anos o homem já andava em dois pés!)
O Mundo não se fez sozinho e num dia; Deus, para o criar, serviu-Se do tempo, por isso a Bíblia repete "tarde e manhã" ou seja parte escura e parte clara, referindo-se o dia. O tempo faz parte da Criação de Deus.
Pr. José Carlos Costa
TEORIA DA EVOLUÇÃO - REGISTO FÓSSIL
A história da terra faz-se, principalmente, estudando o registo de eventos passados que foram preservados nas rochas. As camadas de rochas são como as páginas do nosso livro de história.A maioria das rochas expostas à superfície da terra são sedimentares – formadas a partir das partículas de rochas mais velhas que foram erodidas pela água ou pelo vento O cascalho, a areia, o silte e a lama (argilas) existem nos rios, lagos e oceanos. Estas partículas sedimentares ao depositarem-se podem enterrar animais e plantas, mortos ou vivos, no fundo dos lagos, dos rios ou dos mares. Com a passagem do tempo e a acumulação por deposição de mais partículas, frequentemente com mudanças químicas, os sedimentos desagregados transformam-se em rocha cimentada. O cascalho transforma-se numa rocha chamada conglomerado, a areia transforma-se em arenito, a lama transforma-se em calcários ou argilitos, consoante o tipo de lama, e os esqueletos e outras partes animais, bem como as diferentes partes constituintes das plantas podem transformar-se em fósseis.
Barreira constituída por uma formação calcária do Ordovícico de Lexington, Kentucky (USA), rica em conteúdo fossilífero. Estas camadas encontram-se na posição horizontal original. Assim sendo, podemos afirmar que A é mais antigo que B e B mais antigo que C. A é a parte mais antiga da formação e C a parte mais recente.
Camadas quase verticais, de uma formação calcária nas montanhas de Arbuckle, perto de Ardmore, Oklahoma (USA), que foram perturbadas da sua posição horizontal original pelas forças tectónicas que ergueram a montanha. Neste caso, sem prévios estudos cartográficos, tectónicos e paleontológicos, não se pode dizer se A é mais antiga ou mais recente do que B e C.terça-feira, 27 de maio de 2008
PALEONTOLOGIA E ESTRATIGRAFIA
(Estratigrafia, parte da geologia que estuda as camadas da crosta terrestre a fim de estabelecer a ordem normal de superposição e a idade relativa dos estratos – Dicionário KLS)
Cortando a Terra de alto a baixo como se de um bolo de quilómetros se tratasse, teríamos o que a imagem descreve.
É pois um “bolo” de camadas rochosas de 1500 a 2 000 metros, no Colorado, aparece com diferentes cores e estruturas claramente diferenciadas como pode ser observado à vista desarmada.


1- O principio da sobreposição.
É evidente para todos, admitindo a ausência de grandes convulsões orogénicas que as camadas mais próximas da superfície foram colocadas umas sobre as outras. As camadas mais recentes repousam sobre camadas mais antigas. Tal é o primeiro princípio, indiscutível, da estratigrafia: o principio da sobreposição.
Deve-se chamar a atenção: a estratigrafia não nos ensina nada da duração dos depósitos nem dos intervalos de tempo que tenham separado dois depósitos consecutivos. Se em bom rigor se pudesse afirmar que uma camada situada por baixo da outra lhe é posterior…mas de quanto tempo?
2- A escala estratigráfica comparativa.
No exemplo do Grande Canyon, pode-se comparar os sedimentos depositados uns sobre os outros num mesmo lugar. Por outro lado, deve-se ter em atenção que certas “épocas” geológicas não são reapresentadas. Ora a Biologia tem necessidade, para classificar as rochas numa ordem cronológica válida, de elaborar uma série completa, permitindo catalogar a uma única escala estratigráfica as rochas encontradas em todos os lugares.
Constituiu-se em abstracto uma escala estratigráfica, que nunca foi realizada em concreto na Natureza. Trabalhou-se por comparação diferentes tipos de sedimentos depositados aqui e ali. Mas nem em todos os lugares o cambriano (diz-se do, ou o primeiro período da era primária e o conjunto de terrenos e fósseis dessa época) se segue o ordoviciano (diz-se do segundo período, o segundo período da era primária, entre o cambriano e o siluriano), o siluriano e assim por diante até chegar ao crestáceo. Mas em certos lugares ao cambriano segue-se o siluriano.
O que leva a concluir que a noção de duração de tempo não é o mesmo. De facto é possível que em diferentes lugares, diferentes camadas de carácter morfológico semelhantes na deposição, foi feita em épocas diferentes. Pode perfeitamente deduzir-se, que em dois lugares relativamente afastados, duas camadas diferentes tenham tido lugar ao mesmo tempo. Descobertas confirmam o que acabamos de dizer e isto é do conhecimento público.
Por outras palavras, é possível que caracteres morfológicos idênticos não se expliquem necessariamente por idades contemporâneas de depósito. E nestes casos também é possível deduzir-se que se trata de condições idênticas (condições geográficas, identificadas as origens, etc.).
3- O período da continuidade.
As nossas observações encontram-se apoiadas pelo facto de em numerosos casos não se ter hesitado a classificar em épocas diferentes camadas geológicas apresentando exactamente o mesmo carácter morfológico. No entanto, o segundo princípio fundamental da estratigrafia, o princípio da continuidade, exige que duas rochas tendo os mesmos caracteres litológicos sejam consideradas como contemporâneas. Melhor ainda, acontece que uma e mesma camada geológica, tendo a sua continuidade idêntica na mesma região não seja datada da mesma época.
Isto acontece com os calcários dos Alpes, nas Montanhas de Sabóia, Pirenéus e em Portugal. “Vê-se portanto que o princípio da continuidade só tem valor se for admitido as variações litológicos e que a intervenção da paleontologia estratificada é nestes casos indispensável.” L. Moret, Précis de géologie, Paris, 1967, p. 347
A ÚNICA ´PROVA´ DA EVOLUÇÃO
A PALEONTOLOGIA, A ÚNICA “PROVA” DA EVOLUÇÃOUm estudo mais aprofundado revela que desde Lamarck e Darwin e isto até aos nossos dias, todas as leis da biologia conhecidas estão em oposição aos mecanismos sucessivamente avançados para explicar a evolução.
A Biologia prova de forma absoluta a incapacidade das espécies actuais de se transformarem. Ainda assim, a evolução continua quase universalmente aceite. Porquê? A resposta é simples: os arquivos dos paleontologistas parece estabelecer as variações e a filiação continua das espécies, argumento para a evolução. C.O.Dunbar reconheceu que este argumento, na realidade, é o único verdadeiramente válido a favor da evolução. (Cf.C.O.Dunbar, Historical Geology, New York, 1949, p. 52, ver também J.Rostand, Les grands courants de la biologie, Paris, 1951, ps. 176,177.)
Em 1978, estudava Teologia na Universidade de Teologia Adventista de Collonges, na disciplina Evolução ou Criação, tive como professor o Dr. Jean Flori. Numa das aulas fez referências a cortes em rochas que estavam em curso numa região perto de Chambérry, procurei uma ocasião favorável e fui ver, este foi desde sempre um dos assuntos que mais me fascinou.
Por ali andei e de facto pude verificar que nas camadas mais inferiores se encontravam fósseis de animais rudimentares. Quanto maior a complexidade e agilidade dos fósseis dos animais tanto mais se iam encontrando nas respectivas camadas superiores. Este facto impressionou-me muito. E admiti que era uma teoria extremamente difícil de refutar por oposição ao princípio da Criação apresentado pelas Sagradas Escrituras.
Por ali continuava a conversar com quem permitia alguma disponibilidade, quando em determinada altura encontro um simples trabalhador, que me permite o diálogo por minutos. Fez-me referência a um fóssil que se encontrava não muito distante daquele lugar, confesso fiquei completamente estupefacto! Uma árvore petrificada na posição vertical que acompanhava a rocha cortada e que por camadas era considerada de 3.75 milhões de anos.
Soube que este precioso fóssil estava a ser preparado para ser transportado para o famoso Museu Natural de História, Londres.
Em 1992, 14 anos mais tarde, tive o privilégio de realizar estudos em Cambridge, Inglaterra, alguns Domingos foram passados a visitar os famosos Museus de Londres. Um dia, e a pensar naquele precioso fóssil encontrado em Chambérry em França, fui a este Museu com a expectativa que ele estaria no melhor espaço. Não o encontrei, naturalmente incomodado, perguntei a um dos guias onde estava o referido fóssil. Esclareceu-me que se encontrava no Jardim do Museu, e assim é de facto, cortado em dois ou três partes, está colocado em diferentes lugares do jardim, sem referência, sem explicação. Que tristeza!
José Carlos Costa
FILIAÇÃO À EVOLUÇÃO
AS CONDIÇÕES PARA UMA POSSÍVEL FILIAÇÃO À EVOLUÇÃOPara se poder afirmar que a Paleontologia é uma ciência incontornável à ideia da evolução das espécies a partir da vida rudimentar, ou melhor, a partir da matéria inorgânica (tese habitual nos meios evolucionistas), seria necessário que pudéssemos verificar na totalidade as seguintes condições:
1- Explicação plausível da aparição da vida a partir da matéria, espontânea, sem intervenção exterior.
2- Presença, nas camadas mais antigas, de organismos rudimentares que se pudessem identificar como tendo sido as formas últimas da origem anterior.
3- Surgimento progressivo e continuo das formas da vida indo do simples para o complexo num sentido irreversível.
4- Presença de forma de transição entre as Espécies, entre as Famílias, entre os Géneros, etc.
5- Presença de “séries evolutivas” indiscutíveis, dentro de uma e mesma família por exemplo, mostrando a passagem progressiva de uma forma para uma outra forma.
6- Exemplificação plausível de factores que pudessem transformar certas espécies deixando outras invariáveis desde o seu aparecimento nas camadas inferiores da terra.
7- Colocar em evidência nas leis naturais actuais o transformismo; ou ao menos, e por defeito, a demonstração da existência de factores naturais que tivessem sido reunidos no passado para permitir estas transformações, e a justificação da seu desaparecimento.
Não podendo um destes pontos ser demonstrado, então, a tese evolucionista não tem razão de pretender ser um facto, nem mesmo uma teoria altamente provável.
É crível que a maior parte dos paleontologistas continuam a afirmar que a evolução é um facto, muito provavelmente, mergulharam desde a sua juventude e ao longo dos seus estudos em meios evolucionistas e admitiram este dogma como indiscutível, não admitem por um instante sequer colocar em causa esta teoria. A pressão social é tal que as ideias-força acabam por assumir proeminência.
sexta-feira, 23 de maio de 2008
O INSTINTO E O LAR
Vivemos num mundo onde impera, como na Selva, a lei do mais forte. Na selva verifica-se, por exemplo, que há uma hierarquia, a perdiz submete-se à raposa, a gazela submete-se ao tigre, o leopardo respeita o leão. O leão é o rei. Todos os animais da selva o admitem até o rinoceronte ou o elefante apesar do seu peso e força.Joseph e a esposa propuseram-se fazer a experiência de recolher estes tresmalhados e estudar até que ponto estes patinhos os adoptariam como pais! Recolheram 12, levaram-nos para a água e nadavam com eles. Á medida que os patinhos cresciam e para os acompanharem no lago fizeram uma canoa, e era impressionante ver que os patinhos nadavam felizes atrás da canoa dos seus pais adoptivos.Chegaram à conclusão que apesar destes patos serem selvagens podiam adoptar seres humanos e tinham uma característica de grande sociabilidade. O problema colocou-se à hora da partida, que fazer com os 12 patos? Esta era uma espécie protegida, não os podiam portanto levar para os Estados Unidos.
Por fim decidiram arriscar, não estavam dispostos a abandonar de forma tão simples os seus “filhos” com quem tinham convivido vários meses. Havia mais que empatia, amor! Preparam umas gaiolas de madeira e colocaram os patos dentro dos dois jipes e partiram, o pior foi quando chegaram à fronteira. Foram obrigados a separarem-se dos seus amados patinhos! Abriram as gaiolas e eles partiram. Tristes entraram nos carros e fizeram-se à estrada. Qual não foi a surpresa quilómetros mais à frente, os doze patos começaram a voar ao lado deles e a olhar para dentro dos carros, como que a dizer: hei, parem porque já vamos cansados e queremos boleia!Pararam e eles imediatamente felizes entraram nas gaiolas. Era lindo vê-los na quinta a seguirem os “pais” em passeio a pé, ou a voar enquanto Joseph e a esposa iam de bicicleta. Podia ver-se os patos entrarem no Supermercado atrás deste casal para fazerem as compras.
quarta-feira, 21 de maio de 2008
A IDADE DA TERRA
ANO GEOLÓGICO: 4.000 MILHÕES DE ANOS2- ÉON ARQUEANO - (supõem-se entre 4.000 biliões de anos a 3.500 biliões atrás).
3- ÉON PROTOZOÁRIO - Protozoário (vai de 2.5 biliões a 650 milhões de anos atrás), www.apg.ig.com.br/ (só acredita quem quer, mas que é preciso muita fé lá isso é! Comentário nosso, não resistimos).
4- ESCALA DO TEMPO GEOLÓGICO - O conjunto dos Éons anteriores ao Fanerozóico é chamado Pré-Cambriano (uma denominação obsoleta, contudo)...Já recebeu nomes como Azóico ("sem vida") e Cerifalozóico ("vida oculta"), pt.wikipedia.org/wiki:/
Na sua génesis, a Ciência (Geologia, Paleontologia...) é o esforço do homem para estudar o meio no qual se encontra, afim de ter um conhecimento o mais preciso possível, com todas as implicações teóricas e também práticas, resulta este conhecimento para sua própria protecção (Torre de Babel), a sua defesa, a sua subsistência, expansão e industria. A Ciência é o conhecimento do Mundo; ele tem desde o início da humanidade (Génesis 2:19) - "Havendo, pois, o SENHOR Deus formado da terra todo o animal do campo, e toda a ave dos céus, os trouxe a Adão, para este ver como lhes chamaria; e tudo o que Adão chamou a toda a alma vivente, isso foi o seu nome"; para além do lado concreto e pratico de que ela se reveste e que resulta da observação e da utilização dos fenómenos naturais, a Ciência não pode deixar de se colocar questões essenciais e que nenhum ser dotado de razão pode responder:
Como?...
Porquê?...
Quem?...
Uma ideia. Um princípio. Uma hipótese? Segundo a perspectiva onde a pessoa se coloque e o grau dos sentimentos, das suas opiniões ou das suas crenças, o inevitável está presente de forma absoluta e coloca-se mesmo no plano relacional, racional e puramente lógico.
Deus é uma Pessoa, uma Pessoa que fala e que age. Não conheceríamos nada de Deus se Ele não se tivesse revelado, se Ele não se tivesse revelado a cada um de nós individualmente e de muitas maneiras das quais falaremos de duas.
A- Deus revela-Se em primeiro lugar nas Suas Obras: Ele é o Criador. Muito antes do céptico Voltaire ter declarado: "O mundo confunde-me, e não tenho maneira de explicar que este relógio não tenha um relojoeiro." E constatou também: "Os ateus não têm conseguido responder a esta dificuldade que um relógio tenha que provar a existência do relojoeiro, ele existe e é tudo".
O rei David afirmou: (Salmos 19:1) - Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos.
As Obras da Criação, não podem ser contraditadas tal é inflexibilidade lógica no seu conceito científico de exigência e rigor, mesmo que elas possam ser apresentadas sob uma forma interrogativa, eis um exemplo: (Isaías 40:6) - Uma voz diz: Clama; e alguém disse: Que hei de clamar? Toda a carne é erva e toda a sua beleza como a flor do campo.
(Hebreus 3:4) - Porque toda a casa é edificada por alguém, mas o que edificou todas as coisas é Deus.
O exemplo da casa, ou mesmo do relógio! A pessoa do arquitecto ou do relojoeiro! A construção é a mesma. Deus ou nada? Podemos nós razoavelmente sustentar que o mundo no qual vivemos é uma ilusão? Podemos nós por um estranho paradoxo, sustentar que não existe, que tudo é nada?
O grande entomologista (pessoa que se dedica ao estudo dos insectos) Jean-Henri Fabre exclamava: "Eu não creio em Deus: Eu vejo-O".
B- Deus revela-Se na Sua Palavra: exarada no que se chama "As Escrituras" cujo o conjunto constitui o que Jean Chrysostome (século IV, inicio do século V da era cristã) designou com o nome "Bíblia", substantivo plural grego significando "Livros"; este termo, ao longo do tempo e traduzida para Latim, foi considerado um singular no feminino "A Bíblia", "O Livro", para bem marcar que esta colecção de sessenta e seis livros, uma verdadeira biblioteca, representa um todo, um bloco, o Livro por excelência, superior a todos os outros livros, porque leva a assinatura de Deus, de onde lhe vem a profundidade e a unidade incontestável, desde o Génesis até ao Apocalipse, percorrendo a diversidade de autores, de meios, de circunstancias, de tempo, os escritos bíblicos elencam-se ao longo de pelo menos 15 séculos.
Pr. José Carlos Costa