<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889</id><updated>2012-02-02T14:03:08.868-08:00</updated><title type='text'>EVIDÊNCIAS DA CRIAÇÃO</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>183</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-3479956089978824487</id><published>2012-02-02T13:57:00.000-08:00</published><updated>2012-02-02T13:57:05.418-08:00</updated><title type='text'>Cientista cristão afirma ser possível provar que o mundo foi criado.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-3Uo1mBFWXEY/TysGk8j2FLI/AAAAAAAAH9E/37uaPFxdm_Q/s1600/teoria-criacionismo-118x180.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-3Uo1mBFWXEY/TysGk8j2FLI/AAAAAAAAH9E/37uaPFxdm_Q/s1600/teoria-criacionismo-118x180.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-3Uo1mBFWXEY/TysGk8j2FLI/AAAAAAAAH9E/37uaPFxdm_Q/s1600/teoria-criacionismo-118x180.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O cientista Adauto Lourenço ministrou uma palestra sobre criacionismo, no auditório da Universidade Presbiteriana Mackenzie, onde ocorreu um debate sobre as duas conhecidas teorias a respeito da criação do mundo: criacionismo e evolucionismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Professor e cientista criacionista, Lourenço falou em sua palestra sobre o grande número de variáveis, perfeitamente balanceadas, que permitem a vida na Terra e levantou a questão: “Todos esses valores são apenas meras coincidências ou sinais de planeamento?”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lourenço listou uma série de fatores que permitem a vida na terra, argumentando que eles são indícios da criação: “Se [a terra] fosse um pouco mais próxima do sol, a vida não existiria; um pouco mais distante do sol, a vida não existiria; girando um pouco mais rápido, a vida não existiria; girando um pouco mais devagar, a vida não existiria; se um pouco da proporção dos gases na atmosfera fosse mudada, a vida não existiria, e algumas poucas características dos solos fossem mudadas, a vida também não existiria. São vários fatores, praticamente todos eles, relacionados diretamente com a questão da existência da vida”, disse o cientista que conclui seu pensamento afirmando que “quando nós temos um número grande de coincidências, a probabilidade de elas terem ocorrido simultaneamente, por meio de processos naturais, é muito pequena”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro argumento apontado por Lourenço são os estudos feitos pelo pesquisador norte-americano Dr. Russell Humphreys que resultaram em provas que contradizem a teoria do Big Bang, devido à forma que o universo parece estar se expandindo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O professor Lourenço falou também da idade do planeta, que seria muito inferior aos 4,6 bilhões de anos defendidos pela teoria evolucionista. Ele usou o afastamento da Lua em relação à Terra para mostrar que se o planeta realmente tivesse a idade defendida pela teoria evolucionista a um bilhão de anos atrás a Lua estaria tão próxima da Terra que segundo o cientista “altura média da maré [nos oceanos] seria e 11.700 metros e a rotação da Terra há praticamente 1,2 bilhão de anos seria de 4h57min. Vida não teria existido nessas condições”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro ponto abordado na palestra foi o ensino da linha de pensamento criacionista nas escolas. Segundo ele avalia-se o criacionismo, baseando-se nas suas implicações religiosas e não pelas suas propostas científicas. “A parte religiosa não é testável. O criacionismo trabalha especificamente nesta questão: ‘É possível provar cientificamente que o mundo foi criado? Sim!’; ‘É possível provar cientificamente quem criou o mundo? Não!’ Portanto, dizer que o criacionismo está tentando provar que Deus criou o mundo, não é verdade”, atestou concluindo o que mais difícil para incutir o criacionismo nas escolas é “desassociar a ideia de que criacionismo é religião”.&lt;/div&gt;&lt;a href="http://noticias.gospelmais.com.br/cientista-cristao-afirma-possivel-provar-mundo-foi-craido-29538.html"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-3479956089978824487?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/3479956089978824487/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=3479956089978824487' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/3479956089978824487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/3479956089978824487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2012/02/cientista-cristao-afirma-ser-possivel.html' title='Cientista cristão afirma ser possível provar que o mundo foi criado.'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-3Uo1mBFWXEY/TysGk8j2FLI/AAAAAAAAH9E/37uaPFxdm_Q/s72-c/teoria-criacionismo-118x180.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-3991891634131681517</id><published>2012-01-31T15:25:00.000-08:00</published><updated>2012-01-31T15:25:07.909-08:00</updated><title type='text'>Europeus e asiáticos descem do mesmo grupo de africanos, conclui cientista portuguesa</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-QwVHTTAOBa0/Tyh4NaIHbHI/AAAAAAAAH8U/30IWzNcQV9g/s1600/0_sem,caoejafe.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-QwVHTTAOBa0/Tyh4NaIHbHI/AAAAAAAAH8U/30IWzNcQV9g/s1600/0_sem,caoejafe.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Lusa 31 Jan, 2012, 18:12 &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;O estudo liderado pela cientista do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (IPATIMUP) foi realizado com a colaboração de outros seis investigadores portugueses e cinco estrangeiros, com recurso à comparação genética entre 85 indivíduos do sudoeste asiático e 300 europeus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Europeus e asiáticos descendem do mesmo grupo de africanos que chegou ao Sul da Península Arábica há 60 mil anos, conclui um estudo coordenado por uma cientista portuguesa publicado numa revista norte-americana da especialidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os descendentes desse grupo rumaram depois, uns em direção à Ásia, tendo chegado à Austrália há cerca de 50 mil anos, e outros para a Europa, onde terão chegado dez mil anos depois, explicou hoje a investigadora Luísa Pereira, em declarações à agência Lusa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Simulações anteriores realizadas em computador com base em linhagens maternas apontam para que esse grupo de migrantes incluisse cerca de 600 mulheres, o que corresponderia a um total de indivíduos entre 1.000 e 1.200.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O facto de terem chegado muito antes à longínqua Austrália do que ao continente europeu, bem mais próximo, é explicado por essas migrações terem decorrido numa altura em que o hemisfério norte atravessava uma era gelada, afirmou a professora universitária coordenadora do trabalho publicado no Journal of Human Genetics.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao contrário, acrescentou, a metade sul da terra era então mais árida e os oceanos tinham um nível mais baixo, o que facilitava as deslocações e terá levado a que "a Austrália tenha sido colonizada primeiro do que a Europa", como confirma o cruzamentos de dados arqueológicos e genéticos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Terá sido também o nível mais baixo das águas do atual estreito de Adén que terá facilitado a travessia do grupo de africanos da região que inclui a Somália e a Etiópia para o sul da península Arábica, a que corresponde o Iémen, consideram os cientistas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Objeto de investigação continua a ser o caminho utilizado para chegar à Europa, que terá ocorrido através da Turquia, desconhecendo-se ainda se em direção a Ocidente (Macedónia e Grécia), ou para Norte, através do Cáucaso (Arménia e Geórgia).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os cientistas estão também a tentar determinar como se fez a ocupação humana da Europa e, posteriormente, há cerca de 10 mil anos, a chegada da agricultura, vinda igualmente de Oriente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-RBGLjgMb2OM/Tyh4S2n8FrI/AAAAAAAAH8c/0p4wZdYZRJQ/s1600/0diluvio_biblico.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-RBGLjgMb2OM/Tyh4S2n8FrI/AAAAAAAAH8c/0p4wZdYZRJQ/s1600/0diluvio_biblico.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos milhares de anos que antecederam o cultivo da terra, os europeus viviam apenas da caça e do que recolhiam na natureza.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um dos aspetos que Luísa Pereira disse pretender esclarecer é o motivo pelo qual apenas dois mil anos depois de terem chegado à Europa pelo extremo leste, as primeiras técnicas de cultivo da terra já serem usadas na Península Ibérica, Portugal incluído, como confirmam os estudos arqueológicos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entre as hipóteses colocadas sobressai a de que o mar Mediterrâneo tenha sido já na altura uma via que terá permitido um avanço mais rápido do que a progressão exclusivamente feita por terra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A líder do grupo de investigadores de Diversidade Genética do IPATIMUP disse ainda à Lusa que o facto de a população não africana ter muitas semelhanças genéticas se deve à descendência comum do primeiro grupo de humanos que chegou à Península Arábica, registando-se, atualmente, muito mais diversidade genética entre a população africana do que no resto do mundo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Fonte&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=522998&amp;amp;tm=7&amp;amp;layout=121&amp;amp;visual=49"&gt;http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=522998&amp;amp;tm=7&amp;amp;layout=121&amp;amp;visual=49&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Nota:&lt;/b&gt; ao ler a Bíblia vemos que o que os investigadores descobrem é exactamente o que está relatado na Bíblia: Gén. 9:18  E os filhos de Noé, que da arca saíram, foram Sem, Cão e Jafé; e Cão é o pai de Canaã.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;19  Estes três foram os filhos de Noé; e destes se povoou toda a terra.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-3991891634131681517?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/3991891634131681517/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=3991891634131681517' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/3991891634131681517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/3991891634131681517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2012/01/europeus-e-asiaticos-descem-do-mesmo.html' title='Europeus e asiáticos descem do mesmo grupo de africanos, conclui cientista portuguesa'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-QwVHTTAOBa0/Tyh4NaIHbHI/AAAAAAAAH8U/30IWzNcQV9g/s72-c/0_sem,caoejafe.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-7405041170844635154</id><published>2012-01-23T11:35:00.000-08:00</published><updated>2012-01-23T11:35:53.090-08:00</updated><title type='text'>INCOMPREENSIVELMENTE ATEÍSTAS</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-P2Fyo5Hvqoo/Tx22fiSoXCI/AAAAAAAAH5Y/cfRnEgvZd2g/s1600/0_cria%25C3%25A7%25C3%25A3o_2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-P2Fyo5Hvqoo/Tx22fiSoXCI/AAAAAAAAH5Y/cfRnEgvZd2g/s1600/0_cria%25C3%25A7%25C3%25A3o_2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;O termo "ateísmo" é muito difundido e conhecido, embora o seu significado não seja bem compreendido ainda. O termo "ateu" provém do grego "a-theos" e significa "negação de Theos". Theos é a palavra grega derivada de Zeus, o principal ídolo da mitologia grega. A partícula "a", que antecede a palavra, é a partícula de negação, como em "átomo", onde "tomo" significa "divisível" e "átomo" significa "não-divisível" ou "indivisível" (quando deram esse nome ao átomo os cientistas pensavam que ele era indivisível). Assim, a palavra "ateu" é a negação do ídolo mitológico grego Zeus (posteriormente dando origem ao termo "Deus"), que foi posteriormente generalizada adquirindo um sentido de rejeição a qualquer crença numa inteligência superior criadora. Negar a Zeus é algo perfeitamente aceitável, no que ser ateu, considerando a origem e essência da palavra, é algo bom. Contudo, com a conotação que tal palavra possui nos dias atuais, representa a negação de qualquer criador, onde consideram todas as coisas como tendo surgido espontaneamente, do nada, sem que houvesse nenhuma inteligência atuando sobre todas as coisas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As mais recentes reportagens, apresentadas nas redes de televisão, mostram os defensores do ateísmo com um enfoque muito mais político e anti-religioso do que propriamente interessados em negar um criador. São muito mais voltados a conseguirem votos para aqueles que defendam o secularismo (religião separada do estado) do que propriamente combater a crença num criador. São pessoas organizadas com a intenção de evitar que os conceitos religiosos, dessa ou daquela religião, exerçam influência sobre os organismos governamentais, seja no legislativo, executivo ou judiciário. Seu principal ponto de incómodo são as barreiras que as religiões impõem à ciência, aos costumes, ou ao que eles denominam "progresso" de um modo geral. Embora o foco deles hoje esteja muito mais voltado para a política, nossa intenção aqui não é discorrer sobre política ou sobre religiões, mas sobre a verdade se contrapondo ao ateísmo. Todo esse site é baseado nas Sagradas Escrituras, e como tal, observemos um texto bem relevante sobre o assunto: Romanos 1:18-22 - "A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o Seu eterno poder, como também a Sua própria posição de Deus, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus, não O exaltaram como Senhor, nem Lhe deram gratidão; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos". &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Esse texto de Romanos nos apresenta verdades muito interessantes. &lt;/b&gt;Primeiramente ele afirma que os atributos invisíveis do Criador são claramente reconhecíveis, desde o princípio do mundo, e são percebíveis por meio das coisas que foram criadas. Em outras palavras, ao olharmos toda a criação, vemos, constatamos, percebemos os atributos do Criador. Em segundo lugar, e igualmente importante, ele afirma que os homens são indesculpáveis por não reconhecerem os atributos do Criador na Sua criação. O texto ainda vai além, dizendo "tendo o conhecimento de Deus", o que significa que o texto afirma que os homens têm tal conhecimento, mas se negam a exaltá-lO como tal. Então, como as coisas criadas nos permitem perceber e reconhecer os atributos do Criador, vamos examinar alguns poucos itens dessa imensa criação, mas que são itens que estão diariamente conosco, diante de nossos &lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;olhos. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Examinando a nós mesmos, os seres humanos.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O exame minucioso de um corpo humano (ou mesmo de qualquer animal) é um óptimo ponto de partida quanto à existência de um criador. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Estereoscopia&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; - Estereoscopia é a capacidade que o ser humano possui de avaliar, pela visão, a distância que os objetos se encontram. Para que possa haver estereoscopia é necessário que o ser humano tenha dois olhos. Com apenas um olho, não seria possível a nós avaliarmos a distância que os objetos se encontram. É a estereoscopia que nos dá a "profundidade" da imagem que vemos. Uma experiência interessante sobre a estereoscopia é pedirmos a alguém que segure um anel, com as pontas dos dedos, enquanto fechamos um dos olhos e tentamos passar um lápis por dentro do anel. Na maioria das vezes o lápis passará por fora do anel, porque, utilizando somente um dos olhos, perdemos a noção de profundidade da imagem, e não conseguimos avaliar corretamente as distâncias que os objetos se encontram de nós. Passar uma linha pelo buraco de uma agulha, utilizando somente um dos olhos, é uma tarefa árdua, certamente. Ora, se a evolução natural, forças naturais do acaso, ou qualquer outro factor espontâneo causou essa característica, sendo ela, portanto uma evolução, seria de se esperar que houvessem seres humanos no passado remoto possuindo um só olho, ou possuindo três, visto que possuir dois olhos, para os ateus, é uma evolução natural. Nunca houve, em nenhuma pesquisa arqueológica registrada até hoje, qualquer ser humano, humanóide ou mesmo algum macaco (que eles insistem em afirmar ser nosso ancestral) que possuísse somente um olho, ou que possuísse três olhos. Se a estereoscopia é uma evolução natural, então onde estão os restos dos não evoluídos que possuíam um só olho, ou que possuíam três? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Estereofonia &lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;- Estereofonia é a capacidade que o ser humano possui de avaliar, pela audição, a localização de origem de um som. Qualquer pessoa sabe, pela sua própria experiência de vida desde a infância, que quando chamam seu nome ela olha na direção de onde o som partiu. Seria bastante incómodo sermos chamados por alguém, e termos de olhar em toda a volta para podermos saber onde está a pessoa que nos está chamando. Conseguimos saber, pela estereofonia, qual é o vizinho que colocou a música alta, e não pensamos que tal música esteja vindo de nossa própria cozinha. Sabemos que foi o carro de trás que buzinou para sairmos da frente, e nos telefones domésticos sem fio eles colocam um dispositivo na base que permite, quando apertado, que o aparelho fique apitando de modo a podermos saber onde o esquecemos, pela localização do som. A indústria de aparelhos de som evoluiu muito em função da nossa estereofonia, primeiramente criando aparelhos estereofónicos, com duas caixas de som, que nos davam a noção do posicionamento dos instrumentos num plano. Hoje esses aparelhos evoluíram para os home-theaters, com caixas de som frontais e laterais, de modo a posicionar a origem do som em três dimensões, e não somente no plano como eram os aparelhos de dois canais. Ora, pelo mesmo bom senso, se a evolução natural, forças naturais do acaso, ou qualquer outro factor espontâneo causou essa característica, sendo ela, portanto uma evolução, seria de se esperar que houvesse seres humanos no passado remoto possuindo um só ouvido, ou possuindo três, visto que possuir dois ouvidos, para os ateus, é uma evolução natural. Nunca houve, em nenhuma pesquisa arqueológica registrada até hoje, qualquer ser humano, humanóide ou mesmo algum macaco (que eles insistem em afirmar ser nosso ancestral) que possuísse somente um ouvido, ou que possuísse três ouvidos. Se a estereofonia é uma evolução natural, então onde estão os restos dos não evoluídos que possuíam um só ouvido, ou que possuíam três? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Equilíbrio&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; - Equilíbrio é a capacidade que o ser humano possui de se manter numa determinada posição, e saber em que posição ele se encontra. O nosso sistema de equilíbrio é algo tão instintivo que até mesmo pessoas, com maior estudo, muitas vezes ignoram sua presença, se nunca tiveram nenhum problema de saúde nesse sistema, algum dia em suas vidas. Permanecer em pé, sem tombar para a frente, para trás ou para os lados, é o resultado do bom funcionamento desse sistema. Seria realmente impossível que uma bailarina ficasse na ponta dos dedos sem que o seu sistema de equilíbrio estivesse em perfeito funcionamento. Quando aprendemos a andar, o que fazemos é exercitar o nosso sistema de equilíbrio, o qual já nascemos com ele, de tal forma que a partir de certo ponto o controle do equilíbrio se torna involuntário, e passamos a andar e fazer todas as coisas sem nos preocuparmos diretamente com ele. A partir daí não precisamos mais atuar voluntariamente para nos mantermos de pé, porque o sistema de equilíbrio, junto ao nosso cérebro, faz todo esse serviço automaticamente. Quando estamos de pé, não temos necessidade de racionalmente pensarmos "estou tombando para a frente e preciso recuar", ou "estou tombando para o lado direito e preciso corrigir para a esquerda". Nosso cérebro recebe todas as informações sobre nossa posição por meio dos sensores que ficam dentro do nosso ouvido, num órgão chamado "labirinto". Quando começamos, mesmo que imperceptivelmente, a tombar para frente, o nosso cérebro atua sobre os músculos do corpo de um modo geral, de modo a retornar à posição vertical, sem que tenhamos de nos preocupar com isso, e sem sequer percebermos. Os especialistas em robótica dos dias atuais são os mais qualificados para falar sobre a dificuldade que é construir um robô que consiga andar sobre duas pernas sem cair no chão. Ainda que não caminhássemos sobre dois pés, mas fôssemos como os animais, e caminhássemos sobre quatro pés, ainda assim seria necessário um sistema de equilíbrio, sem o que nem os animais quadrúpedes conseguiriam permanecer de pé. Se formos pensar nas aves, que além de perfeito equilíbrio necessitam ainda de um perfeito controle direcional, de altitude, de sustentação no ar, de decolagem e de pouso, os sistemas se apresentariam ainda mais complexos. É o caso, então, de perguntarmos se o acaso, se forças naturais, ou algum factor espontâneo fez surgir do nada todo um complexo sistema de equilíbrio para poder manter de pé os que não conseguiam tal proeza antes. Poderia, algum animal, perceber que não conseguia permanecer de pé, e "desenvolver" em si mesmo, ainda que ao longo de muitas gerações, um sistema de equilíbrio, espontaneamente, sem interferência de qualquer inteligência nesse processo. Ora, o simples bom senso nos mostra que tal coisa não é possível. Diversas vezes eu já brinquei com alguns amigos dizendo que eu precisava de mais dois braços e mais duas mãos para tocar piano em certas músicas. Por maior que seja a minha reconhecida necessidade de mais dois braços, certamente que nem eu mesmo, e nem centenas de gerações a partir de mim, irão desenvolver dois braços adicionais, por mais que racional ou instintivamente eu perceba essa necessidade. Ou eu aprendo a tocar com os dois braços que o Criador me deu, ou então eu procuro outra atividade, porque certamente não me nascerão mais dois braços em função do meu desejo ou da minha necessidade. Ora, se o equilíbrio é uma evolução, então seria de se supor que antes, no remoto passado, os animais, e o próprio homem, não conseguiam caminhar, nem sobre dois pés, e nem sobre quatro patas. Fico imaginando um leopardo primitivo tentando alcançar uma gazela primitiva sem possuir um mínimo de equilíbrio, nem ele e nem ela. Certamente esse leopardo teria morrido de fome antes mesmo que conseguisse "evoluir", segundo as teorias ateístas. E a pobre gazela teria de "desenvolver" o seu sistema de equilíbrio tão rapidamente quanto o leopardo, senão ela é que não teria tempo suficiente de vida para poder desenvolvê-lo, novamente segundo a teoria evolucionista dos ateístas. Tais raciocínios extrapolam em muito os limites da lógica e do bom senso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Circulação sanguínea&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; - Nosso sistema circulatório é a base de nossa manutenção de vida. Ele é uma espécie de trem que vai passando por todas as células e órgãos do nosso corpo, exercendo funções químicas em cada lugar. O sangue passa pelos intestinos, de onde leva os nutrientes que comemos para serem metabolizados no nosso fígado, conduz os nutrientes metabolizados então a cada órgão de nosso corpo, mas não sem antes passar pelo pulmão, onde ele captura oxigénio e deixa lá o gás carbónico, parte daí com nutrientes e oxigénio para fornecer às células como um perfeito distribuidor, recebe das células os resíduos metabólicos, recebe o gás carbónico resultante do processo metabólico celular, deixa o gás carbónico de volta nos pulmões para ser liberado, passa pelos rins onde são filtrados os resíduos metabólicos, e tudo isso movido ininterruptamente 24 horas por dia durante toda a nossa vida, por uma bombinha do tamanho de uma mão fechada, que é o nosso coração. Ao observarmos a nossa polícia trabalhando, vemos os policiais em seus carros de patrulha fazendo a ronda e passando por essa e por aquela rua, atentos à eventual presença de qualquer bandido. Nosso sangue, além do que já falamos, ainda faz o papel de policial do nosso corpo, circulando por todo ele como uma verdadeira ronda à caça de bandidos, e quando os encontra soa alarmes que promovem uma verdadeira prisão e aniquilação do invasor. Ora, se o sistema circulatório é uma evolução, então poderíamos imaginar que os homens mais primitivos não conseguissem permanecer vivos, por mais que comessem, e morressem sufocados em poucos minutos, por mais que respirassem. Poderíamos imaginar que a raça humana não tivesse nem tido tempo de se multiplicar, porque qualquer infecção, por menor que fosse, iria dizimar toda a raça em poucas horas ou minutos. Os ateístas certamente podem (e o fazem) argumentar dizendo que o ser humano "evoluiu" de alguma outra espécie que já possuía um sistema circulatório. Contudo, ainda que essa evolução fosse real, não seria razoável perguntarmos quem colocou o primeiro sistema circulatório em funcionamento? E quem percebeu a necessidade de um sistema tão complexo, não somente em vasos condutores do sangue, mas em toda uma complexa química envolvida? Um ser humano pode viver sem olhos e sem ouvidos o tempo suficiente para "evoluir", segundo os ateístas, e passar a ter dois olhos e dois ouvidos, se suas alegações fossem corretas; contudo, sem o sistema circulatório o homem não viveria nem minutos, quanto mais o tempo necessário para, segundo eles, "evoluir".&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Olhai as aves do céu.&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando pensamos num avião, e quantos milénios se passaram até que o "inteligente homem" conseguisse alçar voo numa máquina, não podemos deixar de simplesmente observar os pássaros e sua habilidade para voar. Houve um homem chamado Bernoulli que redigiu um princípio da física que recebeu o seu nome, o Princípio de Bernoulli. Ele descobriu que os fluidos diminuem sua pressão quanto mais rápido eles se deslocam. Com isso, os engenheiros, depois de muita pesquisa, construíram um formato de asa cujo perfil impunha um caminho maior para o ar percorrer na parte de cima da asa, e um caminho menor a ser percorrido na parte de baixo da asa. Como o ar frontal da asa se divide em duas porções, passando uma porção por cima da asa e passando a outra porção por baixo da asa, e considerando também que essas porções se encontram novamente, e ao mesmo tempo, no final da asa, então o ar sobre a asa irá se deslocar mais rápido do que o ar na parte de baixo da asa. Dessa forma, a pressão na parte de cima da asa fica menor do que a pressão na parte de baixo da asa, o que causa uma força para cima, que faz com que os aviões voem. Além disso, os aviões precisam voar, tanto a altas velocidades como a baixas velocidades, e por isso as asas possuem partes adicionais, chamadas flaps, que aumentam ainda mais a diferença de percurso na passagem do ar, de modo que o avião possa ter sustentação quando estiver em baixas velocidades. Os aviões precisam ter também partes adicionais na asa, chamadas de ailerons, que permitam o avião inclinar para a direita ou para a esquerda, de modo a fazer curvas. Precisa também de uma segunda asa, menor, chamada de estabilizador, de modo que ele não gire em torno do seu eixo lateral, ou seja, não coloque o nariz para cima e a cauda para baixo ou vice-versa. Essa asa menor, o estabilizador, possui partes adicionais chamadas elevadores, que permitem ao piloto colocar o nariz do avião para baixo ou para cima, na descida ou na subida, respectivamente. Alguns aviões, como os aviões de guerra (caças), possuem uma asa móvel que lhes permite fechar o ângulo para trás para fazer mergulhos a uma velocidade muito alta, abrindo o ângulo quando o avião está em voo nivelado. Há os planadores, que não possuindo motor, precisam de pilotos habilidosos para buscar correntes de ar ascendentes de modo a poderem permanecer no ar o maior tempo possível. São as chamadas correntes de ar térmicas. O piloto treinado deve controlar todas essas coisas, velocidade do avião, profundor, ailerons, flaps, ângulo de asa, e isso sem falar no leme, que também auxilia a fazer curvas em conjunto com os ailerons. O piloto faz uso também de freios aerodinâmicos (spoilers) para reduzir a velocidade do avião quando necessário. Além de todas essas coisas, como nos ares não há placas de trânsito para orientação, o piloto deve saber cuidar da navegação, ou seja, garantir que o avião esteja realmente indo na direção que deve ir para chegar ao seu destino. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Perdoe-me o leitor por todas essas teorias de aviação, mas quando apenas nos sentamos na grama de um parque qualquer e olhamos para os pássaros voando, cada um conforme a sua espécie, percebemos que desde o primeiro deles a voar, todos esses conceitos de aerodinâmica e física já fazem parte deles há milhões de anos. Em cada pássaro está presente o Princípio de Bernoulli (porque o Sr. Bernoulli apenas o descobriu, mas não o criou), está presente o controle de velocidade, de ailerons para curvas, de profundor para subidas e descidas, de flaps quando reduzem a velocidade para pousar, e até mesmo de "baixar o trem de pouso" para andarem agora com as patinhas no chão ou num galho de árvore. É impressionante ver como as aves de rapina encolhem as asas para diminuir o ângulo e poderem mergulhar em grande velocidade sobre sua presa, do mesmo modo que elas abrem diversas penas adicionais na parte detrás da asa quando precisam diminuir a velocidade para pousar. O seu sistema de navegação é perfeito, pois muitas delas, a cada ano, migram entre o norte e o sul, viajando por distâncias enormes, e indo sempre para o mesmo ponto, sem errar o caminho. Ora, é razoável que alguém possa cogitar que tudo isso possa se originar de evolução natural sem uma Inteligência por trás? Algum dia, alguma espécie animal percebeu que precisaria de asas para voar, por causa do Princípio de Bernoulli? As forças naturais acaso ensinaram o gavião a recolher as asas quando mergulhasse? Que evolução pode ensinar a um pássaro que ele deve abrir as penas adicionais da asa na hora de pousar? E quem ensinou os urubus a procurarem as correntes térmicas para poderem permanecer no ar mais tempo sem terem de ficar batendo as asas? Não é sem uma boa razão que as escrituras dizem que os homens se tornaram indesculpáveis por não reconhecerem o Criador e por não O exaltarem como Lhe é devido. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Olhai os lírios do campo.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando saímos da fauna e passamos à flora, continua presente a evidência dos atributos do Criador. Alguns fatos são por demais interessantes, ainda que não envolvam aspectos físicos de movimento, como nos animais. Há plantas na natureza que não conseguem se reproduzir sem que um simples insecto faça esse trabalho por elas. É a maravilha da polinização. Aqui os absurdos do ateísmo atingem o limite do que alguém possa fechar os olhos à razão e ao bom senso. Há árvores que produzem seus frutos, mas precisam de um simples insecto para conduzir o seu pólen a outro fruto de outra árvore, de modo a polinizá-lo, preparando-o para crescer como uma nova árvore. Teria a "evolucão" dessa árvore "planejado" usar um insecto com essa finalidade? Poderia alguma força natural espontânea desenvolver uma árvore, e com a mesma "espontaneidade" desenvolver também o insecto que a poliniza? Porque, se a árvore ser polinizada por um insecto é uma evolução (não sei se da árvore ou se do insecto), como a "inteligência" da árvore fazia antes que o insecto existisse? E do que o insecto se alimentava antes que a árvore existisse? Ou teria a "inteligência da espontaneidade" do insecto "combinado" com a "inteligência da espontaneidade da árvore" para viverem juntos? Teria a primeira árvore dessa espécie feito um "acordo" com o primeiro insecto dessa espécie, para a sobrevivência de ambos? Porque está provado que o insecto não vive sem se alimentar da árvore, e a árvore não prolifera sem que haja o insecto. Para quem tem um mínimo de bom senso, é muito óbvio que Quem criou essa árvore, criou igualmente o insecto, e fez com que a alimentação desse insecto fosse o fruto daquela árvore. Se assim não fosse, não poderíamos assistir hoje a documentários que nos mostram tanto a árvore como o insecto que a poliniza, porque nem um nem outro teriam sobrevivido. Há espécies de plantas que são carnívoras. Como se não bastasse o fato delas possuírem um mecanismo que deteta a presença de um insecto em seu interior, fechando as suas folhas para aprisionar o insecto e se alimentar dele, como essas plantas sobreviveriam se não houvessem os insectos dos quais se alimentar? Certamente que as forças naturais não fizeram com que a planta pensasse em existir porque havia abundância de insectos para ela se alimentar. E tampouco as "forças naturais espontâneas" fizeram com que insectos surgissem do nada para que a planta tivesse o que comer. Ou seria razoável imaginarmos que uma plantinha, que antes da suposta "evolução" se alimentava do solo como as demais plantas, um dia observou que haviam muitos insectos em volta e "decidiu" come-los a partir dali? E para isso ela modificou a si mesma, criando em si mesma um mecanismo de aprisionamento de insectos, uma perfeita armadilha surgida ao "acaso", "espontaneamente", ou pelas "forças naturais"? Quem ensinou o girassol a se voltar para o sol, de modo a pegar o máximo de calor para secar suas sementes? Ou o próprio girassol "percebeu" essa necessidade e "desenvolveu" a capacidade de se voltar para o sol? E, se voltar para o sol é uma "evolução", então temos o direito de imaginar que antes os girasóis ficavam imóveis, não secavam as suas sementes, e portanto não cresciam outros girassóis, e que portanto, não deveriam existir girassóis hoje, uma vez que o primeiro girassol, imóvel, não secou suas sementes. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;O grande "bum" do universo.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Recentemente assisti a um documentário onde o centro da exposição era a pesquisa da equação que representasse a grande explosão que deu origem ao universo. Diversos cientistas de renome participaram do assunto, e inclusive Einstein foi citado diversas vezes, por ter, ele mesmo, iniciado a formulação de tal equação. Pela observação do movimento das constelações e galáxias, eles procuraram retroagir por meio de fórmula matemática, de modo a saber em que posição todas as galáxias se encontravam no passado, e poderem assim retroagir até a posição inicial de tudo. De fato, a equação em si não me despertou grande interesse, mas o ponto que se destacou aos meus ouvidos, de imediato, foi a conclusão unânime de que, se tal explosão tivesse sido infimamente mais fraca ou mais forte, ou o universo teria entrado em rápido colapso, ou teria continuado a expandir rapidamente para distâncias infinitas. Disseram eles que a posição em que todos os corpos celestes se equilibraram, formando as constelações, os sistemas solares, e em particular o nosso sol, nossa terra e nossa lua, demandou uma explosão com uma precisão de força absolutamente exata. Só é muito triste eles pensarem que tamanha exatidão de cálculo tenha sido somente uma obra do acaso, uma chance em quatrilhões. Para eles, algo explode "expontaneamente", sem que eles façam a menor idéia do porque explodiu, e ao acaso explode com uma força tal que resulta num perfeito equilíbrio dos corpos celestes, cada qual no seu lugar, orbitando ou sendo orbitado, em vez de se espalharem pelo universo afora indefinidamente, ou entrarem em colapso, reunindo todas as partes numa única novamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não sejamos, pois, indesculpáveis diante do Criador, porque em todas as coisas criadas estão presentes os Seus atributos, e as escrituras dizem que os homens sabem disso, mas são rebeldes ao reconhecimento e à percepção.  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-7405041170844635154?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/7405041170844635154/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=7405041170844635154' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/7405041170844635154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/7405041170844635154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2012/01/incompreensivelmente-ateistas.html' title='INCOMPREENSIVELMENTE ATEÍSTAS'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-P2Fyo5Hvqoo/Tx22fiSoXCI/AAAAAAAAH5Y/cfRnEgvZd2g/s72-c/0_cria%25C3%25A7%25C3%25A3o_2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-5221343950966057095</id><published>2012-01-18T07:37:00.000-08:00</published><updated>2012-01-18T07:37:03.325-08:00</updated><title type='text'>PROVARAM OS COMPUTADORES DA NASA A EXISTÊNCIA DO “DIA PERDIDO” DE JOSUÉ?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-mflFMAgVP8Y/TxbnDEWLUqI/AAAAAAAAH3k/3mAiBhNTh7o/s1600/josue-comanda-batalha-contra-canaaneus%255B1%255D.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-mflFMAgVP8Y/TxbnDEWLUqI/AAAAAAAAH3k/3mAiBhNTh7o/s320/josue-comanda-batalha-contra-canaaneus%255B1%255D.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"O sol, pois, se deteve no meio do céu, e não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro." --Josué 10:13b&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Embora acreditemos nos fatos relatados na Bíblia sobre o Longo Dia de Josué, o argumento de que a NASA provou a existência deste dia não passa de um antigo mito urbano. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na verdade, a alegação de que cálculos astronómicos tenham provado a “perda” de um dia já existe há um século. Nas últimas décadas, o mito foi então ornamentado com os computadores da NASA realizando os cálculos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ninguém que tenha defendido esta história disponibilizou detalhes destes cálculos - como este dia perdido foi descoberto. Esta observação deveria tornar as pessoas naturalmente mais cuidadosas no que acreditam. Como detectar um dia perdido sem que se tenha um ponto de referência fixo antes deste dia? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na realidade precisa-se relacionar registos tanto astronómicos como históricos para detectar um dia perdido. E para detectar 40 minutos perdidos necessita-se que estes pontos de referência tenham a precisão de minutos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É verdade que a duração do tempo da ocorrência de eclipses solares observáveis de certa localidade pode ser determinado atualmente com precisão, porém os registos antigos não registavam o tempo com precisão, portanto o relacionamento de registos é simplesmente inviável. De qualquer forma, o registo histórico mais antigo de um eclipse ocorreu em 1217 AC, aproximadamente dois séculos após Josué. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem tantas boas evidências para a verdade da criação e da Bíblia que não é necessário recorrer a artifícios de ornamentos e mitos urbanos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-5221343950966057095?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/5221343950966057095/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=5221343950966057095' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/5221343950966057095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/5221343950966057095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2012/01/provaram-os-computadores-da-nasa.html' title='PROVARAM OS COMPUTADORES DA NASA A EXISTÊNCIA DO “DIA PERDIDO” DE JOSUÉ?'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-mflFMAgVP8Y/TxbnDEWLUqI/AAAAAAAAH3k/3mAiBhNTh7o/s72-c/josue-comanda-batalha-contra-canaaneus%255B1%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-7379200718957797655</id><published>2012-01-18T02:44:00.000-08:00</published><updated>2012-01-18T02:46:56.185-08:00</updated><title type='text'>ARTEFATOS ARQUEOLÓGICOS QUESTIONAM DIÁSPORA DA HUMANIDADE PELO PLANETA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existe quase um consenso, entre os arqueólogos, de que o Homo sapiens surgiu na África, entre 200 mil e 100 mil anos atrás. A maioria dos cientistas aceita que o início da diáspora foi pela costa do continente, local por onde chegariam até a península arábica. Mas uma série de descobertas arqueológicas pode redefinir essa visão.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-enCjpiZ5P7A/Txaiis6OOwI/AAAAAAAAH3c/TgFg5OQtBVo/s1600/stone-artifacts-e1325018507127.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="330" src="http://4.bp.blogspot.com/-enCjpiZ5P7A/Txaiis6OOwI/AAAAAAAAH3c/TgFg5OQtBVo/s400/stone-artifacts-e1325018507127.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pesquisadores da Universidade de Birmingham (Inglaterra) descobriram artefatos de pedra em mais de cem sítios arqueológicos no Omã, país localizado a sudeste da Arábia Saudita. Estes objetos, segundo estimativas, datam de pelo menos 100 mil anos atrás, período no qual não deveria haver (segundo as teorias que prevalecem hoje) nenhum agrupamento humano fixo longe do litoral.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa descoberta muda a ideia de como os primitivos africanos teriam saído do continente pela primeira vez. Com essa descoberta, admite-se que talvez eles tenham migrado pelas quentes e áridas regiões do interior do norte africano e da península arábica, e não pelas áreas mais amenas da costa. Eles explicam que essa teoria sempre foi mais aceita por ser mais lógica, mas não há reais evidências arqueológicas disso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os artefatos teriam pertencido aos núbios, povo que originalmente habitava regiões próximas ao rio Nilo, no Egito. A partir de uma técnica que envolve radiação, conhecida como Luminescência Ótica Estimulada (OSL, na sigla em inglês), os artefatos foram datados com cerca de 106 mil anos de idade. A descoberta levanta um mistério sobre a trajetória dos humanos através do continente. [LiveScience] http://www.livescience.com/17248-arabian-artifacts-humans-africa.html?utm_source=feedburner&amp;amp;utm_medium=feed&amp;amp;utm_campaign=Feed%3A+Livesciencecom+%28LiveScience.com+Science+Headline+Feed%29&amp;amp;utm_content=Google+Reader&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por Stephanie D’Ornelas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Nota:&lt;/b&gt; chamo atenção para as incertezas que os cientistas revelam nesta e em todas as “descobertas”: “Existe quase um consenso”, “A maioria dos cientistas aceita” “mas uma série de descobertas arqueológicas pode redefinir essa visão”, graças a Deus que consigam aconselho a que leiam Génesis 1:1; 2:10-14. Onde se situa o Tigre e o Eufrates? Já agora, sabiam que de Adão a Abraão vão 2.000 anos, de Abraão a Jesus Cristo 2.000 e de Jesus Cristo aos nossos dias quantos anos vão?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Nota de José Carlos Costa&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-7379200718957797655?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/7379200718957797655/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=7379200718957797655' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/7379200718957797655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/7379200718957797655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2012/01/artefatos-arqueologicos-questionam.html' title='ARTEFATOS ARQUEOLÓGICOS QUESTIONAM DIÁSPORA DA HUMANIDADE PELO PLANETA'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-enCjpiZ5P7A/Txaiis6OOwI/AAAAAAAAH3c/TgFg5OQtBVo/s72-c/stone-artifacts-e1325018507127.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-1342901112595139307</id><published>2012-01-15T09:19:00.000-08:00</published><updated>2012-01-18T02:45:38.370-08:00</updated><title type='text'>A QUESTÃO: RECUSAR DEUS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-cD65-8Zmz44/TxMJhyxrEQI/AAAAAAAAH1Q/VymfYJyh4CY/s1600/evidenciacria%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-cD65-8Zmz44/TxMJhyxrEQI/AAAAAAAAH1Q/VymfYJyh4CY/s1600/evidenciacria%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;“...o que de Deus se pode conhecer &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;é manifesto entre eles, porque&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;Deus lhes manifestou. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Porque os atributos invisíveis de Deus, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;assim o seu eterno poder, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;como também a sua própria divindade, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;claramente se reconhecem, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;desde o princípio do mundo, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Tais homens são, por isso, indesculpáveis” (Rm 1.19-20).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que é científico e o que não é científico? Quem decide? Quem deve estabelecer os padrões para decidir? Bom, o que se constata os crentes defendem a criação como obra de Deus e os ateus a evolução. Vejamos o que diz a Bíblia:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“...o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis” (Rm 1.19-20).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Numa edição da Schweizerische Kirchenzeitung (Jornal Eclesiástico Suíço), o teólogo Bernd Ruhe manifestava a sua irritação com a certeza da salvação manifestados pelos crentes e a sua “maneira anticientífica de lidar com a Bíblia”. A sua “concepção dualista sobre o homem e o mundo” andaria de mãos dadas com uma “visão de Deus francamente monstruosa e repugnante”: para eles, Deus seria tão grande porque consideram o homem muito pequeno. Assim, Jesus seria o guia num mundo “perdido”, “escuro” e “confuso”, onde o diabo dita as regras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É lamentável que afirmações como essas partam de um teólogo, que deveria conduzir as pessoas às verdades da Bíblia em vez de as inspirar aprofundar o que o Senhor ensina. Afinal, o que é científico e o que não é? Será que é científico não crer na segurança da salvação, que a Bíblia ensina tão claramente? Na Primeira Epístola de João lemos: “Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus” (1 João 5.13). Devemos nos relacionar com a Bíblia cientificamente ou através da fé? Até agora a ciência séria sempre teve de dar razão à Bíblia; a verdade bíblica, porém, não cai por terra ou se mantém por causa da aprovação da ciência. Será anticientífico Deus ser tão grande e o homem tão pequeno? Ou a ciência alcança seus limites com tanta frequência justamente porque Deus e Sua obra são tão grandes?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É anticientífico Jesus ser o Guia para um mundo que vive na escuridão, um mundo perdido e confuso, &lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;em que o diabo domina os homens? O pecado no coração humano, sua tendência ao egoísmo e para o mal podem ser explicados cientificamente? E a morte, a ressurreição e a ascensão de Jesus? Elas são científicas, anticientíficas ou simplesmente divinas? O homem busca desculpas pseudocientíficas para esconder-se por trás delas pois teme a Palavra de Deus. Nesse sentido, nada mudou desde o primeiro casal de seres humanos no Éden. Pois Adão já disse a Deus: “Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo, e me escondi” (Gén 3.10).&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-vORCmTT9WQU/TxMKIzRKcyI/AAAAAAAAH1Y/AwGqNBiWsD8/s1600/evidenciacria%25C3%25A7%25C3%25A3opast.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-vORCmTT9WQU/TxMKIzRKcyI/AAAAAAAAH1Y/AwGqNBiWsD8/s320/evidenciacria%25C3%25A7%25C3%25A3opast.jpg" width="243" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Louis Pasteur: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;“É em nome da ciência que proclamo &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;a Jesus Cristo como Filho de Deus”.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Louis Pasteur, notável médico e cientista francês, reconheceu justamente através da ciência que a Bíblia tem razão. Ele escreveu: “É em nome da ciência que proclamo a Jesus Cristo como Filho de Deus. Minha concepção de ciência, que valoriza muito a relação entre causa e efeito, simplesmente me obriga a reconhecê-lO. Minha necessidade de adorar encontra em Jesus sua mais plena satisfação” (Nimm dir einen Augenblick Zeit, H. Bruns).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ciência, corretamente aplicada, pode servir a Deus. Mas quando é usada contra Deus ela prejudica os seres humanos. Pois é a Bíblia que produz o verdadeiro conhecimento. Há milénios as profecias bíblicas cumprem-se com exatidão única. Por exemplo, a criação de um novo Estado de Israel foi cumprimento de profecias bíblicas. Hoje podemos ver e acompanhar a realização das profecias de Jesus sobre o restabelecimento do Estado de Israel, sobre Sua volta e os sinais a ela relacionados. Os alegados “erros científicos” da Bíblia acabam sendo revisados constantemente e passam a ser considerados corretos. Muitos foram, na verdade, antecipações de descobertas que o homem só veio a fazer mais tarde. Foi o que aconteceu, por exemplo, com o reconhecimento de que a terra está suspensa no espaço. A respeito, já lemos no Livro de Jó: “Ele estende o norte sobre o vazio e faz pairar a terra sobre o nada” (Jó 26.7). Os resultados das pesquisas arqueológicas e históricas também confirmam continuamente as declarações bíblicas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por fim, há ainda o misterioso poder que a Bíblia exerce sobre as pessoas. Quem atende ao que as Sagradas Escrituras ensinam é transformado totalmente, sendo renovado de maneira completa. Lemos na Primeira Epístola de Pedro: “Pois fostes regenerados não de semente corruptível, mas da incorruptível, mediante a Palavra de Deus, a qual vive e é permanente” (1 Ped. 1.23). Apenas aqueles que não crêem no que a Bíblia diz em seu texto original, inspirado por Deus, é que lidam de maneira realmente &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-1342901112595139307?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/1342901112595139307/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=1342901112595139307' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/1342901112595139307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/1342901112595139307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2012/01/questao-e-recusr-deus.html' title='A QUESTÃO: RECUSAR DEUS'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-cD65-8Zmz44/TxMJhyxrEQI/AAAAAAAAH1Q/VymfYJyh4CY/s72-c/evidenciacria%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-7373748952445652881</id><published>2012-01-14T13:53:00.001-08:00</published><updated>2012-01-14T13:53:54.033-08:00</updated><title type='text'>Professor Ateu e Alunos Criacionistas</title><content type='html'>&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/PoMFXIRx3pk" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-7373748952445652881?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/7373748952445652881/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=7373748952445652881' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/7373748952445652881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/7373748952445652881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2012/01/professor-ateu-e-alunos-criacionistas.html' title='Professor Ateu e Alunos Criacionistas'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/PoMFXIRx3pk/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-7246973658252268475</id><published>2012-01-11T15:38:00.000-08:00</published><updated>2012-01-11T15:38:21.337-08:00</updated><title type='text'>EVOLUÇÃO VERSUS LEI BÁSICA DA NATUREZA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-zHXzx4ZwZTk/Tw4dVZFDG8I/AAAAAAAAHzo/szU0N08Wc4w/s1600/evolution.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-zHXzx4ZwZTk/Tw4dVZFDG8I/AAAAAAAAHzo/szU0N08Wc4w/s1600/evolution.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitos cientistas eminentes têm examinado cuidadosamente a maioria das leis da natureza para ver se a Evolução é fisicamente possível - fornecidos tempo e oportunidade suficientes. A conclusão de muitos é que a Evolução simplesmente não é praticável. Um dos maiores problemas é a Segunda Lei da Termodinâmica. &lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-9x66aPUcesg/Tw4bjGxQQeI/AAAAAAAAHzI/-vvMPHfKpD4/s1600/building.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-9x66aPUcesg/Tw4bjGxQQeI/AAAAAAAAHzI/-vvMPHfKpD4/s1600/building.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Construção &lt;st1:personname productid="em ruínas. Estruturas" w:st="on"&gt;em ruínas. Estruturas&lt;/st1:personname&gt; maciças podem parecer ser capazes de durar quase para sempre, mas elas não vão. A necessidade de reparos contínuos origina-se, em parte, da Segunda Lei da Termodinâmica. (Cena da série de vídeo &lt;a href="http://christiananswers.net/catalog/or-vs.html"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;ORIGINS&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A lei científica: princípios básicos, imutáveis da natureza; um fenômeno observado cientificamente que foi sujeito a experimentos e medições muito intensas e repetidamente provou ser invariável por todo o universo conhecido (por exemplo, a lei da gravidade, as leis de movimento). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;termodinâmica: o estudo da força térmica; um ramo da física que estuda a eficiência da transferência e troca de energia.1 &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A Segunda Lei da Termodinâmica descreve princípios básicos familiares à vida cotidiana. Ela é parcialmente uma lei universal de deterioração, a causa final por que todas as coisas finalmente caem aos pedaços e se desintegram com o tempo. Coisas materiais não são eternas. Tudo parece mudar eventualmente, e o caos aumenta. Nada permanece tão fresco como no dia em que é comprado; roupas desbotam, ficam surradas, e finalmente retornam ao pó.2 Tudo envelhece e se desgasta. Até a morte é uma manifestação desta lei. Os efeitos da Segunda Lei estão em todo lugar, tocando tudo pelo universo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A cada ano, vastas somas em dinheiro são gastas para neutralizar os efeitos implacáveis dessa lei (manutenção, pintura, contas médicas, etc.). No final, tudo na natureza é obediente a suas leis imutáveis. &lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-QCAs5wSxoNc/Tw4b9tkdjFI/AAAAAAAAHzQ/TB5WXdpYgCY/s1600/cells.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-QCAs5wSxoNc/Tw4b9tkdjFI/AAAAAAAAHzQ/TB5WXdpYgCY/s1600/cells.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Células e vasos sangUíneos - cena da série de vídeo &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;a href="http://christiananswers.net/catalog/or-vs.html"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;ORIGINS&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Segunda Lei da Termodinâmica:&lt;/strong&gt; O físico Lord Kelvin expressou-a tecnicamente como se segue: "Não existe processo natural cujo único resultado seja resfriar um reservatório de calor e realizar trabalho externo." Em termos mais compreensíveis, esta lei observa o fato de que a energia utilizável no universo está se tornando cada vez menor. No final não haverá energia disponível sobrando. A partir deste fato nós achamos que o estado mais provável para qualquer sistema natural é um estado de desordem. Todos os sistemas naturais se degeneram quando abandonados a si mesmos.3&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;É bem sabido que, abandonados a si mesmos, os compostos químicos no final se fragmentam em materiais mais simples; eles não se tornam mais complexos. Forças externas podem aumentar a ordem por um tempo (por meio do gasto de quantidades relativamente grandes de energia, e por meio da aplicação de um projeto). Entretanto, tal reversão não pode durar para sempre. Uma vez que a força cesse, os processos retornam à sua direção natural - maior desordem. Sua energia é transformada em níveis menores de disponibilidade para trabalhos futuros. A tendência natural dos arranjos e sistemas complexos e ordenados é se tornarem mais simples e mais desordenados com o tempo.4&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Assim, a longo prazo, há uma inclinação global para baixo por todo o universo. No final, quando toda energia do cosmos tiver sido degradada, todas as moléculas se moverão aleatoriamente, e todo o universo estará frio e sem ordem. Para simplificar: No mundo real, o fluxo total, a longo prazo, é descendente, não ascendente. Toda experimentação e observação física parece confirmar que a Lei é mesmo universal, afetando todos os processos naturais no final das contas.5&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Maw5XNCtwag/Tw4cmMYY2dI/AAAAAAAAHzY/KqEvwfDCyxQ/s1600/thermodynamics2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-Maw5XNCtwag/Tw4cmMYY2dI/AAAAAAAAHzY/KqEvwfDCyxQ/s1600/thermodynamics2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Evolucionismo sustenta que por bilhões de anos todas as coisas estão basicamente se desenvolvendo em sentido ascendente, se tornando mais ordenadas e complexas. Entretanto, esta lei básica da ciência (Segunda Lei da Termodinâmica) afirma o contrário. A pressão é para baixo, em direção a simplificação e desordem. (Ilustração da série de vídeo &lt;a href="http://christiananswers.net/catalog/or-vs.html"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;ORIGINS&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Evolução Naturalista requer que as leis físicas e os átomos se organizem por si mesmos em arranjos ordenados cada vez mais complexos e vantajosos.6 Desta maneira, por eras de tempo, supõe-se que bilhões de coisas tenham se desenvolvido em sentido crescente, tornando-se mais ordenadas e complexas.7 &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contudo, esta lei básica da ciência (Segunda Lei da Termodinâmica) revela exatamente o oposto. No final das contas, arranjos complexos e ordenados de fato tendem a se tornar mais simples e mais desordenados com o tempo. Há uma tendência para baixo irreversível trabalhando em todo o universo. A evolução, com sua ordem e complexidade sempre crescentes parece impossível no mundo natural. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Segunda Lei Falhou? Não, diz o perito Frank A. Greco: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Um resposta pode prontamente ser dada à pergunta, 'A Segunda Lei da Termodinâmica falhou? AINDA NÃO." 8&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Nenhuma evidência experimental a invalidou, disseram os físicos G.N. Hatspoulous e E.P. Gyftopoulos: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Não há nenhum experimento registrado na história da ciência que contradiga a segunda lei e seus corolários..." 9&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Criacionista Duane Gish comenta: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"De todas as afirmações que têm sido feitas com respeito às teorias sobre a origem da vida, a afirmação de que a Segunda Lei da Termodinâmica não oferece problemas para uma origem evolutiva da vida é a mais absurda... A operação dos processos naturais em que a Segunda Lei da Termodinâmica é baseada já é suficiente, por esse motivo, para tornar impossível a origem espontânea evolutiva da imensa ordem biológica necessária para a origem da vida." (Duane Gish, Ph.D. em bioquímica pela University of California em Berkeley) 10&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Emmett Williams, Ph.D: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Provavelmente, não é nenhum exagero afirmar que as leis da termodinâmica representam alguns dos melhores conhecimentos científicos que nós temos hoje. Enquanto as declarações em alguns campos (como a astronomia) parecem mudar quase diariamente, a ciência da termodinâmica tem sido notável por sua estabilidade. Em muitas décadas de observações cuidadosas, não se tem percebido nem ao menos uma simples divergência em qualquer dessas leis." 11&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se a Evolução é verdade, deve haver uma força ou mecanismo extremamente poderosa trabalhando no cosmos que possa vencer constantemente a poderosa e final tendência para a "desorganização" trazida pela Segunda Lei. Se uma força ou mecanismo tão importante existe ele deveria ser bastante óbvio para todos os cientistas. Todavia, o fato é, tal força da natureza nunca foi encontrada. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vários cientistas acreditam que a Segunda Lei, quando verdadeiramente compreendida, é suficiente para refutar a teoria da Evolução. De fato, esta é uma das razões mais importantes por que vários Evolucionistas abandonaram suas teorias em favor do Criacionismo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;sistemas abertos/ sistemas fechados: sistemas termodinâmicos abertos trocam calor, luz ou matéria com o meio que os cerca, sistemas fechados não. Nenhuma energia exterior flui para um sistema fechado. A Terra é um sistema aberto; ela recebe energia exterior vinda do Sol. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Energia é a Chave?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para criar qualquer tipo de organização crescente ou complexa em um sistema fechado são necessárias energia e informação exteriores. Os Evolucionistas mantém que a Segunda Lei da Termodinâmica não impede a Evolução na Terra, já que este planeta recebe energia exterior do Sol. Desta maneira, eles sugerem que a energia do Sol ajudou a criar a vida de todo nosso lindo planeta. Entretanto, a simples adição de energia é tudo aquilo de que se precisa para concluir esse grande feito?12 &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Compare uma planta viva com uma morta. A simples adição de energia pode fazer uma planta completamente morta viver? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma planta morta contém as mesmas estruturas básicas de uma planta viva. Outrora ela usou a energia do Sol para aumentar temporariamente sua ordem e crescer e produzir troncos, folhas, raízes e flores - tudo começando de uma simples semente. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se realmente existe uma poderosa força evolutiva em ação no universo, e se o sistema aberto da Terra faz toda a diferença, por que a energia do Sol não faz uma planta verdadeiramente morta se tornar viva de novo (assumindo um suprimento suficiente de água, luz, e assim por diante)? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que realmente acontece quando uma planta morta recebe energia do Sol? A organização interna na planta diminui; ela tende a se deteriorar e quebrar em componentes mais simples. O calor do Sol apenas acelera o processo de desorganização. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Ingrediente Final: Informação Planejada e Codificada&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-VM5nACFF69Q/Tw4dENWcUvI/AAAAAAAAHzg/N_Wu0D0h7-s/s1600/wilder-smith-1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-VM5nACFF69Q/Tw4dENWcUvI/AAAAAAAAHzg/N_Wu0D0h7-s/s1600/wilder-smith-1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Dr. A.E. &lt;a href="http://christiananswers.net/creation/people/wilder-smith-ae.html"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;Wilder-Smith&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; na série de vídeo &lt;a href="http://christiananswers.net/catalog/or-vs.html"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;ORIGINS&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; .&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O eminente cientista e especialista em origens, Dr. A.E. Wilder-Smith, coloca dessa maneira:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Então, qual é a diferença entre um graveto, que está morto, e uma orquídea, que está viva? A diferença é que a orquídea tem teleonomia em seu interior. Ela é uma máquina que está capturando energia para aumentar a ordem. Onde você tem vida, você tem teleonomia, e então a energia do Sol pode ser absorvida e fazer o ser se desenvolver - aumentando sua ordem" [temporariamente].13&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;teleonomia: Informação armazenada dentro de um ser vivo. Teleonomia envolve o conceito de alguma coisa ter um projeto e um propósito. Não-teleonomia é “falta de direção,” ausência de planejamento. A teleonomia de uma coisa viva é de algum modo armazenada dentro de seus genes. Teleonomia pode usar energia e matéria para produzir maior ordem e complexidade.14 &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Onde a teleonomia dos seres vivos se origina? É importante notar que a teleonomia (o princípio de organização, o know-how) não reside na matéria. Matéria, por si só, não é criativa. Dr. Wilder-Smith:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"A pura química de uma célula não é suficiente para explicar o funcionamento de uma célula, embora o funcionamento seja químico. As operações químicas das células são controladas por informações que não residem nos átomos e moléculas."15&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os Criacionistas acreditam que as células se constroem a partir de informações cuidadosamente planejadas e codificadas que têm sido passadas de uma vida para a seguinte desde seu começo original.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Referências e Informações Adicionais&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;________________________________________&lt;/div&gt;1&lt;br /&gt; Calor é o nome da energia quando ela é movida de uma área para outra. [Allen L. King, Thermophysics (San Francisco: W.H. Freeman &amp;amp; Company, 1962), p. 5.] &lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt; O calor é transferido em virtude da diferença de temperatura. O trabalho é energia transferida em virtude de uma força. &lt;br /&gt;________________________________________&lt;/div&gt;2&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; Emmett L. Williams, editor, Thermodynamics and the Development of Order (5093 Williamsport Drive, Norcross, Georgia 30092: Creation Research Society Books, 1981), p. 18. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;________________________________________&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;3&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; Lord Kelvin como citado em A.W. Smith e J.N. Cooper, Elements of Physics, 8th edition (New York, New York: McGraw-Hill Publishing, 1972), p. 241. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; Emmett Williams (1981), p. 19 (endnote above). &lt;/div&gt; Mundialmente renomado Evolucionista e ávido anti-criacionista Isaac Asimov confirma que: &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;"Outra maneira de expressar a segunda lei é, 'O universo está constantemente se tornando mais desordenado!' Visto dessa maneira nós podemos ver a segunda lei por toda parte sobre nós. Precisamos trabalhar duro para arrumar uma sala, mas quando a deixamos por si mesma ela se torna bagunçada outra vez muito rapidamente e muito facilmente. Mesmo se nunca entrarmos nela, ela fica empoeirada e mofada. Como é difícil manter casas, máquinas e nossos próprios corpos em perfeita ordem de funcionamento: e como é fácil deixá-los se deteriorarem. De fato, tudo que precisamos fazer é não fazer nada, e tudo se deteriora, entra em colapso, se quebra, desbota, tudo por si mesmo - e é disso tudo que a segunda lei trata." &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;[Isaac Asimov, "In the Game of Energy and Thermodynamics You Can't Even Break Even", Smithsonian Institution Journal (June 1970), p. 6 (emphasis added).] &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;"A Segunda Lei da Termodinâmica afirma que a quantidade de trabalho útil que você pode obter a partir da energia do universo está constantemente diminuindo. Se você tem uma grande porção de energia em um lugar, uma alta intensidade dela, você tem uma alta temperatura aqui e uma baixa temperatura lá, então você pode obter trabalho dessa situação. Quanto menor for a diferença de temperatura, menos trabalho você pode obter. Então, de acordo com a Segunda Lei da Termodinâmica, há sempre uma tendência para as áreas quentes se resfriarem e as áreas frias se aquecerem - assim cada vez menos trabalho poderá ser obtido. Até que finalmente, quando tudo estiver numa mesma temperatura, você não poderá mais obter nenhum trabalho disso, mesmo que toda a energia continue lá. E isso é verdade para TUDO em geral, em todo o universo." &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;[Isaac Asimov in The Origin of the Universe in the ORIGINS: How the World Came to Be video series (PO Box 200, Gilbert AZ 85299 USA: Eden Communications, 1983).] &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; Tecnicamente e mais sucintamente, a Segunda Lei da Termodinâmica diz que : &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;"A quantidade total de entropia na natureza está aumentando." &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;[S. Gasstone, Textbook of Physical Chemistry (New York: D. Van Nostrand Company, 1946).] &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;________________________________________&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;4&lt;br /&gt; R.B. Lindsay, "Physics - To What Extent Is It Deterministic?" American Scientist, Vol. 56, No. 2 (1968), pp. 100-111. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;________________________________________&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;5&lt;br /&gt; Criacionista Emmett Williams, Ph.D.: &lt;br /&gt;"Obviamente a Evolução envolve transformação, e transformações naturais requerem energia. Uma descrição da evolução como a fornecida acima [refere-se à citação de Huxley] requereria extraordinárias quantidades de energia e muitas transformações de energia. O processo de Evolução requer energia em várias formas, e a termodinâmica é o estudo do movimento e transformação de energia. Os dois campos estão claramente relacionados. As leis científicas que governam a termodinâmica deveriam também governar a Evolução." &lt;br /&gt;[Emmett L. Williams, editor, Thermodynamics and the Development of Order (5093 Williamsport Drive, Norcross, Georgia 30092: Creation Research Society Books, 1981), p. 10.] &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;________________________________________&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;6&lt;br /&gt; O renomado químico e Evolucionista Sidney Fox confirma esta crença em complexidade crescente: &lt;br /&gt;"A Evolução, contudo, juntou os menores componentes; ela agiu do simples para o complexo." &lt;br /&gt;[Sidney W. Fox, "Chemical Origins of Cells - 2," Chemical and Engineering News, Vol. 49 (December 6, 1971), p. 46.] &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;________________________________________&lt;/div&gt;7&lt;br /&gt; No contexto dessa discussão, “ordem” significa "organização", não necessariamente “uniformidade”. Isto é, adaptação das partes para o todo, e do todo para algum plano. &lt;br /&gt;[Harold L. Armstrong, "Thermodynamics, Energy, Matter, and Form, Creation Research Society Quarterly, Vol. 15, No. 2 (September 1978), pp. 119-121, and Vol. 15, No. 3 (December 1978), pp. 167-168, 174.] &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;________________________________________&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;8&lt;br /&gt;Frank Greco, "On the Second Law of Thermodynamics," American Laboratory, Vol. 14 (October 1982), p. 80-88 (emphasis added). &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;________________________________________&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;9&lt;br /&gt;E.B. Stuart, B. Gal-Or, and A.J. Brainard, editors, Deductive Quantum Thermodynamics in a Critical Review of Thermodynamics (Baltimore: Mono Book Corporation, 1970), p. 78 (emphasis added). &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;________________________________________&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;10&lt;br /&gt;Duane Gish, "A Consistent Christian-Scientific View of the Origin of Life," Creation Research Society Quarterly, Vol. 15, No. 4 (March 1979), pp. 199, 186 (emphasis added). &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;________________________________________&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;11&lt;br /&gt;Emmett L. Williams, editor, Thermodynamics and the Development of Order (5093 Williamsport Drive, Norcross, Georgia 30092: Creation Research Society Books, 1981), pp. 7-8.] &lt;br /&gt;[Além disso, veja: Charles B. Thaxton, Walter L. Bradley, e Roger L. Olsen, The Mystery of Life's Origin: Reassessing Current Theories (New York: Philosophical Library, 1984), pp. 113-165.] &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;________________________________________&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;12&lt;br /&gt; A Segunda Lei da Termodinâmica é tão válida para sistemas abertos como é para sistemas fechados, diz John Ross, Harvard University: &lt;br /&gt;"...Não há nenhuma violação conhecida da segunda lei da termodinâmica. Usualmente a segunda lei é válida para sistemas isolados, mas a segunda lei se aplica igualmente bem para sistemas abertos." &lt;br /&gt;[John Ross, letter in Chemical and Engineering News, Vol. 58 (July 7, 1980), p. 40.] &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;________________________________________&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;13&lt;br /&gt; Arthur E. Wilder-Smith em Willem J.J. Glashouwer e Paul S. Taylor, The Origin of the Universe (PO Box 200, Gilbert AZ 85299 USA: Eden Films and Standard Media, 1983) (um filme Criacionista). &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;________________________________________&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;14&lt;br /&gt; Dr. Henry Morris propôs uma DEFINIÇÃO COMPREENSÍVEL DA SEGUNDA LEI DA TERMODINÂMICA de acordo com este conceito: &lt;br /&gt;"Em qualquer sistema ordenado, aberto ou fechado, existe uma tendência para esse sistema decair para um estado de desordem, tendência que só pode ser suspensa ou revertida por uma fonte externa de energia organizadora direcionada por um programa informativo e transformada através de um mecanismo de ingestão-armazenamento-conversão em um trabalho específico necessário para construir a estrutura complexa de tal sistema. &lt;br /&gt;Se o programa de informação ou o mecanismo de conversão não estão disponíveis para este sistema 'aberto', ele não irá aumentar em ordem, não importa quanta energia externa esteja ao seu redor. O sistema irá decair de acordo com a Segunda Lei da Termodinâmica."&lt;br /&gt;[Henry M. Morris, "Entropy and Open Systems," Acts and Facts, Vol. 5 (P.O. Box 2667, El Cajon, California 92021: Institute for Creation Research, October 1976).] &lt;br /&gt; Ernst Mayr, Ph.D., Evolucionista: &lt;br /&gt;"Organismo vivos, contudo, diferem da matéria inanimada pelo grau de complexidade de seus sistemas e pela possessão de um programa genético... As instruções genéticas empacotadas no embrião direcionam a formação de um adulto, seja ele uma árvore, um peixe, ou um humano. O processo é objetivamente direcionado, mas a partir das instruções do programa genético, não do exterior. Não existe nada semelhante no mundo inanimado." &lt;br /&gt;[Ernst Mayr in Roger Lewin, "Biology Is Not Postage Stamp Collecting," Science, Vol. 216, No. 4547 (May 14, 1982), pp. 718-720 (quote from p. 719, emphasis added).] &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;________________________________________&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;15&lt;br /&gt; A.E. Wilder-Smith in Willem J.J. Glashouwer and Paul S. Taylor, The Origin of the Universe (PO Box 200, Gilbert AZ 85299 USA: Eden Films and Standard Media, 1983) (Creationist film/video). &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;________________________________________&lt;/div&gt;Para Mais Evidências de que a Segunda Lei é um dos Principais Problemas para a Evolução&lt;br /&gt;(incluindo argumentos de resposta contra as afirmações de que esta lei é erroneamente aplicada contra a Evolução ou que é desmentida pelo crescimento, sistemas vivos, formações de cristais, etc.)&lt;br /&gt; "Creationist Interpretations of Chemical Organization in Time and Space," Creation Research Society Quarterly, Vol. 22, No. 4 (March 1986), pp. 157-158. &lt;br /&gt; Charles B. Thaxton, Walter L. Bradley, and Roger L. Olsen, The Mystery of Life's Origin: Reassessing Current Theories (New York: Philosophical Library, 1984). &lt;br /&gt; Henry M. Morris, The Biblical Basis for Modern Science (Grand Rapids, Michigan: Baker Book House, 1984), pp. 185-215, and "Creation and the Laws of Science," in Henry M. Morris and Gary E. Parker, What Is Creation Science? (Santee, California: Master Books, 1982), pp. 153-188. &lt;br /&gt; Emmett L. Williams, editor, Thermodynamics and the Development of Order (Norcross, Georgia: Creation Research Society Books, 1981). &lt;br /&gt; Harold S. Slusher, The Origin of the Universe, revised edition (El Cajon, California: Institute for Creation Research, 1980), pp. 3-10. &lt;br /&gt; Arthur E. Wilder-Smith, The Creation of Life (Wheaton, Illinois: Harold Shaw Publishers, 1970), and Man's Origin, Man's Destiny (Wheaton, Illinois: Harold Shaw Publishers, 1968). &lt;br /&gt; Walter L. Bradley, “No Relevance to the Origin of Life,” Origins Research, Vol. 10, No. 1 (1987), pp. 13-14 (dirige-se a alguns argumentos levantados por Dr. John W. Patterson e Francis Arduini, etc., mostra que os argumentos básicos usados pelos Evolucionistas contra a Segunda Lei não têm relevância para a origem da vida). &lt;br /&gt; Robert A. Gange, "Commentary on the Patterson/Walter Exchange," Origins Research, Vol. 10, No. 1 (1987), pp. 14-16, and Origins and Destiny (Waco, Texas: Word Books, 1986) (contém a explicação da Nova Segunda Lei da Termodinâmica Generalizada e a informação do conteúdo nos sistemas biológicos). &lt;br /&gt; Tracy Waters, "A Reply to John Patterson's Scientific Arguments," Origins Research, Vol. 9, No. 2 (1986), pp. 8-9. &lt;br /&gt; Jerry Kelley, “Thermodynamics and Probability,” Origins Research, Vol. 9, No. 2 (1986), pp. 11-13, and "On the Nature of Order," Origins Research, Vol. 9, No. 2 (1986), pp. 14-15. &lt;br /&gt; Dudley J. Benton, "Thermodynamics, Snowflakes, and Zygotes," Creation Research Society Quarterly, Vol. 23, No. 2 (September 1986), p. 86. &lt;br /&gt; David A. Kaufmann, "Human Growth and Development, and Thermo II," Creation Research Society Quarterly, Vol. 20, No. 1 (June 1983), pp. 24-28. &lt;br /&gt; Emmett L. Williams, editor, Thermodynamics and the Development of Order (Norcross, Georgia: Creation Research Society Books, 1981), pp. 91-110. &lt;br /&gt; Harold L. Armstrong, "Evolutionistic Defense Against Thermodynamics Disproved," Creation Research Society Quarterly, Vol. 16, No. 4 (March 1980), pp. 226-227, 206, and Vol. 17, No. 1 (June 1980), pp. 72-73, 59. &lt;br /&gt; Duane T. Gish, "A Consistent Christian-Scientific View of the Origin of Life," Creation Research Society Quarterly, Vol. 15, No. 4 (March 1979), pp. 185-203, especially pp. 200-201, and Speculations and Experiments Related to Theories on the Origin of Life (Santee, California: Institute for Creation Research, 1972). &lt;br /&gt; J. Coppedge, Evolution: Possible or Impossible (Grand Rapids, Michigan: Zondervan, 1973). &lt;br /&gt; Hubert P. Yockey, "A Calculation of the Probability of Spontaneous Biogenesis By Information Theory," Journal of Theoretical Biology, Vol. 67 (1977), pp. 377-398&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-7246973658252268475?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/7246973658252268475/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=7246973658252268475' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/7246973658252268475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/7246973658252268475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2012/01/evolucao-versus-lei-basica-da-natureza.html' title='EVOLUÇÃO VERSUS LEI BÁSICA DA NATUREZA'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-zHXzx4ZwZTk/Tw4dVZFDG8I/AAAAAAAAHzo/szU0N08Wc4w/s72-c/evolution.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-1650911505598161386</id><published>2011-12-12T12:14:00.000-08:00</published><updated>2011-12-12T12:31:52.154-08:00</updated><title type='text'>A ORIGEM DA VIDA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-N53p3qM57gc/TuZkiDBTNQI/AAAAAAAAHuc/o7KjRgRuXLg/s1600/0_avida2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" oda="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-N53p3qM57gc/TuZkiDBTNQI/AAAAAAAAHuc/o7KjRgRuXLg/s320/0_avida2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;Origem da Vida&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sem dúvida, os esforços presentes científica focada na compreensão da origem da vida neste planeta em termos naturalistas constituem uma das maiores frustrações na ciência. Os estudos têm sido particularmente frustrante porque o tempo tem decorrido, eo banco de dados tem se expandido, o objetivo de compreender a origem da vida em termos naturalistas tornou-se cada vez mais elusivo. Este é o oposto do resultado esperado. Por exemplo, recentemente veio à luz que o progenitor (s) de todas as formas modernas de vida contêm o mesmo procedimento de enzimas para produção de energia em um ambiente de oxigenar. Foi anteriormente acreditavam que os primeiros organismos vivos surgiram em um ambiente anaeróbico e que a capacidade de utilizar oxigênio surgiu muito mais tarde. Esta e muitas outras observações recentes tornar ainda mais remota a possibilidade de um período da história da Terra quando o oxigénio estava ausente ou raros. É praticamente certo que o perecursors necessárias para a vida não poderia ter surgido na presença de oxigênio livre. Esta é uma área da ciência particularmente propício para algumas idéias frescas. Veja esta palestra NASA para uma atualização recente sobre o estado de origem da pesquisa Life.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Explosão Cambriana. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dentro dos estratos Cambriano Inferior (primeiras camadas de rocha que contém os restos de animais multicelulares complexos), representantes de quase todos os filos modernos de organismos vivos são encontrados. Este fenômeno é tão marcante e inesperada no paradigma naturalista evolucionário que tem sido amplamente referido como o " explosão cambriana ". Vários autores têm utilizado adjetivos como "diversificação desenfreada" ou "aparecimento súbito e abrupto" para descrever o estado da diversidade biológica encontrados nessas rochas. Outros autores têm ido para grandes comprimentos de negar a importância ou a natureza explosiva do registro cambriano, não tendo nenhuma explicação pronta para o fenômeno. A explosão é real. As rochas pré-cambrianas subjacentes são muitas vezes tipos de rochas similares, tais como arenito ou de xisto, mas são desprovidas de fósseis de animais multicelulares. Esta mudança dramática não pode ser acomodado em qualquer modelo naturalista, porque envolve não apenas a aparência de uma multidão de formas de vida que representa quase todos os filos modernos, mas mais incisivamente, que envolve o aparecimento de praticamente todos os complexidade da biologia molecular presentes em formas modernas. Contemporânea modelos evolutivos são incapazes de explicar a origem dessa diversidade e informações sem invocar princípios fora do domínio da ciência. Evolucionistas naturalistas repetidamente reconhecer essa condição, sem oferecer uma alternativa viável. Aqui, talvez mais do que em qualquer outra área em geologia, há uma necessidade premente de pesquisas inovadoras e sugestões criativas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Origem das outras formas de vida. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando categorias taxonômicas inferiores (classe, ordem, família, gênero) até o nível de espécies fazem sua aparição, onde quer que seja no registro fóssil, estas formas quase sempre aparecem de repente, sem as formas de transição intermediários necessários e preditos pela paradigma evolutivo. Nos dias de Darwin e além, os chamados "buracos" foram inferidas a ser devido a inadequação de nosso conhecimento do registro fóssil. Cento e cinquenta anos depois, este argumento não pode mais ser oferecida como uma explicação para a escassez de intermediários. Alguns grupos podem ser interpretados como formas intermediárias, como as baleias cedo com membros de volta, os fósseis do Triássico com mamíferos e répteis características, etc, no entanto, essas exceções não alterar o padrão geral de falta de intermediários entre as formas. Paleontólogos que sabia que o registro fóssil e suas insuficiências bem propôs a teoria do equilíbrio pontuado como uma alternativa para a evolução gradualista de espécies. A teoria reconhece e procura capitalizar sobre duas características do registro fóssil: a ausência de fósseis intermediários ou de transição entre as espécies (ou seja, eles aparecem "de repente"), ea estase aparente das espécies, uma vez que fazem o seu aparecimento (ou seja, uma vez que eles aparecem, eles não mudam). Embora a teoria é boa em descrever o que é visto no registro fóssil, ela não oferece nenhuma explicação legítima para as observações. Há uma necessidade crítica de uma teoria coerente que não só irá descrever o que é observado, mas trará explicações lógicas e coerentes para os dados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Criação-Evolução controvérsia. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não pode haver dúvida de que geólogos e paleontólogos, especialmente, estão preocupados com as origens. A possibilidade de que alguma teoria que não seja a evolução naturalista pode ser a explicação correta para a origem e desenvolvimento da vida na terra é uma questão de grave preocupação para geocientistas, que pode ter construído carreiras em torno naturalista pressupostos evolutivos. Geralmente, esses cientistas têm sido capazes de desviar o impacto dos criacionistas, que tendem a ser mal informado sobre paleontologia e geologia. Há muita preocupação, alguns deles legítimos, entre geólogos e paleontólogos profissionais que os criacionistas poderiam influenciar negativamente o ensino da ciência já insuficiente de nossa juventude. Mais recentemente, um pequeno número de bem-informados e bem treinados cientistas ativos que são criacionistas ter concluído uma formação profissional nas disciplinas de geologia ou paleontologia. Estes criacionistas não são tão facilmente descartada, mas seus números, actualmente, são tão pequenas que são mais uma curiosidade do que uma ameaça ao atual modelo das origens. O debate sobre as origens continuará a gerar grande interesse e controvérsia até que uma nova teoria é desenvolvida que acomoda melhor os dados da ciência, particularmente com respeito a organismos biológicos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Escritura como fonte primária de inspiração. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde o "Iluminismo", a Escritura tem sido repetidamente subordinado à ciência quando os conflitos têm surgido entre as idéias de ciência e os da religião. O cientista afirma que o mundo seja bilhões de anos, o teólogo e ajusta a sua interpretação do Gênesis. O cientista afirma que nunca houve um dilúvio global catastrófico, eo teólogo novamente ajusta Gênesis. O cientista declara o homem a ser um produto da evolução mindless, surgido por dente e garra, e, novamente, o teólogo ajusta a interpretação das escrituras para acomodar. Não há conflito entre ciência e religião, desde que os teólogos podem continuar a ajustar as interpretações para manter-se com a ciência. É isso o que Deus tinha em mente quando Ele se comunicava com o homem através da Sua Palavra? A menos que sustentam uma visão elevada da inspiração, ficamos com nada além de palha. Stephen Gould, recentemente expressou sua perspectiva, proclamando que a religião ea ciência ocupam domínios separados e independentes que não se sobrepõem. Ele usou o termo "magistérios não sobrepostos", inferindo que ambos têm domínios de entendimento em que se tenha domínio corretamente, mas estes domínios são mutuamente exclusivas. Religião não tem nada a dizer sobre a ciência, ea ciência não tem nada a dizer sobre religião. Mas na tentativa de construir o seu caso, Gould demonstra a sua fraqueza quando ele apela a religião para fazer todas as acomodando com os ensinamentos da ciência. Devemos reconhecer e apreciar a unidade da verdade e da importância da verdade revelada ao nosso entendimento do mundo. A integridade das Escrituras, que crentes reconhecem como a vontade revelada de Deus, não deve ser entregue na busca de harmonia com a ciência natural ou qualquer outro assunto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Uma abertura para novas idéias. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cada indivíduo desenvolve uma base para sua filosofia, ao aceitar como certas premissas "dados" sobre o mundo ea existência. A base para essas premissas para o cristão é, entre outras coisas, a Palavra de Deus. Para o secularista a base pode estar em alguma outra autoridade. Enquanto não se pode começar sem premissas, podemos ser cuidadoso e ponderado sobre as premissas que aceitamos. O cristão, nada menos do que o secularista, deve continuar a testar e rever essas crenças fundamentais de vez em quando, e deve buscar constantemente para ampliar esse domínio. Há grande perigo em um sentimento que abrangeu toda a verdade. É um dos paradoxos da vida que aqueles que acreditam ter chegado a Verdade, perder toda a chance de obtê-lo, pois é na busca contínua da Verdade que novas possibilidades se encontram e uma base filosófica é ampliado e fortalecido. O cristão, com um forte compromisso com essa busca, deve, mais do que o naturalista ou secularista, procuram manter uma mente aberta a novas possibilidades e explicações do mundo natural que pode ser impensável para o secularista. Nossa filosofia determina em grande medida que perguntas podemos perguntar. A comunidade cristã faz perguntas diferentes do que a comunidade secular, e como resultado, pode ir em direções a comunidade secular não. No caso da história da terra, o cristão tem liberdade para explorar as possibilidades que o secularista não pode ver, como resultado do conhecimento obtido na exploração da Palavra de Deus. Isto deve ser visto e explorado como uma grande vantagem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;A crença fundamental na criadora de Deus.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Independentemente de como pode-se optar por ler Gênesis, uma crença em Deus como o Criador é fundamental para a visão de mundo judaico-cristã. Escrituras claramente e repetidamente associa a criadora de Deus com o Seu culto. A razão pela qual adoramos a Deus porque Ele nos criou e somos gratos a Ele por nossa existência. Falsos deuses eram falsos, porque eles não podiam criar, e porque eles alegaram que a capacidade sem substância. Isaías 44 (14-21) é uma polêmica contra isso. A conexão entre a criadora de Deus e Sua adoração é enfatizada em muitos lugares nas Escrituras (cf. Ap 4:11, Romanos 1:20-25, Ef 3:9,14). A Deus como Criador é não permitir a Deus não permitir. Mais importante para o empreendimento científico, Deus como Criador e Designer é a explicação mais viável e racional para a origem da vida e para a origem da informação nos organismos vivos. É a boa ciência eo bom senso para trabalhar dentro deste quadro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Honestidade e integridade. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;geocientista O Christian vai trazer honestidade e integridade de seu trabalho. Esta não é uma opção para o cristão. Isto inclui a honestidade em questões financeiras, pessoais e corporativas, e integridade no trato com a desonestidade, perigo ou situações potencialmente perigosas no local de trabalho. Além disso, o cientista cristão vai lidar honestamente com os dados, e vai dar atenção a possíveis explicações alternativas e teorias, percebendo paradigma de que um pode e afeta as conclusões se chega . A ciência feita por geocientistas Christian será da mais alta qualidade e integridade .&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Administração da terra. cristãos são mordomos da Terra e têm a responsabilidade de cuidar dele. Infelizmente, temos muitas vezes foi acusado de prevaricação a este respeito, e muitas vezes com a causa. O geocientista cristã terá em mente a preservação dos recursos da terra e prosseguirá políticas de conservação, no melhor sentido da palavra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Naturalismo.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Naturalismo é um sistema filosófico / religioso propondo que tudo o que existe pode ser explicado em termos naturais (em oposição aos termos sobrenatural) sem a intervenção ou necessidade de intervenção de um ser sobrenatural. Naturalismo metodológico é uma adoção de princípios naturalistas, com ou sem subscrevendo integralmente o naturalismo, com a finalidade de realizar investigações científicas. Ciência tem sido muitas vezes caracterizado como uma empresa naturalista, uma atividade que usa as ferramentas do naturalismo metodológico exclusivamente. Devido ao sucesso sem precedentes da ciência na sociedade ocidental, a metodologia predominante do naturalismo alcançou grande status. Naturalismo não tem, todavia, foi confinado à ciência. Teólogos têm parecia quase ansiosa para abraçar os métodos ea filosofia do naturalismo, sem levar em conta as conseqüências. Se toda a Escritura pode ser explicado sem recorrer à intervenção divina, então o significado do Escrituras? Os resultados de abraçar o naturalismo tem sido devastador para a Igreja, enfraquecendo a compreensão da natureza e do significado de inspiração. Se os livros da Bíblia não são uma revelação da intervenção e envolvimento de Deus nos assuntos dos homens, mas são apenas débeis esforços do homem para criar uma divindade, o Cristianismo é uma farsa. Muitos não têm consciência de como o naturalismo perigoso ou generalizada é na Igreja. Naturalismo é uma filosofia ateísta intencionalmente antitética aos valores fundamentais do cristianismo e não tem qualquer tipo de negócio na Igreja. A aplicação dos princípios do naturalismo para o nosso entendimento das Escrituras nos deixa sem uma pista para as respostas das questões realmente importantes na vida: De onde viemos? Por que estamos aqui? Para onde vamos?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Devido ao sucesso do naturalismo metodológico na resolução de problemas científicos, os seus pontos fracos têm sido largamente negligenciado. Ciência afirma ser uma pesquisa aberta para a Verdade. Mas se a Verdade está fora do reino de explicações naturalistas, a ciência nunca pode alcançar a Verdade tanto tempo como a única metodologia é naturalista. Para alguns isso é irrelevante, porque eles fizeram o naturalismo o fim da ciência. Mas para aqueles indivíduos fair-minded para quem verdade é mais importante do que uma adesão estrita ao naturalismo, a ciência deve ser definida com largura para acomodar outras possibilidades. Naturalismo metodológico não pode esperar para dar respostas a alguns problemas, particularmente em ciência que lida com as origens. Atualmente não há explicação satisfatória para a origem da vida, ou para a origem do conteúdo de informação de organismos, dentro do reino do naturalismo metodológico. Isso torna necessário para os naturalistas para dobrar a lógica em um esforço para acomodar os dados que não pode ser explicado dentro dos dogmas do naturalismo. Aderir exclusivamente ao naturalismo metodológico também sufoca a investigação, proibindo investigação não só das áreas onde a ciência não pode explicar adequadamente observações, mas também em áreas em que as Escrituras sugerem Deus interveio nos assuntos do homem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Evolução naturalista.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A aplicação dos princípios do naturalismo para o registro fóssil deixa apenas uma leitura possível: Todos os organismos vivos na Terra hoje ou preservados como fósseis, são o resultado do impessoal, o processo, sem sentido amoral da evolução. Não houve nenhum Criador, nenhum provedor de informação, sem Designer, única chance e tempo. Esta visão tem, em várias permutações, fez o seu caminho na Igreja, mais uma vez, com conseqüências perigosas. É inevitavelmente acompanhada por uma perda de confiança na Escritura e uma visão mais ou menos impessoal de Deus. O crafters e promotores de pontos de vista naturalista reconhecer muito bem o significado de sua posição: Se existe ou não é um Ser Divino, não foi necessário para a origem ou desenvolvimento da vida. Dentro da Igreja, a evolução puramente naturalista podem ser atenuados com o teísmo, ou alguma outra forma de evolução não-aleatória, mas esta posição é um compromisso que acabará por levar a uma visão menos pessoal de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Uma visão proscritos da história da Terra.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Geólogos tendem a ter uma visão muito proscritos da história da Terra. Algumas perspectivas são permitidos, mas muitos outros não são permitidos. Os cristãos no seio da comunidade que possam querer explorar novas idéias, tais como o conceito de Design Inteligente no registro geológico, ou a possibilidade de uma catástrofe global, são desencorajados a fazê-lo. Como conseqüência, os geocientistas que são cristãos pode-se ser intolerante com novas idéias, talvez porque eles se sentem vulneráveis ou têm o desejo de se conformar. Geocientistas Christian tendem a não gostar de discutir o seu cristianismo com os colegas, exceto em um nível espiritual. A separação nítida, às vezes existe entre geólogos e sua fé cristã. Colegas cristãos em geologia têm confessado que eles lidam com os conflitos, fazendo sua geologia durante a semana e sua religião, no domingo. Assim, as alternativas possíveis para os pontos de vista convencionais não são, por vezes, dada cuidadosa consideração, até mesmo por cristãos. Esta falta de abertura é lamentável.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;O problema. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez no outro extremo, mas totalmente tão perigoso quanto as incursões do naturalismo na igreja, são os usos de afirmações sem o apoio de cristãos bem-intencionados, entusiasta, mas desinformadas que fazem alegações extravagantes "refutando" as teorias convencionais da geologia e da paleontologia. Gould se refere a indivíduos como "Yahoos". Esses indivíduos e suas reivindicações constituem uma das preocupações mais problemático para o geólogo profissional, e são um grande fator em desencorajar muitos geólogos e outros cientistas de tomar um olhar mais atento cristianismo. Alegações de "homens fósseis gigantes", "dinossauro e faixas humana", "fora de fósseis de ordem" e muitas outras afirmações não suportadas são um obstáculo positivo para a exploração de alternativas para as visões convencionais, e são responsáveis pela perda da fé e do desânimo de muitos. É a responsabilidade dos cristãos para evitar alegações ultrajantes e infundadas de ser usado em "apoio" do cristianismo. Nossa busca pela verdade não é ajudado por afirmações, porém sincero, que são falsas ou pretensioso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando eu escolhi estudos de pós-graduação em biologia molecular, foi porque, como cristão novo, eu estava interessado em entender melhor os conceitos envolvidos na evolução darwiniana. Eu pensei que uma compreensão da biologia molecular facilitaria isso. Quando eu tinha terminado meus estudos, fiquei um pouco surpreso ao perceber que a biologia molecular foi contrária à evolução darwinista. Eu pensei que, talvez, em minha busca para entender o significado de Gênesis em termos da minha fé recém-encontrada, eu deveria olhar para a geologia, já que agora estava claro para mim que a geologia deve fornecer o apoio para a evolução que faltava de meus estudos de biologia molecular. Comecei os estudos em geologia que se desenvolveram em uma perseguição ao longo da vida de compreensão do relato de Gênesis das origens.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu tinha estabelecido tão logo que eu tinha terminado o meu programa de graduação, para investigar várias afirmações ousadas feitas por cristãos com respeito à história da terra. Uma das reivindicações de destaque foi a de que tipos modernos de pólen podem ser recuperados a partir de rochas pré-cambrianas no Grand Canyon, demonstrando que a coluna geológica foi sem sentido, e que as plantas modernas foram sobre a terra na região do Grand Canyon durante o Pré-Cambriano. A Bíblia tinha razão, os geólogos estavam errados. Pensar que tais alegações, se for verdade, deve ser estabelecida com rigor científico, montei um laboratório de palinologia em condições rigorosas para testar as afirmações. As rochas foram recuperados com cuidado excepcional (nós embalados um a gasolina de diamante drill down para o Canyon e para trás, a fim de assegurar amostras não contaminadas!). As amostras foram processadas sob as condições mais rigorosas. Após vários anos de trabalho, concluímos que as reivindicações originais não foram comprovadas. Eu publicados os resultados e foi marcado como um evolucionista por alguns dos meus irmãos cristãos, porque os meus dados não apoiou suas afirmações.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Juntamente com um par de colegas, próximo viajou para Glen Rose, Texas. O Rio Paluxy em Glen Rose humanos supostamente contido e dinossauro faixas lado a lado. Estes relatórios foram sendo amplamente utilizado como evidência para suportar a coexistência de humanos e dinossauros, que, segundo a geologia convencional foram separados no tempo por 100 milhões de anos. Assim, a Bíblia estava certa, os geólogos estavam errados. Concluiu-se que se houvesse esse tipo de pistas no leito do rio, deve ser relativamente fácil de resolver a questão. Chegamos no final do verão quando o rio estava seco, e analisou cuidadosamente os rastros exposto por evidências de que as faixas humana estavam presentes juntamente com os de dinossauros. Encontramos pegadas de dinossauros do esperado e um rastro composto por faixas alongadas curiosa feita por um dinossauro andando em seus tornozelos. O rastro que se assemelham a uma faixa alongada "humano". Mas ocasionalmente o rastro mostrou todos os três dedos do pé do dinossauro. Foram também analisadas "faixas humana", relatou ter sido retirado do leito do rio, e comparou as características destes "faixas" com uma faixa de dinossauro verdadeiro retirado do leito do rio. Concluímos, com base em várias linhas de evidência que o "faixas humanos" foram todos os carvings. A hipótese de que as pegadas eram humanos foi falsificada. Nós publicados os resultados, mas há dez anos os colegas cristãos utilizando as trilhas para promover suas visões sobre as origens ignoradas nossos resultados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outros casos poderiam ser citados. Em todos os casos que nós investigamos, as evidências sendo usado para promover a validade da Bíblia era ou ser mal interpretado ou estava ausente por completo. Isto poderia ter desencorajado nós. Em vez disso, levou-nos a reconhecer e evitar as armadilhas daqueles que queriam usar o prestígio da ciência sem compreender a metodologia da ciência. Cristãos treinados como cientistas podem ser bons cientistas e pode usar os métodos da ciência para investigar o que eles quiserem, independentemente de suas opiniões sobre as origens. Eles podem até mesmo investigar a validade de hipóteses derivadas da Bíblia, usando os métodos da ciência, desde que os experimentos podem ser feitos para diferenciar entre os resultados possíveis. Cientistas cristãos devem estar na vanguarda na promoção do trabalho cuidadoso e publicação em revistas. Mas o que os cientistas cristão não pode fazer é desvalorizar a ciência ou a investigação científica ao tentar usar a ciência para defender seus pontos de vista bíblico. Eles não podem ter as duas coisas. Se o naturalismo metodológico não é válido para o estudo de Deus (e não é), nem pode ser um método válido para defendê-lo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em seguida, o foco de nossa atenção sobre o uso de hipóteses, derivada de nossa compreensão das Escrituras, que sentimos nos daria uma visão única para questões científicas relacionadas às origens. A nossa abordagem tem sido gratificante. Em todos os casos que temos investigado até o momento, temos sido capazes de propor uma hipótese testável consistente com a nossa compreensão das Escrituras. Efetuamos a investigação necessária para descobrir os dados, e ter encontrado os dados sejam consistentes com nossas hipóteses. Temos então publicou os resultados em revistas científicas. Nossos esforços não foram direcionados para "provar" qualquer coisa que acha que a Bíblia diz que para ser verdade. Em vez disso, têm-se centrado na tentativa de identificar informações nas Escrituras que pode oferecer uma visão única para os problemas do mundo natural. Na ciência uma idéia é uma boa idéia, não por causa de onde veio, mas porque prediz corretamente o resultado de experimentos com antecedência. Com base nisso, acreditamos que a nossa metodologia tem funcionado muito bem. Uma possível conseqüência desse sucesso pode ser que outros cientistas são atraídos para o nosso modelo de fazer ciência. Que, na minha opinião, não seria mau.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-1650911505598161386?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/1650911505598161386/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=1650911505598161386' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/1650911505598161386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/1650911505598161386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/12/origem-da-vida.html' title='A ORIGEM DA VIDA'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-N53p3qM57gc/TuZkiDBTNQI/AAAAAAAAHuc/o7KjRgRuXLg/s72-c/0_avida2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-3224194494535090950</id><published>2011-11-29T14:40:00.001-08:00</published><updated>2011-11-29T14:40:31.506-08:00</updated><title type='text'>O melhor argumento para a existência de Deus - William Lane Craig</title><content type='html'>&lt;iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/8oOaRysHolc" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-3224194494535090950?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/3224194494535090950/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=3224194494535090950' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/3224194494535090950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/3224194494535090950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/11/o-melhor-argumento-para-existencia-de.html' title='O melhor argumento para a existência de Deus - William Lane Craig'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/8oOaRysHolc/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-1648981396268724295</id><published>2011-11-29T14:39:00.001-08:00</published><updated>2011-11-29T14:39:38.947-08:00</updated><title type='text'>Os neo-ateus não são intelectualmente brilhantes</title><content type='html'>&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/FRl2eVNMTWI" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-1648981396268724295?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/1648981396268724295/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=1648981396268724295' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/1648981396268724295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/1648981396268724295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/11/os-neo-ateus-nao-sao-intelectualmente.html' title='Os neo-ateus não são intelectualmente brilhantes'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/FRl2eVNMTWI/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-5949860933368048925</id><published>2011-11-16T02:15:00.001-08:00</published><updated>2011-11-16T02:15:00.420-08:00</updated><title type='text'>Adauto Lourenço - Criação ou Evolução - Biologia e genética 1/2</title><content type='html'>&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/ESZtfspaE9s" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-5949860933368048925?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/5949860933368048925/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=5949860933368048925' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/5949860933368048925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/5949860933368048925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/11/adauto-lourenco-criacao-ou-evolucao_16.html' title='Adauto Lourenço - Criação ou Evolução - Biologia e genética 1/2'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/ESZtfspaE9s/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-654942106477764985</id><published>2011-11-16T02:14:00.001-08:00</published><updated>2011-11-16T02:14:07.575-08:00</updated><title type='text'>Adauto Lourenço - Criação ou Evolução - Biologia e genética 2/2</title><content type='html'>&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/NPU-tj-J_bM" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-654942106477764985?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/654942106477764985/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=654942106477764985' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/654942106477764985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/654942106477764985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/11/adauto-lourenco-criacao-ou-evolucao.html' title='Adauto Lourenço - Criação ou Evolução - Biologia e genética 2/2'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/NPU-tj-J_bM/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-7441147108240877381</id><published>2011-10-24T15:44:00.000-07:00</published><updated>2011-10-24T15:44:28.841-07:00</updated><title type='text'>O QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE OS DINOSSAUROS?</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Vh4TCET9UR0/TqXqObab-kI/AAAAAAAAHkw/VetkNzW-A_c/s1600/0_dinossauros_111.bmp" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ida="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-Vh4TCET9UR0/TqXqObab-kI/AAAAAAAAHkw/VetkNzW-A_c/s1600/0_dinossauros_111.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Oferecem a Bíblia e os escritos de Ellen G. White alguma base para a crença na existência desses estranhos animais?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Anos atrás, depois de terminar uma palestra para universitários e profissionais liberais, fui abordado por um pastor. Ele me pediu que tentasse convencer a esposa dele sobre a existência dos dinossauros. Ela era professora e se recusava a ensinar os alunos sobre esse tema. Compreendi que atrás daquela negativa havia uma luta para compreender o mistério que deixa perplexas algumas pessoas e fascina outras: Como explicar a passada existência (e extinção) dos dinossauros, num contexto bíblico?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A negação da existência dos dinossauros tem se tornado mais difundida do que gostaríamos de admitir, mesmo considerando nossa sociedade científica com pesquisas altamente avançadas em todas as áreas, incluindo geologia e paleontologia. Essas ciências parecem fora de lugar em nossas instituições educacionais e raramente são consideradas por nossos jovens na escolha de sua carreira profissional. Como cristão e paleontólogo, tenho que enfrentar diariamente a noção de uma evolução biológica envolvendo milhões de anos e posso compreender que algumas pessoas temem ser envolvidas por uma filosofia contraditória às Escrituras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entretanto, é possível estudar fósseis, rochas e evolução, sem renunciar à fé. Nossa apreciação da beleza e do mistério da criação da Terra e sua história subsequente depende em grande parte de como e o que professores e pastores estão ensinando nas igrejas e escolas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;No museu e na TV&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se você já visitou um museu de história natural, provavelmente viu grandes esqueletos de dinossauros. Também pode ter visto reproduções animadas em que, no caso de documentários da televisão, eles parecem vivos e reais. Ao assistir a tais animações, o espectador deve considerar alguns detalhes. Primeiramente, devemos aceitar que os dinossauros existiram por um período de tempo na Terra e que, em certos lugares, eles pareciam numerosos. Paleontólogos têm encontrado evidências de sua existência em todos os continentes, incluindo Antártica. Essas evidências incluem ossos, ovos, tocas e pegadas. Rastros e pegadas são abundantes e não podem ser associados a nenhuma outra criatura fora do que conhecemos como dinossauros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em segundo lugar, devemos saber que os esqueletos encontrados em museus não são tipicamente reais, mas réplicas. Os ossos originais são muito valiosos e delicados para ser expostos ao público; portanto, são armazenados em lugares mais seguros. Além disso, os esqueletos dos museus são ajuntamentos de réplicas de ossos de várias espécies oriundas de lugares distantes. Os paleontólogos são capazes de compor a arquitetura do corpo dos dinossauros, embora não possam ter todos os elementos da mesma criatura. Assim, as réplicas encontradas nos museus são razoavelmente confiáveis. Entretanto, animações vistas na TV são mais especulativas, especialmente no que tange à cor, fisiologia, comportamento e assim por diante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Desaparecimento&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na coluna geológica, vestígios de dinossauros aparecem em camadas de rochas que os paleontólogos chamam de Triássico, Jurássico e Cretáceo. Essas camadas sedimentadas, amontoadas uma sobre a outra, mostram características específicas, incluindo as de certas espécies fósseis como moluscos, répteis, peixes, dinossauros e organismos microscópicos (diatomácea, algas) que habitaram os oceanos. Alguns paleontólogos creem que os dinossauros, bem como outros grupos de animais e plantas, desapareceram subitamente em consequência do impacto de um meteorito gigante 65 milhões de anos atrás. Outros duvidam disso, por várias razões.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitos cientistas criacionistas acreditam que os dinossauros desapareceram junto com outras espécies, durante o dilúvio universal descrito em Gênesis. Esse cenário poderia incluir atividade de um meteorito resultando em tsunamis, atividade vulcânica e emissão de dióxido de carbono, sulfeto e outros elementos químicos prejudiciais a plantas e animais. Portanto, a ideia de um meteorito impactando a Terra não é necessariamente incompatível com o modelo bíblico do dilúvio.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar da falta de consenso entre os cientistas sobre a causa do desaparecimento dos dinossauros, a mídia e a imprensa pseudocientífica decidiram que a teoria do impacto do meteoro é a única explicação válida. Isso está longe da realidade. Os dinossauros desapareceram, mas não sabemos exatamente quando nem por quê. Entretanto, a possibilidade de sua extinção durante o dilúvio do Gênesis (com ou sem impacto) pode ser vista como hipótese científica plausível e merece consideração.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Convivência com Humanos&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muito tem sido escrito e falado sobre certas evidências que supostamente mostram dinossauros e seres humanos juntos. Elas incluem o que é interpretado como pegadas de humanos e dinossauros, quadros pré-históricos em cavernas e cerâmicas, em que figuras humanas aparecem junto a criaturas excepcionais muito semelhantes às atuais reconstruções desses répteis gigantes. Mas, estudos científicos têm mostrado que esses traços têm sido mal interpretados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Analisemos, por exemplo, os alegados sinais de “humanos” e dinossauros encontrados no leito do Rio Paluxy no Texas. Poucas décadas atrás, cientistas proclamaram que essa era uma segura evidência contra a teoria da evolução e prova da ocorrência de um dilúvio universal. Intrigados por essa afirmação, vários cientistas evolucionistas e criacionistas estudaram detalhadamente as marcas encontradas nas rochas. Nesse lugar específico, o leito e a margem têm muitas marcas por causa de erosão. Através das marcas deixadas sobre a rocha, causadas pela circulação da água, podemos distinguir se o traço do dinossauro é verdadeiro ou falso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há também estudos feitos em laboratório. Se uma marca é autêntica, deve mostrar as camadas achatadas de sedimento rochoso sob ela, por causa do peso do animal. Para testar essa deformação característica, cientistas cortaram transversalmente a marca e não observaram presença dela. Concluíram que o molde não se tratava de real pegada humana, mas resultava de erosão pela natureza ou forjada pelo homem. Estudos posteriores mostraram que tais “marcas” e desenhos foram deliberadamente colocados por fanáticos defensores da coexistência de humanos e dinossauros, acarretando, assim, zombaria e rejeição no mundo académico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Na Bíblia&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O relato da criação em Gênesis 1 fala de um Deus que criou vida marinha bem como pássaros no quinto dia; e o restante dos animais, no sexto dia. Embora os répteis sejam citados, os dinossauros não são mencionados, o que não deve nos surpreender; afinal, nos dias de Moisés, a palavra “dinossauro” não existia, nem ele estava obrigado a mencioná-los. Ele também não mencionou outros grupos de animais como, por exemplo, besouros, tubarões, estrelas-do-mar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O fato de a Bíblia não citar os dinossauros pelo nome não prova que Deus não os tivesse criado; muito menos a estranha aparência deles. Hoje existem muitos animais tão estranhos como os dinossauros – observe o ornitorrinco e o canguru – que não atraem muito a atenção. Algumas pessoas creem que os dinossauros surgiram como resultado da maldição depois do pecado de Adão e Eva, mas a Bíblia não emite luz sobre isso, nem identifica explicitamente os animais que mudaram como resultado do pecado nem qual foi o tipo de mudança.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitos cientistas criacionistas acreditam que os dinossauros desapareceram durante ou logo após o dilúvio. Mas, a Bíblia também não nos dá indícios sobre o destino deles. Por causa desse silêncio bíblico, o fato de que os dinossauros desapareceram durante uma catástrofe mundial conhecida como dilúvio é uma hipótese que deve ser considerada através de pesquisa científica. A comprovação de tal hipótese deve ser feita através de dados geológicos e paleontológicos, não por forçar a Bíblia a dizer o que ela não diz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Finalmente, há quem pense que os dinossauros sobreviveram ao dilúvio, mas logo desapareceram por não se terem adaptado ao novo ambiente. Essa é outra possibilidade, pois havia dinossauros na arca e, talvez, tenham desaparecido durante a colonização pós-diluviana. A Bíblia menciona duas estranhas criaturas: beemote (Jó 40:15-18) e leviatã (Jó 41:1), que alguns interpretam como possíveis exemplos dos dinossauros pós-diluvianos. Entretanto, a maioria dos eruditos não aceita essa explicação, e esses termos são geralmente traduzidos respectivamente como hipopótamo e crocodilo. Não estão relacionados aos dinossauros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Ellen White&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O termo dinossauro foi usado pela primeira vez em 1842, pelo zoólogo inglês Richard Owen, para nomear um grupo de fósseis répteis então descobertos. O uso do termo se expandiu enquanto novas descobertas aconteciam na Europa e América do Norte. No tempo em que Ellen White escreveu suas primeiras declarações sobre criação, dilúvio, ciência e fé (1864), o termo dinossauro já era comum nos livros e revistas. Entretanto, ela nunca usou esse termo nem qualquer outra palavra similar para se referir a esses répteis extintos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Numa breve declaração, em 1864, ela escreveu: “Todas as espécies de animais que Deus criou foram preservadas na arca. As espécies confusas que Ele não criou, e que foram resultado de amálgama, foram destruídas no dilúvio”.1 Essa é uma declaração favorita entre alguns adventistas para os quais ela explica os organismos extintos, incluindo dinossauros, bem como fósseis com características intermediárias, também conhecidos como fósseis em transição, ou seja, aqueles que, de acordo com a teoria da evolução, mostram mistura de características entre dois grupos de animais ou plantas considerados consecutivos no tempo. Exemplo disso são os répteis parecidos com mamíferos, considerados um degrau intermediário na evolução.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitas pessoas leem nessas palavras o que nós conhecemos como engenharia genética, indicando que, nos tempos antediluvianos as pessoas praticavam acasalamento híbrido, resultando em estranhas formas biológicas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entretanto, essa interpretação apresenta problemas. O primeiro é a dificuldade para definir o que Ellen White quis dizer com “amálgama”. Estudos mais profundos sobre a declaração não têm dado uma resposta definitiva, e concluímos que ainda não sabemos exatamente o significado desse termo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um segundo problema é a aplicação de “amálgama” a casos reais no registro fóssil. Se “amálgama” significa “híbrido”, como poderíamos reconhecer esse fenômeno entre os fósseis ou entre animais e plantas dos nossos dias? Como poderíamos determinar que espécies eram híbridas antes do dilúvio, se elas realmente já existiam? Alguns respondem a essa pergunta dizendo que as espécies híbridas não sobreviveram ao dilúvio, precisamente porque Deus não quis. Mas, esse raciocínio é um círculo vicioso falho porque o critério que usamos para diferenciar os híbridos (extinção) é o mesmo que usamos para definir o que gostaríamos de diferenciar (híbridos). Em outras palavras, amalgamação explica seu próprio desaparecimento, e seu desaparecimento define o que são eles.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ellen White continua dizendo que “desde o dilúvio tem havido amalgamação de homens e bestas, como pode ser visto em variedades quase infindáveis de espécies de animais”.2 Em primeiro lugar, é importante enfatizar que ela diz “amalgamação de”; não diz “amalgamação entre” como alguns interpretam. Em segundo lugar, se amalgamação significa formas intermediárias, híbridas ou criaturas estranhamente formadas, qual é o critério para reconhecê-las? Se essas foram formadas depois do dilúvio, provavelmente se tornaram fósseis, e outras teriam sobrevivido até agora. Como podemos diferenciá-las entre si e de outros organismos vivos que não são híbridos? Ellen White não dá indícios sobre isso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No mesmo texto, ela estabelece que lhe foi mostrado “que animais muito grandes e poderosos existiram antes do dilúvio, e não mais existem agora”.3 E também disse em outro texto que “houve uma classe de animais que pereceram no dilúvio. Deus sabia que a força do homem diminuiria e esses mamutes não poderiam ser controlados por homens fracos”.3&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entre outras, essa declaração a respeito da vida antes do dilúvio sugere que a profetiza estava se referindo à existência de uma ampla variedade de animais que não sobreviveram na arca. Entretanto, não estamos seguros quanto ao significado da declaração; não sabemos o que eram esses “animais muito grandes e poderosos”. Porém, suas palavras não estão longe da descrição científica dos dinossauros. Falando biologicamente, eles são um tanto confusos, não apenas porque alguns são gigantes, mas também partes do seu corpo (pernas, pescoço, cauda, cérebro) são, em alguns casos, desproporcionais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A verdade é que muitas pessoas têm lutado para encontrar declarações de Ellen White apoiando a ideia de que os dinossauros não foram criados por Deus, mas resultaram de amálgama antes do dilúvio, sendo, portanto, condenados ao desaparecimento na catástrofe universal. Essa pode ser uma possibilidade, mas, depois de minucioso estudo de seus escritos, não encontramos apoio inequívoco para essa conclusão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Escritura não menciona a existência de dinossauros, pelo menos como nós os compreendemos, nem antes nem depois do dilúvio. Ellen White também não os menciona, e não estamos absolutamente seguros quanto ao significado de sua afirmação referente a “animais muito grandes”. Porém, isso não representa evidência de que eles não existiram. Ao contrário, as evidências disso são claras: ossos, dentes, ovos, pegadas e impressões. Mas, em algum ponto da história, eles desapareceram. Sua origem e seu desaparecimento estão envolvidos num mistério que requer cuidadoso e rigoroso estudo. E isso não compromete nossa fé nos ensinamentos bíblicos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Referências:&lt;/b&gt;1 Ellen G. White, Spiritual Gifts (Battle Creek,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;MI: SDA Publishing, 1864), v. 3, p. 75.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2 Ibid., p. 35.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3 Ibid., p. 92.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4 Ibid., v. 4, p. 121&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Artigo escrito por Raúl Esperante – Cientista do Instituto de Pesquisa em Geociência, Loma Linda, Califórnia. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-7441147108240877381?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/7441147108240877381/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=7441147108240877381' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/7441147108240877381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/7441147108240877381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/10/o-que-diz-biblia-sobre-os-dinossauros.html' title='O QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE OS DINOSSAUROS?'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Vh4TCET9UR0/TqXqObab-kI/AAAAAAAAHkw/VetkNzW-A_c/s72-c/0_dinossauros_111.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-6496110352932212215</id><published>2011-10-12T11:18:00.001-07:00</published><updated>2011-10-12T11:19:00.074-07:00</updated><title type='text'>1/7 - Teoria da Evolução Provada Falsa! Darwin Caiu! (BBC, Discovery)</title><content type='html'>&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/r1M5gY-xfmQ" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-6496110352932212215?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/6496110352932212215/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=6496110352932212215' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/6496110352932212215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/6496110352932212215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/10/17-teoria-da-evolucao-provada-falsa.html' title='1/7 - Teoria da Evolução Provada Falsa! Darwin Caiu! (BBC, Discovery)'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/r1M5gY-xfmQ/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-559646342249799695</id><published>2011-10-12T11:17:00.003-07:00</published><updated>2011-10-12T11:17:59.776-07:00</updated><title type='text'>2/7 - Teoria da Evolução Provada Falsa! Darwin Caiu! (BBC, Discovery)</title><content type='html'>&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/7RcEpRpjHiY" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-559646342249799695?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/559646342249799695/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=559646342249799695' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/559646342249799695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/559646342249799695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/10/27-teoria-da-evolucao-provada-falsa.html' title='2/7 - Teoria da Evolução Provada Falsa! Darwin Caiu! (BBC, Discovery)'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/7RcEpRpjHiY/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-1668634688468324224</id><published>2011-10-12T11:17:00.001-07:00</published><updated>2011-10-12T11:17:12.118-07:00</updated><title type='text'>3/7 - Teoria da Evolução Provada Falsa! Darwin Caiu! (BBC, Discovery)</title><content type='html'>&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/DN2MIcVeZcw" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-1668634688468324224?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/1668634688468324224/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=1668634688468324224' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/1668634688468324224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/1668634688468324224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/10/37-teoria-da-evolucao-provada-falsa.html' title='3/7 - Teoria da Evolução Provada Falsa! Darwin Caiu! (BBC, Discovery)'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/DN2MIcVeZcw/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-4109923985817181836</id><published>2011-10-12T11:16:00.001-07:00</published><updated>2011-10-12T11:16:22.361-07:00</updated><title type='text'>4/7 - Teoria da Evolução Provada Falsa! Darwin Caiu! (BBC, Discovery)</title><content type='html'>&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/mFF9i5sfkWY" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-4109923985817181836?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/4109923985817181836/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=4109923985817181836' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/4109923985817181836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/4109923985817181836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/10/47-teoria-da-evolucao-provada-falsa.html' title='4/7 - Teoria da Evolução Provada Falsa! Darwin Caiu! (BBC, Discovery)'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/mFF9i5sfkWY/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-2542162784347876519</id><published>2011-10-12T11:15:00.001-07:00</published><updated>2011-10-12T11:15:25.384-07:00</updated><title type='text'>5/7 - Teoria da Evolução Provada Falsa! Darwin Caiu! (BBC, Discovery)</title><content type='html'>&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/R-x9azwGOqE" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-2542162784347876519?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/2542162784347876519/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=2542162784347876519' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/2542162784347876519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/2542162784347876519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/10/57-teoria-da-evolucao-provada-falsa.html' title='5/7 - Teoria da Evolução Provada Falsa! Darwin Caiu! (BBC, Discovery)'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/R-x9azwGOqE/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-5624523881739812935</id><published>2011-10-12T11:14:00.001-07:00</published><updated>2011-10-12T11:14:41.140-07:00</updated><title type='text'>6/7 - Teoria da Evolução Provada Falsa! Darwin Caiu! (BBC, Discovery)</title><content type='html'>&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/EM6ZkgArf7E" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-5624523881739812935?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/5624523881739812935/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=5624523881739812935' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/5624523881739812935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/5624523881739812935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/10/67-teoria-da-evolucao-provada-falsa.html' title='6/7 - Teoria da Evolução Provada Falsa! Darwin Caiu! (BBC, Discovery)'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/EM6ZkgArf7E/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-8030011483588062716</id><published>2011-10-12T11:13:00.001-07:00</published><updated>2011-10-12T11:13:40.962-07:00</updated><title type='text'>7/7 - Teoria da Evolução Provada Falsa! Darwin Caiu! (BBC, Discovery)</title><content type='html'>&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/doiWztSK7Hg" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-8030011483588062716?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/8030011483588062716/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=8030011483588062716' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/8030011483588062716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/8030011483588062716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/10/77-teoria-da-evolucao-provada-falsa.html' title='7/7 - Teoria da Evolução Provada Falsa! Darwin Caiu! (BBC, Discovery)'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/doiWztSK7Hg/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-6661103194070872305</id><published>2011-09-23T11:01:00.000-07:00</published><updated>2011-09-23T11:02:56.197-07:00</updated><title type='text'>O DILÚVIO A CHAVE PARA INTERPRETAR O PASSADO</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-R1UiPH7gMY4/TnzIk93rQ0I/AAAAAAAAHhk/4ztIuCYqMXI/s1600/arca_d10.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hca="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-R1UiPH7gMY4/TnzIk93rQ0I/AAAAAAAAHhk/4ztIuCYqMXI/s1600/arca_d10.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No ano 600 da vida de Noé, no dia 17 do segundo mês, nesse dia, todas as fontes do grande abismo, e as comportas dos céus se abriram (Gn 7:11). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante séculos, o Dilúvio bíblico descrito nos capítulos 6-8 do livro de Génesis foi considerado global, cataclismo e histórico. Desde o final do século 18, no entanto, a historicidade do dilúvio esteve sob os ataques constantes, e é agora rejeitado como uma fábula pela maioria das pessoas nas sociedades ocidentais. Até mesmo alguns nas igreja racionalizam as chamadas "evidências" contra o Dilúvio, tentando reinterpretá-las como um evento local. Este é o mais infeliz argumento, porque o dilúvio de Noé é um dos eventos mais significativos na história do mundo, interpretações que têm criado grande impacto nas ciências físicas, história, arqueologia e estudos bíblicos. O meu propósito aqui é fazer uma breve revisão das implicações em algumas dessas áreas d0 estudo.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-hbdLZMN2NAs/TnzIwz1dxnI/AAAAAAAAHho/T_B7_RST7G8/s1600/images10.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hca="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-hbdLZMN2NAs/TnzIwz1dxnI/AAAAAAAAHho/T_B7_RST7G8/s1600/images10.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1) Geologia. 1 Claramente, se o Dilúvio dos dias de Noé foi um evento recente e em todo o mundo, teria afectado drasticamente a topografia e a geologia de todo o planeta. As principais estruturas geológicas e a topografia são muito melhorexplicadas por catastrofismo recente, e não por processos lentos durante eras de tempo. Formação das montanhas, a topografia das profundidades, as placas tectónicas, vales de rios, o vulcanismo, a formação do canyon, a formação dos depósitos de carvão, lagos e uma infinidade de outras características geológicas são dramaticamente afetados pela realidade de um dilúvio, recente &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;cataclísmico. A formação destas e muitas outras estruturas será sempre mal interpretados se não for interpretado através de uma Terra jovem / modelo Dilúvio, um quadro que a Bíblia apresenta claramente nos seus ensinos. O dogma do uniformitarismo domina todos os paradigmas atuais, de modo que o Dilúvio é rejeitada fora de mão. Além disso, o Dilúvio é um mecanismo muito plausível desencadeante para a Idade do Gelo, o que exigiu um conjunto de circunstâncias únicas e simultânea inexplicáveis por princípios uniformista. 2 &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2) Biologia. A Bíblia diz que Deus enviou dois de cada espécie de animais terrestres para a Arca para que eles pudessem ser preservados durante o dilúvio (Gn 6:19-20). Quando o Dilúvio terminou, os animais dispersos da "montanhas de Ararat" (Gn 8:4) e começaram a repovoar o planeta. A história do habitat animal e distribuição genética em todo o planeta deve ser entendida no contexto do dilúvio e as suas consequências imediatas, ou conclusões erróneas daí resultantes. O Dilúvio e as subsequentes alterações servem para explicar a extinção de animais em grande escala. 3 Isto inclui os dinossauros, que foram presos pelo estabelecimento evolutiva como uma ferramenta de propaganda contra as Escrituras. A maioria dos dinossauros eram simplesmente incapazes de sobreviver às condições adversas do ambiente que existia depois de terem deixado a Arca&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Dilúvio também teria impacto drastico na totalidade do reino vegetal, que provavelmente sobreviveu através de tapetes flutuantes de vegetação e de outros mecanismos. O dilúvio e as suas consequências duraram um período de 371 dias, o ciclo de carbono de toda a terra foi completamente interrompido por um período relativamente curto de tempo. Este estado de coisas teria afetado drasticamente os resultados de C-14 métodos de datação como se move para trás na história mais perto do Dilúvio. Rejeitar a historicidade do Dilúvio leva a suposições erradas embutidas no C-14/C-12 relações 4 necessários para calcular datas. Mais uma vez, ignorando a historicidade do Dilúvio e as seus consequentes efeitos em todo o planeta conduz a conclusões erradas.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-wi_oMhWlFXg/TnzI__tKbEI/AAAAAAAAHhs/JWo8u-BG8FU/s1600/a_entr10.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hca="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-wi_oMhWlFXg/TnzI__tKbEI/AAAAAAAAHhs/JWo8u-BG8FU/s1600/a_entr10.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3) Antropologia e Arqueologia. 5 Quase todos os paradigmas científicos atuais afirmam que o homem evoluiu a partir de formas de vida primitivas em seres humanos em algum momento no passado distante. Este dogma está tão profundamente enraizada na mente da comunidade científica de que nenhum outro paradigma vai mesmo ser considerada. Portanto, quando "primitivo" restos de antigas sociedades humanas são descobertos, ele é automaticamente assumido que eles são de uma época anterior, quando o homem era menos evoluído. A Bíblia, no entanto, claramente ensina que o homem foi criado totalmente formado e com um certo intelecto sofisticado no início da criação (Mc 10:6, Gn 1:27). Quando Deus decidiu julgar o mundo por causa de sua maldade (Gn 6:7, 2 Pe 2:4-5), Noé e sete pessoas de sua família foram poupados na Arca Todos os seres humanos vivos hoje são descendentes da família de Noé . Se este fato histórico é rejeitada, uma vez mais falsas conclusões serão sorteados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Noé e seus descendentes imediatos entrou uma marca novo mundo, um mundo que tinha perdido a maioria de seus conhecimentos técnicos e da civilização. Embora Noé e seus filhos eram certamente muito inteligentes, eles não carregam o pleno conhecimento de toda a sociedade humana exterminada no Dilúvio. Em um sentido real, eles estavam começando de novo (muito parecido com um homem moderno sendo presos em uma ilha deserta, isolado da civilização, ainda não um bruto primitivo), para as tecnologias e nível de civilização da humanidade foram, sem dúvida, mais "primitivo" na o mundo pós-diluviano imediata. Vivendo em cavernas e usando mais "primitivas" ferramentas para sobreviver teria sido perfeitamente lógico para os seres humanos vivendo em um mundo novo e estéril. Neolítico e outros restos antigos anteriores à explosão da civilização no terceiro milênio aC, portanto, precisa ser reinterpretado em um contexto pós-diluviano.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-vj33NQVnUXc/TnzJIDjAw-I/AAAAAAAAHhw/3jTdWyuqORA/s1600/a_qued10.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hca="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-vj33NQVnUXc/TnzJIDjAw-I/AAAAAAAAHhw/3jTdWyuqORA/s1600/a_qued10.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os erros de interpretações evolutivas são ainda agravadas por uma rejeição da Torre de Babel incidente (Gn 11), que fraturou a comunidade humana e enviou vários grupos de pessoas em todo o globo. Distribuição genética na cultura humana foi muito afetado por este evento. Grupos de pessoas foram separados porque não poderia se comunicar uns com os outros e, portanto, o pool genético humano foi dividido. Identidade cultural começou com similaridade da língua e se expandiu para incluir características físicas, como cor da pele e várias outras diferenças físicas, ainda superficial,. Antropologia e da arqueologia moderna estão entrincheirados em um paradigma antitéticas para os jovens bíblica Terra / Flood / paradigma Babel e, portanto, têm continuamente a conclusões incorretas a partir dos dados em seus respectivos campos. 6 &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4) Estudos Bíblicos-O significado literal do texto. Um aspecto interessante do dilúvio de Gênesis é o uso exclusivo da língua 7 nas Escrituras quando se refere ao Dilúvio. No Antigo Testamento, os autores utilizam uma única palavra em hebraico, mabbul , quando se refere ao Dilúvio. Esta palavra é usada principalmente na narrativa Dilúvio, Génesis 6:17; 7:6-7, 10, 17; 9:11, 15. Gênesis 9:28; 10:1, 32 e 11:10 utilizar mabbul quando se refere ao Dilúvio como um evento passado. Salmo 29:10 é a passagem única outra no Antigo Testamento, onde mabbul é encontrado. Este salmo de Davi descreve a "voz do Senhor", referindo-se a Sua autoridade e poder. Neste contexto, David fala do poder do Senhor sobre as muitas águas e os cedros do Líbano. Ele continua no versículo 10, "O Senhor está entronizado sobre o dilúvio [ mabbul ]; o Senhor é entronizado como rei para sempre. "O contexto afirma o grande poder e majestade de Deus, que é necessário para estar no controle de um cataclismo, como Noé inundação. 8 No Novo Testamento, encontramos várias referências ao Dilúvio de Noé. A única palavra grega usada nessas passagens da Escritura é kataklusmŏs e seus derivados. Concordância de Strong define esta palavra como significando "dash, lave-a, para dilúvio, onda do mar, inundação inundação,". 9 Disto deriva o moderno Inglês palavra "cataclismo".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jesus descreve o tempo de Seu retorno como análogo ao do Dilúvio em Mateus 24:38-39: &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Z57ap1ehj8k/TnzJaB7DuyI/AAAAAAAAHh0/n61pvjW2gog/s1600/a_pomb10.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hca="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-Z57ap1ehj8k/TnzJaB7DuyI/AAAAAAAAHh0/n61pvjW2gog/s1600/a_pomb10.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pois nos dias anteriores ao dilúvio [ kataklusmŏs ], as pessoas comiam e bebiam, casavam e davam em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, e eles não sabiam nada sobre o que aconteceria até o OOD fl [ kataklusmŏu ] veio e levou todos eles. 10 &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O contexto imediato indica que haverá a ignorância universal e no mundo sobre o tempo da volta de Jesus, assim como não foi uma ignorância universal e no mundo sobre a inundação vindo nos dias de Noé. Uma inundação local não estava em vista de Jesus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O apóstolo Pedro, certamente reconheceu a natureza universal e cataclísmico do Dilúvio, quando escreveu: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porque, se Deus não poupou a anjos quando pecaram, mas mandou para o inferno, colocando-os em abismos tenebrosos a ser realizada para o julgamento, se ele não poupou o mundo antigo quando trouxe o dilúvio [ kataklusmŏn ] sobre o seu povo ímpio, mas protegidos Noé, pregador da justiça, e outros sete ... 11 &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De interesse são ainda as referências ao Dilúvio na Septuaginta, o terceiro século aC tradução grega do Antigo Testamento hebraico. Em todos os casos onde mabbul aparece no texto hebraico, os tradutores da Septuaginta utilizado kataklusmŏs como a tradução grega. Gênesis 7:06, 17; 9:11 são traduzidas como kataklusmŏs . Gênesis 6:17; 9:15, 28; 10:1, 32; 11:10 e Salmo 29:10 12 são traduzidas como kataklusmŏn . Gênesis 7:07, 10 e 09:11 são traduzidas como kataklusmŏu. Em cada caso, os tradutores da Septuaginta reconheceu a natureza única do dilúvio de Noé e seus derivados usados desta palavra grega específica para comunicar esse fato.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Parece que os autores do Novo Testamento pegou nesse uso, e sob a inspiração do Espírito Santo continuou a usá-lo quando o autor do Novo Testamento no primeiro século dC. O próprio Jesus verificado este uso quando se fala de seu retorno em Mateus 24 e Lucas 17. Para o cristão, não deve haver nenhuma dúvida de que Jesus verificado esse uso e seu significado claro (universal e cataclísmico, e não local), em virtude de sua autoridade absoluta. 13 &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta é apenas uma pequena amostra do impacto do Dilúvio em estudos bíblicos e históricos do reino das ciências físicas. Nesta edição da Bíblia e Spade, você vai ler a pesquisa sobre o local de desembarque da Arca de Noé. É ABR posição de que o Dilúvio em Gênesis 6-8 foi um recente, evento cataclísmico mundial e não há justificação, hermenêutica bíblica ou exegética para interpretar isso como algum evento localizado na Mesopotâmia. 14 Para isso é para contorcer o texto bíblico de uma forma que não pode ser justificada. Devemos permanecer fiéis ao sentido claro das Escrituras. Se não podemos entender completamente como um dilúvio universal, cataclísmico ocorreu, ainda temos que nos submeter à autoridade das Escrituras e adotar a atitude de Martin Luther: "se você não consegue entender como isso foi feito ... em seguida, conceder o Espírito Santo a honra de ser mais aprendi do que você é. " 15 &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dilúvio de Noé deve ser dado o seu devido lugar na história do mundo e na história bíblica. Ignorando ou desprezando a sua historicidade impugna o que Deus disse claramente, um pecado sério. As lições espirituais são óbvias também. Deus é misericordioso e compassivo, mas tem pecado muito, muito sério. Vamos dar o Dilúvio seu devido lugar em nossos estudos bíblicos e como um fator importante no desenvolvimento de uma cosmovisão bíblica.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-6661103194070872305?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/6661103194070872305/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=6661103194070872305' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/6661103194070872305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/6661103194070872305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/09/o-diluvio-chave-para-interpretar-o.html' title='O DILÚVIO A CHAVE PARA INTERPRETAR O PASSADO'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-R1UiPH7gMY4/TnzIk93rQ0I/AAAAAAAAHhk/4ztIuCYqMXI/s72-c/arca_d10.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-9199160134249534238</id><published>2011-09-03T15:06:00.000-07:00</published><updated>2011-09-03T15:08:11.397-07:00</updated><title type='text'>DINOSSAUROS: CRIAÇÃO DE DEUS OU DO DIABO?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-yaOWiVwS3nQ/TmKkpnwURZI/AAAAAAAAHf8/p9eJ6pq0bqk/s1600/0_fosseisdinossauros_3a.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-yaOWiVwS3nQ/TmKkpnwURZI/AAAAAAAAHf8/p9eJ6pq0bqk/s1600/0_fosseisdinossauros_3a.jpg" xaa="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O criacionismo, até hoje, é o maior opositor do evolucionismo. Não surgiu ainda uma hipótese que pudesse criar uma terceira teoria. Portanto neste ringue genealógico, onde dois opostos radicais jogam cartas, contendo argumentos que visam desmoronar a estrutura do rival, surge a pergunta que o evolucionismo tenta explicar com paliativas propostas e o criacionismo, parece que não se atreve a atravessar o campo da especulação: Como surgiram os dinossauros? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É bom dezer que este post não se propõe analisar a teoria da evolução, conhecida, debatida e combatida. &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Busca encontrar respostas para perguntas como:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Porquê os autores e cientistas criacionistas não se interessam em encontrar uma resposta convincente, sendo que admitem a existência de tais feras no passado?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Quem criou os dinossauros? Teria sido Deus ou o Diabo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Se foi Deus, qual o seu objectivo? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Porque razão deixaram de existir? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;TEORIA CRISTÃ:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sempre que surgem interrogações quanto à origem do homem no meio científico, os pesquisadores evolucionistas são os primeiros a propôr uma teoria para solucionar o problema. Para os criacionistas, isto não é um enigma. Mas dedicam-se em desfazer o que foi apresentado pelos criacionistas. A teoria criacionista não foi criada para combater. Ela existe como um marco na história. É irreversível e é à prova de toda especulação que intente destruí-la. No entanto, é sempre a segunda a partir. Pensa-se até que se não existisse o darwinismo, aqueles que "mantém a fé de Jesus" não teriam sido estimulados a buscar novas verdades. Portanto, por mais negativo que possa ser, o evolucionismo criou um fenómeno interessante: tirar da letargia aqueles que , "pela fé somente", criam em Deus como Criador e omitiam toda a informação científica sobre os feitos de Deus. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Estes feitos demonstram a grandiosidade e o poder reconhecível do Criador.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Mas isto seguramente estava no plano divino.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Ele permite que o Diabo se manifeste primeiro para que as suas obras sejam desmascaradas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em consonância com os evolucionistas, os autores da oposição estão sempre dispostos a aceitar a existência de feras como dinossauros no passado. Até porque os fósseis são provas incontestáveis disto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sendo um terreno onde não há terra firme e um forte nevoeiro cobre o local, os criacionistas não se atreveriam a tentar uma explicação para a origem destes animais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A luta tem se concentrado no todo. Tanto que um combatente da causa criacionista, Doutor Ritter (sem data) afirma que em princípio os organismos foram agrupados em dois grandes grupos: animal e vegetal... . mais recentemente os biólogos introduziram um terceiro, o protista, o qual inclui a totalidade dos seres unicelulares, protozoários e bactérias, muitas vezes difíceis de serem classificados como animais ou vegetais (p.102).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há nas entrelinhas, por parte deste autor citado, um acomodar quanto ao facto de que animais como dinossauros fazem parte da ordem comum da vida. Ele considera a ordem dos dinossauros (saurischia) e as suas sub-ordens (theropoda- carnívoros bípedes; sauropoda- erbívoros e quadrúpedes) como parte da classe reptilia (rastejar). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;1- Em extinção, estão segundo os seus conhecimentos: &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Ordem colylosauria - os mais antigos. Grandes espinhas dorsais de até 1metro interligados por uma membrana dorsal de utilidade desconhecida. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Ordem sauropterygia - répteis marinhos com cabeça de lagarto, assente sobre logo pescoço serpentiforme e corpo de forma cilíndrica, com quatro membros terminados em nadadeiras, pele nua com a parte anterior do corpo encouraçada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Ordem ichthyosauria - corpo semelhante aos golfinhos e perfeitamente adaptados para vida aquática (lagarto-peixe).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Ordem sauríschia - tyrannosaurus rex (6 - 7 m de altura); diplodocus e o brontosaurus com quase 30 metros de extensão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Ordem orntischia - pelvis semelhante a das aves. Sub-ordens: ornithopoda (iguanodonte, grande réptil de estação bípede, cauda poderosa e membros anteriores atrofiados, tendo o polegar como arma ofensiva; stegosauridae, dinossauros armados, verdadeiras cidadelas ambulantes ou tanques vivos; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Ordem ceratopsia, dinossauros cornudos como o tricerotops com 3 chifres e ankilosauria, armado, mas semelhante a tatus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Ordem pterosauria - incluía répteis voadores, com os membros anteriores interligados por membrana volátil como morcegos. Ex.: rhamphorhynchus com cauda longa e o pteranodon, sem cauda. Alguns tinham vários metros de envergadura (pp.109,110). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;2. Como chegaram à Terra?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os ossos desses animais são encontrados em todos os continentes. Isto indica que existiram em terra toda. Apesar da teoria de continentes ligados antes do dilúvio que possibilitariam a ocupação destes pelos dinossauros, outra teoria é apresentada como susceptível de probabilidade pelo Doutor Ritter. Ele diz que a distribuição de animais terrestres a partir de um ponto radiante no Médio Oriente, como admitem os criacionistas, pode ser explicada por pontes terrestres unindo continentes ou unindo continentes a ilhas adjacentes. A simples reconstituição das enormes massas de gelo que uma vez se acumularam no Hemisfério Norte faria o nível dos oceanos descer 90 metros. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo boas fontes, isto seria suficiente para estabelecer um bom número de pontes terrestres, inclusive a ligação da Ásia com a América, e assim resolver um grande problema da distribuição de animais (p.131).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dentro de todo o panorama observado no campo científico criacionista, fica claro que a existência de dinossauros é encaixada dentro do ato criativo divino, pois não se tem encontrado uma linha discordante. Mas será que está correto? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;3. Afinal, o que são os dinossauros? &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao observar-se os desenhos criados a partir dos fósseis, surge uma pergunta na nossa mente: "afinal, que tipo de animais são estes?" Os dinossauros têm semelhanças com todas as classes de seres vivos inferiores. Os pesquisadores Ruth Wheeler e Harold G. Goffin (1993) citam como exemplo o ictiossauro que tem traços de golfinho, formato de vela nas costas, quatro pernas no formato de remos e uma cabeça pontiaguda com mandíbulas longas e estreitas. Os seus grande olhos redondos podem tê-los ajudado a apanhar peixes nas águas escuras. Têm mais ou menos o formato de um tubarão ou boto, e assim podia deslizar facilmente na água (p.13). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É importante observar que parece não haver uma definição para eles apesar de serem considerados répteis. Uns são semelhantes a peixes, outros a tatus, a rinocerontes, a pássaros, lagartos e tartarugas. Algo estranho é admitir que eles eram simplesmente répteis. O Dr. Coffin (1993) afirma que os fósseis desses répteis indicam que eles constituíram na verdade de um grupo altamente diversificado, com tamanho que variava desde o de um coelho até ao de tremendas bestas de 15 metros de altura e de 30m de comprimento, pesando mais de 80 toneladas (p.31). Outros cientistas têm concluído que os dinossauros eram homeotermos (animais de sangue quente). O Dr. Coffin continua a apresentar os seguintes argumentos: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. Os dinossauros tinham uma postura diferente da dos lagartos, cobras e crocodilos, e mais parecida com a dos mamíferos. A energia necessária para elevar o corpo do chão pode ter requerido mais energia do que a revelada pelos pecilotérmicos (animais de sangue frio).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. A evidência de que pelo menos alguns desses répteis eram activos e rápidos, argumentam contra o facto de terem sido de sangue frio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3. Tamanho de algumas dessas bestas dificultaria o aquecimento e arrefecimento dos seus grandes corpos dentro dos limites do dia e da noite. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4. Os ossos dos dinossauros se assemelham-se mais aos dos mamíferos e de aves do que aos de répteis, no que se refere a vasos sangüíneos, canais havesianos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5. Em contraste com esses pontos, os dentes dos dinossauros mostram anéis de crescimento concêntricos - uma característica dos animais de sangue frio (p.34).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;AMALGAMA.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-uErxXYAmCcQ/TmKkfi8gSDI/AAAAAAAAHf4/ehrN4d5_tUc/s1600/0_dinossauros_2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-uErxXYAmCcQ/TmKkfi8gSDI/AAAAAAAAHf4/ehrN4d5_tUc/s1600/0_dinossauros_2.jpg" xaa="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Bilblia diz que Deus fez os animais selvagens, segundo a sua espécie, e os animais domésticos, conforme a sua espécie e todos os répteis da terra, conforme a sua espécie. E viu Deus que isso era bom (Gén.1: 25). A Bíblia afirma que houve distinção em cada classe. Era fácil poder identificar a que ordem pertencia cada animal. Um animal selvagem não era confundido com um réptil, ou réptil com outras classes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então surge a pergunta: se os dinossauros que, provavelmente, não tinham uma identidade definida, como chegaram a este ponto? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;S. Mateus 13: 27 e 28 revela que o Senhor, não semeou boa semente no campo dele. E pergunta donde vem o joio. O dono da casa respondeu: 'Um inimigo fez isto!'A escritora Ellen G. White , sendo citada no Seminários Sobre Criacionismo (1989), comenta que todo joio é semeado pelo maligno. Toda a erva nociva é de origem maligna, e por seus métodos engenhosos de amálgama, ele corrompeu a Terra com joio (p.209).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O dicionário Aurélio define 'amálgama' como mistura de elementos que, embora diversos, contribuem para formar um todo (...) - ligar, misturar, mesclar, confundir, combinar, entrelaçar, reunir, mesclar e confundir. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tal método proposto chama-se empírico, ou seja, baseado apenas na experiência e sem caráter científico (...). Diz-se do conhecimento que provém, sob perspectivas diversas, da experiência. Este método opõe-se ao racionalismo que é um método de observar coisas baseado exclusivamente na razão, considerada como única autoridade quanto à maneira de pensar e/ou agir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em plena especulação, é possível dizer que se o mesmo critério for válido para o Diabo, ele certamente não sabia o que estava a criar. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outra informação científica corrobora este ponto. A Enciclopédia Barsa afirma que há nos seres vivos (homens e animais) um hormónio chamado smatotrofina ou hormónio do crescimento libertado pela hipófise anterior, glândula de secreção interna situada no crânio, sob a face inferior do cérebro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É produzido nas células easinófilas, de acção sobre quase todos os tecidos do corpo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando o hormónio é produzido em excesso, causa gigantismo nas crianças e a &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;acromegalia, ou seja, excesso de crescimento da face, das mãos, dos pés e tecidos moles, nos adultos ( vol.1, p.243; vol. 10, p.305; vol.8, p. 231) . &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Rs1IxUH5Cq0/TmKkVCg8ThI/AAAAAAAAHf0/r23jgI6weJY/s1600/0_dinossauros_1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-Rs1IxUH5Cq0/TmKkVCg8ThI/AAAAAAAAHf0/r23jgI6weJY/s1600/0_dinossauros_1.jpg" xaa="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto, ciente deste conhecimento, Satanás pode ter usado este recurso de hiperfunção para transformar em estatura e, consequentemente, peso a estas criaturas. O Dr. Coffin alega que alguns dinossauros provavelmente tinham moelas, e se serviam de pedregulhos e cascalhos como os pássaros. No estômago de alguns foram achados 'madeira e ossos de outros pequenos dinossauros e pelo menos um dente. É improvável que esses pequenos dinossauros tenham sido apanhados e devorados. Crê-se que o animal se alimentava de arbustos também. O dinossauro então pode ser classificado como onívoro - comia alimento de todos os tipos (p.33). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O paleontólogo Raul Juste Lores(1999) nas suas pesquisas na Patagónia afirma que há ainda o Rebbachisaurus tessonei, um herbívoro de dentes frágeis que engolia pedras para ajudar a moer os arbustos que empurrava para dentro do estômago (p.100).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com tal cenário existente, foi necessário a intervenção divina. Deus precisava limpar a terra (Dilúvio) de toda obra maligna que o Diabo e os homens tinham feito. Necessitava recriar uma ordem que seria diferente do ponto em que chegou a anterior.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ellen G. White (sem data) afirma que todas as espécies de animais criados por Deus foram preservadas na arca. As espécies confusas que Deus não criou, e que foram resultado da amálgama, foram destruídas pelo dilúvio (p.215).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;DILÚVIO:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Elenn G. White comenta “Nos dias de Noé…a raça humana conservava ainda muito do seu primitivo vigor. Apenas poucas gerações se passaram desde que Adão tivera acesso à árvore que devia prolongar a vida; e a existência do homem ainda se media por séculos.” Patriarcas e Profetas, p. 87.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deus tinha uma nova ordem em mente. Para que o Seu plano salvífico fosse colocado em prática precisava de um mundo diferente. A raça humana e a animal começaram a declinar, se não o mal seria retomado com proporções superiores. Logo depois do dilúvio a raça humana começou a perder rapidamente estatura e número de anos de vida. Houve uma classe de animais muito grandes que pereceu no dilúvio. Deus sabia que a força do homem iria decair, e aqueles monstros não poderiam ser controlados pelo homem enfraquecido (p.210).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há outro factor biológico que mostra a não-vontade de Deus em salvar essas aberrações. A arca foi projetada para não comportar tanto peso como de um dinossauro (alguns deles calcula-se que pesariam cerca de 80 toneladas), quanto mais de um casal para reprocriação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se tão somente estes tivessem oportunidade, a humanidade não existiria dentro de pouco tempo após o dilúvio. Kidner (1995) no seu estudo, afirma que a arca possuía 3 conveses com quartos ou camarotes chamados ninhos ( p.82).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos estudos de personagens da Bíblia Thompson, há uma referência de que a arca tenha medido, cada convés, cerca de 4,6m de altura (p.1427). Um dinossauro do tipo Tyranossaurus Rex tinha de 6 a 7 metros de altura ( quase o dobro). Outro exemplo é o do Giganotosaurus carolinii, que tinha a cabeça de 1,8m e comia uma tonelada de carne por dia. Os seus companheiros de viagem estariam ali para servi-lo exclusivamente. Além de difícil conciliar uma ideia que possibilitasse a proteção destas espécies, ainda que não fosse predador, (como por exemplo um Brontosauro de quase 30 metros) seria impossível acomodar alguns deles dentro da arca. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Coffin abre a possibilidade de que fêmeas prenhas de dinossauros de várias espécies conseguiram sobreviver ao dilúvio até que as águas começaram a baixar. Instintivamente os animais se congregaram e procuraram um local seguro em ilhas que emergiam na região. Ali puseram ovos no barro, e enquanto as marés e tormentas faziam com que o nível da água se modificasse, enterrando os ninhos rapidamente com mais sedimentos (p.35). E. G. White diz que por ocasião do dilúvio as pessoas e os animais também se reuniram nos pontos altos, e à medida que as águas recuaram de sobre a superfície, corpos mortos foram deixados nas altas montanhas, assim como sobre os outeiros e lugares baixos. Não permitindo que ao decomporem-se poluíssem a atmosfera, fez com que um forte vento passasse sobre a terra com a finalidade de retirar a água da face da terra, as quais se deslocaram com grande força - em certos casos chegaram a arrastar o cume das montanhas como se estas fossem poderosas montanhas onde nunca dantes haviam sido vistas, sepultando assim os cadáveres ao lado de árvores, pedras e terra (p.214).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para confirmar, uma parte da matéria divulgada pela revista Veja em 20 de outubro de 1999 informa que foi graças à erosão que os paleontólogos Rodolfo Coria, diretor do museu Carmen Funes, de Plaza Huincul, e Luis Chiappe, atualmente do Museu de História Natural de Los Angeles, realizaram uma das mais espetaculares descobertas dos últimos anos. Eles acharam nas encostas do vulcão Auca Mahuida, no ano passado, um ovo com um embrião de surópode tão bem conservado que era possível ver a textura da pele do animalzinho a descoberta foi tão fantástica - nunca ninguém tinha encontrado um ovo semelhante - que Coria se tornou consultor da National Geographic Society e da Jurassic Foundation, entidade mantida pelo cineasta Steven Spielberg. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Trezentos ovos foram retirados dos arredores do vulcão e ainda estão a ser estudados. Em abril restos de seis dinossauros carnívoros, um deles com esqueleto completo, foram encontrados na região por Coria e Chiappe. Os dinossauros carnívoros já são difíceis de achar. E seis que tenham morrido juntos, então, são muito mais raros ainda. O paleontólogo Calvo está a explorar a 'nova' região de Rincón de Los Sauces, a 270 quilómetros de Neuquén, um enorme depósito de animais fossilizados. Ele deve passar pelo menos cinco anos a explorar esta região de pedras negras e difícil acesso, de onde são vistos os picos nevados dos Andes (p.100)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há ovos dispostos exatamente como foram postos nos ninhos. Coffin diz que os ovos e ninhos estão localizados em três metros verticais. Isto sugere condições de vida normal. Só que nestas camadas superficiais há escassez de plantas fósseis e animais desse porte exigiam muita vegetação com alimento, dependendo direta ou indiretamente da questão de serem herbívoros ou carnívoros (p. 35).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois do dilúvio, o homem foi modificado. Satanás não podia mais lançar mão de criaturas com poder de destruição catastrófica como os dinossauros. Deus, a estes, destruiu. Houve uma recriação. Mas lançando mão novamente do laboratório da natureza continuou e continua a fazer, não grandes monstros, mas pequenos como insetos nocivos (baratas, muriçocas, moscas e etc.). Quanto mais pequenos piores ( parasitas, vermes, bactérias, vírus etc.) espalhando doenças e ceifando vidas. Antes do dilúvio os homem certamente eram mais resistentes a este tipo de ataque. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este combate transcende o mundo material e chega à esfera espiritual. O evolucionismo é uma das peças deste jogo. A função do criacionismo é revelar a voz do primeiro anjo de Apocalipse 14: 6 e que diz o homem deve “…temer a Deus e dar-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorar Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A humanidade é convidada a adorar e reconhecer a autoridade do Criador. Mas a maior parte prefere reconhecer a sua origem do nada. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As evidências indicam que Deus não teve a intenção de criar feras ainda que, se existissem no Éden, fossem mansas. Não faz parte da personalidade do Senhor criar a confusão. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;BIBLIOGRAFIA:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Buarque de Holanda Ferreira, Aurélio( 1988). Dicionário Aurélio. Nova Fronteira, 1ª edição.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Coffin,HG, Ellen G. White(1989). Seminários sobre Criacionismo. Cachoeira, BA: Instituto Adventista de Ensino do Nordeste. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enciclopédia Barsa (1992). Editora Encyclopaedia Britânica do Brasil Publicações Ltda. RJ - SP. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;III Encontro Universitário Adventista (1974). Departamento de Educação Associação Rio - Minas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Juste Lores, Raul. País dos Dinos. Revista Veja. Ed Abril. Outubro de 1999. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Kidner, Derek. Génesis, Introdução e Comentário (1995). 3ª ed. Sociedade religiosa Vida Nova e Associação Religiosa Editora Mundo Cristão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ritter, Orlando. Estudos em Ciência e Religião. IAE. 1ª parte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Wheeler, Ruth, Coffin, HG. (1993) Dinossauros. 2ª edição CPB, Tatí, SP&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Revisado por Dr. Carlos Gama Michel. Pastor, médico e mestre em saúde pública. Professor de Ciência e Religião do Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia, Instituto Adventista de Ensino do Nordeste. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-9199160134249534238?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/9199160134249534238/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=9199160134249534238' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/9199160134249534238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/9199160134249534238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/09/dinossauros-criacao-de-deus-ou-do-diabo.html' title='DINOSSAUROS: CRIAÇÃO DE DEUS OU DO DIABO?'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-yaOWiVwS3nQ/TmKkpnwURZI/AAAAAAAAHf8/p9eJ6pq0bqk/s72-c/0_fosseisdinossauros_3a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-3840098758223094708</id><published>2011-09-01T18:45:00.000-07:00</published><updated>2011-09-03T15:08:30.706-07:00</updated><title type='text'>BILIÕES DE ANOS…CRIAÇÃO!!!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-wBQIpDQ_yRo/TmAy0-FKlcI/AAAAAAAAHfY/E7hqsIcFj_c/s1600/images2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-wBQIpDQ_yRo/TmAy0-FKlcI/AAAAAAAAHfY/E7hqsIcFj_c/s1600/images2.jpg" xaa="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-udYB-k09C-E/TmAzPgyU6TI/AAAAAAAAHfg/S34s_n4Jbfw/s1600/images3.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-udYB-k09C-E/TmAzPgyU6TI/AAAAAAAAHfg/S34s_n4Jbfw/s1600/images3.jpg" xaa="true" /&gt;&lt;/a&gt;Quando iniciei o meu ministério gostava do confronto com os chamados “evolucionistas”, no entanto ficava pasmado com o à vontade com que afirmavam que o homem é resultado de uma evolução e, esta resultante de uma explosão cósmica ou qualquer coisa parecida. Gosto de entrar numa livraria ou papelaria e folhear as Revistas chamadas “científicas” e que tentam de mil e uma maneira contradizer a Criação tal como é apresentada na Bíblia. Normalmente, esses artigos vem com uma panóplia de citações dos chamados “sábios” e inteligentes catedráticos que não acreditam na Criação de Deus. E invariávelmente começam assim “supôem-se”, “admite-se”, “biliões e anos…” Será que a ciência &lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;"&gt;está a favor dos que acreditam na evolução e contra os que acreditam na criação? Será que os cientistas estão todos a favor da evolução? Será que posso acreditar em tudo o que estas revistas apresentam, ou devo questionar as suas declarações como sendo tendenciosas? Deixem-me apresentar-vos um texto bíblico: "Será que vocês não sabem? Será que nunca ouviram falar disso? o Senhor é o Deus eterno, ele criou o mundo inteiro. ele não se cansa, não fica fatigado; ninguém pode medir a sua sabedoria." Isaías 40:28. (Nova Tradução na Linguagem de Hoje). Paleontologia é a ciência que estuda os fósseis! Bem, e o que são fósseis? Fósseis é o que resta de alguns seres vivos que viveram no passado. São esqueletos de seres que morreram e cujos corpos foram rapidamente soterrados. Por terem sido soterrados tão rápido, o esqueleto pode permanecer intacto até hoje. Vamos supor que há uns 5000 anos atrás um lagarto rastejava e de repente foi soterrado por uma grande enchente. Ele foi tão rapidamente soterrado que por condições de temperatura, etc. Acabou por ficar petrificado, ou seja, toda a sua carne e músculos foi consumida, porém os ossos permaneceram intactos e transformaram-se em pedra. Então, os nossos cientistas hoje descobrem este lagarto, estudam minuciosamente e esse esqueleto dá informações muito valiosas sobre a vida na Terra. É por isso que os registos fósseis são tão importantes para responder à questão da origem dos seres vivos. A primeira grande declaração de hoje é: Embora existam muitos paleontólogos evolucionistas, nunca foi encontrado em nenhum lugar do mundo um fóssil sequer que apoiasse a evolução de maneira substancial. CRIACIONISMO X EVOLUCIONISMO - Quem tem razão? Antes de mais nada: O que dizem as duas teorias? 1- O modelo criacionista, ou Criacionismo, como é chamado, afirma que Deus criou o mundo e cada ser segundo as suas espécies. O Senhor criou tudo através do poder da Sua palavra. Criou também os seres humanos e criou cada coisa no Universo com uma finalidade específica. O relato é geral, mas trás alguns detalhes muito interessantes, que nos servem também de motivo de pesquisa e de evidências de que, embora o Génesis tenha começado a ser escrito há mais de 3.500 anos atrás, quem inspirou todo o relato, conhecia muito de ciência. No relato Bíblico, Deus oferece ao ser humano a liberdade de escolha, e o ser humano escolhe afastar-se da fonte da vida eterna, que é Deus. A partir daí instala-se na Terra o caos. Segundo o criacionismo, a partir daí, a lei de entropia (desordem) começa a vigorar, e as coisas no mundo começam a piorar. Não existe uma evolução, aonde tudo vai melhorando com o passar do tempo. Onde seres se tornam melhores física e intelectualmente. Existe sim o início de um desgaste gradativo das raças e do planeta. Todo o modelo criacionista está baseado no relato da Bíblia. Acha que é necessária muita fé para crer nisto? Pois então ouça o que diz o modelo evolucionista! 2- 2- O modelo evolucionista afirma que todos os seres vivos descenderam, ou vieram de um ancestral comum, ou seja, de uma única espécie de ser, surgiram todas as outras. a) Os seres vivos unicelulares foram formados primeiro. b) Depois estes seres unicelulares transformaram-se em invertebrados marinhos. c) Então os invertebrados marinhos se transformaram em peixes. Estes peixes, mais tarde supostamente vieram para terra seca e em vez de morrerem asfixiados tornaram-se répteis. Depois alguns répteis subiram pelas árvores e no lugar de cairem aprenderam a voar, transformando-se em pássaros. Logicamente que outros répteis, segundo os evolucionistas, deixaram de pôr ovos, desenvolveram o seu sistema lactante e assim transformaram-se em mamíferos. E então, o que diz? Não acha que é preciso muita fé para acreditar nisto? Algo que ajudaria muito a provar esta teoria seria se encontrássemos fosseis de "espécies intermediárias" unindo uma espécie a outra. Por exemplo: Se os pássaros realmente evoluíram a partir de répteis, então encontraríamos muitos fósseis de espécies metade pássaros metade répteis, pois isto demonstraria que viveram num certo período. E estes animais intermediários deveriam ter órgãos incompletos, parcialmente desenvolvidos. Mas o grande problema para o evolucionismo é que estes fósseis não existem! Nunca foram encontrados. Darwin chamou a estas tais espécies hipotéticas de "formas transitórias". Ele sabia que para comprovar esta teoria, era preciso encontrar no registo fóssil, remanescentes de tais formas de transição. No livro "A Origem das Espécies" ele escreveu: "Se a minha teoria estiver certa, uma enorme quantidade de variedades intermediárias deve ter existido, unindo praticamente todas as espécies do mesmo grupo..." Consequentemente, evidências da sua existência só podem ser achadas nos registos fósseis". (Charles Darwin) Darwin sabia que o registo fóssil não continha nenhuma destas formas intermediárias. Por isso num capítulo do mesmo livro ele lançou algumas perguntas perturbadoras: "Se espécies descenderam de outras espécies por meio de pequenas gradações, por que não vemos em toda a parte inumeráveis formas de transição? se por esta teoria inumeráveis formas de transição devem ter existido, porque não as encontramos em grande número na crosta terrestre?" DARWIN pensou que estas formas de transição seriam encontradas quando o registo fóssil fosse investigado mais profundamente. Evolucionistas que o seguiram examinaram camadas geológicas por todo o mundo, por cerca de cento e quarenta anos, procurando por estes fósseis que formariam a cadeia de ligação. Todo este esforço terminou em grande desapontamento. As formas de transição imaginadas por Darwin permaneceram apenas como fruto da imaginação. Embora seja um evolucionista, o paleontologista inglês Derek Ager admite este facto: "Ao examinarmos o registo fóssil detalhadamente, seja ao nível biológico das ordens ou das espécies, não encontramos evolução gradual, mas o súbito surgimento de um grupo em detrimento de outro." A mais antiga camada da terra na qual fósseis de seres vivos foram encontrados é o estrato cambriano, que recebe da geologia convencional uma idade estimada entre quinhentos e trinta milhões de anos. Em estratos mais antigos do que o cambriano, não foi encontrado nenhum tipo de fóssil, somente umas poucas espécies unicelulares. No período cambriano, porém, diferentes animais aparecem de repente. Mais de trinta espécies invertebradas tais como águas-vivas, estrelas-do-mar, trilobitas e caracóis, aparecem de repente, ou seja, não existe nenhum outro ser intermediário entre seres unicelulares e um trilobitas. E o mais interessantes é que estes seres vivos têm sistemas corporais bastante complexos, como: Sistema circulatório. Órgãos muito complexos. Por exemplo: O olho de um trilobita é formado por centenas de células hexagonais, cada uma delas tendo um sistema duplo de lentes. Um projeto maravilhoso. Se este é, segundo os evolucionistas, o olho mais antigo que apareceu na terra, como pode ele aparecer assim tão completo do nada? De repente? Além do mais, sendo que insetos modernos, como as abelhas e as libélulas, tem olhos semelhantes ao do trilobita, com a mesma estrutura hexagonal, isto indica que esta estrutura não evoluiu nada, tendo sobrevivido quinhentos e trinta milhões de anos sem uma única mudança. Onde se aplicaria a evolução nestes casos? Mais! Se as espécies evoluíram de forma que existiram antes, onde estão estas tais formas pré-existentes? Não há qualquer outra forma de vida complexa antes dos trilobitas e de outros animais do período cambriano. As espécies cambrianas passaram a existir repentinamente, sem ancestrais. Em todas as camadas fósseis, depois do cambriano as espécies sempre aparecem completamente formadas. os principais grupos, tais como peixes, anfíbios, répteis, pássaros, e mamíferos, e centenas de milhares de diferentes espécies dentro destes grupos, todas aparecem repentinamente nas respectivas camadas. Não existe uma só forma de transição entre qualquer grupo como imaginam os evolucionistas. Este facto é a evidência de que todos os tipos básicos de animais foram criados separadamente pelo Criador. Todos eles completos, sem precisar de uma evolução, afinal, quem é capaz de criar algo tão complexo como um trilobita, é capaz de criar todas as outras espécies também. O assunto é tão complicado para os evolucionistas que até o paleontólogo evolucionista Mark Czarnecki confessa: "- Um dos maiores problemas tem sido o registo fóssil... este registo nunca forneceu qualquer vestígio das formas intermediárias de Darwin. Pelo contrário, as espécies aparecem e desaparecem repentinamente, e esta anomalia tem fortalecido o argumento criacionista de que cada espécie foi criada por Deus". Outra diferença marcante entre evolucionismo e criacionismo é a idade de tudo. Vou explicar melhor: A Bíblia afirma o seguinte: "No princípio criou Deus os céus e a terra. A terra era sem forma e vazia, e o espírito de deus pairava sobre a face das águas. e disse Deus: haja luz." Você pode perceber que antes do Criador dizer "Haja luz", houve um período chamado na Bíblia "No princípio" , ou seja, "No princípio criou Deus os céus e a terra..." . Não sabemos quanto tempo se passou desde que Deus criou todo o universo, incluindo o planeta terra com as suas características, até que Ele veio para começar a preparar as condições para que o planeta pudesse receber o homem, que é quando Ele diz: "haja luz". Porém, sabemos que desde que o Senhor criou o primeiro ser até hoje, decorreram aproximadamente 6.000 anos. Resumindo, as rochas podem ser bastante antigas, mas o surgimento da vida na Terra aconteceu aproximadamente 6.000 anos. Deixe-me colocar uma pergunta: tendo Deus criado as rochas no memso dia. Vindo um paleontologista, quantos anos daria? Ou por exemplo uma simples árvore? O problema é que, sem evidências fósseis para a teoria, o evolucionismo apontou seus canhões para o tempo, e pôs no tempo o peso da solução para tudo. Ou seja, se não há provas para dizer que uma espécie evoluiu tanto a ponto de transformar-se em outra, podemos crer que se milhões de anos houvessem se passado, com o tempo tudo se transformaria. Porém, o pior de tudo para os evolucionistas, é que quando comparamos os tais fósseis não há diferença entre fósseis com supostas centenas de milhões de anos e os seus descendentes modernos. Por exemplo: Experimente comparar o fóssil de um tubarão que supostamente tenha quatrocentos milhões de anos com um tubarão actual e verá que eles têm exactamente a mesma estrutura. Então a pergunta esmagadora vem à tona: - "Se tudo evolui com o passar do tempo, então como este tubarão permanece exatamente igual?" Isto mostra que todos os animais foram criados pelo Criador, e não passaram por qualquer evolução depois que foram criados. Agora, uma pergunta crucial: - O que você diria se aparecesse na televisão e nas revistas científicas na próxima semana uma manchete dizendo: Foi encontrado o primeiro fóssil de transição (estes que são meio réptil e meio pássaro com órgãos internos meio formados)? Foi exatamente o que aconteceu há noventa anos atrás. Os evolucionistas encontraram o fóssil de um peixe chamado "celacanto". E comemoraram durante anos, dizendo que esta espécie era conhecida somente no registo fóssil e que tinha características muito parecidas com animais terrestres. Como os fósseis apresentam somente o esqueleto do animal, eles tomaram a liberdade de dizer que este animal tinha pulmões primitivos, diferentes dos peixes de hoje. Todas estas afirmações evolucionistas sobre o celacanto foram apresentadas como factos científicos. O fóssil ficou trinta anos exposto num museu. Foram feitos desenhos imaginários do animal rastejando para a terra. Exactamente como estes desenhos e filmes que você vê de dinossauros hoje. E estes desenhos começaram a aparecer até em livros didáticos. E agora? Como criacionistas poderiam opor-se a uma evidência que parecia tão real? Parecia que todos podiam rir dos criacionistas e dizerem: - Estão a ver! Não existe um Deus Criador! Demorou, mas nós finalmente conseguimos encontrar o fóssil do elo perdido. Encontramos o animal meio-peixe, meio-réptil! Só que de repente uma bomba caiu sobre estas teorias evolucionistas. Cientistas estavam a mergulhar em águas profundas no oceano Índico, quando encontraram um peixe de espécie diferente. Capturaram alguns espécies vivos, e ao estudá-los, descobriram que o peixe que pescaram era na verdade um exemplar do celacanto, vivinho e a nadar muito bem! Isto aconteceu em 1938. O fóssil era exatamente igual aos peixes celacanto que vivem e nadam hoje no Índico. Ficou mais feio ainda quando descobriram que ele não tinha pernas nem pulmões primitivos. E pior ainda quando descobriram que em vez de ser um peixe que saiu da água para a terra, o celacanto é uma espécie de peixe que vive somente águas profundas do oceano. A minha pergunta é: - Porque essas coisas não são divulgadas pela mídia? Quando nós examinamos as estruturas dos diferentes grupos animais, podemos ver que é impossível ter acontecido entre eles uma evolução. Por exemplo: é impossível para um peixe, que tem o seu sistema respiratório e excretor, estrutura muscular, e metabolismo totalmente projetados para viver na água, ter estes sistemas gradativamente transformados para viver fora d'água. O mesmo se passa com os esqueletos de símios que os evolucionistas dizem serem de seres humanos, os nossos ancestrais. Será qie o dilúvio tem a resposta para toda estas questões?: - Você já se perguntou alguma vez se todas as espécies que vivem hoje no mundo caberiam na Arca de Noé? Será que há registos na terra que são evidências de que houve mesmo um dilúvio global? "Os céus proclamam a glória de deus e o firmamento anuncia as obras de suas mãos. um dia discursa a outro dia e uma noite revela conhecimento a outra noite. Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som, ..." (Salmo 19:1-3) Além da Bíblia, a natureza também é um livro maravilhoso através do qual Deus se revela! Podemos ler na natureza por toda a parte que Deus é o Criador! Que Deus é amor! Eu fico aqui a pensar: vamos supor que nós não tivéssemos tantas evidências da criação de Deus e de que a Bíblia está com razão. Suponhamos que as evidências da criação não fossem assim tão claras. Então, se eu tivesse que escolher entre criacionismo e evolucionismo sem muitas evidências. Suponhamos que você escolheu o criacionismo, e aceitou a Deus e a Jesus como seu Salvador. E aceitou a promessa da volta de Jesus e da restauração da terra por Deus e da vida eterna. E suponhamos que eu aceitei o evolucionismo, e que viemos de uma explosão cósmica, que viemos do nada e para o nada iremos. Então suponhamos que chega o fim do mundo e eu estava certo! Então nós dois morremos e descobrimos que realmente não existia nenhum Deus Criador e que todos viemos do nada e iremos para o nada. Ou melhor, nem descobrimos nada, pois já morremos mesmo! Mas, suponhamos então que você estava certo, e que chega o fim da história do mundo e Jesus volta para buscar os seus. Você então vai ter a vida eterna que Ele prometeu, e eu simplesmente fico a assistir por um momento, até que deixo de existir para sempre! Percebeu? Se mesmo sem evidências já valeria a pena estar do lado de Deus, imagine com tantas evidências a favor de Deus! Talvez você tenha passado toda a sua vida a tentar não acreditar em Deus. Quem sabe se você já tenha até tentado pelo menos pensar que Deus pode ser o Criador de tudo, mas a pressão tem sido muito grande! Eu sei que é duro viver num mundo onde as pessoas fazem parecer que quem crê em Deus é ignorante. Eu sei que sempre que você tenta pensar em Deus, você começa a pensar que se seguir a Deus terá que abrir mão de muitas coisas e até pessoas e posições. Engraçado, você já reparou numa noiva? Você acha que enquanto ela está no altar, ela está triste a pensar em quantos homens ela irá perder por dedicar-se a um único homem de agora em diante? Com certeza que não! Ela está apaixonada! Está feliz por entregar-se àquele a quem ela ama de verdade! Para ela os outros são ninguém! Deixe Deus conquistar o seu coração. Dê apenas uma oportunidade a Jesus e você verá que não estará a perder nada! Ninguém! &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-emXiMbiyC5o/TmAz2WpshdI/AAAAAAAAHfk/qbd_TtkpDWA/s1600/images6.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-emXiMbiyC5o/TmAz2WpshdI/AAAAAAAAHfk/qbd_TtkpDWA/s1600/images6.jpg" xaa="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ERCKxM2-UZE/TmA0jgAiidI/AAAAAAAAHfo/4TY_bbv8rXY/s1600/images7.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-ERCKxM2-UZE/TmA0jgAiidI/AAAAAAAAHfo/4TY_bbv8rXY/s1600/images7.jpg" xaa="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Já reparou que todos os fósseis estão&lt;br /&gt;em posição de fuga, qual será a razão?&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-UBdYDbeV_fQ/TmA0sYIi8qI/AAAAAAAAHfs/2OC1AMH4OkE/s1600/images8.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-UBdYDbeV_fQ/TmA0sYIi8qI/AAAAAAAAHfs/2OC1AMH4OkE/s1600/images8.jpg" xaa="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-3840098758223094708?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/3840098758223094708/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=3840098758223094708' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/3840098758223094708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/3840098758223094708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/09/bilioes-de-anoscriacao.html' title='BILIÕES DE ANOS…CRIAÇÃO!!!'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-wBQIpDQ_yRo/TmAy0-FKlcI/AAAAAAAAHfY/E7hqsIcFj_c/s72-c/images2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-2906391858009756264</id><published>2011-08-31T11:34:00.001-07:00</published><updated>2011-08-31T11:34:15.369-07:00</updated><title type='text'>A criação do mundo</title><content type='html'>&lt;iframe width="420" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/9nUeHuC2MgQ" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-2906391858009756264?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/2906391858009756264/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=2906391858009756264' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/2906391858009756264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/2906391858009756264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/08/criacao-do-mundo.html' title='A criação do mundo'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/9nUeHuC2MgQ/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-1722252652898126523</id><published>2011-08-31T11:33:00.001-07:00</published><updated>2011-08-31T11:33:13.846-07:00</updated><title type='text'>Big Bang</title><content type='html'>&lt;iframe width="420" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/4Irl2h_ENZ8" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-1722252652898126523?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/1722252652898126523/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=1722252652898126523' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/1722252652898126523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/1722252652898126523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/08/big-bang.html' title='Big Bang'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/4Irl2h_ENZ8/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-1836198340854158624</id><published>2011-08-06T15:14:00.001-07:00</published><updated>2011-08-06T15:14:09.150-07:00</updated><title type='text'>Cid Moreira - A Criação do Mundo</title><content type='html'>&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/ZdUTV8QBpBY" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-1836198340854158624?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/1836198340854158624/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=1836198340854158624' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/1836198340854158624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/1836198340854158624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/08/cid-moreira-criacao-do-mundo.html' title='Cid Moreira - A Criação do Mundo'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/ZdUTV8QBpBY/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-410882618320105643</id><published>2011-08-04T19:55:00.000-07:00</published><updated>2011-08-04T19:55:00.973-07:00</updated><title type='text'>COMO É QUE ELE SABIA?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-znUvpKIa_V4/TjtbaKe_3WI/AAAAAAAAHdU/9FOthekb8BQ/s1600/67162-B341-4FEB-88DD-FECB0766BF67%2524%2524738d42d9-134c-4fbe-a85a-da00e83fdc20%2524%2524ff3a0d5f-337c-43df-ab31-73182483dafe%2524%2524img_carrouselTopHomepage%2524%2524pt%2524%25241.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-znUvpKIa_V4/TjtbaKe_3WI/AAAAAAAAHdU/9FOthekb8BQ/s320/67162-B341-4FEB-88DD-FECB0766BF67%2524%2524738d42d9-134c-4fbe-a85a-da00e83fdc20%2524%2524ff3a0d5f-337c-43df-ab31-73182483dafe%2524%2524img_carrouselTopHomepage%2524%2524pt%2524%25241.jpg" t$="true" width="241" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A missão Juno começa hoje uma viagem de cinco anos até Júpiter, o maior planeta do sistema solar. Quando atingir a órbita do gigante gasoso, em Junho de 2016, a NASA assinala o regresso ao planeta após 14 anos da missão Galileo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Além de estudar os gases da atmosfera, o principal objectivo de Juno é dar respostas quanto à formação dos planetas gasosos", afirmou ao CM o astrónomo José Augusto Matos, explicando a missão: "Se Júpiter tiver um núcleo rochoso, então formou-se da mesma forma que a Terra, Marte e os outros planetas rochosos. Se não tiver, então estamos perante algo novo no sistema solar".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A sonda Juno é alimentada por energia solar. Para isso transporta painéis solares com cerca de 9 metros de comprimento. "É uma tecnologia já muito desenvolvida. Nunca se utilizou painéis solares a uma distância tão grande do Sol", acrescentou o astrónomo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pela primeira vez, a NASA vai ter uma sonda com uma órbita polar sobre Júpiter. Isto significa que a sua viagem de um ano, entre 2016 e 2017, permitirá observar fenómenos como as mais brilhantes auroras boreais do sistema solar. "Em Júpiter têm uma origem diferente das da Terra. Conhecendo estas, teremos uma melhor noção das nossas", referiu Scott Bolton, investigar principal da missão Juno.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A sonda chega a Júpiter em 2016, passa um ano a estudar o planeta e despenha-se na sua atmosfera em 2017. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;JÚPITER&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Diâmetro: 142 000 km (11 vezes o da Terra)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Volume: 1320 Terras podem caber dentro de Júpiter&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Distância do sol: 780 000 000 KM&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Órbita: 12 anos para orbitar o Sol&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Duração de um dia: 10 horas terrestres&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Temperatura média: -145ºc no topo das nuvens&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Composição: Hidrogénio 90%, hélio 10%&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Luas: 64&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Se Júpiter tiver um núcleo rochoso, então formou-se da mesma forma que a Terra, Marte e os outros planetas rochosos. Se não tiver, então estamos perante algo novo no sistema solar".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu não sou cientista, creio em Deus, o Cientista. Por aquilo que diz a Sua Palavra “No princípio, Criou Deus os céus e a terra.” Sem correr risco, afirmo: Júpiter tem núcleo rochoso. Se quando for descoberto, alguém estiver por aí, dirá: Como é que ele sabia?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-410882618320105643?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/410882618320105643/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=410882618320105643' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/410882618320105643'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/410882618320105643'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/08/como-e-que-ele-sabia.html' title='COMO É QUE ELE SABIA?'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-znUvpKIa_V4/TjtbaKe_3WI/AAAAAAAAHdU/9FOthekb8BQ/s72-c/67162-B341-4FEB-88DD-FECB0766BF67%2524%2524738d42d9-134c-4fbe-a85a-da00e83fdc20%2524%2524ff3a0d5f-337c-43df-ab31-73182483dafe%2524%2524img_carrouselTopHomepage%2524%2524pt%2524%25241.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-3163305798894320920</id><published>2011-08-04T11:25:00.000-07:00</published><updated>2011-08-04T11:27:27.060-07:00</updated><title type='text'>OS SINAIS DO IMUTÁVEL DEUS</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Nnzct33iefY/Tjrj2wvIH2I/AAAAAAAAHdQ/1jGSXKCzU8k/s1600/0_flor_7.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-Nnzct33iefY/Tjrj2wvIH2I/AAAAAAAAHdQ/1jGSXKCzU8k/s1600/0_flor_7.bmp" t$="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_l4h30e="158" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div closure_uid_um6tvf="119"&gt;No jardim do Éden, a existência de Deus foi demonstrada na natureza. As coisas invisíveis de Deus eram vistas claramente, sendo compreendidas por meio das coisas que foram feitas, mesmo o Seu sempiterno poder e Divindade. . . .As coisas da natureza as quais olhamos hoje dão-nos, uma concepção débil da beleza e glória do Éden, todavia, o mundo natural, com voz inconfundível, proclama a glória de Deus. Nas coisas da natureza, marcadas como o são pela praga do pecado, muito do que é belo ainda permanece. Um Omnipotente no poder, grande em bondade, em misericórdia e amor, &lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div closure_uid_um6tvf="119"&gt;criou a terra, que mesmo no seu estado de degradação inculca verdades em relação ao hábil Artista.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste livro da natureza aberto para nós, na beleza, nas flores perfumadas, com as suas variadas e delicadas colorações, Deus nos dá uma expressão inconfundível do Seu amor. Depois da transgressão de Adão, Deus poderia ter destruído a cada botão em abertura e florescimento, ou Ele poderia ter tirado a sua fragrância, tão gratificante aos sentidos. Na Terra, queimada e marcada pela maldição, nos abrolhos, espinhos, joio, podemos ler a lei da condenação, mas na cor delicada e no perfume das flores, podemos aprender que Deus ainda nos ama, e que a Sua misericórdia não foi totalmente retirada da terra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A natureza está cheia de lições espirituais para a humanidade. As flores morrem apenas para brotar para uma vida nova, e nisso, somos ensinados sobre a lição da ressurreição. Todos os que amam a Deus irão florescer novamente no Éden de cima. Mas a natureza não pode ser a única a ensinar a lição do grande e maravilhoso amor de Deus. Portanto, após a queda, a natureza não foi o único professor do homem. A fim de que o mundo não permanecesse na escuridão, na noite espiritual eterna, a natureza de Deus veio ao nosso encontro na Jesus Cristo. O Filho de Deus veio ao mundo como a revelação do Pai. Ele era aquela “luz verdadeira, que ilumina todo o homem que vem ao mundo”. Estamos a contemplar “a luz do conhecimento da glória de Deus na face de Jesus Cristo”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O salmista diz: “Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos. Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite. No entanto, por toda a terra se faz ouvir a sua voz, e as suas palavras, até aos confins do mundo” Alguns podem pensar que essas coisas grandiosas no mundo natural sejam Deus. Elas não são Deus. Todos esses prodígios no céu estão apenas a fazer o trabalho que a lhes foi designado. São agências do Senhor. Deus é o Superintendente, bem como o Criador de todas as coisas. O divino está empenhado em defender as coisas que Ele criou. A mesma mão que sustenta as montanhas e as equilibra na sua posição, orienta os mundos na sua marcha misteriosa em torno do sol.&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_l4h30e="160" style="text-align: justify;"&gt;Aqueles que pensam que podem obter um conhecimento de Deus, à parte de Seu representante, a quem a Palavra declara ser a “expressa imagem da sua pessoa,” terão de tornarem-se tolos na sua própria avaliação antes de serem sábios. É impossível obter um conhecimento perfeito de Deus, apenas pela natureza, pois a própria natureza é imperfeita. Na sua imperfeição não pode representar a Deus, não pode revelar o caráter de Deus na sua perfeição moral. Mas Cristo veio como um Salvador pessoal para o mundo. Ele representava um Deus pessoal. Como Salvador pessoal, Ele ascendeu ao alto, e Ele voltará assim como Ele subiu ao céu, um Salvador pessoal. Ele é a imagem expressa da pessoa do pai. “Nele habita toda a plenitude da divindade”.&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_l4h30e="159"&gt;&lt;div closure_uid_c4xtmd="110"&gt;………………………………………………………………………………………………&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;Artigo escrito por Ellen G.White, originalmente publicado na Review and Herald, 8 de novembro de 1898, extraído do site White State.org. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-3163305798894320920?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/3163305798894320920/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=3163305798894320920' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/3163305798894320920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/3163305798894320920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/08/os-sinais-do-imutavel-deus.html' title='OS SINAIS DO IMUTÁVEL DEUS'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Nnzct33iefY/Tjrj2wvIH2I/AAAAAAAAHdQ/1jGSXKCzU8k/s72-c/0_flor_7.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-309997438081675968</id><published>2011-08-02T20:24:00.001-07:00</published><updated>2011-08-02T20:24:53.826-07:00</updated><title type='text'>A CIÊNCIA ENTRE O HOMEM E DEUS</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;■"Se não fosse a Ciência não teríamos um argumento certo para dizer que somos filhos de uma lógica rigorosa. A cultura ateia mantêm a posição de que somos filhos do caos... mas isso não é científico!&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_5apwla="118" style="text-align: justify;"&gt;O que significa o termo "Ciência"?—Significa descobrir a lógica da natureza!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se existe uma lógica que suporte o mundo, da mais pequena estrutura até ao limite do cosmos, então também tem que existir um autor..&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_5apwla="128" style="text-align: justify;"&gt;A cultura ateia defende que não há autor, mas isso não é razoável." *Antonino Zichichi (Vatican Pontifical Academy of Science)&lt;/div&gt;Traduzido por Tiago Lopes.&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/aYKTJctLzq4" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-309997438081675968?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/309997438081675968/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=309997438081675968' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/309997438081675968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/309997438081675968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/08/ciencia-entre-o-homem-e-deus.html' title='A CIÊNCIA ENTRE O HOMEM E DEUS'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/aYKTJctLzq4/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-307214732352119835</id><published>2011-07-31T13:43:00.000-07:00</published><updated>2011-08-04T11:28:12.893-07:00</updated><title type='text'>CRIOU DEUS TUDO?</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-7KPQf7GQ5jo/TjW9xT1I8CI/AAAAAAAAHcc/LzsKhbDpbXM/s1600/229714_264775493539547_100000212960146_1345179_3606035_s.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-7KPQf7GQ5jo/TjW9xT1I8CI/AAAAAAAAHcc/LzsKhbDpbXM/s1600/229714_264775493539547_100000212960146_1345179_3606035_s.jpg" t$="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade ...de Berlim desafiou seus alunos com esta pergunta:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Deus criou tudo o que existe?”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um aluno respondeu com grande certeza:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-Sim!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-Deus criou tudo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Perguntou novamente o professor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-Sim senhor, respondeu o jovem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O professor indagou:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;-Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe! E partindo do preceito de que as nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O jovem ficou calado diante de tal resposta, e o professor, feliz,regozijava-se de ter provado mais uma vez que a Fé era uma perda de tempo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro estudante levantou a mão e disse:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-Posso fazer uma pergunta, professor?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-Lógico, foi a resposta do professor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O jovem ficou de pé e perguntou:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-Professor, o frio existe?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso nunca sentiste frio?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com uma certa imponência o&amp;nbsp;rapaz respondeu:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-De facto, professor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou objecto é susceptível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é o que faz com que este corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-E a escuridão, existe? Continuou o estudante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O professor respondeu temendo a continuação do estudante:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-Existe!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O estudante respondeu:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-Novamente comete um erro, professor. A escuridão também não existe. A escuridão, na realidade, é a ausência de luz. A luz pode-se estudar, a escuridão não! Até existe o prisma de Nichols para decompor a luz branca nas várias cores de que está composta, com suas diferentes longitudes de ondas. Já para a escuridão, não!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Continuou:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim? Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Finalmente, o jovem perguntou ao professor:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-Professor, o mal existe?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Certo de que para esta questão o aluno não teria explicação, professor respondeu:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-Claro que sim! Lógico que existe. Como disse desde o começo, vemos estupros, crimes e violência no mundo todo, estas coisas vêm do mal!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com um sorriso no rosto o estudante respondeu:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-O mal não existe, professor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem, é o mesmo dos casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a Fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente em seus corações. É como acontece com o frio quando não há calor, ou com a escuridão quando não há luz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O professor apenas balançou a cabeça permanecendo calado… Imediatamente o director dirigiu-se àquele jovem e perguntou qual era seu nome.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E ele respondeu: ALBERT EINSTEIN, professor!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por: Tiago Lopes&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-307214732352119835?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/307214732352119835/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=307214732352119835' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/307214732352119835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/307214732352119835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/07/criou-deus-tudo.html' title='CRIOU DEUS TUDO?'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-7KPQf7GQ5jo/TjW9xT1I8CI/AAAAAAAAHcc/LzsKhbDpbXM/s72-c/229714_264775493539547_100000212960146_1345179_3606035_s.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-78354232511010330</id><published>2011-07-31T07:52:00.000-07:00</published><updated>2011-07-31T07:52:46.781-07:00</updated><title type='text'>A ARCA DE NOÉ: A Idade das Trevas (700 dC a 1200 dC)</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-mefK8wt7YgA/TjVr9f_YgSI/AAAAAAAAHcU/BMN_wMNLm4Q/s1600/0_judimap1_arca_1267jy0jc.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="222" src="http://4.bp.blogspot.com/-mefK8wt7YgA/TjVr9f_YgSI/AAAAAAAAHcU/BMN_wMNLm4Q/s320/0_judimap1_arca_1267jy0jc.jpg" t$="true" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_3rm6kr="208" style="text-align: justify;"&gt;História depois do século 7 dC viu-se o surgimento do Islão no Oriente Médio e na Idade das Trevas na Europa. Os registos seguinte na progressão histórica são todos de escritores muçulmanos. Eles usam "Jebel Judi" em vez de "Ararat" para a localização da arca porque esse é o nome usado no Corão para descrever o local do desembarque da arca de Noé. Al-Mas'udi (956 AD) dissertando sobre a versão do dilúvio o Corão diz:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_3rm6kr="156" style="text-align: justify;"&gt;" &lt;a href="http://origins.swau.edu/papers/global/noah/eng/gifs/el-judi_map.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;El-Judi&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; é uma montanha no país de Masur, e estende-se até Jezirah Omar Ibn 'que pertence ao território de el-Mausil. Esta montanha é de oito farsangs [cerca de 32 milhas] do Tigre. O lugar onde o navio parou , que está no topo desta montanha, ainda está para ser visto. " (Montgomery (1972).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ibn Haukal, na última metade do século 10, Al-Judi lugares perto da cidade de Nesbin. Lembre-mo-nos que esta é a montanha que foi nomeada por Faustus 700 anos antes como a cidade em que o bispo começou a sua jornada para ver a arca. Ibn Haukal também declara que Noé construiu uma aldeia no sopé da montanha, que ele chamou Themanin.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_3rm6kr="199" style="text-align: justify;"&gt;O último dos comentadores muçulmanos da Idade das Trevas foi George Elmacin (ou Al-Makin ou Ibn Al-'Amid, 1223-1274 AD). Ele descreve o desejo de um imperador de Bizâncio para escalar Al-Judi no início do século 7. Ou ele não cumpriu o seu objetivo ou é desconhecido.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-78354232511010330?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/78354232511010330/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=78354232511010330' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/78354232511010330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/78354232511010330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/07/arca-de-noe-idade-das-trevas-700-dc.html' title='A ARCA DE NOÉ: A Idade das Trevas (700 dC a 1200 dC)'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-mefK8wt7YgA/TjVr9f_YgSI/AAAAAAAAHcU/BMN_wMNLm4Q/s72-c/0_judimap1_arca_1267jy0jc.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-514640729815802973</id><published>2011-07-24T19:52:00.001-07:00</published><updated>2011-07-24T19:52:45.980-07:00</updated><title type='text'>A Bíblia é mais Sábia que a Ciência - Parte 1. ( A VERDADE TE LIBERTARA)</title><content type='html'>&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/S7v3rWTLqzE" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-514640729815802973?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/514640729815802973/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=514640729815802973' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/514640729815802973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/514640729815802973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/07/biblia-e-mais-sabia-que-ciencia-parte-1.html' title='A Bíblia é mais Sábia que a Ciência - Parte 1. ( A VERDADE TE LIBERTARA)'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/S7v3rWTLqzE/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-2178835490297162032</id><published>2011-07-24T19:47:00.000-07:00</published><updated>2011-07-24T19:47:04.997-07:00</updated><title type='text'>A Bíblia é mais Sábia que a Ciência - Parte 2. ( A VERDADE TE LIBERTARA)</title><content type='html'>&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/yTKXfF9bGqg" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-2178835490297162032?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/2178835490297162032/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=2178835490297162032' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/2178835490297162032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/2178835490297162032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/07/biblia-e-mais-sabia-que-ciencia-parte-2.html' title='A Bíblia é mais Sábia que a Ciência - Parte 2. ( A VERDADE TE LIBERTARA)'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/yTKXfF9bGqg/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-7009592890234144051</id><published>2011-07-23T13:55:00.000-07:00</published><updated>2011-08-04T11:29:19.563-07:00</updated><title type='text'>EM BUSCA DA Arca de Noé: A Renascença (1250 AD até ao presente)</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-uEQyTv-8ixI/Tis3ZaKimLI/AAAAAAAAHZs/DO9FyJpKj4A/s1600/0_Mt.+Masis-Ararat_00jc.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-uEQyTv-8ixI/Tis3ZaKimLI/AAAAAAAAHZs/DO9FyJpKj4A/s320/0_Mt.+Masis-Ararat_00jc.jpg" t$="true" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Ao mesmo tempo em que George Elmacin escrevia, William de Rubruck escreveu The Journey of William Rubruck para a parte oriental do Mundo (1253-1255). Ele não viu a arca a pessoalmente, mas descreve uma tradição arménia que coloca a arca no topo Mt. Masis perto do rio Araxes. Ele relata a história de um monge que tentava escalar a montanha, mas foi incapaz de terminar. Um anjo do Senhor trouxe-lhe um pedaço da arca e disse para desistir. Esta história do monge é muito semelhante à história escrita por Fausto de Bizâncio no século 4, 900 anos antes, mas foi ele que colocou o incidente mais ao sul nas montanhas Gordyaean. Este relato do século 13 parece ser o primeiro de referência para colocar a arca no monte que hoje é chamado Mt''. Ararat ". Todas as histórias colocavam a arca mais ao sul.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Pouco depois de William Rubruck ter publicado o seu trabalho, Vincent de Beausais escrevia a sua enorme Quadraplex Speculum (1256-1259). Nela, ele também descreve a tentativa de um monge para escalar o Monte Ararat. Novamente, como é contada por Fausto, o monge não conseguiu subir a montanha e um anjo do Senhor lhe trouxe um pedaço da Arca como um símbolo da sua fé. Montgomery (1972, p. 76) afirma: "Esta narrativa parece certa a depender da narrativa de Fausto de Bizâncio ..." Vincent localiza o local do pouso da arca, perto do rio Araxes, assim como William, mas não Faustus. Em ambos as narrativas do Vicente e William, é um monge, que faz a escalada/sobe, enquanto que no de Fausto, é um bispo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Masis trata-se da mesma montanha, ou seja o Mt. Ararat, este argumento tornou-se firme. Todos os demais autores citados por Montgomery seguem esta tradição. Eles incluem Jordanus (1329-1338), Odorico de Pordenone ( cerca 1330), Francesco Pegolotti (cerca 1340), Sir John Mandeville (cerca 1360), Gonzalez de Clavijo (1412), Adam Olearius (1662), Jans Janszoon Struys (1677), e Sir John Chardin (1684). Todos esses autores relatam as tradições dos povos que vivem em torno Agri Dagh daquela época. Nenhum afirma ter visto a arca si.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-l0dbhQBzUSg/Tis3hl5oBMI/AAAAAAAAHZw/F9VpbTr9Wps/s1600/280px-Agry%2528ararat%2529_view_from_plane_under_naxcivan_sharur.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-l0dbhQBzUSg/Tis3hl5oBMI/AAAAAAAAHZw/F9VpbTr9Wps/s1600/280px-Agry%2528ararat%2529_view_from_plane_under_naxcivan_sharur.jpg" t$="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;No entanto, o consenso não era de forma unânime. Existem vários autores não localizados por Montgomery que não seguem a tradição do século 13 dC armênio. Sebastian Munster publicou uma edição de Geographia de Ptolomeu, em 1548 na qual ele adiciona a seguinte anotação de Ptolomeu "Gordaei" montanhas (traduzido do latim),&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Estas são as montanhas da Arménia em que é dito a arca de Noé descansou depois do dilúvio. Boccatius e Haithonus chamaram a Ararat as montanhas de quem está na terra de Ararat, tal como é mencionado no livro dos Reis." (Munster, 1548, p. 97).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nicolas de Nicolay, por volta de 1558, tinha completado uma viagem à Turquia ao serviço do Rei de França como geógrafo. No seu relato da viagem, ele menciona o seguinte da Arménia,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Para vir agora para o país original dos Armenias, deve se compreendido que a Arménia é uma região na Ásia ... Nesta região (como diz Isidoro) é o Monte Ararat, caso contrário, chamado Monte górdio, sobre o topo do qual descansou e ficou a arca de Noé, após o grande dilúvio ter cessado. " (Nicolas de Nicolay, 1558, p. 134).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1734, George Sale publicou uma tradução em Inglês do Alcorão. Numa nota de rodapé Al-Judi (o equivalente Alcorão para Ararat), ele escreveu a seguinte declaração. Ele é citado aqui na sua totalidade uma vez que de outra forma não está disponível.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Esta montanha é um daqueles que dividem a Arménia, ao sul, da Mesopotâmia, e da Assíria, que é habitado pela coelhada, de quem as montanhas tomaram a Cardu nome, ou Gardu, pelos gregos transformou-se no Gordyae, e outros nomes. (Veja Bochart. Phaleg. 1. 1, c. 3.) Monte Al-Judi (que parece ser uma corrupção, embora seja constantemente escrito assim pelos árabes, por Jordi, ou Giordi) também é chamado Thamanin ( Geogr. Nub. p. 202), provavelmente a partir de uma vila que fica no sopé (D'Herbel. Bibl. Orient. p. 404 e 676, e Agathiam, 1. 14, p. 135), assim chamada a partir do número de pessoas salvas na arca, o thamanin palavra que significa oito, e tem vista para o país de Diyar Rab ah, perto das cidades de Mawsel, Forda e Ebn Jazirat Omar, que distam apenas quatro quilómetros do local da arca, e diz que um templo muçulmano foi construída lá com os restos do navio. pelo califa Omar Ebn Abd'alaziz, a quem ele chamou por engano Omar Ebn Khattab (Benjamin. itinerários. p. 61). A tradição que afirma a arca ter descansado nestas montanhas, deve ter sido muito antiga, já que é a tradição dos próprios caldeus (Berosus, apud Joseph Antiq 1 1, c. 4...): O caldeu paraphrasts consente a sua opinião (Onkelos et Jonathan, Em Gênesis viii. 4), que obteve muito antigamente, especialmente entre os cristãos orientais (Eutych. Annal. p. 41). Para confirmar isso, somos informados de que os restos da arca estavam a ser visto na Gordyaen montanhas: Berosus e Abydenus ambos declaram que não havia esse relatório no seu tempo (Berosus, apud Joseph ubi sup Abydenus, apud Euseb Praep Ev 1 9, c. 4......): o primeiro observava que vários dos habitantes thereabouts tinham raspado o verniz que deslizava das pranchas como uma raridade, e levaram-na com eles para um amuleto: e este último diz que eles usaram a madeira do navio contra muitas doenças com sucesso maravilhoso. As madeira da arca também foram levadas como relíquias para serem vistas. Aqui na época de Epifânio, se podemos acreditar nele (Haeres Epiph. 18.), e é dito ao imperador Heráclio da cidade de Thamanin até às montanha AI-Judi, diz ter visto o lugar da arca (Elmacin .... 1 1 c. 1). Havia também um antigo mosteiro famoso, chamado o mosteiro da arca, em cima de algumas destas montanhas, onde os nestorianos usavam celebrar um dia de festa no local onde supostamente a arca descansou; mas no ano 776 depois de Cristo, o mosteiro foi destruído por um raio, tal como a igreja, e uma numerosa congregação com ele (Chronic. Dionysii Patriarca, Jacobitar, apud Asseman. Blbl. Orlent. t. 2. p.ll3). Desde esse tempo parece que o crédito desta tradição tem diminuído, e dado lugar a outras, que obtém no momento, e segundo as quais a arca repousou no Monte Masis, na Arménia, chamada pelos turcos Agri Dagh ou a montanha pesada ou grande, e situada a cerca de doze léguas a sudeste de Erivan (al Beldawi). " (Sale, 1734; p. 214-215).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1842, Ainsworth, relata as suas viagens à Pérsia e faz a seguinte declaração em referência a Jebal Judi,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Ele dificilmente seria adequado para deixar Zakhu, com picos elevados de Jebel Judi, ... sem dizer uma palavra sobre uma questão agitada entre os viajantes Oriental, quanto à autenticidade comparativa das tradições que fazem referência ao site da montanha chamada. Facts Ararat no Antigo Testamento ilustrativa tão remota na antiguidade um não são naturalmente numerosos, ea dificuldade tangíveis Monte Ararat, no entanto, foi permitido pela maioria dos escritores antigos, profana ou inspirados, pertencer a Arménia;. mas assim que fazer o Gordyene montanhas, dos quais o Judi Jebel constituem uma parte, e para que a tradição atribui a sua Thenanin, ou Montanha da Arca, bem como a Masis armênio, - o maometano Aghri Tagh (Monte Painful *.)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[* observações Brant Sr. Cônsul que, Bayazid não há tradições a respeito da arca, e os nativos conhecem a montanha por nenhum outro nome que Aghri Tagh.]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"O único historiador Caldeu adopta a tradição corrente entre os caldeus e sírios, assim como os árabes e muçulmanos outros dos dias actuais que Ararat está na cadeia de Gordyaean, e a memória desta foi preservada até AD 776, por um mosteiro caldeu, agora suplantado por uma Mesjid maometana, que é um monumento consagrado por outro culto para gravar o mesmo evento. " (Ainsworth, 1842;. .. Vol. II, p. 340-341)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A tradição islâmica de que a arca repousa sobre Jebal Judi ainda existe hoje. Fraya Stark, ao descrever as suas viagens no Curdistão, diz:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Estávamos atravessar a bacia do Tigre, e agora quebrou a terra para o oeste, e o promontório longo de Judi Dagh, que paira sobre a Mesopotâmia do Norte, apareceu à nossa esquerda, dividida em três partes mais ou menos iguais por ravinas que eram inaparentes na noite . Na ponta ocidental ou o barranco mais a oriental - a um, isto é, ligado ao planalto central - é a capela que comemora a saida de Noé da arca. Amurath para Amurath, que excelente livro, pois estávamos a aproximar-se terras visitadas pela maioria dos viajantes da Mesopotâmia durante os últimos cem anos. Wigram, também, refere-se à lenda como um conto de antiguidade desconhecida no ano 300 AD, e acrescenta que "não havia aqui pessoas para salvar os arménios, olha em ... Ararat ... como o local onde a Arca descansou "(pág. 335), e eu lembro-me de ter visto a linha de neve em pó de Judi das tendas Shammar e sendo dito como Nuh o profeta aterrou lá, depois de bater em Jebel Sinjar com o casco ... O túmulo real de Noé, e a sua vinha, são "mais abaixo na encosta difícil pela vila de Nestorian Hasana" (Stark, 1959...; pg. 90-91.)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Drs. Lee Spencer e Jean Luc Lienard&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Southwestern Adventist University &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Keene, Texas.&lt;/div&gt;----------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/8jF83o2NpUM" width="425"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/r-48glX_O9c" width="425"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-7009592890234144051?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/7009592890234144051/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=7009592890234144051' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/7009592890234144051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/7009592890234144051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/07/busca-para-arca-de-noe-renascenca-1250.html' title='EM BUSCA DA Arca de Noé: A Renascença (1250 AD até ao presente)'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-uEQyTv-8ixI/Tis3ZaKimLI/AAAAAAAAHZs/DO9FyJpKj4A/s72-c/0_Mt.+Masis-Ararat_00jc.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-4346134609321717011</id><published>2011-07-10T22:52:00.000-07:00</published><updated>2011-07-10T22:52:37.222-07:00</updated><title type='text'>EXISTE DEUS?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CLICA PARA VER ESTE FILME (&lt;a href="http://www.bigquestions.com/watch-film"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;CLICAR&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;)ESTÁ EM INGLÊS, ASSIM QUE ME FOR POSSÍVEL POST EM PORTUGUÊS.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-4346134609321717011?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/4346134609321717011/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=4346134609321717011' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/4346134609321717011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/4346134609321717011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/07/existe-deus.html' title='EXISTE DEUS?'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-805097468697644824</id><published>2011-07-06T06:42:00.001-07:00</published><updated>2011-07-06T06:42:23.321-07:00</updated><title type='text'>Prof. Doutor Walter Veith: falhas da teoria evolucionista</title><content type='html'>&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/DqMK7dYFSUg" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-805097468697644824?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/805097468697644824/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=805097468697644824' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/805097468697644824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/805097468697644824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/07/prof-doutor-walter-veith-falhas-da.html' title='Prof. Doutor Walter Veith: falhas da teoria evolucionista'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/DqMK7dYFSUg/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-7831743401474877772</id><published>2011-07-05T07:57:00.000-07:00</published><updated>2011-07-05T08:07:37.063-07:00</updated><title type='text'>AFIRMAÇÕES MODERNAS DE AVISTAMENTO DA ARCA DE NOÉ</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Vo75kxzAL-8/ThMnrcI-liI/AAAAAAAAHXA/S-b9tYs065g/s1600/replica-da-arca-de-noe.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="126" i$="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-Vo75kxzAL-8/ThMnrcI-liI/AAAAAAAAHXA/S-b9tYs065g/s320/replica-da-arca-de-noe.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Réplica da arca de Noé.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Os relatórios anteriores apresentados, acima de tudo representam diversas tradições ou folclore. Há também vários relatos que afirmam vir de primeira mão de observação da arca, ao invés de relatórios das tradições locais. Ao nosso conhecimento, no entanto, apenas dois desses relatórios (Hagopian e Reshit, abaixo) são a partir de entrevistas diretas com a pessoa que afirma ter visto a arca, e nenhum dos que afirmam ter visto a arca ainda está vivo. Portanto, não temos sido capazes de entrevistar qualquer destas fontes nós mesmos. Suas histórias são citados aqui em maior detalhe do que aqueles da secção anterior, uma vez que temos a intenção de compará-los em detalhe a sua coerência interna, bem como para obter informações para ajudar a localizar a arca. Salvo indicação em contrário, essas histórias são de Cummings, 1987.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-El0RvwA-f2g/ThMn2KvmsRI/AAAAAAAAHXE/g50kmdr8q-w/s1600/0_arcanoe-1.bmp" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" i$="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-El0RvwA-f2g/ThMn2KvmsRI/AAAAAAAAHXE/g50kmdr8q-w/s1600/0_arcanoe-1.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;A história de Haji Yearam&lt;/strong&gt; é a primeira pessoa a afirmar ter visto a arca. Ele nasceu em 1832 na Arménia, mudou-se em algum momento de Oakland, Califórnia, onde viveu até à sua morte em 1920. Ele relatou a seguinte história às pessoas que cuidavam dele pouco antes de morrer. Esta história foi relacionada a partir da memória do povo que cuidou de Haji, ao Sr. Cummings, 32 anos depois.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;"Haji Yearam 's pais e família moravam ao pé da Grande Monte Ararat, na Arménia. De acordo com as suas tradições, eles eram descendentes diretos daqueles que tinham saído da arca, mas que nunca tinham migrado daquele país. Os descendentes de Cam e os seus simpatizantes tinham migrado para a terra de Sinar e construíram a torre de Babel, e outros tinham migrado para outros países, mas Haji tinha-se mantido perto do monte onde a arca veio a descansar num pequeno vale rodeado por alguns &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;pequenos picos cerca de três quartos ou mais acima da montanha.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;"Por centenas de anos depois do dilúvio os seus antepassados tinham feito peregrinações anuais até a arca para oferecer sacrifícios e ali adorar. Eles tinham um trilho e os passos nos lugares íngremes. Finalmente os inimigos de Deus se foram para Ararat e destruir a arca, mas quando se aproximaram do local, veio uma terrível tempestade que lavou a pista. Daquele momento em diante, mesmo as peregrinações dos descendentes de Noé cessaram, porque temiam atrair para aquele caminho os ímpios e tementes da ira Deus, não voltaram. Tomaram essa tempestade terrível como um sinal de que Deus não queria que a arca fosse perturbada até perto do fim do mundo, quando se acreditava que a sua presença seria revelada ao mundo inteiro. No entanto, os homens da tribo não partilharam a tradição de geração em geração, e de vez em quando pastores e caçadores solitários em verões muito quentes voltavam com histórias que tinham chegado ao vale e tinha realmente visto uma extremidade da arca onde tinha sido tornada visível pelo derretimento da neve e gelo. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-vAJjsv6enyE/ThMoEGJTJVI/AAAAAAAAHXI/lFD8vEmzcGU/s1600/0_arcanoe-2.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" i$="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-vAJjsv6enyE/ThMoEGJTJVI/AAAAAAAAHXI/lFD8vEmzcGU/s1600/0_arcanoe-2.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;"Quando Haji era um rapaz, mas ainda não um homem adulto, vieram a sua casa alguns estranhos. Se bem me lembro, havia três homens vis que não crêem na Bíblia e não acreditam na existência de um Deus pessoal. Eles eram os cientistas e evolucionistas. Eles foram nesta expedição especificamente para provar que a Arca de Noé não passava de uma fraude, uma farsa. Contrataram o pai da jovem Haji Yearam como seu guia oficial. (Haji naquela época era apenas um rapaz). Eles contrataram o jovem para ajudar o seu pai como guia.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Foi um verão excepcionalmente quente, então a neve e geleiras derreteram mais do que o habitual. Os arménios eram muito reticentes em realizar qualquer expedição à Arca porque temiam o desagrado de Deus, mas o pai do Haji pensou que possivelmente tinha chegado a hora quando Deus queria que o mundo soubesse que a arca ainda estava lá e ele queria provar para os ateus que a história bíblica do dilúvio era verdade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Depois de extrema dificuldade e perigo a festa veio para o pequeno vale acima em maior Ararat, não no topo, mas um pouco para baixo a partir do topo. Este pequeno vale é cercado por uma série de pequenos picos. Lá a arca repousou num pequeno lago, e os picos a protegeram das ondas de maré balançavam para frente e para trás. De um lado do vale a água da neve derretida e derramamentos da geleira sobre um pequeno rio que desce a montanha, ao chegarem a este ponto, lá encontraram a proa de um navio poderoso saindo para fora do gelo. Eles entraram na arca e fizeram uma considerável exploração. Ele foi dividido em muitos andares e estágios e compartimentos e tinha bares como as gaiolas dos animais de hoje. A estrutura inteira foi coberta com um verniz ou laca que era muito grosso e forte, dentro e fora do navio. O navio foi construído mais como uma casa grande e poderoso no casco de um navio, mas sem janelas. Havia uma grande porta de tamanho imenso, mas a porta estava faltava. Os cientistas ficaram horrorizados e aturdido e entraram numa fúria satânica por encontrar o que tinham esperado não encontrar para provar que não existe. Eles estavam tão irritados e loucos que eles disseram que iriam destruir o navio, mas a madeira era mais do que qualquer pedra madeira que temos agora. Eles não tinham as ferramentas ou meios para destruir um navio tão poderoso e tiveram que desistir. Eles arrancaram algumas madeiras e tentaram queimar a madeira, mas era tão difícil, era quase impossível queimá-la.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-paPRnqan9ic/ThMoOrG3dAI/AAAAAAAAHXM/GyrBA_oYzn4/s1600/0_arcanoe-5.bmp" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="239" i$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-paPRnqan9ic/ThMoOrG3dAI/AAAAAAAAHXM/GyrBA_oYzn4/s320/0_arcanoe-5.bmp" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;"Eles estiveram em conselho, e depois fizeram um juramento solene e terrível morte. Eventualmente presente homem que jamais respirar uma palavra sobre o que tinham encontrado seria torturado e assassinado." (Cummings, 1972; pg.190-192).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Príncipe Nouri, o arcebispo caldeu de Babilónia, é o próximo a relatar ter visto a arca por si mesmo. Príncipe Nouri estava a viajar de Malabar, na Índia, para Kochanis, Turquia. Ele estava a fazer a viagem para ser consagrado como bispo. Depois de sair da Kochanis, ele foi para Urmiah na Pérsia, cinco dias a partir Kochanis, onde conheceu Dr. Frederick B. Coan. Ele relatou ao Dr. Coan como, durante essa viagem, ele conseguiu, após três tentativas, em fazer o seu caminho para a arca, em 25 de abril de 1887. Mais tarde, ele foi para a Bélgica para recrutar uma empresa para trazer a arca para a Feira Mundial a ser realizada em Chicago em 1893. Ele não podia encontrar apoio financeiro suficiente para remover a arca para Chicago, mas ele fez proferir um discurso ao Parlamento Mundial das Religiões na Feira de Chicago sobre a existência da arca. Nenhuma declaração foi feita, porém, indicou o local das montanhas, onde ele a viu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;O último dos povos do Médio Oriente&lt;/strong&gt; a chegar a arca, e cujos relatórios chegaram ao Ocidente, é George Hagopian. Com um menino pequeno, ele e seu tio alcançaram a arca em 1902. Ele visitou novamente a arca dois anos depois. Ele é a única pessoa que acredita ter visto a arca que tem sido extensivamente entrevistado antes de sua morte. Estas entrevistas foram gravadas e são mantidas por Mr. Lee, Mr. Cummings e Dr. Montgomery. O partido de esquerda de Van, e viajaram sete dias para chegar a arca. A arca era comprida e feita de madeira como a pedra. Foi perto de um penhasco muito alto, sentado em uma pedra grande, cercado por neve. Elfred Lee fez uma pintura da arca de acordo com a descrição Hagopian e sob sua supervisão. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-5Qhs0Gl-jPQ/ThMoUHUP13I/AAAAAAAAHXQ/k82Xu8omIuw/s1600/0_arcanoe-6.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" i$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-5Qhs0Gl-jPQ/ThMoUHUP13I/AAAAAAAAHXQ/k82Xu8omIuw/s1600/0_arcanoe-6.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Rebite encontrado no local.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;OBSERVADORES OESTE&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Guerra Mundial, vi um grande afluxo de "outsiders" na Turquia oriental. Os turcos estavam a lutar contra as tropas czarista russas, e 1914-1923&lt;/strong&gt;, a frente estava constantemente a mudar. É a partir deste momento que temos vários relatos da arca a ser avistada. Aparentemente, um aviador russo foi o primeiro a avistar a arca, e do seu relatório uma expedição foi montada para investigar. O relatório é o do género feito pelos soldado da expedição russa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Enquanto no exército russo, eles receberam ordens para se prepararem para uma longa viagem nas montanha de Ararat. Um aviador russo tinha avistado o que lhe parecia como uma enorme estrutura de madeira num pequeno lago. Cerca de dois terços do caminho para cima, provavelmente um pouco mais adiante, eles pararam num penhasco alto, num pequeno vale abaixo deles estava um pântano denso em que o objecto podia ser visto. Ela apareceu como um grande navio ou embarcação com uma extremidade sob a água, e somente um canto poderia ser visto a partir de onde esses homens estavam. Alguns foram mais próximos, especialmente o capitão. Eles não podiam sair a ele por causa da água e as cobras venenosas e muitos insectos. O capitão disse-lhes dos detalhes. " (Cummings, 1972; pg 114-115;.. Grifo nosso)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após a Primeira Guerra Mundial, seis ou sete soldados turcos voltaram para casa do serviço no Iraque e passaram por "Ararat". Poucos detalhes da sua observação permanecem, e o que existe está numa carta a quem possa interessar oferecendo seus serviços como guia (veja Cummings, 1972;. Pg 259-261)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segunda Guerra Mundial novamente trouxe muitos "outsiders" para o leste da Turquia. Desta vez eles foram os aviadores americanos e australianos que levavam suprimentos para Erivan, no sudoeste da Rússia para a Tunísia, no norte da África. Há rumores de vários avistamentos independentes e de fotografias em consideração à arca, mas nenhum ainda foi autenticado. No entanto, várias pessoas lembram-se de uma fotografia da arca que foi publicado no semanário militar, Stars and Stripes. Infelizmente, nenhuma cópia dessas foi localizada. Erivan é apenas cerca de 30 milhas de Agri Dagh. Sugerimos que, se a arca foi naquela montanha, os pilotos efectuando passagens diárias sobre e em torno Agri Dagh teriam visto com muito mais frequência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Pouco depois da guerra,&lt;/strong&gt; um médico sueco estava a conversar com um aviador russo em Hamburgo, Alemanha. O aviador mostrou-lhe várias fotos recentemente tiradas do ar e marcadas como tendo sido tiradas a "4500 metros", cerca de 13.000 a 14.000 pés de altitude.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Uma das fotos mostrava o navio saindo para fora do gelo cerca de 80 a 90 pés e estava levemente inclinada para baixo. No fundo dessa área havia um pequeno lago de neve derretida. A geleira foi mostrada no cume da montanha na parte superior direito da imagem e as fotos foram tiradas num ângulo similar. Para mim, parecia que elas foram tiradas do lado norte. " (Cummings, 1972; pg 330;..)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1948, houve um outro avistamento da arca de Noé por um nativo local. Desta vez, o relatório chegou ao mundo ocidental através da Associated Press a partir de Istambul.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Os restos petrificados de um objecto insistem camponeses se assemelha a um navio foi encontrado no alto do Monte Ararat, local de desembarque bíblico da Arca de Noé. Esta é a história: No início de setembro, um fazendeiro curdo chamado Reshit foi cerca de dois terços do caminho para cima a pico de 16.000 pés, quando ele viu um objecto que nunca tinha visto antes. Reshit desceu e aproximou a sua sua adaga tentou cortar um pedaço da proa. Foi tão difícil que não iria quebrar. Estava enegrecida com a idade. .. " (Cummings, 1972; p. 163.)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;No verão de 1952 ou 1953,&lt;/strong&gt; George Greene, um engenheiro de oleodutos, descobriu a arca e fotografado enquanto trabalhava para uma empresa de oleodutos no leste da Turquia. Em 1954, ele mostrou as fotos para Fred Drake, que ele conheceu em Kanab, Utah. Greene foi mais tarde a Guiana Inglesa, se ele foi posteriormente assassinado. Suas fotos, mapas, etc, tudo desapareceu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mr. Drake relatou que se sabe sobre a arca. Alegadamente, Greene estava voando quando ele avistou a arca e levou meia dúzia de fotos. De acordo com Drake, a arca estava no flanco nordeste da montanha, com a proa apontando para o norte e ligeiramente a oeste. Apenas um lado da arca era visível, uma vez que sentou em um pântano de escova e gelo. Ele estava descansando em um "imbricada falha" do sistema, perto da borda de um penhasco grande.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Exactamente o tipo de aeronave estava em Greene, bem como exatamente onde ele estava, continua a ser uma questão de controvérsia. Mr. E. Cummings (com. pess., 1983) afirma que Greene estava voando em um helicóptero empresa de telefonia móvel 0il e tinha permissão oficial para voar ao redor Agri Dagh, mas os registros, incluindo o show AAPG Bulletin que o Mobil não estava presente na Turquia, durante o anos 1952-1953. Outras contas (P. Watson, pers. Comm., 1976) permitem a possibilidade de que ele estava realmente em uma aeronave de asa fixa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Há também um testemunho na Turquia,&lt;/strong&gt; Greene estava a trabalhar nos campos de petróleo do leste da Turquia são muito ao sul do Agri Dagh, mais perto da área das Montanhas Gordyaean e Al-Judi. É difícil imaginar, durante os anos da Guerra Fria, o início de 1950, o governo turco patrocinar um projeto de oleoduto da sua região sul em direção à União Soviética! Independentemente de onde Greene estava realmente a trabalhar, o contexto de um engenheiro de gasoduto prospecção perto sul da Turquia se encaixa bem com o desenvolvimento histórico de campos de petróleo na região (veja os boletins AAPG para 1951-1955).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-7831743401474877772?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/7831743401474877772/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=7831743401474877772' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/7831743401474877772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/7831743401474877772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/07/afirmacoes-modernas-de-avistamento-da.html' title='AFIRMAÇÕES MODERNAS DE AVISTAMENTO DA ARCA DE NOÉ'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Vo75kxzAL-8/ThMnrcI-liI/AAAAAAAAHXA/S-b9tYs065g/s72-c/replica-da-arca-de-noe.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-7775800894234674332</id><published>2011-06-29T12:34:00.000-07:00</published><updated>2011-07-05T08:09:17.571-07:00</updated><title type='text'>DILÚVIO: DISCUSSÃO E TRADIÇÕES</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-CLqHbg3Nipk/TguanfpPP3I/AAAAAAAAHWU/QJ-TiX606Fg/s1600/0_arcanoe_09999jc.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" i$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-CLqHbg3Nipk/TguanfpPP3I/AAAAAAAAHWU/QJ-TiX606Fg/s1600/0_arcanoe_09999jc.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Como pode ser visto na &lt;a href="http://origins.swau.edu/papers/global/noah/eng/mount.html"&gt;&lt;strong&gt;Tabela I&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; , há uma tendência clara na história das tradições em torno do local de desembarque da arca. Mt. Nizer é o primeiro, mas a sua localização exata ainda é incerta. As montanhas Gordyaean aparecem muito cedo na tradição, continuando até o século 19. O nome "Gordyaean" é uma adaptação ao português da palavra grega "gordyae", que significa curdos, as pessoas que ainda habitam a área (Sale, 1734). Curdo é escrito de várias Cardu, Gardu, Qardu, Cortae, etc, dependendo da linguagem do autor particular. As montanhas Gordyaean são literalmente "as montanhas dos curdos". Sugestão de venda (1734) que a Al-Judi é uma corruptela de Jordi ou Giordi e iguais as &lt;strong&gt;montanhas Gordyaean&lt;/strong&gt; é interessante. Segue-se que os autores posteriores, como Ainsworth (1842) dizer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A localização das Montanhas Gordyaean é difícil de determinar. Mapas antigos, como o encontrado em Schott (1513) e Munster (1548), são de difícil interpretação; diferentes fontes discordam sobre exatamente onde colocar o Gordyaeans. A informação foi obviamente incompletos, como a relação de Thospitis Lake (Lago Van modernos) para as Montanhas Gordyaean nas duas edições de Ptolomeu 's de trabalho, conforme ilustrado na figura 7 são diferentes. Isso não deveria ser surpreendente, já que o termo provavelmente nunca significou um determinado intervalo, mas uma área. O mesmo é verdadeiro para Ararat na Bíblia, e ambos provavelmente se referem à mesma área. Exemplos modernos dessa prática incluem as Montanhas Rochosas, Alpes, Himalaia, etc Estes são realmente grandes áreas tectônicas composta de muitas faixas individuais, como a faixa Wind River, a Faixa de Bighorn, etc, dentro das Montanhas Rochosas de Wyoming.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A tradição de Agri Dagh a ser o local de desembarque para a arca é relativamente jovem. A primeira referência que encontramos para isso foi William de Rubruck no século 13, embora a partir desse momento que parece ser bem enraizada no mundo cristão. Tanto ela quanto as tradições Al-Judi são os mais populares hoje.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-yC84ObmGadU/Tgua9brNn9I/AAAAAAAAHWY/HwGIyc49ZmU/s1600/0_arcanoe_333jc.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" i$="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-yC84ObmGadU/Tgua9brNn9I/AAAAAAAAHWY/HwGIyc49ZmU/s1600/0_arcanoe_333jc.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Monte Ararat&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;strong&gt;OBSERVAÇÕES:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Que a arca foi vista neste século, pode haver pouca dúvida. Personagens-chave sobre a arca que foram listados por sete dos muitos relatos são ilustrados na Tabela II, onde os personagens foram agrupados de acordo com o número de fontes que compartilhá-las. Deve ser facilmente perceptível que há estreita harmonia entre eles. A maioria das fontes descrevem a arca como sendo entre dois terços e três quartos do caminho até o lado norte / nordeste da montanha, em um pequeno vale arborizado cercada por picos pequenos, perto de um penhasco alto, com parte da arca submerso em um pequeno lago ou pântano e parcialmente coberto de neve e gelo. A maioria também descrevem a arca como sendo feitos de uma madeira castanho-escuro tão duro como pedra, mas com o grão ainda visível - como madeira petrificada. A importância desta concordância geral é que esses relatórios são completamente independentes e decorrerá ao longo de cem anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A maioria dos relatórios mencionam Monte Ararat como o lugar onde a arca foi visto. Isso não deveria ser surpreendente, pois, como observado anteriormente, para as mentes ocidentais, qualquer montanha encontrada para segurar a arca seria, por definição, ser chamado de Monte Ararat.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;PARTE 4: CONCLUSÕES&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Temos as seguintes conclusões derivadas deste estudo:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; Arca de Noé ainda existe e tem sido visto muitas vezes neste século. Parece pouco provável que os relatórios de tão grande diversidade cultural e abrangendo um intervalo tão grande, poderia ser totalmente ficcional e ainda compartilhar tantos detalhes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; Nós não acreditamos que a arca repousa sobre Agri Dagh pelas seguintes razões: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;a.&lt;/strong&gt; Os detalhes associados de onde a arca está localizado não pode ser conciliada com a topografia da Agri Dagh. A montanha tem sido bastante explorado, e não pequeno lago em um vale arborizado, especialmente cercado por vários pequenos picos, pode ser associada com a topografia conhecido dos dois cones vulcânicos de Agri Dagh.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;b.&lt;/strong&gt; A tradição que Agri Dagh detém a arca é relativamente recente, o mais recente conhecido por nós.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-tY-Ox7tfHV4/TgubhjR5EnI/AAAAAAAAHWc/LUdZNRRl0E4/s1600/0_arcanoe_14444jjc.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="108" i$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-tY-Ox7tfHV4/TgubhjR5EnI/AAAAAAAAHWc/LUdZNRRl0E4/s400/0_arcanoe_14444jjc.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;c.&lt;/strong&gt; No momento em que Moisés escreveu Gênesis, Agri Dagh não estava dentro do reino de Ararat (Urartu), mas a área que contém Jebel Judi. Embora a arqueologia tem trazido à luz alguns restos do BC milénios 3 e 2 da área que chamamos o Reino de Urartu (Plotrovsky, 1969), "não há evidências de nenhum presente de som atestando a existência do reino [de Urartu] antes o século IX aC "(Burney e Lang, 1971;. pg 127). Mesmo se aceitarmos que Urartu é equivalente com Uruatri mencionado nos anais da Salmanasar I (. 1280 a 1261B.C), Uruatri designa um grupo de "... oito países situados em uma área montanhosa do sudeste da LakeVan - talvez no vale superior do Zaab Grande ". (Plotrovsky, 1969;. Pg 43 grifo nosso). Essa área não inclui Agri Dagh.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-JdkQ5lzgWsE/TgucxfD-L7I/AAAAAAAAHWg/VWi6c0W1EK8/s1600/0_arcano%25C3%25A9_33555.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" i$="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-JdkQ5lzgWsE/TgucxfD-L7I/AAAAAAAAHWg/VWi6c0W1EK8/s1600/0_arcano%25C3%25A9_33555.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;d.&lt;/strong&gt; A topografia do Agrl Dagh também é inconsistente com a descrição do local de pouso da arca dada por Yearam e branco onde a arca foi abrigada por um conjunto de montanhas, descansando primeiro de um a outro, e eles estavam montanhas Deus tinha preservado através do inundação. Dois cones vulcânicos não se qualificam.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; Sugerimos que as tradições mais antigas das montanhas e área de Jebel Gordyaean Judi ser ainda mais procurado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;4.&lt;/strong&gt; Fernand Navarra (1974) não encontrou qualquer parte da arca, como ele alega. Acreditamos que esta porque: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;a&lt;/strong&gt;. Suas descobertas estavam em Agri Dagh, que foram excluídos por outros motivos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;b.&lt;/strong&gt; A madeira que encontrou tem uma data de radiocarbono muito jovem (ver Noorbergen, 1974; pp. 142-161) e sua composição não é "duro como pedra". Uma vez que a madeira encontrada no registro fóssil tem uma idade radiocarbono infinito, e acreditamos que a maior parte do registro fóssil foi depositado durante o dilúvio de Noé, que seria de esperar a madeira de arca de Noé também têm uma idade radiocarbono infinito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;c.&lt;/strong&gt; Navarra "esqueceu" onde encontrou a madeira, e apesar de várias tentativas posteriores, não tem sido capaz de localizar o re arca.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-X18D60GO-To/TgudC1x766I/AAAAAAAAHWk/ushKXeKvZMA/s1600/0_arcanoe_111.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" i$="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-X18D60GO-To/TgudC1x766I/AAAAAAAAHWk/ushKXeKvZMA/s1600/0_arcanoe_111.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Parece improvável que a montanha referido pela maioria testemunhas como o Monte Ararat (Agri Dagh) é o Ararat bíblico. Se um retorna à figura 1, pode-se observar que não há lagos pouco notada, especialmente perto de um penhasco alto e em um vale, cercado por pequenos bosques pequenos picos. Agri Dagh consiste de gémeos, gigante cones vulcânicos, geralmente desprovido de vegetação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outras razões para duvidar Agri Dagh como o local de pouso incluem a conta dos soldados turcos de voltar para casa do Iraque após a I Guerra Mundial, ea conta de George Greene. Os soldados turcos estavam retornando de Bagdá para sua casa em Adana (Benzatyan, pers. Comm., 1983).&amp;nbsp; Os viajantes para Adana iria atravessar a região das Montanhas Gordyaen, mas seria improvável que passar pela área de recentes combates ao longo da fronteira russa. Que seria muito fora do caminho, além de ser uma boa desculpa para ser convocado para a guerra de novo .. Isto é especialmente verdade, pois eles encontraram a arca "por acaso".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A última razão para duvidar Agri Dagh envolve o relato de George Greene. Como mencionado anteriormente, parece muito improvável que alguém estaria voando perto da fronteira soviética durante a Guerra Fria. Além disso, é mais provável que um engenheiro oleoduto estaria trabalhando perto dos campos de petróleo, que são mais para o sul, perto das montanhas Gordyaean e Al-Judi.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Referências:&lt;/b&gt;Ainsworth, H. 1622 Anotações VPON os cinco livros de Moisés, e os Booke do Psalmes ... (comparando palavras Hebreue wlth versões grega e Chaldeen ...) - anotações VPON Gen. VIII: 4. Iohn Harlland para Iohn Bellanie, em Londres. pp 292.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainsworth, W. 1842. Viagens e pesquisas na Ásia Menor Mesopotâmia, Caldéia, e Armênia. JW Parker. Londres. Vol. II., PP. l-xll, 1-399.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Burney, C. e D. Lang. . 1971 Os povos das colinas: Ararat antiga e Cáucaso. Weldenfield e Nocolsen. Londres. PP. l-xv, 1-324.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cummings, V. 1972. Arca de Noé: fato da fábula. Creation Science-Research Center, San Diego. PP. 1-352.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Horn, S. 1960. Adventista do Sétimo Dia Dicionário Bíblico. Review and Herald. Washington, DC PP. l-xxxli, I-II99.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1980. A pá confirma o Livro , 2 ª ed. Review and Herald. Washington, DC PP. 1-320.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Kurkjian, V. 1959. A história da Armênia. Gereral União Beneficente armênio. New York. PP. 1-526.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Montgomery, J. 1972. A busca pela Arca de Noé. Bethany Fellowship. Minneapolis. PP. 1-335.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Munster, S. 1540. Claudius Ptolomeu Geographia. Basiléia. Reprodução fac-símile por Theatrum Orbis Terrarum, Amsterdam, 1966.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Navarra, F. 1974 Arca de Noé:. toquei Logos International. Plainfield, NJ PP. l-xv, 1-137. de Nicolay, N. 1558. A Nau Ions Eu gat em Turkie. Londres.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Reprodução fac-símile por Theatrum Orbis Terrarum , Amsterdam, 1968. PP. I-17 I.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Noorbergen, R. 1974. ficheiro A Arca. Pacific Press. Mountain View, CA. PP. 1-207.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Plotrovsky, B. 1969. A antiga civilização de Urartu. Cowles Book Co. New York. PP. 1-224. Traduzido do russo por James Hogarth.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Venda, G. 1734. O Corão, traduzido para o Inglês, com notas explicativas dos comentaristas mais aprovado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Frederick Warne, Londres, data desconhecida, PP. lx eu v, 1-608.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Schott, J. 1513. Claudius Ptolomeu Geographia. Strassburg. Reprodução fac-símile por Theatrum Orbis Terrarum, Amsterdam, 1966.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Stark, F. 1959. equitação para o Tigre. Harcourt, Brace, e Co. New York. PP. lx I, II I 4.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Branco, E. 1864. Dons Espirituais. imprensa Vapor, Battle Creek, MI. Reprodução fac-símile pela Review and Herald, Washington, DC, 1945. Vol. III, PP. lv I, 1-304.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-7775800894234674332?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/7775800894234674332/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=7775800894234674332' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/7775800894234674332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/7775800894234674332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/06/discussao-as-tradicoes.html' title='DILÚVIO: DISCUSSÃO E TRADIÇÕES'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-CLqHbg3Nipk/TguanfpPP3I/AAAAAAAAHWU/QJ-TiX606Fg/s72-c/0_arcanoe_09999jc.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-4663305969947633608</id><published>2011-06-21T11:32:00.000-07:00</published><updated>2011-06-21T11:33:35.632-07:00</updated><title type='text'>OS GRANDES CIENTISTAS E A BÍBLIA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-5iP56ShdQYE/TgDjb2nWtMI/AAAAAAAAHUo/JsxVQGY4s4Y/s1600/0_deusciencia_1111.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" i$="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-5iP56ShdQYE/TgDjb2nWtMI/AAAAAAAAHUo/JsxVQGY4s4Y/s1600/0_deusciencia_1111.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é propósito – nem do autor - emitir qualquer juízo sobre qualquer homem da Ciência, ainda que porventura discorde de muitas das suas teorias. Julgamos louvável e digno de aplauso o trabalho e os esforços de homens sinceros, dedicados e honestos que devotam grande parte das suas vidas na busca das soluções para os grandes enigmas da humanidade e da melhoria da qualidade de vida de todos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por outro lado, não pode deixar de ser considerada a exagerada a actuação e comportamento de pessoas que, usando o nome da ciência, a esta causa um mau serviço, envergonhando-a. Alguns há que, em busca da fama e notoriedade, sacrificam princípios e alicerçam através da fraude e da mentira uma carreira que atenda à sua ambição, interesses e egoísmos. Pessoas como Ernest Haeckel, discípulo de Darwin e grande colaborador seu. Sem o mínimo de escrúpulos, não hesitava em recorrer a qualquer tipo de engano e fraude em defesa das suas teorias e ensinamentos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A respeito de Haeckel existe um interessante testemunho: Cortava caudas, subtraía vértebras, e chegou ao cúmulo de reproduzir três vezes o mesmo cliché, de um mesmo embrião, atribuindo-o sucessivamente ao homem, ao macaco e ao cão, pretendendo assim demonstrar a semelhança entre eles. Tantas foram as fraudes por ele praticadas, e tantas as acusações que lhe foram movidas pelos seus contemporâneos, que &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;por fim confessou-se culpado (Vencedor em Todas as Batalhas, p. 83).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não desejamos valorizar os falsos cientistas, charlatães, que obscurecem a verdade, mas os verdadeiramente grandes homens de Ciência, cujo trabalho tem enaltecido não apenas a ciência, propriamente dita, mas a própria natureza humana. Homens como Isaac Newton, Albert Einstein e Michael Faraday, cujas maravilhosas descobertas foram por eles atribuídas à influência e inspiração de Deus, para benefício da humanidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A grande maioria de todos os maiores cientistas acreditava fervorosamente em Deus e em todas as obras da natureza como resultado de Seu grande poder criador. Foi somente depois do advento da teoria da evolução que os homens de ciência desviaram sua atenção da verdadeira fonte de pesquisa, direccionando-a para onde não podem chegar a lugar algum, a não ser a teorias especulativas. Não existe, absolutamente, explicação para os grandes segredos do Universo, a não ser em Deus. A ciência jamais passará da dimensão especulativa, nestas buscas, persistindo em ignorar o dilúvio e suas consequências.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deixando de lado o charlatanismo de alguns, julgamos de grande importância registar a opinião de muitos expoentes da sabedoria humana, não apenas de ciência, em todas as suas áreas, mas também das artes e da literatura.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As palavras de Luiz de Agassiz, ao ministrar as suas aulas de biologia, expressam muito bem a firmeza das suas convicções: “Antes de nos aprofundarmos nos segredos da Natureza, volvamos o coração ao Deus da Natureza.” (Vencedor em Todas as Batalhas, p. 11).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-mIj_nyCEHp0/TgDjk1LbluI/AAAAAAAAHUs/hA1_sF02za4/s1600/cienciabiblia.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" i$="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-mIj_nyCEHp0/TgDjk1LbluI/AAAAAAAAHUs/hA1_sF02za4/s1600/cienciabiblia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eis a confissão do lírico alemão Henrique Heine: “Depois de ter passado tantos e tão longos anos da minha vida a correr as tavernas da filosofia, depois de me ter entregue a todas as politiquices do espírito e ter esvoaçado qual borboleta em torno de todos os sistemas possíveis, sem neles encontrar satisfação, ajoelho-me diante da Bíblia. Há quatro anos que abdiquei todo o orgulho filosófico, e acheguei-me às ideias e aos sentimentos religiosos. Morro crente num Deus uno e eterno, criador do mundo, do qual eu imploro misericórdia. Lamento ter nos meus escritos falado às vezes de coisas santas sem o respeito que lhes é devido.” (Idem, p. 97, destaques acrescentados).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Guilherme Marconi, um dos maiores cientistas do século XX, revolucionou a maneira de viver de metade do mundo pelas suas descobertas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao ser-lhe perguntado sobre se um grande homem de ciência poderia ter fé em Deus e acreditar no poder sobrenatural que se ergue acima da ciência e, ainda, se a ciência pode prosperar de mãos dadas com a fé, respondeu: “A ciência humana é incapaz de explicar muitas coisas, dentre as quais ocupa o primeiro lugar o maior segredo de todos o segredo de nossa existência. Pode ser grande o que os homens de ciência têm realizado. Quão pequenino é, porém, com o que há ainda a descobrir! Todo cientista sabe que existem mistérios que a ciência jamais será capaz de solver. A fé, tão-somente a fé no Ser supremo, a cuja autoridade temos de obedecer, pode ajudar-nos a enfrentar com coragem e força o grande mistério da vida. Há hoje muito ateísmo; muitas pessoas existem que flutuam pela vida sem nenhum alvo, ideal ou crença. A essas pessoas eu desejaria dar um conselho: Não há felicidade onde não há fé; não existe paz onde não prevalece sentimento religioso de alguma espécie. É erro crer que fé e ciência não possam coexistir. A ciência não pode matar a fé. Ambas podem ficar lado a lado, pois há limites para além dos quais a fé, sozinha, nos pode suster e confortar. Orgulho-me em dizer que sou cristão e crente. Tenho pensado muitas vezes que Deus permitindo-me alcançar o que alcancei fez de mim um mero instrumento de Sua vontade, simples veículo da revelação de Seu poder divino.” (Idem, pp. 98-99).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro grande cientista, Lord Kelvin, faz coro às palavras de Marconi: “Cada descoberta que fiz e que tenha contribuído para benefício do homem, foi-me dada em resposta à oração.” (Idem, p. 99).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Herschel, astrónomo notável, também crê assim: “Todas as descobertas humanas parecem ser feitas unicamente para confirmar mais e mais as verdades contidas nas Escrituras Sagradas.” (Ibidem).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O célebre naturalista Fabre, ao ser questionado se cria em Deus, respondeu: “Não posso dizer que creio em Deus; eu O vejo. Sem Ele nada compreendo; sem Ele tudo são trevas. Considero o ateísmo uma loucura do tempo. Seria mais fácil arrancar-me a pele do que a crença em Deus.” (Idem, p. 101).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Semelhantemente a Fabre, o histologista Renault escreveu: “Jamais encontrei um biólogo de valor que negasse a existência de Deus. Eu não creio que haja um Deus, eu sei que há. Deus não Se demonstra: impõe Se” (Ibidem).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São verdadeiras e significativas as palavras de Bacon: “Só nega a Deus aquele a quem convém que Ele não exista.” Por esta razão é bastante atual e apropriado o conselho de Rousseau: “Conservai sempre vossa alma em condições de desejar que Deus exista e d´Ele não duvidareis jamais.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Grande cientista e grande homem foi J. B. Dumas. Maior ainda se tornou ao deixar registadas as palavras: “O Deus da revelação é o mesmo da natureza. A ciência não mata a fé, e menos ainda a fé mata a ciência”. (Idem, p. 100).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que dizer-se, então, de Michael Faraday, conhecido como Pai da Electricidade e O Maior Cientista Experimental de Todos os Tempos ? Ao descobrir a indução electromagnética abriu o caminho para o desenvolvimento do motor eléctrico e da geração de energia. Jamais se pôde dissociar dele as duas grandes qualidades que, igualmente, o tornaram célebre: o grande cientista que foi e o fervoroso e humilde cristão, com a simplicidade dos tempos apostólicos, cuja fé e obediência a Deus lhe nortearam a vida, fazendo dele uma luz para o mundo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-4663305969947633608?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/4663305969947633608/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=4663305969947633608' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/4663305969947633608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/4663305969947633608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/06/os-grandes-cientistas-e-biblia.html' title='OS GRANDES CIENTISTAS E A BÍBLIA'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-5iP56ShdQYE/TgDjb2nWtMI/AAAAAAAAHUo/JsxVQGY4s4Y/s72-c/0_deusciencia_1111.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-4313407237780496475</id><published>2011-05-26T14:57:00.000-07:00</published><updated>2011-05-26T15:00:43.301-07:00</updated><title type='text'>TEMPO: UM PROBLEMA PARA OS MODELOS DA HISTÓRIA DA TERRA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-VTAzDb3zh1s/Td7GQDMM7vI/AAAAAAAAHQQ/DjEfg4yeLbo/s1600/timefactor.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-VTAzDb3zh1s/Td7GQDMM7vI/AAAAAAAAHQQ/DjEfg4yeLbo/s1600/timefactor.jpg" t8="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Introdução&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conhecer e descrever a origem de tudo é uma preocupação demonstrada pelo ser humano em qualquer civilização. Em sociedades mais estruturadas, algumas pessoas se dedicam à produção, preservação e divulgação do conhecimento, e assim têm uma preocupação especial com este assunto. Nos dias de hoje estas pessoas são conhecidas principalmente como cientistas e em menor número filósofos e teólogos. Na civilização grega eram os filósofos, em outras os magos, sacerdotes escribas e profetas. Mesmo atualmente, nas sociedades que costumamos classificar como "primitivas", encontramos os pajés ou feiticeiros que se dedicam à criação e preservação das tradições e costumes religiosos das suas tribos, que normalmente incluem uma história sobre origens.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dentro deste contexto da busca pela origem, surge a preocupação com o tempo. Quando ocorreram estes eventos?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Estudos baseados no texto bíblico sugerem objetivamente que a Terra foi organizada e recebeu os seres vivos há poucos milhares de anos. O código de Manu, originário da Índia, propõe um universo cíclico com um dia de Brahman de cerca de 4,38 biliões de anos e uma noite de igual duração (Martins 1994). Os conhecimentos científicos desenvolvidos nos últimos 70 a 80 anos propõe um universo iniciado acerca de 15 biliões de anos (Silk 1989), um planeta Terra existente a cerca de 4,56 biliões de anos e vida abundante na Terra a cerca de 570 milhões de anos (Harland et al. 1990).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dadas as diferenças nestes valores, vem a pergunta: estes dados sobre o tempo são importantes para a vida das pessoas? Qual destes resultados merece mais confiança? E finalmente: estas perguntas são relevantes?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estas questões levam-nos a considerações sobre a nossa "visão de mundo".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Visões de Mundo e o Tempo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;O que é uma visão de mundo?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Uma visão de mundo é um conjunto de pressuposições (que podem ser verdadeiras, parcialmente verdadeiras ou inteiramente falsas) que mantemos (conscientemente, sub-conscientemente, consistentemente ou inconsistentemente) acerca daquilo que é básico" (Sire 1990). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda segundo Sire (1990), uma visão de mundo deve responder um certo conjunto de perguntas básicas. As duas primeiras são: (1) O que é a realidade primária? e (2) Qual é a natureza da realidade externa, isto é, o mundo à nossa volta? As várias respostas dadas pelas pessoas a estas perguntas podem ser classificadas em três possíveis visões de mundo básicas: teísta, naturalista e panteísta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na visão de mundo teísta a realidade primária é Deus e o mundo à nossa volta é o resultado da criação de Deus. Na atualidade, os principais grupos de pessoas com visão de mundo teísta são os seguidores do judaísmo, os cristãos e os islâmicos. Nestas três correntes de pensamento, a base das noções sobre Deus e o mundo vem principalmente das Escrituras Hebraicas contidas na Bíblia. A diferença com os islâmicos é o fato de considerarem Maomé como profeta inspirado de Deus e seus escritos mais importantes do que a Bíblia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como cristãos, consideramos a Bíblia um texto inspirado por Deus, sendo por isto considerada a própria Palavra de Deus. A partir dela formamos nossa visão de mundo. Nela encontramos uma narrativa da origem da terra, dos seres vivos e do homem. Dela tiramos informações sobre a natureza do homem, o objetivo de sua existência e sobre o caráter da divindade. Esta visão de mundo é coerente para nós e satisfaz nossos mais profundos anseios como seres humanos. Por isso a escolhemos para nortear nossa vida. A ideia da existência de seres vivos na Terra a poucos milhares de anos é resultado de uma interpretação consistente de dados contidos na Bíblia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na visão de mundo panteísta Deus e o cosmos se confundem. O universo ou o cosmos é um sonho da divindade ou uma emanação da divindade. A visão de mundo panteísta pode ainda conter uma variedade de interpretações da realidade primária e da realidade do mundo à nossa volta passando pelas ideias budistas, animistas e da mente cósmica da nova era. Em todas elas o cosmos adquire uma aura de divindade. O universo cíclico com dias de Brahman de alguns bilhões de anos é um dos resultados deste modo de pensar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A visão de mundo naturalista talvez tenha se iniciado com os filósofos gregos atomistas Leucipo e Demócrito, ambos do século V antes da era cristã. Em sua concepção os mundos se formaram pelo acaso a partir da interação de uma variedade de átomos (partículas indivisíveis e eternas) sem a intervenção de deuses. Seus seguidores mais recentes, Epicuro e Lucrécio, revelaram que esta visão de mundo tinha por objetivo libertar o homem do medo das divindades (caprichosas e vingativas da mitologia grega) e do consequente medo de uma punição após a morte (Martins 1994).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No mundo moderno, principalmente a partir do século XIX, desenvolveu-se uma nova versão desta visão de mundo. Esta foi uma época em que o método científico mostrou sua força, sendo bem sucedido em criar modelos de ampla aplicação e grande precisão na explicação de fenômenos naturais, principalmente no mundo físico. Apesar de muitos dos cientistas que desenvolveram a ciência moderna serem pessoas de profunda fé cristã, cresceu em vários meios filosóficos a idéia de que a natureza segue leis estáveis e que a descoberta destas leis mostra que a concepção de um Deus, para manter o funcionamento do universo, é dispensável.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estudos usando estes pressupostos, de que o universo, a Terra e mesmo os seres vivos se originaram e desenvolveram sem a interferência de um Deus criador e mantenedor, com a aplicação das leis da física a uma variedade de fenómenos observados, levaram às conclusões mencionadas anteriormente de um universo originado a 15 bilhões de anos, um planeta Terra formado a 4,56 bilhões de anos e abundantes fósseis de animais formados a partir de 570 milhões de anos antes do presente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Observamos nas considerações acima que as diversas visões de mundo produziram diferentes resultados para a questão de tempo decorrido desde as origens. A questão que surge então é:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• isto tem importância? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• não é natural que diferentes visões de mundo apresentem resultados diferentes?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outra questão importante é:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• como a ciência naturalista tem sido tão bem sucedida não só para explicar a natureza mas também para criar meios de usar a natureza a nosso favor (por exemplo, na medicina e tecnologia), e como a religião cristã é tão bem sucedida para dar significado, valor e direção para a vida humana não seria possível conciliar ambas e seus resultados?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para a religião cristã o assunto é importante pois sua base é um relacionamento de confiança entre a pessoa e Cristo. O relato bíblico, como já mencionamos, é a Palavra de Deus. Nela a menção de que Deus na própria pessoa de Cristo é o criador é freqüente e relacionada com diversos aspectos importantes do conjunto de crenças fundamentais do cristianismo. Por isso não se pode descartar o relato da criação ou interpretá-lo como sendo apenas uma alegoria. (Ver por exemplo Christian 1998).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O relato bíblico da criação enfatiza a criação de um sistema completo de seres vivos dentro de um período de 4 dias culminando com a criação especial de um ser feito à própria imagem de Deus, o ser humano. Ao fim de cada ato de criação de seres vivos é dito que Deus considerou o resultado bom. Podemos então imaginar a formação de um sistema ecológico perfeito. O relato bíblico possui dados que permitem situar a semana da criação entre 6 a 8 mil anos antes do presente (Hasel 1980).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;À primeira vista pode parecer natural que visões de mundo diferentes produzam resultados diferentes. Mas há um aspecto em que a visão de mundo teísta cristã coincide com a visão de mundo naturalista. Em ambas, é bem arraigada a crença de que o cosmos segue leis naturais estáveis no espaço e no tempo (Salmos 148:3-6).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para os teístas cristãos esta crença decorre da compreensão da natureza de Deus o criador, como é descrita na Bíblia. A origem desta crença no meio científico pode ser devida ao fato de que muitos dos fundadores da física tais como Pascal, Newton, Faraday, Maxwell, Lord Kelvin e outros terem sido cristãos devotos e estudiosos da Bíblia ou também pelo fato de esta ser uma necessidade para que seja possível investigar a natureza pelo método científico. Esta concordância entre o ponto de vista de naturalistas e teístas cristãos faz com que a maioria dos cristãos instruídos na ciência veja valor na mesma e por isto se preocupe quando encontra resultados da ciência que não estão em concordância com o relato bíblico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O estudo dos métodos e argumentos usados pela ciência para criar uma escala de tempo na história da Terra é útil na busca de uma possível conciliação entre os resultados discordantes. Entretanto, nesta busca deve-se ter em mente que quando se deseja manter a visão de mundo teísta cristã não se deve abrir mão de conceitos fundamentais sobre o caráter de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nas seções seguintes vamos abordar alguns aspectos dos métodos científicos usados para datar eventos da história da Terra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Geocronologia&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para entender publicações científicas especializadas, frequentemente é útil conhecer a definição de alguns termos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Geocronologia: o termo geocronologia tem sido usado em dois sentidos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sensu lato – qualquer processo de estudar eventos (geológicos) em relação ao tempo, cronométrico e cronoestrático, e a calibração mútua deles criando assim uma escala de tempo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sensu stricto – métodos de laboratório que determinam datas em unidades de tempo padrão (ano, ka (kilo annum – 103 anos), Ma (Mega annum – 106 anos), Ga (Giga annum – 109 anos)). (Harland et al. 1990).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A definição do termo geocronologia envolveu duas palavras importantes que precisam esclarecimento. Os processos de estudo cronométricos devem produzir uma escala cronométrica ou seja valores em anos do tempo decorrido desde uma série de eventos tais como a deposição de um sedimento ou um derrame vulcânico. Os processos de estudo cronoestráticos devem produzir uma escala cronoestrática ou seja uma escala de seqüências de rochas com pontos de referência padronizados selecionados em estratotipos e seus limites. Um estratotipo é uma seção que apresenta um conjunto de caraterísticas de uma unidade estratigráfica de modo típico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O objetivo principal da geocronologia é calibrar a escala cronométrica com a estratigráfica produzindo uma escala geocronológica que é assim composta de divisões estratigráficas padrão calibradas em anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ler estas definições pode não tornar as coisas mais claras. É bom olhar um pouco a história da estratigrafia, dos métodos cronométricos e das calibrações das duas escalas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O objetivo da estratigrafia tem sido o de classificar as rochas de uma forma que possa estabelecer uma seqüência de sua formação no tempo. Observa-se que desde o seu início esta ciência tem se desenvolvido dentro de um contexto que pressupõe um modo de pensar naturalista e que as estruturas geológicas formaram-se gradualmente ao longo do tempo. A idéia básica é de que as rochas são as páginas da história da terra. Assim a estratigrafia deve colocar em ordem cronológica estas páginas. (Duff 1993)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A estratigrafia se desenvolveu baseada no princípio do uniformitarianismo e na lei da superposição.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;• Princípio do Uniformitarianismo&lt;/em&gt; – enunciado a primeira vez por James Hutton em 1785 – segundo este princípio, as causas da formação de rochas no passado podem ser vistas nos fenómenos geológicos que ocorrem hoje. A palavra princípio é aqui empregada de modo diferente do seu emprego na física onde os princípios têm aplicação geral sem excepções e ressalvas. Dada a natureza dos fenómenos geológicos pode-se perceber facilmente as limitações deste princípio. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;• Lei da Superposição&lt;/em&gt; – empregado primeiro por Willian Smith e Georges Cuvier no final do século XVIII e início do século XIX – segundo esta lei, rochas estratificadas acumularam-se camada por camada numa sucessão contínua de forma que as camadas inferiores são mais antigas que as de cima. Pode-se observar que esta lei tem aplicação limitada. Há casos em que as rochas estão tão deformadas que a lei da superposição não pode ser aplicada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Usando apenas estas regras é possível ordenar as rochas em algumas regiões, mas não correlacionar sequências de rochas de lugares diferentes separados por grandes distâncias. Para tornar isto possível Smith na Inglaterra, Cuvier e Brongniart na França, introduziram outro conceito a partir de suas observações de fósseis em rochas. Estas observações mostravam que numa sucessão de camadas de rochas sedimentares cada depósito possuía um conjunto peculiar de fósseis permitindo usá-los para distinguir diferentes formações de rochas. Ao acrescentar a hipótese de que os fósseis representavam organismos que viveram durante um dado intervalo de tempo na história da terra, não tendo ocorrido nunca antes e não tendo aparecido de novo outra vez, a classificação de rochas sedimentares pelo seu conteúdo de fósseis passou a ser interpretada como a identificação da idade relativa do estrato. A bioestratigrafia, ciência que estuda os estratos de rocha pelo seu conteúdo de fósseis, é usada atualmente para correlacionar a "idade relativa" de estratos de rochas de continentes diferentes, por alguns fósseis que contém, denominados fósseis índice.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estes métodos de datação relativa foram usados no século XIX para construir uma sequência estratigráfica com a limitação de não ser possível atribuir valores numéricos em anos para desde a sua formação. A parte mais detalhada desta sequência, consistindo de rochas sedimentares contendo fósseis, é conhecida como o Eon Fanerozóico (Fanerozóico quer dizer aparecimento da vida). O Fanerozóico é dividido em eras e períodos como mostra a Tabela 1.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Tentativas de avaliação do tempo decorrido foram feitas baseadas sempre em hipóteses naturalistas e uniformitárias a respeito da temperatura da Terra, a salinidade dos mares e taxas de acúmulo de sedimentos. Apesar de os resultados destes métodos variarem de poucas dezenas de milhões de anos até 1,5 bilhões de anos, (Dalrymple 1991) os resultados de Lord Kelvin (William Thomson 1824-1907), dando menos de 100 milhões de anos para uma Terra habitável por seres vivos, foram os que causaram maior impacto na comunidade científica devido aos argumentos baseados em leis físicas e modelos matemáticos. Vencido pelos "argumentos científicos", Darwin reescreveu partes de seu Origem das Espécies e a maioria dos geólogos adaptou seus conceitos de eventos geológicos ao tempo restrito proposto por Kelvin (Eicher 1988).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tabela 1 – A sequência estratigráfica do Fanerozóico&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Eh3liZi0W_Y/Td7G1xSinEI/AAAAAAAAHQU/VEV7gRn5Jl8/s1600/0_eras_jcjc1925.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-Eh3liZi0W_Y/Td7G1xSinEI/AAAAAAAAHQU/VEV7gRn5Jl8/s320/0_eras_jcjc1925.jpg" t8="true" width="79" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A descoberta da radioatividade, por Becquerel em 1896, e o das leis que regem a taxa de desintegração radioativa, por Rutherford e Soddy e Schweidler entre 1903 e 1905, resultaram logo depois em ideias de aplicação deste fenômeno para determinação de tempo decorrido em eventos geológicos. Os primeiros trabalhos neste sentido foram feitos pelo próprio Rutherford em 1905 e em seguida por Boltwood em 1907. Influenciado por estes trabalhos, Arthur Holmes (1890-1965) que se preparava para ser um físico, se interessou pela geologia. Em 1913 ele publicou seu primeiro trabalho intitulado "The age of the Earth" (A idade da Terra) com estimativas para a duração do Eon Fanerozóico e o tempo Precambriano. Wager (1964) citado em Harland et al. (1990) afirma que a escala de tempo desenvolvida por Holmes neste trabalho de 1913 foi profética na medida do tempo Fanerozóico. Armstrong (1991) cita um trabalho de Barrel (1917) que utilizou datas de rochas obtidas por Boltwood para construir uma escala de tempo Fanerozóica. Segundo Armstrong, os limites fixados por Barrel para as Eras incluem os melhores valores considerados hoje. Apesar de os métodos isotópicos de datação terem passado por consideráveis aperfeiçoamentos, iniciando com análises químicas nos primeiros anos e mudando para análises com os espectrómetros de massa a partir da década de 50 parece que seus valores não mudaram muito. O gráfico 1, mostra a evolução destes valores com o tempo para os limites entre períodos da sequência estratigráfica.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Analisando este gráfico observa-se que os valores de tempo atribuídos aos limites entre os períodos da sequência estratigráfica não variaram muito desde as primeiras estimativas usando análises químicas. Depois da introdução das análises isotópicas com estetógrafos de massa a partir da década de 50 os valores ficaram praticamente estáveis apesar dos aperfeiçoamentos técnicos do final deste século. Um gráfico semelhante apresentado por Eicher (1988) p. 83, mostra o crescimento da expectativa do tempo geológico desde os 100 milhões de anos das estimativas de Kelvin, no final do século XIX até 4,5 bilhões de anos em nossos dias. Entretanto o mesmo gráfico mostra a estabilidade de expectativa de tempo das eras do Fanerozóico no século XX.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-73sAfIVj_aA/Td7IrVBlJ6I/AAAAAAAAHQc/Ar6Hl_QIKdQ/s1600/0_valores_1543.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="308" src="http://1.bp.blogspot.com/-73sAfIVj_aA/Td7IrVBlJ6I/AAAAAAAAHQc/Ar6Hl_QIKdQ/s400/0_valores_1543.jpg" t8="true" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gráfico 1. Valores, em milhões de anos (Ma), atribuídos para os limites de período geológico. Dados adaptados de Harland et al. (1990).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Os Métodos de Datação em Geocronologia&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há na atualidade vários métodos que são utilizados para calibrar a escala estratigráfica com uma escala cronológica. Para verificar quais estão sendo mais utilizados fizemos um levantamento na base de dados INSPEC (Physics) desde 1995 até o primeiro semestre de 1998, usando apenas a palavra "geochronoly" com chave de busca. Próximo de 100 artigos foram encontrados por semestre com flutuações às vezes devido a publicações em congressos especializados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma análise do conteúdo destes artigos mostra a natureza dos mesmos e a distribuição de métodos de pesquisa utilizados. O gráfico 2 mostra a distribuição de métodos mencionados nos artigos. Em alguns artigos há a menção de mais de um tipo de método e alguns artigos não caracterizáveis facilmente ou com métodos raramente mencionados não foram incluídos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-lPyXtg-Y59Y/Td7Hfhsm6uI/AAAAAAAAHQY/5Fcs7cfyA6E/s1600/image123.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="333" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPyXtg-Y59Y/Td7Hfhsm6uI/AAAAAAAAHQY/5Fcs7cfyA6E/s400/image123.gif" t8="true" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gráfico 2. Frequência com que diversos métodos de pesquisa são mencionados em artigos de geocronologia encontrados na base de dados INSPEC (Physics) entre 1995 e 1998.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Podemos classificar os métodos empregados em três grupos:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• métodos de pesquisa em estratigrafia (paleomagnetismo e estratigrafia); &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• métodos de datação baseados em quantidade de isótopos radioativos e seus derivados &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(40Ar/39Ar, K/Ar, U/Pb, Rb/Sr, Sm/Nd, Re/Os, 230Th/234U, Séries do U, 14C); &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• métodos baseados em danos de radiação cumulativos causados no material geológico (Traços de Fissão, TL/OSR, ESR).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As menções de pesquisa em estratigrafia aparecem em cerca de 34% dos artigos. O método mais citado de pesquisa estratigráfica utiliza a orientação da magnetização das rochas. Supõe-se que a rocha tenha-se formado em alta temperatura e a direção da magnetização da mesma seria a direção do campo magnético terrestre por ocasião do seu resfriamento. Estudos deste tipo indicam diversas reversões do campo magnético terrestre, que são usadas como referência em estratigrafia. Os artigos que mencionam este tipo de estudo foram contados nas colunas sob o título de paleomagnetismo, aparecendo em cerca de 20% dos artigos. Cerca de 70% destes artigos não mencionam métodos de datação para calibrar as inversões magnéticas no tempo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dos métodos de datação baseados em quantidades de isótopos radioativos e seus derivados, observa-se que os mais utilizados são os que envolvem o isótopo radioativo 40K (K/Ar e 40Ar/39Ar). Os outros método que se destacam são os métodos do U/Pb, (mais utilizado para tempos maiores do que o tempo atribuído ao Fanerozóico), e o método do C14, que tem utilidade limitada a tempos curtos em datação arqueológica e a parte do período quaternário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O método de datação por traços de fissão baseia-se nos danos causados na estrutura cristalina da rocha pelas partículas resultantes da fissão espontânea do 238U, sendo aplicado a rochas em qualquer período da sequência estratigráfica. São mencionados em cerca de 5% dos artigos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os métodos de TL/OSL e ESR, são baseados na criação de defeitos em cristais pela radiação ionizante proveniente do ambiente e de isótopos radioativos na própria rocha, e tem sido utilizados para datação de parte do período quaternário e datações arqueológicas. Deixaram de ser utilizados para outros períodos por não darem resultados compatíveis com o esperado (Ikeya 1983). São mencionados em cerca de 5% dos artigos, mas vários deles tratam apenas de estudos da viabilidade do método para datação geológica ou de estudos dos modelos dos fenómenos de termoluminescência (TL) ou luminescência opticamente estimulada (OSL).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Uma Rápida Descrição de Alguns Métodos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Métodos que Usam Proporções de Isótopos Radioativos e seus Derivados&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para tornar mais claro o que está em discussão vamos procurar descrever brevemente alguns princípios envolvidos nos métodos de datação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nas determinações de idade de um material usando a desintegração radioativa são necessários os seguintes requisitos principais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. Exista no material um nuclídeo radioativo A cuja quantidade inicial é conhecida. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. O nuclídeo radioativo A, por desintegração, se transforma em outro nuclídeo B a uma taxa conhecida&lt;span style="font-size: large;"&gt; λ&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3. O sistema permanece fechado com respeito aos nuclídeos A e B durante o tempo a ser considerado. Ou seja não houve acréscimos nem perdas de material à partir do ambiente. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conhecidas a quantidade inicial [A] de A e a quantidade atual [B] de B, (supondo que a quantidade inicial de B é nula), o tempo decorrido para formar B é dado por:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-y6qnVf48YkU/Td7JnEKH8iI/AAAAAAAAHQg/7L0gFjdQEes/s1600/image124.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="135" src="http://3.bp.blogspot.com/-y6qnVf48YkU/Td7JnEKH8iI/AAAAAAAAHQg/7L0gFjdQEes/s320/image124.gif" t8="true" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para todos nuclídeos radioativos utilizados atualmente em datação, as propriedades relativas à taxa e modos de desintegração está bem conhecida. Os estudos em física nuclear também indicam que a taxa de desintegração não é sensível a fatores ambientais comuns. Assim o requisito número 2 pode-se considerar bem estabelecido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quanto ao requisitos 1 e 3, um conceito importante é o de temperatura de fechamento. Os produtos de desintegração não fazem parte do retículo cristalino do material podendo difundir através dos sólidos. As taxas de difusão são bastante dependentes da temperatura. A temperatura de fechamento é a temperatura do material em que os produtos de desintegração são supostamente retidos inteiramente. A idade isotópica seria medida a partir do tempo em que a temperatura do material ficou abaixo da temperatura de fechamento. Cada material e cada sistema de datação possui uma determinada temperatura de fechamento determinada por experimentos em laboratório e pelos modelos matemáticos para o fenómeno de difusão. Os valores destas temperaturas variam desde cerca de 800°C para U/Pb em zircão até pouco mais que 100°C para K/Ar em feldspatos de potássio (Tabela 4.1 em Harland et al. 1990 p. 74).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A temperatura de fechamento também depende da taxa de resfriamento, sendo menores para taxas de resfriamento lentas. A hipótese nesta discussão é que o "relógio radiométrico" é "zerado" quando o material fica a uma temperatura maior do que a temperatura de fechamento. Por exemplo, no caso da datação por K/Ar ou 40Ar/39Ar, é usada a ideia de que acima da temperatura de fechamento todo argônio escape de dentro do material de forma que todo argónio encontrado num cristal de uma rocha é proveniente da desintegração do 40K. Por vezes junto com esta hipótese inclui-se a hipótese de que os tempos geológicos são muito grandes, de forma que mesmo temperaturas não muito altas poderiam efetivamente zerar o relógio radiométrico. Se alguns fenómenos geológicos se dão rapidamente como apontam os modelos criacionistas, o zeramento de alguns relógios radiométricos pode ser parcial.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outros fatores que podem alterar a composição isotópica de um sistema é a presença de fluidos e deformações. Estes dois efeitos são mais complexos de forma que sua modelagem e quantificação não é fácil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um outro fator que pode interferir no zeramento do relógio é possível falta de gradiente de concentração num dado sistema de forma que a difusão de um determinado nuclídeo não ocorre havendo sua retenção mesmo a temperaturas maiores que a de fechamento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Método do Potássio Argónio e 40Ar/39Ar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O método de K/Ar ou seu derivado mais utilizado de 40Ar/39Ar, baseia-se no isótopo 40K que é radioativo. O potássio encontrado em a Natureza é composto de uma mistura dos isótopos 39K (93.26%), 41K (6,73%) e 40K (0,0117%). Em 89,52% dos átomos de 40K o núcleo emite um elétron (radiação β&amp;nbsp;) transformando-se em 40Ca com uma constante de desintegração λβ – = 4,962 x 10-10 1/ano. Em 10,48% dos átomos, o núcleo captura um elétron (dos elétrons do átomo que passam muito perto do núcleo), transformando-se em 40Ar com uma constante de desintegração λe= 0,581 x 10-10 1/ano. A taxa de desintegração total é λ = λβ – + λe. Dado um cristal que contém potássio e inicialmente nenhum argónio, o tempo pode ser calculado por&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-4qpw5a67Ajk/Td7KihfVF1I/AAAAAAAAHQk/KnV3J_e1568/s1600/image125.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="109" src="http://2.bp.blogspot.com/-4qpw5a67Ajk/Td7KihfVF1I/AAAAAAAAHQk/KnV3J_e1568/s320/image125.gif" t8="true" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A quantidade de 40K é inferida a partir da medida da quantidade total de potássio. Espera-se que abaixo da temperatura de fechamento todo argónio fique retido no retículo cristalino do material, podendo ser extraído e medido. Na década de 60 foi desenvolvido um novo método de determinar a quantidade relativa de 40Ar e 40K de forma indireta mediante a transformação de 39K em 39Ar pela irradiação da amostra com neutrons (McDougall e Harrison 1988). A amostra irradiada é posta num sistema de vácuo onde o argónio é extraído e analisado num espectrómetro de massa para determinar as abundância relativa de 40Ar, 39Ar, 37Ar e 36Ar. Para evitar a necessidade de determinar a dose absoluta de neutrons rápidos as proporções de isótopos do argónio são comparadas com as proporções obtidas em uma amostra de idade K/Ar "conhecida" que é irradiada junto com a de idade desconhecida. O novo método tem a vantagem de obter a medida da razão 40Ar/40K numa única análise isotópica dispensando uma análise separada para medir a quantidade de potássio na amostra. Isto evita os problemas de amostras não homogéneas, permitindo o uso de amostras menores. Além disto razões isotópicas podem ser medidas com mais precisão do que determinações separadas de potássio e argónio. Uma técnica de extração do argónio com aquecimento em degraus permite analisar possíveis problemas de perda de argónio. Um possível problema do método é a necessidade de calibração por uma amostra de "idade conhecida".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;strong&gt;Método do U/Pb&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-jUXNsfK1Z_M/Td7K41-oU3I/AAAAAAAAHQo/RcmiD2STO08/s1600/image126.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="307" src="http://4.bp.blogspot.com/-jUXNsfK1Z_M/Td7K41-oU3I/AAAAAAAAHQo/RcmiD2STO08/s400/image126.gif" t8="true" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Gráfico 4. Curva de concórdia do método de U/Pb&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O método do U/Pb baseia-se nas séries de desintegração do 235U levando a 207Pb com taxa λ235 = 9,8485 x 10-10 1/ano e do 238U levando a 206Pb com taxa λ238 = 1,55125 x 10-10 1/ano e no fato que em todas amostras da Terra 238U/235U = 137,88. Se uma amostra que continha urânio se manteve fechada para perdas de Pb, as razões 207Pb/235U e 206Pb/238U devem corresponder a um mesmo tempo dado por: &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-WG152TJkw-4/Td7LM05xdSI/AAAAAAAAHQs/3MLB9I4gWUQ/s1600/image127.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="112" src="http://1.bp.blogspot.com/-WG152TJkw-4/Td7LM05xdSI/AAAAAAAAHQs/3MLB9I4gWUQ/s320/image127.gif" t8="true" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-tEWvxrRJj-8/Td7Lh-GYMwI/AAAAAAAAHQw/Qm9YbOAkEbE/s1600/image128.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="112" src="http://4.bp.blogspot.com/-tEWvxrRJj-8/Td7Lh-GYMwI/AAAAAAAAHQw/Qm9YbOAkEbE/s320/image128.gif" t8="true" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Método do 14C&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O método do 14C é aplicado apenas a materiais de origem animal ou vegetal. A hipótese básica é que os seres vivos têm sempre a mesma proporção de 14C/12C. O 14C é produzido pela interação de raios cósmicos com o 14N na atmosfera. O 14C é radioactivo emitindo uma partícula β – com uma constante de desintegração λ = 1,210 x 10-4 1/ano. Se o material orgânico dos restos de um ser vivo ficar num sistema fechado, a quantidade de 14C diminui exponencialmente com o tempo. Uma medida da proporção de 14C/12C em uma amostra permite avaliar o tempo desde o isolamento do sistema.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Recentemente tem sido desenvolvido um novo método denominado, Espectrometria de Massa com Aceleradores, para medir a quantidade de 14C numa amostra. O carbono retirado da amostra é colocado na fonte de íons de um acelerador de partículas do tipo Van der Graaf de dois estágios. Os íons acelerados são identificados por várias técnicas que usam campos magnéticos. Os vários problemas de identificação tem sido resolvidos recentemente. Uma descrição do método com alto nível técnico pode ser visto em Litherland (1987). As vantagens do método são:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• a quantidade de amostra necessária é muito pequena (da ordem de miligramas) permitindo datar relíquias e; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• espera-se poder datar amostras de até 80000 anos pois não há mais problemas com baixas taxas de contagem. (Entretanto, na realidade não se tem conseguido obter idades aparentes maiores que 60000 anos.)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em geocronologia o método é empregado em amostras orgânicas de parte do Quaternário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como a hipótese de que a razão 14C/12C tenha se mantido constante no tempo, é discutível, muito esforço tem sido dedicado para calibrar o método com outros processos de datação. Idades por 14C de madeira de árvores muito duradouras comparadas com a idade das mesmas obtida por contagem de anéis de crescimento (dendrocronologia) têm sido bem sucedidas nesta calibração até cerca de 3000 anos antes do presente. Para tempos maiores os resultados são mais discutíveis. Vários estudos por Brown (1975, 1977, 1988, 1990) discutem uma possível interpretação das idades medidas por 14C compatível com o relato bíblico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;strong&gt;Métodos que Usam Danos Cumulativos Causados pela Radiação Sobre Materiais Geológicos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para estes métodos o conceito de temperatura de fechamento também é importante, pois um aquecimento do material sempre apaga os efeitos da radiação sobre o material. As temperaturas de fechamento para estes processos são relativamente baixas, da ordem de 200°C ou menos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Datação por Traços de Fissão Espontânea.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O isótopo do Urânio com número de massa 238 sofre fissão espontânea com meia-vida em torno de 1016 anos. A fissão é um processo no qual o núcleo do átomo divide-se em duas partes de massas semelhantes. A grande carga positiva das duas partes faz com que se afastem com grande velocidade. Sendo partículas "pesadas" destruem em seu caminho as ligações entre os átomos do sólido em que o átomo de 238U estava. Fleischer, Price e Walker (1965) desenvolveram métodos de detectar os traços deixados pelos fragmentos de fissão na estrutura cristalina de um mineral. Uma superfície recentemente quebrada do mineral é tratada quimicamente. Os locais danificados pelos fragmentos de fissão são mais desgastados pelo tratamento químico, tornando-se visíveis ao microscópio. O conteúdo de urânio da amostra é determinado, submetendo-a a um fluxo conhecido de neutrons lentos, e um novo tratamento químico. Os novos traços de fissão que aparecem serão devidos ao 235U. Como a proporção 238U/235U = 137,88 é conhecida pode-se determinar a quantidade de 238U no material. Com estes dados é possível estimar o tempo que levou para a formação dos traços de fissão espontânea. Um ponto crucial para este método está relacionado com o fenómeno que causou o "zeramento do relógio". Há evidências de que traços de fissão em material da crosta podem sobreviver o transporte por atividade vulcânica (Naesser 1971).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Datação por Termoluminescência&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vários cristais naturais tais como quartzo (SiO2), calcita (CaCO3), fluorita (CaF2) e outros quando aquecidos emitem uma luminosidade diferente da incandescência denominada Termoluminescência (TL). Este fenómeno é devido a elétrons ou buracos presos em armadilhas situadas energeticamente entre a banda de valência e a banda de condução de um cristal. O aquecimento libera os elétrons ou buracos que podem se recombinar com emissão de luz. O gráfico 5 mostra a intensidade de luz da emissão de TL de uma amostra de dolomita.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-oQ1HpVWIITY/Td7MW4ZtPZI/AAAAAAAAHQ0/j7GnPXdh1cI/s1600/image129.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-oQ1HpVWIITY/Td7MW4ZtPZI/AAAAAAAAHQ0/j7GnPXdh1cI/s320/image129.gif" t8="true" width="242" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Gráfico 5 Curvas de emissão TL da dolomita natural e irradiada com raios γ&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A experiência mostra que a intensidade da luz emitida na TL cresce com a dose de radiação ionizante que incidiu sobre o cristal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O fenómeno pode ser usado para datação se:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Houver um mecanismo de zeramento da TL (aquecimento da amostra ou exposição à luz solar que em alguns casos elimina a TL) &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• A taxa de irradiação do ambiente em que se encontra a amostra for conhecida &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• For possível construir uma curva de calibração de intensidade TL versus dose de irradiação recebida pela amostra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O método tem sido usado para datação arqueológica de cerâmicas, sedimentos de areia (usando a hipótese de que o Sol zera o sinal termoluminescente) e formações calcárias de cavernas (usando a hipótese de que o cristal recem formado não apresenta nenhum sinal TL).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A datação por Luminescência Opticamente Estimulada (OSL) e Ressonância de Spin Electrónico (ESR) baseia-se nos mesmos princípios da datação por TL.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Conclusões:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao estudar os vários aspectos do problema de tempo nos modelos de origens, devemos considerar:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Que influência as tendências naturalistas e uniformitaristas desenvolvidas nos séculos XVIII e XIX tiveram na interpretação dos resultados dos métodos radioativos? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• A estabilidade dos valores de tempo atribuídos à sequência estratigráfica, observada durante o século XX após a introdução dos métodos radiométricos de datação são resultado da fiabilidade do método ou devido a influência de controle externas tais como escolha de amostras e processos que dêem o resultados esperado?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por exemplo, ao ler a seção sobre interpretação de datas obtidas por K/Ar em Harland et al. (1990) percebem-se vários problemas enfrentados para escolher as amostras adequadas para a calibração da sequência estratigráfica. Em outro lugar neste mesmo trabalho há a declaração: "Um banco de dados de determinações isotópicas críticas foi coletado incluindo nosso julgamento sobre que resultados são aceitáveis experimentalmente e úteis estratigraficamente." (Harland et al. 1990 p. 9)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• A distribuição de frequência de métodos utilizados em geocronologia nos últimos 4 anos mostra também uma escolha preferencial por alguns poucos métodos, apesar dos esforços para desenvolver novos métodos "independentes". Qual será o critério para esta escolha? Seria o fato de alguns métodos produzirem resultados mais "adequados"?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A maioria das questões levantadas acima são problemas para pessoas que adotam uma visão de mundo naturalista. Para nós, que adotamos uma visão de mundo teísta cristã o problema é maior. Aceitamos, com ressalvas, o valor do método científico. Os métodos de datação desenvolvidos a partir de uma visão de mundo naturalista, com metodologia científica de boa qualidade em vários de seus aspectos produz resultados com valores muito grandes comparados com nossa compreensão do texto bíblico. Deve-se admitir que tentar interpretar todos estes resultados de forma a se encaixarem num modelo que inclui a criação de seres vivos a menos de dez mil anos e a formação da maior parte da sequência estratigráfica em um ano, envolve uma escolha que não se enquadra no modo de pensar da comunidade científica atual.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos meios criacionistas observam-se diversas posturas que vão desde rejeitar qualquer resultado de qualquer método de datação até reinterpretação do texto bíblico para acomodar as escalas de tempo aceitas no momento nos meios naturalistas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Algumas posturas intermediárias não vêem problemas em aceitar os modelos de origem do universo e dos sistemas planetários como a ciência naturalista (e especulativa) de hoje descreve, enquanto acreditam que o relato de Génesis 1 e 2 se refere a atos especiais de Deus para estabelecer a vida na Terra e que o relato de Génesis 7-9 refere-se a fenómenos globais dirigidos por Deus para tornar a maldade humana controlável. Os resultados dos métodos de datação aqui descritos seriam devido a características iniciais dos materiais datados e zeramentos parciais dos "relógios radiométricos". A aceitação deste tipo de compromisso implica na necessidade muita pesquisa científica em áreas interdisciplinares da astrofísica, geofísica, geoquímica e paleontologia, na busca de um quadro consistente com estas ciências e o relato Bíblico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de tudo, na qualidade de educadores cristãos, devemos preparar nossos alunos para entender o valor e as limitações da ciência, o valor de uma interpretação consistente da Bíblia, e também o valor de aceitar pacientemente que:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"... o justo viverá pela sua fé." (Habacuque 2:4 última parte).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;e que:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Visto como o livro da Natureza e o da revelação levam a estampa da mesma inteligência dominante, não podem eles deixar de estar em harmonia mútua. Por métodos diferentes em diversas linguagens dão testemunho das mesmas grandes verdades."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (E. G. White - Educação p. 128).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;________________________________________&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Referências Bibliográficas:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;ARMSTRONG, R. L. (1991) A Brief History of Geochronometry and Radiogenic Isotopic Studies. In Short Course Handbook of Applications of Radiogenic Isotope Systems to Problems in Geology. Short Course Handbook Vol. 19 May 1991, Mineralogical Association of Canada Toronto.&lt;br /&gt;BARREL, J. (1917) Bull. geol. Soc. Amer. 28:745.&lt;br /&gt;BROWN, R. H. (1975) C-14 AGE PROFILES FOR ANCIENT SEDIMENTS AND PEAT BOGS. Origins 2(1):6-18.&lt;br /&gt;BROWN, R. H. (1977) RADIOMETRIC AGE AND THE TRADITIONAL HEBREW-CHRISTIAN VIEW OF TIME. Origins 4(2):68-75.&lt;br /&gt;BROWN, R. H. (1988) The upper limit of C-14 age? Origins 15:39-43.&lt;br /&gt;BROWN, ROBERT H. (1990) CORRELATION OF C-14 AGE WITH THE BIBLICAL TIME SCALE. Origins 17(2):56-65.&lt;br /&gt;CHRISTIAN, E. (1998) Criação e uma fé lógica. Diálogo 10(1):28-29.&lt;br /&gt;DALRYMPLE, G.B. (1991) The Age of the Earth. Stanford University Press, Stanford.&lt;br /&gt;DUFF, P.M.D. (1993) Holmes’ Principles of Physical Geology. 4th Edition, Chapman &amp;amp; Hall – London.&lt;br /&gt;EICHER, D.L. (1988) Tempo Geológico. Editora Edgard Blücher Ltda., São Paulo.&lt;br /&gt;FLEISHER, R.H., PRICE, P.B. e WALKER, R.M. (1965) Tracks of Charged Particles in Solids. Science 149:383-393.&lt;br /&gt;HARLAND, W.B., ARMSTRONG, R.L., COX, A.V., GRAIG, L.E., SMITH, A.G., SMITH, D.G. (1990) A Geologic Time Scale 1989. Cambridge University Press, Cambridge.&lt;br /&gt;HASEL, G.F. (1980) The Meaning of the Chronogenealogies of Genesis 5 and 11. Origins 7(2):53-70.&lt;br /&gt;HOLMES, A. (1913) The Age of the Earth. Harper Brothers, New York.&lt;br /&gt;IKEYA, M. (1983) Progress in ESR dating of fossils. PACT Journal 9:421-431.&lt;br /&gt;LITHERLAND, F. R. S. (1987) Fundamentals of accelerator mass spectrometry. Phil. Trans. R. Soc. Lond. A 323:5-21.&lt;br /&gt;MCDOUGALL, I. and HARRISON, T. M. (1988) Geochronology and Thermochronology by the 40Ar/39Ar Method. Oxford University Press – New York.&lt;br /&gt;MARTINS, R.A. (1994) O universo: teorias sobre sua origem e evolução. Editora Moderna, São Paulo.&lt;br /&gt;NAESSER, C.W. (1971) Geochronology of the Navajo-Hopi diatremes: Four Corners area. Journal of Geophysical Research 76:4978-4985 4978-4985 .&lt;br /&gt;SILK, J. (1989) The Big Bang. W. H. Freeman and Company, New York.&lt;br /&gt;SIRE, J.W. (1990) Discipleship of the mind: learning to love God in the ways we think. InterVarsity Press, Downers Grove, Illinois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Urias Takatohi, Ph.D.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Centro Universitário Adventista de São Paulo &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;São Paulo, Brazil &lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-4313407237780496475?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/4313407237780496475/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=4313407237780496475' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/4313407237780496475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/4313407237780496475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/05/tempo-um-problema-para-os-modelos-da.html' title='TEMPO: UM PROBLEMA PARA OS MODELOS DA HISTÓRIA DA TERRA'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-VTAzDb3zh1s/Td7GQDMM7vI/AAAAAAAAHQQ/DjEfg4yeLbo/s72-c/timefactor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-7892776974590065116</id><published>2011-05-19T03:50:00.000-07:00</published><updated>2011-05-19T03:58:40.985-07:00</updated><title type='text'>A COSMOVISÃO DO CRIACIONISMO -1</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-QoxNko0B_D4/TdT0sIKDB2I/AAAAAAAAHOI/M-uzJ49yIY8/s1600/livros1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" j8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-QoxNko0B_D4/TdT0sIKDB2I/AAAAAAAAHOI/M-uzJ49yIY8/s1600/livros1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Felizmente, existem bons livros na língua portuguesa para aqueles que querem aprofundar os seus conhecimentos sobre teísmo, criacionismo, ciência e religião. Para os que não crêem, vale a pena lembrar as palavras do grande filósofo e matemático cristão Blaise Pascal: “Que os homens aprendam pelo menos qual a fé que rejeitam antes de rejeitá-la.” Independentemente de crer ou não em Deus, de aceitar ou não a Bíblia e o criacionismo, aqui fica uma bibliografia básica sugestiva, numa ordem também sugestiva. Esses foram livros que ajudaram “a construir a minha opinião” e ajudaram a compreender o mundo sob a óptica criacionista (fui darwinista até aos meus 18 anos).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.criacionismo.com.br/2010/11/meus-tempos-de-darwinista.html"&gt;Analise a evidências e tire você também as suas conclusões&lt;/a&gt;. – Michelson Borges&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-nPdagqAmDNU/TdT1BO-6wzI/AAAAAAAAHOM/DVd9wRZycAg/s1600/1a.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" j8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-nPdagqAmDNU/TdT1BO-6wzI/AAAAAAAAHOM/DVd9wRZycAg/s1600/1a.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antony Flew, Um Ateu Garante: Deus Existe (Ediouro) – Flew é considerado o &lt;br /&gt;principal filósofo dos últimos cem anos (seu ensaio Theology and Falsification se tornou um clássico e a publicação filosófica mais reimpressa do século 20) e passou mais de cinquenta anos defendendo o ateísmo. Filho de pastor metodista, ele sempre foi incentivado a buscar razões e explicações para as coisas em que acreditava. Tornou-se ateu, formou-se em Oxford, lecionou em universidades importantes, mas foi justamente a vontade de buscar a razão de tudo que o fez rever seus conceitos sobre a fé. O livro se divide em duas partes. Na primeira, Flew conta como chegou a negar a Deus, tornando-se ateu. Na segunda, ele analisa os principais argumentos que o convenceram da existência do Criador. No fim, há dois apêndices preciosos: “O novo ateísmo” (no qual são analisadas as principais ideias de ateus como Dawkins e Dennett) e “A autorrevelação de &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Deus na história humana” (com argumentos sobre a encarnação e a ressurreição de Jesus Cristo). “Minha jornada para a descoberta do Divino tem sido, até aqui, uma peregrinação da razão. Segui o argumento até onde ele me levou, e ele me levou a aceitar a existência de um Ser autoexistente, imutável, imaterial, omnipotente e omnisciente”, testemunha Flew.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-urQ3T6lq0ug/TdT1NOPysDI/AAAAAAAAHOQ/6mX4u3p4XzA/s1600/1b.png" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" j8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-urQ3T6lq0ug/TdT1NOPysDI/AAAAAAAAHOQ/6mX4u3p4XzA/s1600/1b.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;G. K. Chesterton, Ortodoxia (Mundo Cristão) – Grande pensador do século 19, dono de um estilo bem humorado, Chesterton critica com classe e profundidade as incoerências do pensamento ateu. C. S. Lewis, outro ex-ateu famoso, foi profundamente influenciado pelas ideias de Chesterton. Nesse livro, lançado em 1908 (essa nova edição da Mundo Cristão comemora o centenário da obra), Chesterton refaz sua trajetória espiritual e mostra como mudou do agnosticismo à crença. Ele provoca: “Para responder ao céptico arrogante, não adianta insistir que deixe de duvidar. É melhor estimulá-lo a continuar a duvidar, para duvidar um pouco mais, para duvidar cada dia mais das coisas novas e loucas do universo, até que, enfim, por alguma estranha iluminação, ele venha a duvidar de si próprio.”&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-XNX6cAaNPcM/TdT1cjEpoUI/AAAAAAAAHOU/UPuNEExPSIg/s1600/1c.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" j8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-XNX6cAaNPcM/TdT1cjEpoUI/AAAAAAAAHOU/UPuNEExPSIg/s1600/1c.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Viktor Frankl, A Presença Ignorada de Deus (Vozes/Sinodal) – Frankl fala de uma “fé inconsciente” e de um “inconsciente transcendental” que inclui a dimensão religiosa. Para ele, quando a fé, em escala individual, se atrofia, transforma-se em neurose; e na escala social, degenera em superstição. “Somente a pessoa espiritual estabelece a unidade e totalidade do ente humano”, garante Frankl. “Ela forma esta totalidade como sendo bio-psico-espiritual. [...] Somente a totalidade tripla torna o homem completo.” Para o psicanalista, “a consciência é a voz da transcendência e, por isso mesmo, ela mesma é transcendente. O homem irreligioso, portanto, é aquele que ignora essa transcendência da consciência. O homem irreligioso ‘tem’ consciência, assim como responsabilidade; apenas ele não questiona além, não pergunta pelo que é responsável, nem de onde provém sua consciência”. &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-qd_ACU2hCjg/TdT1l2dpMxI/AAAAAAAAHOY/lIBrMw20Ug0/s1600/1d.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" j8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-qd_ACU2hCjg/TdT1l2dpMxI/AAAAAAAAHOY/lIBrMw20Ug0/s1600/1d.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nancy Pearcey, Verdade Absoluta – Libertando o cristianismo de seu cativeiro intelectual (CPAD) – Pearcey se converteu em grande parte graças às ideias de Francis Schaeffer (outro autor que vale a pena conhecer). Pós-graduada em teologia e filosofia, ela é catedrática no Instituto de Jornalismo Mundial e professora convidada da Universidade Biola, na Califórnia, e do Discovery Institute. Seu livro A Verdade Absoluta tem apresentação de Phillip Johnson, com quem ela tem colaborado em seminários sobre ciência, filosofia e fé. A tese da autora é de que “somente pela recuperação de uma visão holística da verdade total podemos libertar o evangelho para que se torne uma força redentiva que permeie todas as áreas da vida”. Pearcey relata sua jornada pessoal como estudante luterana, sua rejeição da fé e seu retorno a Deus. Ela relata, também (entre outras), a história do filósofo cristão Alvin Plantinga, que provocou a volta para a comunidade filosófica de acadêmicos comprometidos com uma visão teísta da filosofia analítica. O livro ajuda a mostrar a relevância do cristianismo para uma sociedade pós-moderna que vive numa espécie de vácuo intelectual.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-_IK_wHv-wA0/TdT1vnYOLsI/AAAAAAAAHOc/8QoiBZY_p6U/s1600/1e.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" j8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-_IK_wHv-wA0/TdT1vnYOLsI/AAAAAAAAHOc/8QoiBZY_p6U/s1600/1e.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Norman Geisler e Frank Turek, Não Tenho Fé Suficiente Para Ser Ateu (Vida) – O livro reúne os principais argumentos teístas, numa apologética simples, resumida e convincente. Na página 20, os autores mencionam as “cinco perguntas mais importantes da vida”: (1) Origem: De onde viemos? (2) Identidade: Quem somos? (3) Propósito: Por que estamos aqui? (4) Moralidade: Como devemos viver? (5) Destino: Para onde vamos? Essas perguntas servem mais ou menos como balizas para todo o conteúdo, e os autores dizem: “As respostas a cada uma dessas perguntas dependem da existência de Deus. Se Deus existe, então existe significado e propósito para a vida. Se existe um verdadeiro propósito para sua vida, então existe uma maneira certa e uma maneira errada de viver. As escolhas que fazemos hoje não apenas nos afetam aqui, mas também na eternidade. Por outro lado, se Deus não existe, então a conclusão é que a vida de alguém não significa nada. Uma vez que não existe um propósito duradouro para a vida, não existe uma maneira certa ou errada de viver. Não importa de que modo se vive ou naquilo em que se acredite, pois o destino de todos nós é pó.” Duas ressalvas: os autores defendem o mito do inferno eterno e mencionam o domingo como dia de guarda.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-gwAHH-9awkI/TdT13kcFfAI/AAAAAAAAHOg/io-wQz1yX-0/s1600/1f.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" j8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-gwAHH-9awkI/TdT13kcFfAI/AAAAAAAAHOg/io-wQz1yX-0/s1600/1f.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lee Strobel, Em Defesa da Fé (Vida) – O jornalista Lee Strobel se propôs mostrar as “incoerências e contradições” do cristianismo. Depois de anos de investigação e pesquisa, abandonou o ateísmo e se tornou um dos grandes apologistas cristãos contemporâneos. No livro Em Defesa de Cristo, Strobel expõe diversos argumentos favoráveis e contrários à pessoa de Jesus. No Em Defesa da Fé, ele trata de um dos fundamentos do cristianismo: a fé. Strobel lida com objeções como: (1) Uma vez que o mal e o sofrimento existem, não pode haver um Deus amoroso. (2) Uma vez que os milagres contradizem a ciência eles não podem ser verdadeiros. (3) A evolução explica a origem da vida, de modo que Deus não é necessário. (4) Se Deus mata crianças inocentes, ele não é digno de adoração. (5) É ofensivo afirmar que Jesus é o único caminho para Deus. (6) Um Deus amoroso jamais torturaria pessoas no inferno [este é o único capítulo objetável]. (7) A história da igreja está repleta de opressão e violência. (8) Eu ainda tenho dúvidas, portanto não posso me tornar cristão. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-7892776974590065116?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/7892776974590065116/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=7892776974590065116' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/7892776974590065116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/7892776974590065116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/05/cosmovisao-do-criacionismo-1.html' title='A COSMOVISÃO DO CRIACIONISMO -1'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-QoxNko0B_D4/TdT0sIKDB2I/AAAAAAAAHOI/M-uzJ49yIY8/s72-c/livros1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-4254250908091596108</id><published>2011-05-18T14:45:00.000-07:00</published><updated>2011-05-19T04:00:22.004-07:00</updated><title type='text'>A COSMOVISÃO DO CRIACIONISMO - 2</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-te5ZoRYGZ1E/TdQ8G2eM7nI/AAAAAAAAHNs/L94dHLnGih0/s1600/A.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" j8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-te5ZoRYGZ1E/TdQ8G2eM7nI/AAAAAAAAHNs/L94dHLnGih0/s320/A.jpg" width="224" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Armand M. Nicholi Jr., Deus em Questão – C. S. Lewis e Freud debatem Deus, amor, sexo e o sentido da vida (Ultimato) – Nicholi, que é psiquiatra e professor da Escola de Medicina de Harvard e do Hospital Geral de Massachusetts, contrapõe as ideias de dois grandes pensadores do século 20: Sigmund Freud e C. S. Lewis. Ambos consideraram o problema da dor e do sofrimento, a natureza do amor e do sexo, e o sentido último da vida e da morte. Depois de vinte e cinco anos de ensino e pesquisa sobre Freud e Lewis, Nicholi colocou o resultado à disposição de todos. Na contracapa do livro, o ex-ateu Francis Collins, diretor do Instituto Nacional de Pesquisas em Genoma Humano, escreveu: “Esta elegante e convincente comparação entre a visão de mundo de Freud e a de C. S. Lewis é uma oportunidade de reflexão dialógica sobre as mais importantes questões que a humanidade sempre se fez: Deus existe? Ele se importa comigo? Este livro destina-se a todos que buscam, sinceramente, respostas sobre a verdade, o sentido da vida e a existência de Deus.”&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-4JBn7sqtStU/TdQ8crVSN2I/AAAAAAAAHNw/2aCiSKXbRaE/s1600/B.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" j8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-4JBn7sqtStU/TdQ8crVSN2I/AAAAAAAAHNw/2aCiSKXbRaE/s1600/B.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Antonino Zichichi&lt;/strong&gt;, Por Que Acredito Naquele que Fez o Mundo (Objetiva) – &lt;br /&gt;Zichichi é ex-presidente da Federação Mundial de Cientistas e faz afirmações bastante corajosas e pouco convencionais no mundo científico. Segundo ele, há flagrantes mistificações no edifício cultural moderno e que passam, muitas vezes, despercebidas do público em geral. Alguns exemplos: Faz-se com que todos creiam que ciência e fé são inimigas. Que ciência e técnica são a mesma coisa. Que o cientificismo nasceu no coração da ciência. Que a lógica matemática descobriu tudo e que, se a matemática não descobre o “Teorema de Deus”, é porque Deus não existe. Que a ciência descobriu tudo e que, se não descobre Deus, é porque Deus não existe. Que não existem problemas de nenhum tipo na evolução biológica, mas certezas científicas. Que somos filhos do caos, sendo ele &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;a última fronteira da ciência. Para Zichichi, a verdade é bem diferente. E a maneira de se provar a incoerência das mistificações acima consiste em compreender exatamente o que é ciência. Zichichi afirma: “Nem a matemática nem a ciência podem descobrir Deus pelo simples fato de que estas duas conquistas do intelecto humano agem no imanente e jamais poderiam chegar ao Transcendente. [...] a teoria que deseja colocar o homem na mesma árvore genealógica dos símios está abaixo do nível mais baixo de credibilidade científica. [...] Se o homem do nosso tempo tivesse uma cultura verdadeiramente moderna, deveria saber que a teoria evolucionista não faz parte da ciência galileana. Faltam-lhe os dois pilares que permitiriam a grande virada de 1600: a reprodução e o rigor. Em suma, discutir a existência de Deus, com base no que os evolucionistas descobriram até hoje, não tem nada a ver com a ciência. Com o obscurantismo moderno, sim.” Para um cientista católico, Zichichi manifesta muita coragem. E você, terá coragem para lê-lo?&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-TTxz2n9oA6U/TdQ8zVfi0RI/AAAAAAAAHN0/WMZxKudo_ZY/s1600/C.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" j8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-TTxz2n9oA6U/TdQ8zVfi0RI/AAAAAAAAHN0/WMZxKudo_ZY/s200/C.jpg" width="134" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alister McGrath e Johanna McGrath, O Delírio de Dawkins (Mundo Cristão) – Escrito pelo ex-ateu e também professor em Oxford (como Dawkins) Alister McGrath (em co-autoria com a esposa Johanna), o livro desmantela o argumento de que a ciência deve levar ao ateísmo. McGrath mostra que Dawkins abraçou o amargo e dogmático manifesto do ateísmo fundamentalista, e em apenas 156 páginas desconstrói os argumentos que &lt;strong&gt;Dawkins&lt;/strong&gt; expôs em mais de 500, em seu livro Deus, Um Delírio.Ravi Zacharias, A Morte da Razão – Uma resposta aos neoateus (Vida) – A Morte da Razão é uma resposta ao livro Carta a Uma Nação Cristã, do ateu militante Sam Harris, mas bem pode ser lido como uma resposta breve ao neoateísmo de modo geral, defendido por figuras como Dawkins, Hitchens, Dennett e outros. &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-E_6naSbBh60/TdQ9I1rdkEI/AAAAAAAAHN4/0Y9J4IrEKeQ/s1600/D.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" j8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-E_6naSbBh60/TdQ9I1rdkEI/AAAAAAAAHN4/0Y9J4IrEKeQ/s1600/D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O indiano &lt;strong&gt;Ravi Zacharias&lt;/strong&gt; sabe muito bem do que está falando, pois foi ateu e, no tempo em que cursava filosofia em Nova Délhi, por sugestão das ideias de Albert Camus tentou o suicídio. Não foi bem-sucedido e acabou no hospital. Ali ganhou uma Bíblia e sua vida deu uma guinada. A história é impressionante, mas Zacharias nos dá apenas uma “palhinha” dela nessa obra, cujo objetivo é mostrar que Deus não é produto da imaginação e que o cristianismo fornece boas respostas para questões levantadas – muitas vezes de forma leviana – pelos ateus fundamentalistas. Entre outros assuntos, Zacharias trata da verdadeira natureza do mal, da absoluta falência do neoateísmo, da coexistência da religião e da ciência e da fundamentação da moralidade. Zacharias mostra que a visão de mundo dos neoateus leva a um vácuo. “Pelo menos Voltaire, Sartre e Nietzsche foram sinceros e coerentes na visão de mundo deles. Eles confessavam o ridículo da vida, a falta de sentido de tudo num mundo ateísta. Os ateus de hoje, como Richard Dawkins e Sam Harris, todavia, estão tão cegos pela arrogância da mente deles que procuram apresentar essa visão da vida como algum tipo de libertação triunfal. [...] A vida sem Deus é em última análise uma vida sem nenhum ponto de referência de sentido que não seja a que alguém lhe dá na hora.” Na página 64, Zacharias sumariza suas ideias assim: “A visão de mundo da fé cristã é bem simples. Deus pôs neste mundo o suficiente para tornar a fé nEle uma coisa bem razoável. Mas deixou de fora o suficiente a fim de que viver tão somente pela razão pura fosse impossível”. O livro tem apenas 110 páginas, mas traz inspiração e lições para uma vida.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-2w0CY8KWg1s/TdQ96rJ3-lI/AAAAAAAAHN8/xpOVyW8owws/s1600/apologeticaquestoes_dificeis.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" j8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-2w0CY8KWg1s/TdQ96rJ3-lI/AAAAAAAAHN8/xpOVyW8owws/s320/apologeticaquestoes_dificeis.jpg" width="220" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;William Lane Craig&lt;/strong&gt;, Apologética Para Questões Difíceis da Vida (Mundo Cristão) – Em seu livro, Craig (que é doutor em teologia e filosofia) mostra que a teologia bíblica pode responder satisfatoriamente questões que têm que ver com nosso dia a dia. Por exemplo: Por que Deus não responde às minhas orações? Se Deus é Omnipotente, por que o mal existe? Se Deus é tão amoroso, por que sofremos? Qual é o significado do sofrimento para o cristão? Como ele deve lidar com suas dúvidas? É mais uma contribuição do escritor que vem promovendo incessantemente a ideia de que o cristão pode e deve desenvolver uma fé racional, e deve estar sempre pronto para responder a todo aquele que lhe pedir a razão da sua esperança (1 Pedro 3:15). Craig também lida francamente com questões espinhosas que envolvem as polémicas do aborto e da homossexualidade. Ao propor uma verdade absoluta, cristãos como Craig e outros podem parecer arrogantes e intolerantes. Por isso, logo na introdução de seu livro, o autor avisa: “O cristão está comprometido tanto com a verdade como com a tolerância, porque acredita naquele que não somente disse ‘Eu sou a verdade’, como também declarou ‘amai os vossos inimigos’.” Enfim, é leitura obrigatória para quem quer entender o mundo com as claras lentes da cosmovisão cristã.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-4254250908091596108?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/4254250908091596108/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=4254250908091596108' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/4254250908091596108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/4254250908091596108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/05/cosmovisao-do-criacionismo-2.html' title='A COSMOVISÃO DO CRIACIONISMO - 2'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-te5ZoRYGZ1E/TdQ8G2eM7nI/AAAAAAAAHNs/L94dHLnGih0/s72-c/A.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-3827608447768691547</id><published>2011-05-18T10:33:00.000-07:00</published><updated>2011-05-19T03:55:11.301-07:00</updated><title type='text'>A COSMOVISÃO DO CRIACIONISMO -3</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-cMs7LWur8pk/TdQAbbriktI/AAAAAAAAHNM/6M7xtCpG9j0/s1600/alma_ciencia.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" j8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-cMs7LWur8pk/TdQAbbriktI/AAAAAAAAHNM/6M7xtCpG9j0/s1600/alma_ciencia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Nancy Pearcey e Charles Thaxton, A Alma da Ciência (Cultura Cristã)&lt;/strong&gt; – Pearcey (que também é autora de A Verdade Absoluta, entre outros livros) é editora colaboradora do Pascal Centre for Advance Studies in Faith and Science; Charles Thaxton é Ph.D em química e pós-doutorado em História da Ciência pela Harvard. No livro, eles sustentam as bases cristãs da ciência moderna. “O tipo de pensamento conhecido hoje em dia como científico, com sua ênfase na experimentação e formulação matemática surgiu numa cultura específica – a da Europa Ocidental – e em nenhuma outra”, afirmam. E completam: “Os mais diversos estudiosos reconhecem que o cristianismo forneceu tanto os pressupostos intelectuais quanto a sanção moral para o desenvolvimento da ciência moderna.” Pearcey e Thaxton provam, com boa documentação histórica, &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;que o conflito ciência versus religião é equivocado e tem origem recente. Segundo eles, durante cerca de três séculos, a relação entre a ciência e a religião pode ser mais bem descrita como uma aliança. “Os cientistas que viveram do século 16 até o final do século 19 viveram num universo muito diferente daquele no qual vive o cientista de hoje. É bem provável que o primeiro cientista tenha sido um indivíduo temente a Deus que não considerava a investigação científica e a devoção religiosa incompatíveis. &lt;br /&gt;Pelo contrário, sua motivação para estudar as maravilhas da natureza era o ímpeto religioso de glorificar o Deus que as havia criado.”&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-r09jf4Vmy1Q/TdQAyXhUpaI/AAAAAAAAHNQ/r1pbGuN4cls/s1600/ciencia_descobre.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" j8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-r09jf4Vmy1Q/TdQAyXhUpaI/AAAAAAAAHNQ/r1pbGuN4cls/s320/ciencia_descobre.jpg" width="211" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Ariel A. Roth, A Ciência Descobre Deus (CPB)&lt;/strong&gt; – Em seu livro A Ciência Descobre Deus, o zoólogo adventista Dr. Ariel Roth menciona a ocasião em que visitou a famosa Abadia de Westminster, na Inglaterra. Ali estão sepultados Newton e Darwin. Roth relembra: “Quando visitei os túmulos desses dois ícones do mundo científico, não pude deixar de meditar sobre o legado contrastante sobre Deus que ambos deixaram à humanidade. [...] A vida de Newton ilustra claramente como a excelência científica e uma firme fé em Deus podem andar de mãos dadas.” Roth lida de forma competente com perguntas como estas: Será que um Designer criou nosso universo, ou ele evoluiu de maneira espontânea? Pode a ciência ser objetiva e, ao mesmo tempo, admitir a possibilidade de que Deus existe? Isso faz diferença? Em face de tanta evidência que parece exigir um Deus para explicar o que vemos na natureza, por que a comunidade científica permanece em silêncio sobre o Criador? Deus existe? Segundo Roth, a própria ciência está oferecendo as respostas.&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-d9R5OtL-PfI/TdQBDIpgALI/AAAAAAAAHNU/GhD7sn2hDG0/s1600/Historia_Vida_capa.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" j8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-d9R5OtL-PfI/TdQBDIpgALI/AAAAAAAAHNU/GhD7sn2hDG0/s320/Historia_Vida_capa.jpg" width="214" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Michelson Borges, A História da Vida&lt;/strong&gt; - De onde viemos, para onde vamos (CPB) – Depois de dez anos da publicação de A História da Vida, o livro passou por uma atualização e esta nova edição revista reúne o que há de mais atual com respeito à controvérsia entre criacionismo e evolucionismo – sem perder a característica que identifica a obra desde o início: a linguagem é simples e o conteúdo, acessível. O autor é jornalista e mestre em teologia, e procura responder perguntas como estas: Deus existe? Qual a origem do Universo e da vida? A teoria da evolução é coerente? O criacionismo é científico? Podemos confiar na Bíblia? O dilúvio de Génesis é lenda ou fato histórico? De onde vieram e para onde foram os dinossauros? O que dizer dos métodos de datação? Os leitores que quiserem aprofundar neste assunto têm à disposição, no fim de cada capítulo, inúmeras referências com dicas sobre os melhores livros e sites para leitura adicional. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Phillip E. Johnson, Darwin no Banco dos Réus (Cultura Cristã)&lt;/strong&gt; – O polémico livro de Johnson mexeu com os fundamentos científicos, pois demonstra que a teoria da evolução não tem base em fatos, mas na fé – fé no naturalismo filosófico. Johnson argumenta corajosamente que simplesmente não há um vasto corpo de dados que dêem suporte à teoria. Com o clima intrigante de um mistério e detalhes que nos prendem como quando assistimos a um julgamento, Johnson conduz o leitor pelas evidências com a perícia de um advogado, a qual ele adquiriu como professor de Direito em Berkeley, especializando-se na lógica dos argumentos. O autor é graduado em Harvard e na Universidade de Chicago. Ele foi oficial de direito do presidente do Superior Tribunal Earl Warren e ensinou por mais de trinta anos na Universidade da Califórnia, Berkeley, onde é professor emérito de Direito. &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-jSPxywC3sbg/TdQBWUDFnfI/AAAAAAAAHNY/QHqAi8OBC0o/s1600/origens.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" j8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-jSPxywC3sbg/TdQBWUDFnfI/AAAAAAAAHNY/QHqAi8OBC0o/s200/origens.jpg" width="137" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Ariel Roth, Origens&lt;/strong&gt; – Relacionando a ciência com a Bíblia (CPB) – É possível harmonizar a ciência e a Bíblia? A ciência moderna, por meio da teoria da evolução conseguiu refutar a narrativa bíblica da origem da vida? Quem aceita a teoria criacionista precisa, necessariamente, rejeitar a ciência? O cientista adventista Ariel Roth procura demonstrar que a harmonia entre a ciência e a religião bíblica leva-nos a uma compreensão mais completa do mundo que nos cerca e do significado da existência humana. Roth é doutor em Zoologia pela Universidade de Michigan, Estados Unidos.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/--eFLCo7bSTs/TdQBtRd5-1I/AAAAAAAAHNc/1aEM8ybySx4/s1600/Por_que_creio.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" j8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/--eFLCo7bSTs/TdQBtRd5-1I/AAAAAAAAHNc/1aEM8ybySx4/s1600/Por_que_creio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Michelson Borges, Por Que Creio&lt;/strong&gt; - Doze pesquisadores falam sobre ciência e religião (CPB) – O livro reúne 12 entrevistas com pesquisadores de áreas diversas, como física, bioquímica, matemática, biologia, arqueologia e teologia. Onze deles contam por que são criacionistas e apresentam fortes argumentos a favor do modelo. O 12º entrevistado é o bioquímico Michael Behe, autor do livro A Caixa Preta de Darwin. Behe também expõe argumentos que demonstram a insuficiência epistémica do darwinismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-hk80won-bTc/TdQCDtm1aoI/AAAAAAAAHNg/erxTwS1WY68/s1600/como-tudo-comecou.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" j8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-hk80won-bTc/TdQCDtm1aoI/AAAAAAAAHNg/erxTwS1WY68/s1600/como-tudo-comecou.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Adauto Lourenço, Como Tudo Começou (Editora Fiel)&lt;/strong&gt; – Será que realmente somos resultado de um caldo primordial, que poderia ter existido há bilhões de anos? Será que o Universo, que possui mais estrelas do que todos os grãos de areia de todas as praias e de todos os desertos do nosso planeta Terra, com toda a sua beleza exuberante e leis precisas, teria sido fruto de um acidente cósmico conhecido como Big Bang, há 13,7 bilhões de anos? Ao nos depararmos com a complexidade do código genético, contendo mais de três bilhões de letras perfeitamente organizadas, altamente codificado e eficientemente armazenado, capaz de criar sistemas com tamanha complexidade e design como o corpo humano, seria concebível aceitar que tal codificação teria sido fruto do acaso? O físico cristão Adauto Lourenço oferece respostas coerentes para essas questões. &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-KzaGeM-pcHM/TdQCpGNHLxI/AAAAAAAAHNk/fOFGDjEpalE/s1600/fe.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" j8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-KzaGeM-pcHM/TdQCpGNHLxI/AAAAAAAAHNk/fOFGDjEpalE/s400/fe.jpg" width="280" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Leonard Brand, Fé, Razão e História da Terra (Unaspress)&lt;/strong&gt; – Segundo resenha do Dr. Nahor Neves de Souza Jr., a obra de Brand é caracterizada pela abrangência dos temas, pela qualidade das informações, bem como pelo espírito despretensioso e verdadeiramente imparcial, o que a coloca como uma das melhores contribuições àqueles que, sinceramente, se interessam pela associação coerente e sustentável entre os conhecimentos científico, filosófico e religioso. O autor, biólogo adventista, elaborou esse excelente livro fundamentado em pesquisas científicas pessoais (meticulosamente desenvolvidas), em sua experiência como docente e na utilização de informações pertinentes, oriundas de textos criteriosamente selecionados. A utilização de boa didática e ilustrações apropriadas favorecem uma leitura agradável, elucidativa e acessível.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-3827608447768691547?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/3827608447768691547/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=3827608447768691547' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/3827608447768691547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/3827608447768691547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/05/cosmovisao-do-criacionismo-3.html' title='A COSMOVISÃO DO CRIACIONISMO -3'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-cMs7LWur8pk/TdQAbbriktI/AAAAAAAAHNM/6M7xtCpG9j0/s72-c/alma_ciencia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-4759726834220382796</id><published>2011-05-18T02:22:00.000-07:00</published><updated>2011-05-19T03:51:30.774-07:00</updated><title type='text'>TERÁ A CIÊNCIA CHEGADO AO LIMITE?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-mh38pUMOSEM/TdOROBjIFcI/AAAAAAAAHNI/X_SmP1ifhKg/s1600/The-End-of-Discovery.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" j8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-mh38pUMOSEM/TdOROBjIFcI/AAAAAAAAHNI/X_SmP1ifhKg/s320/The-End-of-Discovery.jpg" width="203" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Relatos sobre a morte da ciência em geral são enormes exageros – ao menos, é o que parece até hoje. Um físico britânico, Lord Kelvin, supostamente declarou, em 1900, que “não há nada novo para ser descoberto na física, o que resta são medidas cada vez mais precisas”. Contudo, logo veio a teoria da relatividade e a física quântica para desmenti-lo. Em 1996, um Best-seller de John Horgan chamado O Fim da Ciência foi publicado. Mas, novamente, nenhum sinal de a profecia ser concretizada. Em The End of Discovery: Are We Approaching the Boundaries of the Knowable, Russel Stannard novamente prevê o fim da ciência. O livro gira em torno de três ideias: a primeira é de que o cérebro – que evoluiu para sobreviver na selva [segundo a concepção evolucionista], e não para lidar com os mistérios da teoria das cordas – pode ser inadequado para progredir com a ciência a ponto de explicar tudo. A segunda é que é tecnicamente impossível provar todas as ideias concebidas pelos homens. E, por fim, é provável que o objetivo final dos cientistas – que seria “a explicação de tudo” – de fato não existe.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No livro, Stannard questiona parâmetros e faz grandes perguntas. Além de examinar os problemas da consciência, ele divaga sobre o sentido de achar uma explicação para o Big Bang e faz perguntas como “É lógico falar sobre livre-arbítrio em um universo que aparenta ser determinista?”, “O que é o tempo?” e “Por que o universo permitiu a evolução [sic] de vida consciente, e isso já aconteceu em algum outro lugar?”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de não falar sobre religião, a obra de Stannard foi quase que cronometrada para servir de &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;contraponto ao livro de Stephen Hawking e Leonard Mlodinow que rejeita a necessidade da existência de Deus. O livro de Stannard – professor de física aposentado e autor de livros infantis sobre a física quântica – é um chamado para que cientistas exercitem sua humildade face à estupefacção dos mistérios da existência. [...]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(&lt;strong&gt;&lt;a href="http://opiniaoenoticia.com.br/cultura/ex-professor-de-fisica-questiona-os-limites-da-ciencia/?optin"&gt;Opinião e Notícia&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nota: Se o cérebro humano “evoluiu para sobreviver na selva” e se trata de mero amontoado de moléculas, o que garante que seja confiável a conclusão de Stannard ou de qualquer outro ser humano sobre quaisquer outros assuntos? Por que devo aceitar como “adequadas” as conclusões de um cérebro animal a respeito da não existência de Deus, do naturalismo filosófico ou mesmo da macroevolução? Por que devo acreditar que esse cérebro materialista é capaz de entender a realidade que o cerca? E o que esse cérebro materialista teria a dizer sobre o que está além do material (sobrenatural), se não evoluiu para entender isso? Bem, se se limitar à visão naturalista, Stannard está certo em suas conclusões. Mas, como sou teísta e não creio que o cérebro seja apenas um amontoado de moléculas, penso de maneira totalmente diferente: assumo que a ciência experimental se constitui numa óptima ferramenta para entender a realidade, já que, a despeito de suas limitações como método e dos limites da compreensão humana, posso ter alguma certeza de que compreenderei os fenómenos da natureza porque fui criado para pensar e aprender.[MB] &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-4759726834220382796?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/4759726834220382796/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=4759726834220382796' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/4759726834220382796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/4759726834220382796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/05/tera-ciencia-chegado-ao-limite.html' title='TERÁ A CIÊNCIA CHEGADO AO LIMITE?'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-mh38pUMOSEM/TdOROBjIFcI/AAAAAAAAHNI/X_SmP1ifhKg/s72-c/The-End-of-Discovery.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-8097292721486835796</id><published>2011-05-14T07:05:00.000-07:00</published><updated>2011-05-19T03:57:21.101-07:00</updated><title type='text'>QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE OS DINOSSAUROS?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-0u8EzjiWdCA/Tc6MlmdjlKI/AAAAAAAAHMk/a_YyVoPp5PQ/s1600/0_dinossauros_1.bmp" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" j8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-0u8EzjiWdCA/Tc6MlmdjlKI/AAAAAAAAHMk/a_YyVoPp5PQ/s1600/0_dinossauros_1.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;Há alguns anos, depois de terminar uma palestra para universitários, fui abordado por um pastor. Ele pediu-me que tentasse convencer a esposa sobre a existência dos dinossauros. Ela era professora e recusava-se a ensinar os alunos sobre esse tema. Compreendi que atrás daquela negativa havia uma luta para compreender o mistério que deixa perplexas algumas pessoas e fascina outras: Como explicar a passada existência (e extinção) dos dinossauros, num contexto bíblico?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A negação da existência dos dinossauros tem se tornado mais difundida do que gostaríamos de admitir, mesmo considerando nossa sociedade científica com pesquisas altamente avançadas em todas as áreas, incluindo geologia e paleontologia. Essas ciências parecem fora de lugar em nossas instituições educacionais e raramente são consideradas por nossos jovens na escolha de sua carreira profissional. Como cristão e paleontólogo, tenho que enfrentar diariamente a noção de uma evolução biológica envolvendo milhões de anos e posso compreender que algumas pessoas temem ser envolvidas por uma filosofia contraditória às Escrituras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Entretanto, é possível estudar fósseis, rochas e evolução, sem renunciar à fé. Nossa apreciação da beleza e do mistério da criação da Terra e sua história subsequente depende em grande parte de como e o que professores e pastores estão ensinando nas igrejas e escolas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;No museu e na TV&lt;/b&gt;Se você já visitou um museu de história natural, provavelmente viu grandes esqueletos de dinossauros. Também pode ter visto reproduções animadas em que, no caso de documentários da televisão, eles parecem vivos e reais. Ao assistir a tais animações, o espectador deve considerar alguns detalhes. Primeiramente, devemos aceitar que os dinossauros existiram por um período de tempo na Terra e que, em certos lugares, eles pareciam numerosos. Paleontólogos têm encontrado evidências de sua existência em todos os continentes, incluindo Antártica. Essas evidências incluem ossos, ovos, tocas e pegadas. Rastros e pegadas são abundantes e não podem ser associados a nenhuma outra criatura fora do que conhecemos como dinossauros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em segundo lugar, devemos saber que os esqueletos encontrados em museus não são tipicamente reais, mas réplicas. Os ossos originais são muito valiosos e delicados para ser expostos ao público; portanto, são armazenados em lugares mais seguros. Além disso, os esqueletos dos museus são ajuntamentos de réplicas de ossos de várias espécies oriundas de lugares distantes. Os paleontólogos são capazes de compor a arquitetura do corpo dos dinossauros, embora não possam ter todos os elementos da mesma criatura. Assim, as réplicas encontradas nos museus são razoavelmente confiáveis. Entretanto, animações vistas na TV são mais especulativas, especialmente no que tange à cor, fisiologia, comportamento e assim por diante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Desaparecimento.&lt;/b&gt;Na coluna geológica, vestígios de dinossauros aparecem em camadas de rochas que os paleontólogos chamam de Triássico, Jurássico e Cretáceo. Essas camadas sedimentadas, amontoadas uma sobre a outra, mostram características específicas, incluindo as de certas espécies fósseis como moluscos, répteis, peixes, dinossauros e organismos microscópicos (diatomácea, algas) que habitaram os oceanos. Alguns paleontólogos creem que os dinossauros, bem como outros grupos de animais e plantas, desapareceram subitamente em consequência do impacto de um meteorito gigante 65 milhões de anos atrás. Outros duvidam disso, por várias razões.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitos cientistas criacionistas acreditam que os dinossauros desapareceram junto com outras espécies, durante o dilúvio universal descrito em Gênesis. Esse cenário poderia incluir atividade de um meteorito resultando em tsunamis, atividade vulcânica e emissão de dióxido de carbono, sulfeto e outros elementos químicos prejudiciais a plantas e animais. Portanto, a ideia de um meteorito impactando a Terra não é necessariamente incompatível com o modelo bíblico do dilúvio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar da falta de consenso entre os cientistas sobre a causa do desaparecimento dos dinossauros, a mídia e a imprensa pseudocientífica decidiram que a teoria do impacto do meteoro é a única explicação válida. Isso está longe da realidade. Os dinossauros desapareceram, mas não sabemos exatamente quando nem por quê. Entretanto, a possibilidade de sua extinção durante o dilúvio do Gênesis (com ou sem impacto) pode ser vista como hipótese científica plausível e merece consideração.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Convivência com Humanos.&lt;/b&gt;Muito tem sido escrito e falado sobre certas evidências que supostamente mostram dinossauros e seres humanos juntos. Elas incluem o que é interpretado como pegadas de humanos e dinossauros, quadros pré-históricos em cavernas e cerâmicas, em que figuras humanas aparecem junto a criaturas excepcionais muito semelhantes às atuais reconstruções desses répteis gigantes. Mas, estudos &lt;br /&gt;científicos têm mostrado que esses traços têm sido mal interpretados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Analisemos, por exemplo, os alegados sinais de “humanos” e dinossauros encontrados no leito do Rio Paluxy no Texas. Poucas décadas atrás, cientistas proclamaram que essa era uma segura evidência contra a teoria da evolução e prova da ocorrência de um dilúvio universal. Intrigados por essa afirmação, vários cientistas evolucionistas e criacionistas estudaram detalhadamente as marcas encontradas nas rochas. Nesse lugar específico, o leito e a margem têm muitas marcas por causa de erosão. Através das marcas deixadas sobre a rocha, causadas pela circulação da água, podemos distinguir se o traço do dinossauro é verdadeiro ou falso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há também estudos feitos em laboratório. Se uma marca é autêntica, deve mostrar as camadas achatadas de sedimento rochoso sob ela, por causa do peso do animal. Para testar essa deformação característica, cientistas cortaram transversalmente a marca e não observaram presença dela. Concluíram que o molde não se tratava de real pegada humana, mas resultava de erosão pela natureza ou forjada pelo homem. Estudos posteriores mostraram que tais “marcas” e desenhos foram deliberadamente colocados por fanáticos defensores da coexistência de humanos e dinossauros, acarretando, assim, zombaria e rejeição no mundo acadêmico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Na Bíblia.&lt;/b&gt;O relato da criação em Gênesis 1 fala de um Deus que criou vida marinha bem como pássaros no quinto dia; e o restante dos animais, no sexto dia. Embora os répteis sejam citados, os dinossauros não são mencionados, o que não deve nos surpreender; afinal, nos dias de Moisés, a palavra “dinossauro” não existia, nem ele estava obrigado a mencioná-los. Ele também não mencionou outros grupos de animais como, por exemplo, besouros, tubarões, estrelas-do-mar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O fato de a Bíblia não citar os dinossauros pelo nome não prova que Deus não os tivesse criado; muito menos a estranha aparência deles. Hoje existem muitos animais tão estranhos como os dinossauros – observe o ornitorrinco e o canguru – que não atraem muito a atenção. Algumas pessoas creem que os dinossauros surgiram como resultado da maldição depois do pecado de Adão e Eva, mas a Bíblia não emite luz sobre isso, nem identifica explicitamente os animais que mudaram como resultado do pecado nem qual foi o tipo de mudança.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitos cientistas criacionistas acreditam que os dinossauros desapareceram durante ou logo após o dilúvio. Mas, a Bíblia também não nos dá indícios sobre o destino deles. Por causa desse silêncio bíblico, o fato de que os dinossauros desapareceram durante uma catástrofe mundial conhecida como dilúvio é uma hipótese que deve ser considerada através de pesquisa científica. A comprovação de tal hipótese deve ser feita através de dados geológicos e paleontológicos,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;não por forçar a Bíblia a dizer o que ela não diz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Finalmente, há quem pense que os dinossauros sobreviveram ao dilúvio, mas logo desapareceram por não se terem adaptado ao novo ambiente. Essa é outra possibilidade, pois havia dinossauros na arca e, talvez, tenham desaparecido durante a colonização pós-diluviana. A Bíblia menciona duas estranhas criaturas: beemote (Jó 40:15-18) e leviatã (Jó 41:1), que alguns interpretam como possíveis exemplos dos dinossauros pós-diluvianos. Entretanto, a maioria dos eruditos não aceita essa explicação, e esses termos são geralmente traduzidos respectivamente como hipopótamo e crocodilo. Não estão relacionados aos dinossauros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Ellen White.&lt;/b&gt;O termo dinossauro foi usado pela primeira vez em 1842, pelo zoólogo inglês Richard Owen, para nomear um grupo de fósseis répteis então descobertos. O uso do termo se expandiu enquanto novas descobertas aconteciam na Europa e América do Norte. No tempo em que Ellen White escreveu suas primeiras declarações sobre criação, dilúvio, ciência e fé (1864), o termo dinossauro já era comum nos livros e revistas. Entretanto, ela nunca usou esse termo nem qualquer outra palavra similar para se referir a esses répteis extintos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Numa breve declaração, em 1864, ela escreveu: “Todas as espécies de animais que Deus criou foram preservadas na arca. As espécies confusas que Ele não criou, e que foram resultado de amálgama, foram destruídas no dilúvio”.1 Essa é uma declaração favorita entre alguns adventistas para os quais ela explica os organismos extintos, incluindo dinossauros, bem como fósseis com características intermediárias, também conhecidos como fósseis em transição, ou seja, aqueles que, de acordo com a teoria da evolução, mostram mistura de características entre dois grupos de animais ou plantas considerados consecutivos no tempo. Exemplo disso são os répteis parecidos com mamíferos, considerados um degrau intermediário na evolução.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitas pessoas leem nessas palavras o que nós conhecemos como engenharia genética, indicando que, nos tempos antediluvianos as pessoas praticavam acasalamento híbrido, resultando em estranhas formas biológicas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entretanto, essa interpretação apresenta problemas. O primeiro é a dificuldade para definir o que Ellen White quis dizer com “amálgama”. Estudos mais profundos sobre a declaração não têm dado uma resposta definitiva, e concluímos que ainda não sabemos exatamente o significado desse termo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um segundo problema é a aplicação de “amálgama” a casos reais no registro fóssil. Se “amálgama” significa “híbrido”, como poderíamos reconhecer esse fenômeno entre os fósseis ou entre animais e plantas dos nossos dias? Como poderíamos determinar que espécies eram híbridas antes do dilúvio, se elas realmente já existiam? Alguns respondem a essa pergunta dizendo que as espécies híbridas não sobreviveram ao dilúvio, precisamente porque Deus não quis. Mas, esse raciocínio é um círculo vicioso falho porque o critério que usamos para diferenciar os híbridos (extinção) é o mesmo que usamos para definir o que gostaríamos de diferenciar (híbridos). Em outras palavras, amalgamação explica seu próprio desaparecimento, e seu desaparecimento define o que são eles.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ellen White continua dizendo que “desde o dilúvio tem havido amalgamação de homens e bestas, como pode ser visto em variedades quase infindáveis de espécies de animais”.2 Em primeiro lugar, é importante enfatizar que ela diz “amalgamação de”; não diz “amalgamação entre” como alguns interpretam. Em segundo lugar, se amalgamação significa formas intermediárias, híbridas ou criaturas estranhamente formadas, qual é o critério para reconhecê-las? Se essas foram formadas depois do dilúvio, provavelmente se tornaram fósseis, e outras teriam sobrevivido até agora. Como podemos diferenciá-las entre si e de outros organismos vivos que não são híbridos? Ellen White não dá indícios sobre isso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No mesmo texto, ela estabelece que lhe foi mostrado “que animais muito grandes e poderosos existiram antes do dilúvio, e não mais existem agora”.3 E também disse em outro texto que “houve uma classe de animais que pereceram no dilúvio. Deus sabia que a força do homem diminuiria e esses mamutes não poderiam ser controlados por homens fracos”.3&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entre outras, essa declaração a respeito da vida antes do dilúvio sugere que a profetiza estava se referindo à existência de uma ampla variedade de animais que não sobreviveram na arca. Entretanto, não estamos seguros quanto ao significado da declaração; não sabemos o que eram esses “animais muito grandes e poderosos”. Porém, suas palavras não estão longe da descrição científica dos dinossauros. Falando biologicamente, eles são um tanto confusos, não apenas porque alguns são gigantes, mas também partes do seu corpo (pernas, pescoço, cauda, cérebro) são, em alguns casos, desproporcionais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A verdade é que muitas pessoas têm lutado para encontrar declarações de Ellen White apoiando a ideia de que os dinossauros não foram criados por Deus, mas resultaram de amálgama antes do dilúvio, sendo, portanto, condenados ao desaparecimento na catástrofe universal. Essa pode ser uma possibilidade, mas, depois de minucioso estudo de seus escritos, não encontramos apoio inequívoco para essa conclusão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Escritura não menciona a existência de dinossauros, pelo menos como nós os compreendemos, nem antes nem depois do dilúvio. Ellen White também não os menciona, e não estamos absolutamente seguros quanto ao significado de sua afirmação referente a “animais muito grandes”. Porém, isso não representa evidência de que eles não existiram. Ao contrário, as evidências disso são claras: ossos, dentes, ovos, pegadas e impressões. Mas, em algum ponto da história, eles desapareceram. Sua origem e seu desaparecimento estão envolvidos num mistério que requer cuidadoso e rigoroso estudo. E isso não compromete nossa fé nos ensinamentos bíblicos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Referências:&lt;/b&gt;1 Ellen G. White, Spiritual Gifts (Battle Creek,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;MI: SDA Publishing, 1864), v. 3, p. 75.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2 Ibid., p. 35.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3 Ibid., p. 92.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4 Ibid., v. 4, p. 121&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-8097292721486835796?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/8097292721486835796/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=8097292721486835796' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/8097292721486835796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/8097292721486835796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/05/que-diz-biblia-sobre-os-dinossauros.html' title='QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE OS DINOSSAUROS?'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-0u8EzjiWdCA/Tc6MlmdjlKI/AAAAAAAAHMk/a_YyVoPp5PQ/s72-c/0_dinossauros_1.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-9137787660680230152</id><published>2011-05-03T15:23:00.000-07:00</published><updated>2011-05-19T03:54:31.885-07:00</updated><title type='text'>AS TRÊS MENSAGENS ANGÉLICAS E A SUA RELAÇÃO COM A DOUTRINA DA CRIAÇÃO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-bUk__ENUVDE/TcCASmLIeII/AAAAAAAAHLo/KQ6okoVL45Y/s1600/Imagem11.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" j8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-bUk__ENUVDE/TcCASmLIeII/AAAAAAAAHLo/KQ6okoVL45Y/s320/Imagem11.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ano de 1844 foi um ano importante. Os&amp;nbsp;seguidores de Guilherme Miller&amp;nbsp;experimentaram o Grande Desapontamento, levando a uma completa investigação&amp;nbsp;das profecias relacionadas com o segundo advento. A crescente compreensão da Bíblia que resultou daquele estudo levou ao estabelecimento da Igreja Adventista do Sétimo Dia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Naquele mesmo ano, Charles Darwin completou um resumo das suas referências sobre a evolução através da seleção natural. Ele&amp;nbsp;apelidou este estudo "abstrato", mas era muito mais do que um livreto. Contudo, Darwin não publicou o seu “abstrato” naquele ano. Em 1844 também, Robert Chambers publicou anonimamente o livro Vestiges of the Natural History of Creation. Esse livro especula abertamente sobre a possibilidade de uma mudança evolucionista em longos períodos de tempo. Foi dito que este livro causou maior impacto no público do que o livro de Darwin uns 15 anos depois. A reação do público foi tão intensa à obra de Chambers que Darwin segurou o seu livro por mais 15 anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;A ironia aqui é obvia: o nascimento da Igreja Adventista do Sétimo Dia, com a sua ênfase na &lt;strong&gt;Criação bíblica&lt;/strong&gt; em seis dias, coincidiu como a apresentação pública do pensamento evolucionista. Isto foi uma coincidência? Creio que não.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os adventistas do sétimo dia consideram-se comissionados a apresentar uma mensagem especial ao mundo, chamada “As Três Mensagens Angélicas” de Apocalipse 14:6-12. Nosso propósito aqui é explorar o significado dessas mensagens e a sua relação com a &lt;strong&gt;doutrina da criação&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;O Primeiro Anjo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O contexto de Apocalipse 14 indica um cenário escatológico, prensado entre a perseguição apresentada nos capítulos 12 e 13 e a “colheita” do final do capítulo 14. Os adventistas compreendem que as três mensagens angélicas de Apocalipse 14 representam o movimento final preparando o mundo para a segunda vinda de Cristo. Os Adventistas do Sétimo Dia esperam desempenhar uma função importante na proclamação dessas mensagens. Consequentemente, precisamos compreender o que elas dizem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essas três mensagens estão em sequência, pois entre elas, existem elos subjacentes. Um elo é &lt;strong&gt;a doutrina da&lt;/strong&gt; criação conforme foi registrada por Moisés; outro elo é &lt;strong&gt;a justificação pela fé&lt;/strong&gt;. A igreja não pode alcançar êxito na pregação das três mensagens angélicas sem fé no relato bíblico da criação, que é fundamental para &lt;br /&gt;essas mensagens e indispensável para a nossa missão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O primeiro anjo, (Ap 14:6) é descrito como tendo o “&lt;strong&gt;evangelho eterno&lt;/strong&gt;”. O evangelho é as boas novas da salvação, que é necessário devido à queda do homem. A história da criação forma a base para compreender essa queda: “Assim, pois, todos os que pecaram sem lei também sem lei perecerão; e todos os que com lei pecaram mediante lei serão julgados” (Rm 2:12, cf 1 Tm 2:13-14).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A mensagem do primeiro anjo consiste em duas partes. A primeira parte é (parafraseada): “Temei a Deus e dai-lhe glória, por causa do julgamento.” Essa mensagem foi enfatizada no início da história do adventismo, nas doutrinas do juízo investigativo e executivo. A segunda parte é (novamente parafraseada): “Adorai Aquele que criou.” Na escrita hebraica, a mesma idéia era frequentemente expressa duas vezes, usando diferentes palavras. Este é um modo de enfatizar um ponto. A primeira mensagem angélica pode ser tratada com tal paralelismo:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Temei a Deus e dai-lhe glória, por causa do julgamento,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Adorai a Deus por causa da criação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Temer a Deus é reverenciá-Lo, e implica a adoração:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Quem não temerá e não glorificará o teu nome, ó Senhor?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pois só tu és santo;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;por isso, todas as nações virão e adorarão diante de ti,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;porque os teus atos de justiça se fizeram manifestos.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apocalipse 15:4&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O julgamento é um dos atos de justiça de Deus. Para muitos, a ênfase no julgamento não parece ser boas-novas. Porque deveríamos considerar a vinda do julgamento como “boas novas” (evangelho)? E qual é o relacionamento da criação e das boas novas? Vamos considerar estas perguntas ao examinarmos o paralelismo no texto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Temer” a Deus significa dar-Lhe reverência, ou adorá-Lo. Esta é a primeira parte do paralelismo. Deus é digno de adoração porque Ele é tanto Criador como Juiz. “Tu és digno, Senhor e Deus nosso,… porque todas as coisas tu criaste….” (Ap 4:11). Ser o Criador demonstra a autoridade de Deus e dá a Ele o direito (responsabilidade?) de julgar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Qual é o paralelismo entre julgamento e criação? Quem é o Criador? Quem é nosso Juiz? Foi Jesus quem nos criou, e quem estará conosco também no julgamento. As boas novas (evangelho) é que a criação e a redenção estão unidas em Jesus Cristo. Jesus é o nosso Criador (João 1:3) bem como nosso advogado no julgamento (1 João 2:1). Deus tanto nos criou como nos salvou através de Jesus (Cl 1:13-17). Devido a este relacionamento, o julgamento é boas novas para o Cristão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de ser muito defendido pela igreja, o aspecto referente à criação nas três mensagens passou a receber a mesma atenção dada ao conceito do julgamento, apenas no início da história da nossa igreja. Havia menos necessidade de enfatizar Deus como Criador porque virtualmente todos os cristãos aceitavam o relato bíblico da criação, o que agora já não é uma realidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A história bíblica da criação é que o ser humano foi criado perfeito, à imagem de Deus. Devido à sua própria escolha errônea, caiu em pecado. Deus não poderia simplesmente desculpar seu pecado e permanecer justo, então, o próprio Deus, na pessoa de Jesus Cristo, veio a terra morrer em nosso lugar. Assim, Deus poderia ser justo e justificador de todo aquele que crê (Rm. 3:26). Isto significa que a salvação vem pela graça. (Ef 2:8).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O julgamento da humanidade está intimamente relacionado com a história da criação. Nossa responsabilidade é baseada no fato de que na criação os ser humano era perfeito. Sem a queda da perfeição, não há responsabilidade para com Deus pelo pecado, e necessidade de um Salvador. O julgamento incluirá responsabilidade final pela condição do mundo (Ap 11:18), uma responsabilidade dada na criação (Gn 1:28). Os criacionistas devem ser bons mordomos dos recursos da terra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;O Segundo Anjo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O segundo anjo declara (Ap 14:8) que “Babilônia caiu”. Por que a segunda mensagem vem somente depois da primeira? Poderia ser que a rejeição da primeira mensagem fosse o passo final na queda de Babilônia? Babilônia representa religiões mundiais caídas, inclusive igrejas na Cristandade que caíram para longe de Cristo. A igreja é impura. A fornicação implica que algo está tomando o lugar de Cristo. A Bíblia frequentemente retrata o relacionamento de Cristo e da igreja como um casamento (cf Ap 19:6-8, as bodas do Cordeiro). O esposo (Cristo) é identificado como o Criador em Isaías 54:5. Este texto sugere que a substituição com outro “criador” seria fornicação. Qualquer igreja que fez tal escolha caiu. A mensagem do segundo anjo pode ser considerada como uma resposta à reação do mundo cristão à mensagem do primeiro anjo em relação à criação e ao julgamento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na história bíblica da criação, Adão e Eva foram criados perfeitos. Sua queda introduziu pecado e morte ao mundo. Jesus, como Criador e Juiz, ofereceu a Si mesmo como sacrifício substituto por nossa salvação. A salvação, portanto, é puramente uma questão de graça; deste modo, podemos apenas aceitá-la como um dom, ou rejeitá-la.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E quanto às outras histórias da criação? Alguns propuseram que como raça, nós estamos melhorando através da evolução. Não existiu Adão e Eva, nem queda, nem morte substituta. Jesus veio para a terra apenas para nos mostrar como viver. Se formos impressionados por Sua vida, se pudermos imitá-Lo, e se nos esforçarmos o suficiente, poderemos nos qualificar para a salvação. Jesus não tomou nosso lugar com Sua morte, mas nos deu um exemplo de como alcançarmos salvação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Bíblia tem más notícias quanto a este tipo de evangelho: não importa quanto você tem se esforçado, não importa quanto a sua vida se assemelha à de Jesus, isto não é importante. O tipo de perfeição, não é bom o suficiente! Não há como ganhar a nossa própria salvação. Não fazemos boas obras para sermos salvos, mas porque já estamos salvos. A Babilônia é baseada na justificação pelas obras. O Céu é um dom somente da graça.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;O Terceiro Anjo&lt;/b&gt;&lt;b&gt;.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A mensagem do terceiro anjo (Ap 14:9-12) é uma advertência: “Não adore a besta e ou receba sua imagem.” Aqueles que desconsiderarem essa advertência enfrentarão julgamento e punição. Note a palavra “adoração”, novamente ligada ao julgamento. Adorar a besta em lugar de Deus é fornicação espiritual. A marca da besta é um sinal de fornicação e queda espiritual. Essa queda vem como resultado da rejeição da mensagem do terceiro anjo: adorar a Deus o Criador, e aceitar Sua oferta de lhe declarar “não culpado” no julgamento. Aparentemente, os que rejeitam a mensagem do primeiro anjo se unirão para “marcar” os que discordam deles. Eles vão até mesmo valer-se de força para prevenir qualquer pessoa de aceitar a mensagem dos três anjos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Compreendemos que a adoração da besta e a recepção de sua marca envolverão controvérsia com o sábado. A observância do sábado está baseada no relato bíblico da criação em seis dias (Ex 20:11). Guardando o sábado, testemunhamos e evidenciamos nossa aceitação da primeira mensagem angélica: adorar o Criador. Adorando no sábado testemunhamos que aceitamos a Bíblia como autoridade máxima. Adorando no sábado testificamos que aceitamos a salvação somente pela graça, baseada apenas nos méritos do sacrifício substituto de Jesus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desacreditando a história da criação seria remover a base para a observância do sábado, e muito mais. Que melhor modo de destruir o sábado, o sétimo dia, do que desacreditando da criação em seis dias, a base de sua observância? E qual é o propósito do julgamento se não existiu a queda no pecado? Sem a doutrina da criação em seis dias, as três mensagens angélicas perdem seu significado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A Três Mensagens Angélicas: Justificação pela Fé.&lt;/b&gt;A mensagem unificada dos três anjos é a justificação pela fé. Justificação vem pela fé na morte substituta de Jesus Cristo. Essa morte é necessária porque Deus, em Sua justiça, não poderia desculpar a queda de nossos primeiros pais, Adão e Eva. A queda de Adão e Eva foi o resultado de sua própria escolha de crer na evidência de seus sentidos em vez de crer na palavra de Deus. O termo “queda” implica um estado previamente melhor. Adão e Eva não foram criados através de algum processo de melhora gradual, mas foram criados em um estado de perfeição impecável. A história da criação é encontrada em Génesis 1.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns nos incentivam a aceitar outra história da criação, uma que esteja mais de acordo com as idéias de importantes cientistas e teólogos. É impopular aceitar as palavras de um livro antigo, em vez das últimas idéias da ciência. Devemos dizer o seguinte aos que nos incentivam a abandonar a nossa fé na criação de Gênesis, em seis dias: Conta-me a história de Cristo e Sua salvação. Tem a ciência uma história que inclui Jesus e a salvação? Apenas a Bíblia mostra o caminho para a salvação e a base para este caminho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As três mensagens angélicas revelam Jesus como Criador, Advogado no julgamento, e Redentor. É por isso que o relato da criação de Gênesis é tão importante. Gênesis apresenta o mais detalhado relato da criação do mundo encontrado na Bíblia. A história da criação é a base para a adoração a Deus, a razão de Sua autoridade no julgamento, e a questão controversa por trás da marca da besta. O registro da criação em Gênesis é um tema unificador das três mensagens angélicas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em virtude do significado da criação e do dilúvio para as três mensagens angélicas no final dos tempos, é sensato considerar a advertência de Pedro quanto aos escarnecedores nos últimos dias: “Tendo em conta, antes de tudo, que, nos últimos dias, virão escarnecedores com os seus escárnios, andando segundo as próprias paixões e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação. Porque, deliberadamente, esquecem que, de longo tempo, houve céus bem como terra, a qual surgiu da água e através da água pela palavra de Deus, pela qual veio a perecer o mundo daquele tempo, afogado em água. Ora, os céus que agora existem e a terra, pela mesma palavra, têm sido entesourados para fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios” (2 Pe 3:3-7).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com Pedro, os escarnecedores negarão tanto a criação como o dilúvio. Isto está acontecendo agora, não apenas no mundo, mas até mesmo dentro da igreja. As três mensagens angélicas devem ser proclamadas, até mesmo em tal atmosfera de cepticismo. Quando o mundo inteiro for alcançado, virá o fim. E então o Criador novamente exercerá Seu poder na criação, desta vez para restaurar o que foi perdido por causa do pecado. “Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2 Pe 3:13).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: Creation Sabbath&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-9137787660680230152?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/9137787660680230152/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=9137787660680230152' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/9137787660680230152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/9137787660680230152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/05/as-tres-mensagens-angelicas-e-sua.html' title='AS TRÊS MENSAGENS ANGÉLICAS E A SUA RELAÇÃO COM A DOUTRINA DA CRIAÇÃO'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-bUk__ENUVDE/TcCASmLIeII/AAAAAAAAHLo/KQ6okoVL45Y/s72-c/Imagem11.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-7376508097826298385</id><published>2011-05-02T03:12:00.001-07:00</published><updated>2011-05-02T03:12:15.732-07:00</updated><title type='text'>CRIAÇÃO OU EVOLUÇÃO</title><content type='html'>&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/75m0qINN7VA" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-7376508097826298385?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/7376508097826298385/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=7376508097826298385' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/7376508097826298385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/7376508097826298385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/05/criacao-ou-evolucao.html' title='CRIAÇÃO OU EVOLUÇÃO'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/75m0qINN7VA/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-6330600252297646318</id><published>2011-05-02T03:03:00.001-07:00</published><updated>2011-05-02T03:03:31.965-07:00</updated><title type='text'>CRIAÇÃO VS EVOLUÇÃO - 7</title><content type='html'>&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/RSFMav17TzY" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-6330600252297646318?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/6330600252297646318/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=6330600252297646318' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/6330600252297646318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/6330600252297646318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/05/criacao-vs-evolucao-7.html' title='CRIAÇÃO VS EVOLUÇÃO - 7'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/RSFMav17TzY/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-4575238415912044932</id><published>2011-05-02T03:00:00.001-07:00</published><updated>2011-05-02T03:00:43.701-07:00</updated><title type='text'>CRIAÇÃO VS EVOLUÇÃO - 8</title><content type='html'>&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/FwUYbhpbMBQ" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-4575238415912044932?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/4575238415912044932/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=4575238415912044932' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/4575238415912044932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/4575238415912044932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/05/criacao-vs-evolucao-8.html' title='CRIAÇÃO VS EVOLUÇÃO - 8'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/FwUYbhpbMBQ/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-1289911067795398712</id><published>2011-04-29T10:12:00.001-07:00</published><updated>2011-04-29T10:12:24.214-07:00</updated><title type='text'>CRIACIONISMO - 1</title><content type='html'>&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/SwNWah-8gZ4" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-1289911067795398712?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/1289911067795398712/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=1289911067795398712' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/1289911067795398712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/1289911067795398712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/04/criacionismo-1.html' title='CRIACIONISMO - 1'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/SwNWah-8gZ4/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-3077395775081035766</id><published>2011-04-29T10:10:00.001-07:00</published><updated>2011-04-29T10:10:46.136-07:00</updated><title type='text'>CRIACIONISMO - 2</title><content type='html'>&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/bHtUS0_n5fE" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-3077395775081035766?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/3077395775081035766/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=3077395775081035766' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/3077395775081035766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/3077395775081035766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/04/criacionismo-2.html' title='CRIACIONISMO - 2'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/bHtUS0_n5fE/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-1545344262520722032</id><published>2011-04-29T10:08:00.001-07:00</published><updated>2011-04-29T10:08:36.068-07:00</updated><title type='text'>CRIACIONISMO - 3</title><content type='html'>&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/l1SwmC0iRmU" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-1545344262520722032?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/1545344262520722032/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=1545344262520722032' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/1545344262520722032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/1545344262520722032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/04/criacionismo-3.html' title='CRIACIONISMO - 3'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/l1SwmC0iRmU/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-7821048351799569821</id><published>2011-04-11T13:37:00.000-07:00</published><updated>2011-04-28T15:55:36.357-07:00</updated><title type='text'>AS DIFERENTES CORRENTES DE PENSAMENTO SOBRE A CRIAÇÃO</title><content type='html'>&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/EdxZN5HcLuc" title="YouTube video player" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O debate Criação vs. Evolução empolga um número crescente de pessoas no ocidental. Aumenta também o número de publicações sobre o tema. Vamos apresentar este tema em forma de debate, isto fazendo, teremos em conta as diferentes correntes; algumas tem um número elevado de apoiantes outras menos. Eis algumas dessas correntes: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A. Projecto Inteligente&lt;/b&gt; – Este grupo defende que o Universo e a vida foram criados por uma inteligência superior que tinha um projecto definido. A razão da existência deste grupo centra-se na dificuldade em aceitar a criação tal como está descrita na Bíblia e a impossibilidade da ciência explicar o aparecimento da &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;vida na Terra, especialmente nos seus aspectos mais complexos. Essa inteligência tanto pode ser o Deus que está na Bíblia como qualquer outra divindade ou não-divindade. Isso significa que nessa categoria podem ser encontrados cristãos, judeus, maometanos, cépticos, agnósticos, ateístas, assim como cientistas e não-cientistas. A verdade sobre este segmento de pessoas, os que iniciaram o movimento do Projeto Inteligente, era e é constituída por cientistas que defendiam e defendem a objectividade científica no estudo e pesquisa da origem da vida, desvinculada de filosofias ou crenças religiosas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este grupo faz oposição cerrada aos evolucionistas. Acreditam que os evolucionistas se esquivam em dar explicações sobre a origem da vida na Terra, e quando o fazem, apresentam ideias limitadas. Por exemplo, os defensores do projecto inteligente não aceitam que a complexidade de uma proteína, formada por milhares de moléculas e milhões de átomos, tenha sido alcançada por mero acaso de substâncias orgânicas que se juntaram no ambiente terrestre e paulatinamente se uniram. Este grupo entende que a vida é muito complexa para ter surgido de acasos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por outro lado, este grupo sofre o contra-ataque dos evolucionistas que afirmam serem os seus seguidores pessoas defensoras, disfarçadas, da criação bíblica - ao apelarem para a necessidade de tal complexidade, a ponto de exigir, uma força inteligente superior, pretendem, com o tempo, fazer crer que essa força é Deus. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;B. Criacionistas Ortodoxos&lt;/b&gt; – Esse grupo defende a criação do Universo, e tudo o que nele há, tal como está descrito na Bíblia, mais especificamente no Livro do Génesis, de forma literal. Exemplo: a semana da criação foi mesmo uma semana e não um tempo simbolizado numa semana. Ao mesmo tempo combatem os que pensam diferente, ainda que sejam criacionistas que atribuam algum simbolismo ao texto bíblico. Não se preocupam em apresentar provas ou evidências objectivas para as suas posições, pois estas são alicerçadas na fé. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A imensa maioria dos crentes, embora criacionistas, não está incluída neste grupo porque está interessada tão-somente na divulgação das doutrinas – não há interesse em debater com os que têm posições diferentes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;C. &lt;a href="https://docs.google.com/present/edit?id=0AZLYAWpethduZGN3ZjdxM3JfNDg4Z2oydG1qNXM&amp;amp;hl=pt_PT"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Ciência da Criação&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; – Esse grupo defende a tese de que o Universo, e tudo o que nele há, foi criado tal como está na Bíblia, mais especificamente no Livro do Génesis, de forma literal. Difere do grupo de Criacionistas Ortodoxos porque está empenhado em provar que estão no caminho certo. Preocupam-se em apresentar evidências: "NO princípio criou Deus os céus e a terra."Gén.1:1:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;* A confirmação, com dados objectivos, dos eventos descritos na Bíblia;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;* A demonstração de falhas nas teorias científicas que não se coadunam com a Bíblia. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Exemplo: Provar que a Terra tem menos de dez mil anos, para o que, entre outras coisas, fazem pesquisas arqueológicas. Nesse período de tempo da idade da Terra poderiam ser enquadrados todos os eventos da Bíblia, numa análise retrospectiva, até chegar no início do Livro do Génesis, que descreve a criação do Universo. Assim, esse grupo tenta provar que a “Terra não tem milhões de anos”, e ao mesmo tempo encontrar falhas nos métodos de pesquisa que indicam uma idade para a Terra entre 4 e 5 biliões de anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;D. Evolucionistas&lt;/b&gt; – Aqui, como o nome indica, acham-se aqueles que julgam ser o Universo, assim como a vida na Terra, resultantes de processos evolutivos. Esses processos foram desencadeados por acidentes, que podem ter tido proporções cósmicas ou proporções muito limitadas. Exemplos: Acidente de proporções inimagináveis causou uma grande explosão, conhecida como Big Bang, da qual resultou o Universo. Outros acidentes cósmicos levaram à organização e desorganização de corpos celestes, com a formação e extinção de planetas, estrelas, galáxias, etc. Acidentes ambientais na Terra resultaram no aparecimento da vida. Outros acidentes de menores proporções causaram o aparecimento de espécies de vida e o desaparecimento de outras previamente formadas, assim como diferenciações entre espécies. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A evolução foca, portanto, coisas diferentes, com características macro e micro, e não é sinónimo de darwinismo. Nesse grupo são encontrados cientistas e não-cientistas, religiosos e não-religiosos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;E. Teoria da Evolução de Charles Darwin&lt;/b&gt; – Este é um sub-grupo do item anterior, mas que, pela sua importância e divulgação nos meios académicos e científicos, é sempre envolvido no debate. Embora ao tempo de Charles Darwin os conhecimentos da biologia fossem limitados, a teoria tem espaço para a introdução de descobertas posteriores, mas faltam-lhe conexões importantes para aumentar a credibilidade. Algumas características da Teoria da Evolução de Darwin:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;* cuida da vida na Terra;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;* parte do pressuposto de que a evolução da vida e das espécies é um facto e tenta explicar como ela ocorre;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;* baseia-se nas evidências de que a selecção natural é um mecanismo importante na evolução;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;* atribui a mudanças externas, no meio ambiente, mudanças nos organismos (chamadas mutações);&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;* estabelece que as mudanças nos organismos são alterações no material genético, no comportamento e no aspecto físico;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;* a sobrevivência ou desaparecimento de uma espécie depende da sua capacidade de adaptar-se ao meio ambiente;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;* as mudanças são lentas – podem levar milhares ou milhões de anos para se completarem. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este grupo é composto por cientistas, professores, simpatizantes, religiosos e não-religiosos. Uma parte deles está empenhada em combater o Criacionismo, a Ciência da Criação e o Projecto Inteligente. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;F. Astrobiologia&lt;/b&gt; – A Astrobiologia é o ramo da ciência que estuda a existência da vida fora da Terra, isto é, noutros astros celestes, e não tem qualquer implicação no debate Criação vs. Evolução. São cientistas, religiosos e não-religiosos. Contudo, alguns cientistas dessa área entraram no debate e formaram uma corrente que tem poucos seguidores até ao momento. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;G. Panspermia&lt;/b&gt; – Esse grupo postula a existência de vida fora da Terra e que ela foi, propositadamente, espalhada pelo Universo. Embora não defendesse esta tese da Panspermia, Francis Crick, co-descobridor da dupla hélice do ADN, pelo qual ganhou o Prémio Nobel, ante a complexidade da vida e a dificuldade de explicar o seu início na Terra como fruto do acaso, sugeriu que se devia levar em conta a possibilidade de que seres alienígenas espaciais enviaram naves à Terra com esporos e com isso iniciar a vida. Esse grupo é numericamente pequeno e abriga cientistas e não-cientistas ateístas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;OS VERDADEIROS CRISTÃOS TÊM INTERESSE EM QUE SEJA DISCUTIDA O PRINCÍPIO DA &lt;b&gt;CRIAÇÃO E A TEORIA DA EVOLUÇÃO.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;Esse debate pode parecer insignificante, um diletantismo ou uma mera curiosidade do homem em conhecer as suas origens. Contudo, ele tem outras implicações de grande alcance social e político. Exemplos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• O grupo da Ciência da Criação não vê justificação para que a Teoria da Evolução ser ensinada nas escolas, já que ela não responde a todas as perguntas sobre a vida. Por isso pugna pela mudança nos currículos de modo que seja dado igual ensino da Teoria da Evolução e da Ciência da Criação. O assunto já foi levado aos Tribunais dos Estados Unidos e essa luta dá sinais de estar apenas a começar. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Por outro lado, esse grupo considera que condicionar o aparecimento da vida na Terra, e consequentemente do ser humano, aos acasos, é reduzir a importância do homem. O valor expresso na criação, com o homem criado à imagem e semelhança de Deus, dá outra dimensão à existência e a impregna de deveres e responsabilidades que contribuem para o aprimoramento moral e espiritual do indivíduo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Os evolucionistas da Teoria da Evolução de Darwin, ao atribuírem ao meio ambiente grande importância na evolução, atribuem ao homem responsabilidade pela sua sobrevivência. Da mesma forma que outras espécies animais desapareceram devido a adversidades do meio ambiente, o homem também pode desaparecer pela ausência de certas condições. Estabelece-se assim, a responsabilidade social do ser humano. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Por outro lado, acreditam que admitir a vida como produto da acção de Deus, deuses ou outra inteligência superior, coloca a humanidade à mercê dos propósitos dessas entidades. E esses propósitos são desconhecidos. Em tal circunstância não caberia ao homem pensar em responsabilidade pessoal e social, e tampouco na necessidade de cuidar do meio ambiente, o que seria um risco para a humanidade. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto, o debate Criação vs. Evolução tem fundamentações éticas e morais que se nivelam aos valores religiosos e preceitos científicos das diversas correntes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4251401469654877889-7821048351799569821?l=amordaverdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amordaverdade.blogspot.com/feeds/7821048351799569821/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4251401469654877889&amp;postID=7821048351799569821' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/7821048351799569821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4251401469654877889/posts/default/7821048351799569821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amordaverdade.blogspot.com/2011/04/as-diferentes-correntes-de-pensamento.html' title='AS DIFERENTES CORRENTES DE PENSAMENTO SOBRE A CRIAÇÃO'/><author><name>Pr. José Carlos Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011518610975905367</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_DjI9097X68Q/TH_oRCfr0KI/AAAAAAAAGEA/9PSgWQDXp2M/S220/0_jcjc_00001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/EdxZN5HcLuc/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4251401469654877889.post-683228290957603296</id><published>2011-03-27T10:38:00.000-07:00</published><updated>2011-04-28T15:56:16.519-07:00</updated><title type='text'>AS ESCOLAS EVOLUCIONISTAS E COMO TUDO ACONTECEU.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-kKzPsbVMmOI/TY9-LxKFwZI/AAAAAAAAHHk/MqtuPXzRwdU/s1600/0_poliomilite_1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" r6="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-kKzPsbVMmOI/TY9-LxKFwZI/AAAAAAAAHHk/MqtuPXzRwdU/s1600/0_poliomilite_1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;poliomielite&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;A Ciência busca o conhecimento das leis naturais. Estas leis são universais e imutáveis. Descoberta uma lei, ela é sempre comprovada por novas experiências. Assim, a descoberta da vacina oral contra o vírus que causa a poliomielite por Sabin permite que essa vacina impeça que alguém seja vitimado pela doença.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com o evolucionismo tal não se deu e não se dá. Nunca foi comprovado por fatos ou por experiências. Pior: os conceitos filosóficos têm apresentado diferentes explicações, à medida que a Ciência progredia e refuta os seus erros. A única coisa que o evolucionismo comprovou é que ele é uma teoria em constante evolução. O que por si, põe em causa o carácter não científico, bem como a sua veracidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De qualquer modo que se entenda o que é uma espécie, ao afirmar que uma espécie deriva de outra, os evolucionistas tinham que explicar como isso acontecia. Desde o início, houve divergências a esse respeito entre os próprios evolucionistas, dando origem a várias correntes ou escolas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No decorrer da sua história, o Evolucionismo apresentou as seguintes escolas ou correntes:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. - Escola de Lamarck.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. - Escola de Darwin&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3. - Escola Néo- Darwinista ou Escola Sintética Moderna&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4. – Escola Evolucionismo do “Equilíbrio pontuado”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;1 - O LAMARCKISMO &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Para Lamarck (1744-1829), os seres vivos derivariam uns dos outros pela obediência a duas leis:&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;1ª. A lei dos carateres adquiridos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2ª. A lei da influência do meio e do modo de vida&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lamarck escreveu duas obras a defender a sua teoria: “Filosofia Zoológica” e “História Natural dos Invertebrados”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo Lamarck, o ambiente em que vivem os animais e o seu modo de vida influiriam neles de modo a adaptá-los cada vez mais e melhor às novas condições. As mudanças paulatinas adquiridas na vida de um animal seriam transmitidas aos seus descendentes: lei dos carateres adquiridos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-fxDQ8tc4VOs/TY9-fYcT4eI/AAAAAAAAHHo/ex7iPdKB03o/s1600/0_lamark_1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" r6="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-fxDQ8tc4VOs/TY9-fYcT4eI/AAAAAAAAHHo/ex7iPdKB03o/s1600/0_lamark_1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Na realidade, para Lamarck, as circunstâncias ambientais serviriam para desencadear forças inerentes a um organismo, para fazê-lo mudar. Por isso, o Lamarckismo merece, de fato, o nome de evolucionismo, pois pretende que princípios inerentes ao ser vivo são os causadores da sua mudança.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como prova da sua teoria, Lamarck apresentava&amp;nbsp;a teoria&amp;nbsp;de existirem, em seres vivos, alguns órgãos atrofiados “por falta de uso”, enquanto outros órgãos se desenvolviam mais pelo uso exagerado dos mesmos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Exemplo típico e famoso dado pela escola Lamarckista como excesso de uso é: o do pescoço da girafa. Segundo Lamarck, a girafa, não encontrando alimento suficiente na superfície do solo, começou a procurá-lo no alto das árvores. Sendo obrigada, a esticar cada vez mais o seu pescoço. Deste modo, os seus filhotes começaram a nascer com um pescoço cada vez maior. A pobre da girafa, teve que desenvolver o seu enorme pescoço para mais facilmente se alimentar dos&amp;nbsp; tenros e altos brotos das árvores, quanto mais crescia o seu pescoço, mais difícil lhe ficava beber água. O dilema da Girafa foi; escolher entre esticar o pescoço para comer, ou encolhê-lo, para mais facilmente beber.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já Cuvier, ao fazer o elogio fúnebre de Lamarck, ao pé de sua sepultura, enterrou junto com ele a sua teoria, ao assinalar que, se é o exercício contínuo de um órgão o que provoca o seu desenvolvimento, como poderia ter ele surgido, se não podia exercitar-se antes de existir? E, se quando está semi-desenvolvido é inapto para exercer funções, para que serviria o novo órgão? Ele seria, nessa fase, mais prejudicial do que útil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Stephen Jay Gould, por sua vez, defende que a avestruz, ainda dentro do ovo, já apresentam calosidades típicas das avestruzes adultas, e essas calosidades não surgiram pelo uso (S. Jay Gould, O Polegar do Panda, p. 70)..&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E a galinha de água, que vive há tanto tempo - senão desde sempre - nos alagadiços, não desenvolveu uma membrana palmiforme nas patas. Não se transformou em palmípede, embora isso lhe fosse muito útil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É falso, portanto, a necessidade de criar órgãos ou destes serem transformados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A descoberta do ácido desoxirribonucleico e da corrente do DNA provou que todos os caracteres são herdados por via genética. Ademais já se sabia que inúmeros caracteres adquiridos durante a vida jamais são herdados. Assim, desde que o mundo é mundo, as mulheres, para gerar, perdem a virgindade, e nem por isso as suas filhas deixam de nascer em estado virginal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Completamente refutado pela Ciência e pela Lógica, a herança dos caracteres adquiridos do Lamarckismo continua a ser citada em certos livros e em certas cátedras, e até, veladamente, por dotados autores.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por exemplo, conforme os transformistas, o osso articular e o osso quadrado do maxilar dos répteis teria se transformado no martelo e na bigorna do ouvido dos mamíferos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ora essa mudança é absurda e impossível pois, durante a evolução de uma situação para outra, o réptil não poderia comer, já que o maxilar não ficaria preso firmemente em nada. E antes de terminar a transformação, o animal seria surdo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda sobre a adaptação do animal ao meio, há uma caso bem curioso e que fica bem difícil para a teoria evolucionista explicar: o da água dilatar-se, quando congela.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Normalmente, todo corpo aquecido se dilata, e, resfriado, contrai-se.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ora, com a água ocorre algo muito curioso. Quando a água é resfriada/arrefecida, até 4º ela contrai-se. Continuando a ser resfriada, entre 4º e 0º ela volta a dilatar-se.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em consequência deste facto, quando a água de um lago se congela, dá-se uma dilatação do seu volume, e isto é que permite a flutuação do gelo na água. Entretanto, as camadas mais profundas do lago não conseguem congelar-se, porque ficam sem espaço para dilatação. Por isso, num lago congelado, as camadas mais profundas permanecem sempre a 4º de temperatura e nunca se congelam, o que permite a vida nestes lugares. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesse caso, então, não foram os animais e vegetais que se adaptaram ao ambiente. Foi o ambiente que se "adaptou" aos seres vivos, para que eles pudessem sobreviver!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ora, isto só pode ser explicado por uma Sabedoria superior que ordenou todo o universo e não pelo evolucionismo. A menos que se admita que a matéria é inteligente e a água compreendia que não devia entrar em congelamento, senão mataria todos os peixes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;2 - O DARWINISMO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Para Darwin, a evolução ter-se-ia dado pela seleção natural, através da luta pela existência.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-DhJQwZXaZD4/TY9-vlkrp5I/AAAAAAAAHHs/DxBceOCLy-o/s1600/0_darwin_2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" r6="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-DhJQwZXaZD4/TY9-vlkrp5I/AAAAAAAAHHs/DxBceOCLy-o/s1600/0_darwin_2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Ao contrário do que afirmava Lamarck, para Darwin, a causa da transformação de uma espécie em outra seria inteiramente extrínseca ao seu organismo. A luta pela sobrevivência é que seria o verdadeiro motor da evolução, permitindo que continuassem a existir apenas as mais aptas. Malthus, Adam Smith e a seleção artificial do gado praticada pelos criadores ingleses é que inspiraram Darwin.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Darwin considerava simplista a explicação de Lamarck, mas ele realmente nunca aprofundou o tema.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;"S. A. Barnett o reconhece expressamente no seu volume de homenagem a Darwin: "O próprio Darwin nunca formulou (a teoria da seleção natural) de um modo logicamente válido" (Ossandón Valdés, op. cit. p. 12).&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;O que Darwin dizia da seleção natural era uma mera tautologia: a seleção natural só faz sobreviver o mais apto, porque só o mais apto pode sobreviver.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Darwin, as espécies sofreriam variações acidentais pequenas que, paulatinamente iam se acumulando, e seriam transmitidas de geração em geração,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Toda seleção importa na adopção de um critério, e todo critério supõe uma mente inteligente que o escolhe e impõe.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A natureza, de per si, não causa uma seleção natural. Em vista de muitas espécies desapareceram por simples acidentes naturais. Assim, por ocasião das grandes orogenias, muitas espécies desapareceram com a submersão de inteiros continentes e outras desapareceram por elevação dos fundos oceânicos. Hoje, é perfeitamente admissível que a súbita extinção dos dinossauros foi devida a algum fenómeno cataclísmico, e não por seleção paulatina.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por outro lado, se houvesse seleção do mais apto apenas, com o tempo, haveria uma diminuição do número de espécies, e por fim, restaria só uma, o que não acontece.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se os homens provêm dos macacos por sobrevivência dos mais aptos, como então continuaram a existir macacos? Sendo menos aptos, todos os que não se transformaram em homens deveriam ter desaparecido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há macacos ainda, e o evolucionismo, apesar de todas as suas evoluções teoréticas, continua a afirmar, ainda hoje, o que desde Darwin não se comprovou.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aliás, hoje sabe-se que as espécies só sobrevivem num ecossistema equilibrado, e que o desaparecimento de uma espécie tende a fazer desaparecer outra espécie que viva dela.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, deveria acontecer também uma seleção dentro da espécie, permitindo a sobrevivência apenas da raça mais apta. Com o transcorrer da evolução então, acabaria por existir uma só espécie e uma só raça, o que é um absurdo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Decougis, na sua obra Le vieillissement des êtres vivants [O envelhecimento dos seres vivos] afirma:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"A Paleontologia nos mostra que as espécies fósseis extintas são, o mais das 
